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Yedo Nogueira morre aos 88 anos (Foto Acervo Eduardo Anunciação).
Yedo Nogueira morre aos 88 anos (Foto Acervo Eduardo Anunciação).

O radialista Yedo Nogueira, de 88 anos, faleceu às 10 horas deste domingo (7), na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna. Comentarista esportivo e comerciário aposentado, Yedo foi vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e estava internado no hospital da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.

Yedo começou no rádio em 1962, na Clube (hoje Nacional AM), em Itabuna, e também trabalhou na Jornal e Difusora. O jornalista Ramiro Aquino lembra da trajetória do colega e amigo, que “recebeu vários prêmios como melhor comentarista da cidade”.

Nascido em Salvador, Yedo escolheu Itabuna para viver e casou-se com Gilka de Aquino Nogueira, com quem teve Eduardo, Yolanda, Ramayana e André. Além do rádio, Yedo trabalhou como comerciário na Correa Ribeiro, aposentando-se.

O corpo do radialista será velado no SAF, na Avenida Juca Leão, em frente ao Grapiúna Tênis Clube, em Itabuna. O enterro está marcado para as 10h desta segunda (8), no Cemitério Campo Santo.

6 respostas

  1. Yedo meu irmão querido

    Com muita dor no meu curacão tomei conhecimento da sua partida desse Universo, abrindo o Facebook esta manhã.
    Lamento que por circunstancia da vida vivemos separados por muitos anos geograficamente (eu por 32 anos aqui no USA). Mas,sempre estivemos juntos espiritualmente.
    Querido, lamento não ter sabido que voce estava doente. Ainda bem que falamos no telefone algumas vezes. Te amo meu irmão e sempre vou lembrar da doce e meiga pessoa que voce sempre foi.
    Meus sentimentos e do Bill para toda sua familia. Descanse em paz na sua viagem eterna.
    Beijos e muito amor para voce.
    Sua irmã
    Vania

  2. Para mim, ele não era o radialista nem comentarista esportivo famoso. Era apenas “tio Yedo”, que quando me via exclamava “Marcel Cerdan!” (um antigo campeão de boxe francês), até hoje não sei por que.

    Era o tio Yedo que sentava na porta de casa, na rua Ruffo Galvão, assistindo a molecada brincar de bandeira depois do jantar. Era o tio Yedo que acabou com a brincadeira ao comprar a primeira tv da rua.

    É um grande amigo de meu pai, é como um tio para mim. Digo “é” porque sei que a vida continua em outra dimensão onde, com certeza, meu pai foi receber tio Yedo de braços abertos.

    Tio Yedo teve uma vida de sucesso, como profissional, como pai, como marido e amigo. Fica a saudade e o aperto que vai dar passar pela rua e não ver tio Yedo sentado na calçada.

  3. Zelão diz: – Descansa em Paz!

    “Para um homem que trabalhou duro e construiu bons exemplos de dignidade e honra, a vida não passou. Ela será sempre lembrada por todos que conviveram com este homem, como: – Antes e depois, dele!
    A Paz de Deus Esteja Contigo, Homem Bom!

  4. O conheci no Centro Espirita, educado, muito gentil e atencioso aos texto que eram lido. Vá em paz, oremos por ele e toda sua familia.

  5. É com profunda tristeza que envio à dona Gilka e aos seus filhos, os sentimentos pela morte de um dos mais gabaritados profissionais que tive a oportunidade de conhecer. Mais que isso: Yedo foi um dos meus mestres e se hoje consegui dar uma boa caminhada na minha carreira de radialista, devo grande parte ao que aprendi no começo da minha vida profissional na Rádio Jornal de Itabuna a ele. Era o time dos sonhos, na época: Geraldo Santos, Yedo Nogueira, Ramiro Aquino, Décio Silva, Juca Neto e Jairo Silva. Ficam saudade, aprendizado e gratidão. Beijos, caro Yedo e obrigado por tudo.

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