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Juvenal, ao centro, recebe Martiniano (à dir) e conversam sobre decreto
Juvenal, ao centro, recebe Martiniano (à dir) e conversam sobre o Decreto da Cabruca

A previsão da safra 2013/14 de cacau no Brasil acaba de ser finalizada pela Ceplac. Os números são animadores: 260 mil toneladas. Apenas a Bahia contribui com 160 mil toneladas, número que pode chegar a 180 mil, com a regulamentação da lei ambiental da Bahia, por meio do Decreto da Cabruca, que está saindo do forno, e com tratos fitossanitários.
Os dados foram atualizados pelo Ministério da Agricultura. A demanda da indústria chocolateira é de 245 mil toneladas de amêndoas.
– O Brasil volta a ser autossuficiente na produção de cacau, com um excedente, nos termos de hoje, de 15 mil toneladas. Com o decreto, a previsão é aumentar a produção, somente na Bahia, em mais 20 mil toneladas, que até poderiam ser exportadas – comemora o superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart.
Sobre o decreto,  Maynart afirma ao PIMENTA que recebeu na manhã dessa sexta-feira (4) a visita do chefe de Gabinete da Secretaria de Relações Institucionais do Governo da Bahia (Serin), Martiniano Costa.
– Ele nos informou que nos próximos dias será apresentado o relatório da análise da Procuradoria-Geral do Estado, o que possibilita a assinatura pelo governador Jaques Wagner.
Martiniano Costa diz que entende que a regulamentação se trata de uma questão de inclusão social, já que vai permitir o aumento da produtividade nas áreas de cabruca. “Entendemos que essa agilidade na assinatura é de fundamental importância para a produção de cacau em áreas de cabruca, e  interessa a Ceplac, conforme constatamos nessa reunião com o superintendente da Ceplac, Juvenal Maynart”.
Os produtores de cacau aguardam com ansiedade esse documento, já que vai permitir uma maior entrada de luz nas plantações de cacau, o que permitirá o aumento da produtividade. “Além disso, com a possibilidade de maior produtividade, vai gerar uma valorização da terra, o que, por sua vez, aumentará o valor que poderá dado como garantia nos contratos de financiamentos da produção, pelos agentes financeiros”, destaca Maynart. Atualizado às 18h18min

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