
Segundo o chefe do Serviço, Murilo Silva Alves, as construções irregulares estavam em andamento. “As demolições visam a obstrução de invasão em área pública ou em área de preservação ambiental permanente (APP) ou em área preamar (próximo às praias), sem autorização de nenhum dos Poderes, tanto da União, nem municipal ou estadual”, afirmou.
Murilo salientou o apoio recebido por todos os gestores da Seplandes e do Ministério Público, através do promotor Paulo Sampaio, e o fato de as ações terem ocorrido sem nenhum incidente. “A Fiscalização de Posturas continuará atuando com o objetivo de coibir as tentativas de invasão em áreas proibidas para que o ambiente da cidade de Ilhéus não seja degradado”, concluiu. Do Blog do Gusmão.


















