
Daqui a pouco, às 14 horas, o governador Rui Costa, reeleito para o segundo mandato, vai ter um encontro com os partidos e as lideranças políticas da sua base aliada.
O chefe do Executivo já está a caminho de Itabuna. Jaques Wagner e Ângelo Coronel, eleitos para o Senado da República, integram a comitiva. O petista-mor da Bahia vai agradecer a boa votação que obteve no sul da Bahia.
No embalo, pedirá aos correligionários que se empenhem com mais garra na candidatura presidencial de Fernando Haddad, que corre o risco de uma derrota acachapante para Bolsonaro.
A expectativa fica por conta do prefeito Fernando Gomes, que ainda não se filiou a outra legenda depois que saiu do DEM.
Não vai ser fácil Rui Costa convencer FG a votar em Haddad e fazer campanha. O alcaide de Itabuna, que ficou com Bolsonaro no primeiro turno, já declarou que não quer saber do PT. Aliás, essa ojeriza de Fernando pelo petismo é de priscas eras, como diria o saudoso jornalista Eduardo Anunciação.
Os que gostam de jogar lenha na fogueira, estão dizendo que uma negativa de Fernando pode acelerar o rompimento do governador com o aliado, que hoje é prefeito de Itabuna graças ao empenho de Rui não só no campo político como no jurídico.
Francamente, não acredito que Rui Costa vai emparedar Fernando, que pode ter muitos defeitos, mas esse de se apequenar diante de um “puxão de orelha”, jamais.
Se houver o primeiro round, aposto em Fernando Gomes. Ele não é de levar desaforo para casa, que o diga ACM Neto, tendo como testemunha o ainda deputado estadual Augusto Castro (PSDB).



















