Sob protestos de funcionários da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), o projeto de lei da reforma administrativa do Governo Baiano foi aprovado pela Assembleia Legislativa, ontem à noite (10). O projeto reduz de 27 para 24 o número de secretarias e gera economia, segundo o governo, de R$ 200 milhões anuais.
A estimativa é de que 1.696 cargos serão extintos com a reforma administrativa proposta a partir do estudo do Grupo de Trabalho de Transição Governamental. A gestão passa a ter indicadores e metas e, com a reforma, reforço nos controles internos das secretarias.
O governo estadual será pressionado pelos funcionários de órgãos e empresas como a Ebal, que administra a Cesta do Povo. Até agora, não ficou claro o que acontecerá com os mais de 2 mil funcionários, quase metade concursados. Parte da empresa, a da Cesta do Povo, será privatizada. Os funcionários cobram respostas do governador eleito, Rui Costa.



















