Presidente fala contra aumento do fundo eleitoral, mas titubeia ao não garantir veto
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) concedeu entrevista exclusiva à Rádio Nacional da Amazônia, nesta segunda-feira (19), e falou sobre o seu estado de saúde. Na semana passada, ele ficou 4 dias internado no Hospital Vila Nova Star, na cidade de São Paulo, após o agravamento de uma crise de obstrução intestinal.

“Eu estou bem, 100%”, garantiu Bolsonaro. “Estou bem e vou cumprir essa missão até o último dia”, acrescentou, referindo-se ao mandato presidencial.

O SINAL TITUBEANTE DE VETO AO “FUNDÃO”

O Congresso aprovou o aumento do fundo eleitoral de R$ 1,7 bilhão para R$ 5,7 bilhões. Agora, cabe ao presidente da República decidir se veta ou sanciona a proposta, que, no meio político, recebeu o singelo apelido de “fundão”.

Os dois filhos do presidente com assentos no Congresso, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), votaram a favor do aumento. Na entrevista de ontem, Jair sinalizou que tende a vetar o novo fundão. “A tendência nossa é não sancionar isso daí em respeito aos trabalhadores, ao contribuinte brasileiro”, disse.

Para quem se acostumou com a ênfase empregada por Bolsonaro na defesa das suas convicções políticas, a exemplo das loas à ditatura militar, a fala do presidente contra o o reajuste generoso do fundo eleitoral soou titubeante. Confira a entrevista.

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