O crime ocorreu na cidade de Camacan e contou com a participação de outras duas pessoas, que foram também condenadas e cumprem pena no sistema prisional. Erlan de Assis Silva foi condenado a 28 anos de prisão e Luiz Ricardo Santos Resende a 26. O crime gerou grande comoção na população da cidade. Patrícia, na ocasião, chegou a ser presa, mas acabou liberada pela justiça.
A ação dos policiais da Coorpin/Itabuna, em Perdões, contou com o apoio dos departamentos de Polícia do Interior (Depin) e de Crime Contra o Patrimônio (DCCP), além da Polícia Civil de Minas Gerais. O mandado de prisão foi expedido pelo juiz Eros Pereira Cavalcanti, substituto da Vara Criminal de Camacan.


















