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Responsável por avaliar a segurança dos fármacos utilizados no país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu retirar a exigência de que uma vacina esteja na fase 3 de testes com humanos para receber autorização de uso emergencial contra a Covid-19. A Anvisa vai formalizar a decisão nesta quarta-feira (3), segundo o site JOTA e a CNN.

A vacina Sputnik V, desenvolvida na Rússia, ainda não chegou à fase 3 no Brasil. Esse era um dos empecilhos para que a Anvisa autorizasse o seu uso no país, o que ainda depende da apresentação de documentos ao órgão regulador.

Apesar das outras pendências, na prática, o recuo da Anvisa deixa os baianos mais próximos da vacinação em larga escala, pois o Governo da Bahia tem acordo prévio com a fabricante russa e sua representante no país, a União Química, para comprar até 58 milhões de doses do imunizante, que já é utilizado em outros países. Em outra frente, o Estado recorreu ao Supremo Tribunal Federal para ser autorizado a comprar a Sputnik.

A decisão da Anvisa também pode agilizar o uso emergencial de outras vacinas contra a Covid-19 no Brasil, a exemplo da Covaxin, de origem indiana.

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