
Durante depoimento, a mulher indicou que o material pertence ao irmão José Vieira de Macedo, mais conhecido com “Zé Baiano”, e a um homem de prenome Rogério. Ambos não estavam na residência na hora da ação policial.
A grande quantidade de explosivos, uma das maiores já apreendida, segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), estava dividida em 81 sacos com artefatos granulados, 47 sacos emulsificados (cada um contendo mais ou menos 70 explosivos), além de 11 rolos de cordel (utilizado como estopim) e uma caixa com 1.000 espoletas de detonação. Lildenir e todo o material foram apresentados na 13ª Coordenadoria de Polícia do Interior (13ª Coorpin), com sede em Seabra.
“Agradecemos a população pela confiança na polícia, através da denúncia anônima. A questão da segurança pública é um dever de todos. Investigamos diuturnamente as quadrilhas especializadas na prática de roubos a bancos e chegaremos ao verdadeiros donos desses explosivos”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Maurício Teles Barbosa.
O Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) auxiliará a 13ª Coorpin nas investigações, juntamente com a Superintendência de Inteligência da SSP. Outras informações podem ser transmitidas através do Disque-Denúncia (3235-0000).


















