
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços, da Câmara dos Deputados, vota, nesta manhã de quarta (5), projeto de lei que determina aumento de massa de cacau nos chocolates e seus derivados. Produtos devem ter mínimo de 35% de cacau. O PL 919/2015 é de autoria do deputado federal Bebeto Galvão ((PSB-BA).
Segundo o parlamentar, o projeto “estabelece o percentual mínimo de cacau nos produtos que especifica, nacionais e importados, comercializados em todo o território nacional e torna obrigatória a informação do percentual total de cacau nos rótulos desses produtos”.
O projeto tem como relator o deputado Helder Salomão, do PT do Espírito Santo, outro produto nacional de cacau. Bebeto enfatizar ser a matéria fruto de “um intenso debate e apresenta grande importância para a economia brasileira”, pois possibilita a valorização do produtor e protege o consumidor que passará a ter acesso a produtos de qualidade.
– Quando se aumenta a massa de cacau na industrialização do chocolate, aumenta o nível de produção e provoca uma melhora comercial para quem produz, fortalecendo a agricultura e a economia. Também passamos a proteger melhor o consumidor, pois com esse projeto daremos um basta ao consumo de massa hidrogenada no lugar do cacau, comemos açúcar achando que é chocolate – destaca Bebeto.



















Respostas de 2
Ao que me consta o Bebeto também é comunista. Mas, desde que ACM se foi, ninguém mais defendeu está verdade necessária a região. Tem que ter legislação e verificação e controle. O consumidor tem que ter acesso às informações do produto chocolate. Na região não tem compradores em linha direta com as fábricas de balas e consumo. Seria bom que os sindicatos de produtores tivessem poder de comercialização junto a essas entidades. Aí sim estaríamos salvos. Bebeto, próximo ano tem eleição. Segura a bandeira.
A matéria falha, pois não informa qual o percentual atual e qual o novo defendido, pelo nobre deputado.
Da Redação: Perfeito, Walter. O percentual defendido no projeto é 35%. Foi mantido para o chocolate amargo, mas caiu para 27% para chocolate com maior teor de açúcar.