De acordo com o Ministério Público Eleitoral (MPE), Nilo teria dado informação falsa à Justiça Eleitoral, ao declarar não ser dono da empresa Bahia Pesquisa e Estatística LTDA, a Babesp, conhecida no meio político como “Datanilo”.
A suspeita é de que o deputado usaria o instituto para receber recursos via caixa 2. Seis juízes discordaram do relator dos agravos, Edmilson Jatahy Fonseca Júnior, que havia negado os pedidos. O julgamento foi retomado nesta segunda, após ter sido interrompido no último dia 21 de novembro por um pedido de vista do juiz Paulo Roberto Lyrio Pimenta. Informações do Bahia Notícias.





















Uma resposta
O Derputado e sua familia passaram constrangimentos desnecessários com a tal busca e apreensão, ele teve o seu nome nos jornais, a televisaõ difundiu de todo jeito a notícia. Ele sofreu deboches nasedes sociais. De repente toda a ação a bem da verdade é nula.
O deputado e sua familia desnecessariamente foram expostos e inimigos aproveitarm-se da situação. E agora? Como ficam os causadores dos dissabores que o deputado Marcelo Nilo e sua família passaram? Fatos que tais não podem e nem devem passar impunes. Hoje no Brasil em nome da Justiça comete-se grandes INJUSTIÇAS! INJUSTIÇAS aplaudidas por muitos!