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A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna atualizou boletim médico dos quatro pacientes com quadro suspeito do novo coronavírus e que estão internados nos hospitais Calixto Midlej Filho e Manoel Novaes desde ontem (25). Uma criança de um ano de idade e os pais passaram pela Itália há menos de duas semanas e a avó da criança, que está internada no Calixto Midlej, teve contato prologando com os três.

De acordo com o novo boletim, todos apresentam “sintomas leves, sem sinais de gravidade”. Ainda em nota, a Santa Casa informa que segue “aguardando os resultados dos exames de diagnóstico para a doença”. Amostras de sangue foram coletadas ontem e enviadas para o Laboratório Central (Lacen), em Salvador. A expectativa é de que os resultados sejam divulgados até a próxima sexta (28). Abaixo, confira a íntegra da nota do boletim da Santa Casa:

Nota Informativa – 26.02 – às 10h30 (Atualizada às 11h)

Atualizando as informações divulgadas nesta terça-feira (25.02), a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna informa que existem quatro casos suspeitos de Coronavírus em suas Unidades Hospitalares: uma criança e os pais que estiveram recentemente na Itália (seguem em observação no Hospital Manoel Novaes) e a avó, que manteve contato prolongado com os familiares após retorno da viagem (seguem observação no Hospital Calixto Midlej Filho). Todos com sintomas leves, sem sinais de gravidade

Sobre o quadro clínico dos pacientes, todos encontram-se em precauções respiratórias/contato, estáveis e recebendo condutas para a COVID-19. A Santa Casa de Itabuna segue aguardando os resultados dos exames de diagnóstico para a doença.

Sobre a transmissibilidade do Coronavírus, a instituição mantém condutas previamente divulgadas de prevenção ao contágio ou contaminação: os trabalhadores que tem contato direto com o paciente nas Unidades de Internação estão seguindo rigorosamente o Protocolo de Prevenção à Disseminação da Doença estabelecido pelo Ministério da Saúde e OMS; os demais funcionários, outros pacientes e acompanhantes, ressalte-se todos que não tenham contato direto com os pacientes, não há necessidade de utilização de máscaras, registrando-se, no entanto, a importância de reforçar a correta higienização das mãos.

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