As duas empresas são alvos de investigações da Operação Citrus, realizada pela 8ª Promotoria de Justiça de Ilhéus, que investiga possíveis fraudes de licitações praticadas por elas no período de 2009 a 2016 na prefeitura e na Câmara Municipal de Ilhéus. Por esse motivo, a Câmara decidiu cancelar os contratos com as empresas em questão.
Por meio de processo administrativo, aberto ainda em março, a Câmara abriu prazo e notificou as empresas para que se manifestassem, o que não aconteceu.
Para o presidente da Câmara, Lukas Paiva, a decisão de cancelamento parte do princípio da moralidade que norteia a Administração Pública. Segundo ele, desde que a operação foi desencadeada, a Câmara vem colaborando com a justiça.
“É evidente que manter contrato com uma empresa acusada de superfaturar produtos e fraudar processos licitatórios é extremamente temerário ao ente público, especialmente quando, além das acusações, a empresa apresenta dificuldades no cumprimento dos termos do contrato”, explicita o presidente Lukas Paiva.


















