Até o momento, 825 famílias de Itabuna foram obrigadas a abandonar suas casas devido à cheia do Rio Cachoeira, a maior desde 1967, conforme levantamento da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, divulgado na tarde deste domingo (26). As famílias desalojadas receberam abrigo em escolas públicas da cidade.
Desde a noite de ontem (25), centenas servidores da Prefeitura de Itabuna e voluntários trabalham no resgate de famílias ilhadas, com o apoio do 4º Grupamento de Bombeiros Militares, da Defesa Civil e da Guarda Civil Municipal.
O rio avançou sobre lojas do centro comercial e áreas ribeirinhas (veja aqui). Há registro de alagamentos no Mangabinha, Urbis IV, Maria Matos (Rua de Palha), Ferradas, Nova Ferradas, Vila Zara, Rua da Bananeira, Conceição, Sarinha Alcântara, Gogó da Ema e Vila Anália.
As pontes Lacerda (acesso ao São Caetano) e Miguel Calmon (Marabá) foram interditadas. Pontos da cidade estão sem sinais de telefonia e internet, o que prejudica a comunicação entre as equipes envolvidas no socorro às vítimas.
Apesar das dificuldades, o prefeito Augusto Castro (PSD) avalia que a boa coordenação das frentes de trabalho é um ponto positivo na assistência às famílias desalojadas. Ele acrescentou que mantém contato com o governador Rui Costa (PT) e o ministro da Cidadania, João Roma, que lideram as equipes do estado e do governo federal no sul da Bahia.
ABASTECIMENTO DE ÁGUA CONTINUA SUSPENSO
Na tarde deste domingo (26), a Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) informou que o fornecimento de água continua suspenso em Itabuna, em decorrência das cheias dos rios Cachoeira e Almada.






















Uma resposta
Eu nunca presenciei uma enchente dessa, nasci em 65 e com 2 anos de idade não me lembro a que teve em 67