Família diante de casa alagada no bairro Vila Zara || Foto Cláudio Rodrigues
Tempo de leitura: 2 minutos

Até o momento, 825 famílias de Itabuna foram obrigadas a abandonar suas casas devido à cheia do Rio Cachoeira, a maior desde 1967, conforme levantamento da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, divulgado na tarde deste domingo (26). As famílias desalojadas receberam abrigo em escolas públicas da cidade.

Desde a noite de ontem (25), centenas servidores da Prefeitura de Itabuna e voluntários trabalham no resgate de famílias ilhadas, com o apoio do 4º Grupamento de Bombeiros Militares, da Defesa Civil e da Guarda Civil Municipal.

Praça Camacã, Cinquentenário e transversais completamente alagadas || Foto Cláudio Rodrigues

O rio avançou sobre lojas do centro comercial e áreas ribeirinhas (veja aqui). Há registro de alagamentos no Mangabinha, Urbis IV, Maria Matos (Rua de Palha), Ferradas, Nova Ferradas, Vila Zara, Rua da Bananeira, Conceição, Sarinha Alcântara, Gogó da Ema e Vila Anália.

As pontes Lacerda (acesso ao São Caetano) e Miguel Calmon (Marabá) foram interditadas. Pontos da cidade estão sem sinais de telefonia e internet, o que prejudica a comunicação entre as equipes envolvidas no socorro às vítimas.

Apesar das dificuldades, o prefeito Augusto Castro (PSD) avalia que a boa coordenação das frentes de trabalho é um ponto positivo na assistência às famílias desalojadas. Ele acrescentou que mantém contato com o governador Rui Costa (PT) e o ministro da Cidadania, João Roma, que lideram as equipes do estado e do governo federal no sul da Bahia.

Nível Cachoeira subiu mais de dez metros || Foto Cláudio Rodrigues

ABASTECIMENTO DE ÁGUA CONTINUA SUSPENSO

Na tarde deste domingo (26), a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) informou que o fornecimento de água continua suspenso em Itabuna, em decorrência das cheias dos rios Cachoeira e Almada.

Uma resposta

Deixe aqui seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.