As gerações de um fenômeno de vendas do mercado automotivo brasileiro, o Gol || Foto Quora
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Com certeza, você já viu ou ouviu falar do Volkswagen Gol. Ele foi projetado nos últimos anos da década de 70 para substituir o Fusca e disputar mercado com o Chevette e o Fiat 147 (carros com designs modernas na época). Lançado em 1980 com motores carburados, encontra-se na oitava geração.

A primeira, chamada de Gol quadrado, teve reestilizações nos ano de 1987, 1989 e 1991 até a chegada da sua impactante segunda geração, conhecida como Gol bola, este fabricado em 1996 com injeção eletrônica. A terceira geração começou a ser produzida em 1999 e terminada em 2005.

Era 2006, quando veio a quarta e controversa geração. O design não agradou. A geração anterior era a preferida. Ele mudou. E não agradou em estética, porém continuou o seu legado de vendas como o carro popular da VW. Em 2009, passou pela maior reestilização da sua história. Foi totalmente redesenhado. Era a quinta geração. A sexta veio em 2013. Quatro anos depois, a sétima. A oitava ‘pintou’ em 2019.

O Gol fez parte da história de muitas famílias ao longo dos seus 42 anos de mercado. E já batalhou com vários oponentes de peso até se tornar o carro mais vendido da VW no Brasil. Como nossa sociedade é multifacetada – e se faz necessário crescer diariamente -, tudo que não evolui fica obsoleto. Então, a Volkswagen decidiu que o Gol deverá mudar novamente, e de forma drástica, para acompanhar o mercado.

Transformação: Novo Gol será um SUV médio || Imagem Overboost

Para a sua nova geração, a VW vai conferir-lhe um outro patamar. Será a maior evolução do “queridinho” do Brasil. Ele deixará a categoria dos hatchs e passsará a compor a lista dos SUVs compactos. É isso mesmo que você leu. O Gol 2023 será um SUV. Virá na plataforma MQB e passará a ter proporções de 4,10m de comprimento por 1,46m de altura e 1,78m de largura.

O novo SUV será produzido na fábrica de Taubaté (SP), onde já são montados, atualmente, Gol e Voyage. Será equipado como motor 1.0 TSI, de 128cv e 20,4 kgfm, mesmo propulsor utilizado no Polo, Virtus, Nivus e T-Cross. Haverá opção de câmbio manual ou automático de 6 marchas.

Ícaro Mota é consultor automotivo e diretor da I´CAR. A coluna é publicada às sextas-feiras.

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