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O Bahia desperdiçou a chance de seguir bem próximo aos primeiros colocados na Série B do Campeonato Brasileiro. Jogando na tarde deste sábado (25), na Arena Fonte Nova, em Salvador, o Tricolor de Aço perdeu por 1 a 0 para o Novorizontino. O único gol da partida foi marcado aos 43 minutos do segundo tempo, pelo argentino Diego Torres, depois de mais uma bobeira da zaga.

A derrota deste sábado foi a terceira em casa. Antes, o Bahia havia perdido por 1 a 0 para a Chapeconse, na 13ª rodada da Série B do Brasileiro, e foi derrotado, de virada, por 2 a 1, no meio de semana, pelo Athletico (PR) na Copa do Brasil. O Tricolor segue na terceira colocação na Série B, mesmo com o resultado negativo de hoje, com 25 pontos, três a mais que o Grêmio.

Mas o Bahia pode se complicar caso o Sport vença nesta rodada. o Time de Pernambuco tem 20 pontos e, neste momento, está empatando em 0 a 0 contra o Brusque, na Ilha do Retiro, em Recife. O time de Santa Catarina será o próximo adversário do Bahia. A partida será às 19h de terça-feira (28), no estádio do Brusque.

Com 31 pontos, o líder da Série B do Campeonato Brasileiro é o Cruzeiro, que enfrenta o Ituano no fechamento da rodada. A partida só será na próxima semana, em São Paulo. O vice-líder é o Vasco, que está invicto e soma 30 pontos. A partida entre Sport e Brusque terminou empatado em 0 a 0. Atualizado às 20h33min.

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No período de 2012 a 2021, 245.811 brasileiros sofreram amputação de membros inferiores, envolvendo pernas ou pés, uma média de 66 pacientes por dia, o que significa pelo menos três procedimentos realizados por hora.

O levantamento inédito foi feito pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), com base em dados do Ministério da Saúde. O presidente da sociedade, Julio Cesar Peclat de Oliveira, afirma que “o problema é que, quando a gente compara com os últimos anos, vemos que a situação vem piorando e, coincidentemente, com a pandemia de covid-19.”

Pela análise dos números, o médico interpretou que muitos pacientes perderam a continuidade do tratamento de doenças crônicas como, por exemplo, o diabetes, que é uma das principais causas de amputação de membros inferiores.

“É uma doença crônica e o tratamento tem de ser crônico, ou seja, não pode ser descontinuado”. Ele explicou que, quando a pessoa é diabética e não faz tratamento adequado e usa medicamentos, “ela descompensa a doença e fica mais vulnerável aos riscos de, por exemplo, ter uma ferida no pé que vai infectar e gangrenar, evoluindo com perda desse membro”.

CALO OU FERIDA NO PÉ

Peclat de Oliveira afirmou que cerca de 70% das amputações são motivadas por uma pequena ferida ou calo no pé. Por isso, recomendou que o paciente diabético precisa ter disciplina rígida e fazer o autoexame diário, principalmente do chamado pé neuropático, caracterizado pela perda progressiva da sensibilidade.

“De maneira geral, o recado é que devem fazer o autoexame dos pés, principalmente o paciente diabético”. O médico recordou que muitos pacientes não sabem que são diabéticos. Muitos só vão se inteirar disso quando vão ao consultório tratar varizes, marcam cirurgia e o médico constata que seus níveis glicêmicos estão nas alturas.

“No mundo, uma em cada cinco pessoas não sabe que é portador dessa doença. A pandemia nos revelou isso. Muitos pacientes que chegam ao consultório ou aos serviços de urgência com complicações do diabetes só descobrem que a têm após o atendimento”, destacou.

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Um arrastão junino tradicional levou multidão às ruas de Gandu e também atraiu a participação do pré-candidato ao Governo do Estado pelo PT, Jerônimo Rodrigues, nesta sexta-feira (24). O Arrastão do Sabiá voltou após dois anos de interrupção devido à pandemia e participou do evento ao lado do prefeito Leo de Neco (PP).

“O São João da Bahia é o maior e melhor do Brasil, não dá para ficar apenas em um ou dois municípios. Então, a maratona continua até terça-feira (28), com pelo menos 15 cidades no roteiro. A festa em Gandu foi muito animada e vou fazer questão de voltar como governador a partir de 2023″, disse Jerônimo, que encerra a maratona em Ilhéus, quando participa do Viva Ilhéus, na terça (28).

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Na manhã deste sábado (25), quem percorreu trechos do litoral norte de Ilhéus, possivelmente, deparou-se com uma cena comum, mas que merece atenção: bandos de urubus se banqueteando com bagres na faixa de areia.

Por ter pouco valor comercial, essa espécie de peixe costuma ser dispensada por pescadores. Feridos pelas redes e lançados no mar, os peixes morrem e são levados pela maré até a costa, onde viram alimento para urubus e outros animais detritívoros.

Além da poluição ambiental, os restos mortais dos bagres escondem perigo para as pessoas que caminham descalças na areia, pois os ferrões desses peixes são afiados e, quando ferem a pele, podem causar inflamação grave. Por isso, mesmo a remoção das carcaças da praia exige cuidado e deve ser feita com equipamentos adequados.