Cadeirante reclama que não conseguiu votar por falta de acessibilidade
Tempo de leitura: < 1 minuto

Uma jovem ficou indignada porque não pôde exercer a cidadania neste domingo (2). A maquiadora cadeirante Geel Pinheiro reclamou que estava retornando para casa sem conseguir digitar os números de seus candidatos na urna, em uma seção no segundo andar de uma escola, no bairro de Fátima, em Itabuna.

A maquiadora contou que foi surpreendia neste domingo, ao dirigir-se ao colégio Ciso municipal, na rua Francisco Ferreira. Mesmo com limitações de locomoção, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), deixou a eleitora como votante no segundo andar da unidade escolar.

A maquiadora Geel Pinheiro informou que, como não tinha condições de deslocar-se até o segundo andar, teve que dirigir-se à sala de coordenação para justificar. “Acabei de sair da sala de coordenação no Ciso Municipal, em Itabuna para justificar meu voto, porque a minha seção é lá, no segundo andar. Eu não tive condições de subir”.

A maquiadora reforça que é uma situação complicada não só para ela, mas também para as pessoas idosas. “Eu perdi meu direito de cidadã de votar. Espero que na próxima eleição, o TSE resolva isso. Como colocar pessoas com limitações para votarem no primeiro e segundo andares?… Da próxima vez, espero exercer meu direito”, afirmou.

Deixe aqui seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.