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Prisco foi preso no dia 18 de abril e encaminhado para o Distrito Federal.
Prisco foi preso no dia 18 de abril e encaminhado para o Distrito Federal.

Uma junta médica do Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu que o ex-policial e líder das três últimas greves da Polícia Militar (PM-BA), Marcos Prisco, não precisa de tratamento domiciliar.
A defesa do vereador soteropolitano, alegando risco à vida do cliente, entrou com pedido para que Prisco cumpra prisão domiciliar. A junta foi convocada pelo relator do caso, ministro Ricardo Lewandowski.
“Após avaliação da história clínica, exame físico, exames complementares e pareceres especializados que se encontram apensos ao prontuário, concluímos que o paciente não apresenta, no momento, evidência de cardiopatia que exija tratamento hospitalar ou domiciliar”, é o que concluiu a junta médica.
Prisco está preso desde 18 de abril, menos de um dia após encerrada a greve da Polícia Militar. Logo, o policial foi transferido para o Complexo da Papuda, em Brasília, onde passou mal e foi internado em hospital de Brasília.

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