Alimentos puxam alta inflacionária, seguidos por transportes
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A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou abril em 1,06%, maior variação para o mês desde 1996. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o índice nesta quarta-feira (11).

Juntos, os segmentos de alimentação e bebidas (2,06%) e de transportes (1,91%) compuseram 80% da alta do IPCA no mês passado.

No acumulado de abril de 2021 a abril de 2022, a inflação chegou a 12,13%, percentual mais alto desde outubro de 2003, quando marcou 13,98 pontos percentuais.

Apesar dos seguidos aumentos da taxa básica de juros (Selic), elevada a 12,75% ao ano pelo Banco Central, a tendência de crescimento da inflação se mantém.

Desde ontem (10), está em vigor o novo preço do diesel vendido pela Petrobras. Com acréscimo de R$ 0,40, o litro do diesel vendido nas refinarias subiu de R$ 4,51 para R$ 4,91. O combustível influencia no custo do transporte de mercadorias cujos preços já são pressionados pela inflação, a exemplo dos alimentos.

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