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As pessoas com deficiência que fazem parte da força de trabalho brasileira ganham, em média, 11,4% menos que aquelas sem deficiência. Estão incluídas pessoas com deficiências como intelectual, física, auditiva e visual.

A informação consta de uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quinta-feira (30). Em média, pessoas com deficiência ganham R$ 1.499, contra R$ 1.693 dos outros trabalhadores.

As pessoas com alguma das deficiências que faziam parte da força de trabalho brasileira totalizavam 1,6 milhão em 2013.

Deste total, 702 mil trabalhavam na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (17,2%); 722 mil no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (17,7%); e 562 mil na indústria (13,8%).

Entre os trabalhadores ocupados, um em cada cinco (21,7%) declarou ter grau intenso ou muito intenso de limitações em suas atividades habituais, inclusive o trabalho.

A deficiência visual foi a mais frequente entre as pessoas de 14 anos ou mais (4,3%) e atingia 3,1% dos ocupados, 1,7% dos desocupados e 6,4% dos fora da força. Do R7.

Uma resposta

  1. Com relação a inclusão da pessoa com deficiência no mercado de trabalho, muitas iniciativas e projetos surgem nas Empresas brasileiras. Um dos empecilhos levantados p/ o avanço de ações para empregabilidade deste segmento é a falta de pessoas capacitadas para o mercado de trabalho.

    O fator fundamental p/ inclusão no mercado de trabalho, como também obter uma remuneração satisfatória, é o nível de formação educacional. A escolaridade é super valorizada no contexto social atual, e muitos dos possíveis fracassos no mundo do trabalho são atribuídos a ausência dela.

    Um dos maiores problemas que as Empresas enfrentam na seleção de pessoas com deficiência é a falta de qualificação profissional, o que dificulta a aplicação da Lei 8.213/julho/1991, lei de contratação da pessoa com deficiência nas Empresas.

    O que leva a esta constatação a respeito das pessoas com algum tipo de deficiência, está inserida no mercado de trabalho ter uma remuneração abaixo das pessoas que não possuem deficiência, é exatamente o que nós do movimento de luta por direitos sociais, buscamos incessantemente dos poderes públicos que são os responsáveis pela implementação de políticas públicas de inclusão social. A falta de acessibilidade às escolas, aos cursos profissionalizantes, enfim essa é a pior barreira enfrentada, a falta de oportunidade, a barreira atitudinal.

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