
Ainda no Hospital Geral Luiz Viana Filho, o rapaz recebeu, da atendente, a informação de que o pediatra estava em férias e deveria retornar nesta segunda (2). “Mas sai de lá e até 10h30min não tinha chegado”, disse.
O pai também lamentou que, mesmo diante de quadro preocupante de dengue, uma unidade de saúde que é referência para a doença, não tenha médico disponível. A esperança dele seria uma unidade de saúde. A peregrinação dos pais do bebê continua.



















