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Sábado especial para torcedores baianos e profissionais que vestem a camisa e sabem emocionar a audiência. No Dia do Publicitário e do Jogo 500 entre Bahia e Vitória (BAVI), o Sindicato das Agências de Propaganda do Estado da Bahia (Sinapro-Bahia) se inspirou num dos maiores clássicos do futebol brasileiro para homenagens aos profissionais da propaganda. A campanha Publicitário sabe vestir a camisa está sendo divulgada em jornal e nas redes sociais.

As peças são assinadas pelo diretor de arte, designer gráfico e ilustrador Luciano Pimentel. Baiano, nascido em Serrinha, atua há mais de 25 anos no mercado publicitário, tendo experimentado diversos segmentos, a exemplo de sua atuação em agências de propaganda, empresas privadas, onde liderou a área de marketing, e também em campanhas políticas, o que diversifica seu portfólio e consolida sua personalidade profissional versátil.

Criativo de múltiplos talentos, Luciano é também desenhista, xilografista e concilia arte e criação com suas raízes sertaneja.

BAVI 500

Hoje, os dois principais times do Estado se enfrentam na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, às 16h deste sabado (1°).

Rally dos Mares é maior evento de jet ski do país e tem Ilhéus e Itacaré no percurso || Foto Divulgação
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A décima edição do Rally dos Mares começa hoje (1º), em Ilhéus, com largada da Baía do Pontal em direção a Salvador, onde os participantes devem chegar no próximo sábado (8). A experiência é misto de aventura, companheirismo, superação e adrenalina.

Antes de chegar a Salvador, o Rally dos Mares terá paradas em destinos paradisíacos da costa baiana. Primeiro, Itacaré, depois Barra Grande (Maraú) e Morro de São Paulo (Cairu). As paradas, reforça a organização, oferecem aos participantes momentos de descanso e lazer em hotéis parceiros, proporcionando momentos ainda mais especiais e movimento o turismo e a economia local.

Alguns números mostram a grandiosidade do Rally dos Mares. Durante o evento, são consumidos cinco caminhões de combustível com a logística seletiva e controlada, os pilotos são acompanhados com uma equipe de mais 60 pessoas, incluindo direção e produção do evento e assistência médica e mecânica para atendimento necessário dos participantes e dos jet skis para garantir a segurança dos participantes principalmente nas provas de velocidade.

NOVIDADES

Neste ano, o Rally dos Mares parte do interior para a capital. O domingo (2), Dia de Iemanjá, será reservado para passeio na Lagoa Encantada, com percurso de 20 quilômetros antes da parada oficial no dia seguinte. O evento é encerrado com grande festa em Salvador reunindo como atrações Danniel Vieira, Escandurras e Dj Nuke M, na Marina da Penha, no Largo da Ribeira, a partir das 13h, em Salvador, onde os pilotos serão recepcionados.

Empresa itabunense tem gasto mensal médio de R$ 1,4 milhão com energia elétrica || Foto Divulgação
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A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) pode ter economia anual de R$ 5 milhões com a migração para o mercado livre de energia. A proposta foi analisada pela diretoria executiva e pelo Conselho de Administração da empresa na última quarta-feira (29).

Diretores e conselheiros se reuniram, por videoconferência, com o consultor Thiago Oliveira, que expôs as vantagens da migração. A economia mensal pode variar de 30% a 35% para os custos operacionais da Emasa, sem a necessidade de investimento inicial, além de buscar recuperar eventuais créditos junto à concessionária de energia elétrica. O gasto mensal da empresa supera R$ 1,4 milhão.

– Com a adesão ao mercado livre, a distribuidora sai do processo de compra junto às geradoras de energia. O consumidor, no caso a Emasa, passa a comprar direto do gerador e a distribuidora, continua com a tarefa de fazer a energia chegar ao destino final – explicou Thiago.

Segundo o presidente da Emasa, Ivan Maia, o processo de modernização e eficientização energética é uma necessidade do município em alternativa ao atual sistema energético da empresa. “O prefeito Augusto Castro (PSD) nos orientou a buscar alternativas tecnicamente viáveis para reduzir a dependência da Emasa, migrando para o mercado livre de energia – um ambiente mais competitivo, onde empresas disputam espaço oferecendo energia limpa e a custos mais baixos”.

Conselho Administrativo avaliou possibilidade de migração para mercado livre de energia

SUSTENTABILIDADE

O executivo da Emasa ainda aponta outra vantagem com a migração para o mercado livre. “Essa transição possibilita a obtenção do selo sustentável, reconhecido internacionalmente, que traz benefícios como maior reputação, fidelização de clientes, acesso a novos mercados e redução dos custos operacionais”, enumerou Ivan Maia.

A secretária de Infraestrutura e Urbanismo e presidente do Conselho de Administração da Emasa, Sônia Fontes, lembrou a importância que a modernização e a sustentabilidade representam para a empresa. “Entra uma solução mais definitiva nas questões do meio ambiente, uma forma de minimizar custos e equacionar problemas que a empresa enfrentou no passado. A adesão ao mercado livre de energia também minimiza custos para o consumidor e essa é uma iniciativa louvável”, salientou Sônia Fontes.

Também participaram da reunião os diretores José Silva (Planejamento), Fernando Duarte (Técnico), Ronaldo Júnior (Financeiro e de Relacionamento com o Cliente), Moisés Figueiredo (Administrativo), a procuradora jurídica Fabiana Rocha e o assessor técnico Agnaldo Ferreira. Pelo Conselho de Administração, além da presidente Sônia Fontes, estiveram presentes os conselheiros Cláudio Góes, Lânia Peixoto, Fabiana Rodrigues e Glauber Souza.

Caixeral de 1957 e seleção regional || Foto Arquivo de Walmir Rosário
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O número de jogadores era tão abundante, que os “cartolas” ainda se “davam ao luxo” de formar uma seleção regional, tendo como base os jogadores do bairro da Conceição.

 

Walmir Rosário

 

 

 

 

 

Mas qual eram os segredos para Itabuna formar tantos craques? De cara posso garantir que para um atleta atuar no Campo da Desportiva Itabunense era preciso passar por um verdadeiro vestibular, nos “babas” disputados em campinhos dos bairros ou escolinhas de futebol. Aprovado, a partir daí poderia tentar uma vaga nos times amadores.

Tínhamos, por exemplo, a Academia de Futebol Grapiúna, dirigida pelo cirurgião-dentista Demóstenes Carvalho, e os times de Adonias da Mangabinha, de Tim do bairro da Conceição, dentre outros. E os que mais se destacavam eram convidados a jogar nas diversas equipes aspirantes até chegar ao time de cima das agremiações amadoras.

E os campinhos de bairro não eram raridades, como hoje! Bastava um terreno baldio mais ou menos plano, sem muitas pedras, e duas traves. Era assim na Borboleta (hoje rodoviária); banca do peixe, Escola de Celina Braga Bacelar, Maravalha, (centro); São Judas Tadeu; campo do Tênis, torre da Rádio Difusora, Malícia, Brasilgás, Vila Zara, Eucaliptos (bairro da Conceição); Cortume (Banco Raso) para se submeterem aos olheiros e indicarem futuros craques.

O América da Vila Zara, comandado por Adonias, em 1963, era um dos times de camisa que forneceu jogadores para várias equipes. Em 1972, o mesmo América mantinha praticamente a mesma formação, mesclado com jogadores mais novos. João Garrincha, Dema, Betinho Contador, Zé Nito, Luiz Fotógrafo, e tantos outros.

Lembrados até hoje nos papos de saudosismo, os craques do passado têm nome, sobrenome e história a ser contada pelas jogadas memoráveis, tanto nos campos de pelada como na velha Desportiva. Um desses exemplos são as escalações da Seleção de Itabuna de 1958 a 1965, quando reinou absoluta no cenário amador do estado da Bahia. Fora essa saga vencedora, as equipes de bairros (ou várzea, como queiram), ainda reinam absolutas na memória dos torcedores.

Eu costumo usar uma frase dita pelos veterinários: “de mamando a caducando”, que se encaixa bem na velha prática do futebol, quando os escolhidos para formar o time (ainda na base do par ou ímpar, para escalar primeiro) eram pela eficiência, meritocracia. Pouco importava se menino ou homem-feito, tinham que ter as qualidades para jogar em determinado campo e decidir a partida. Isso era fundamental para jogar num time de camisa.

Enquanto nos campinhos o jogo era na “paeta” (descalço), nos times de camisa se jogava de chuteiras, fabricadas por sapateiros especializados, como Lauzinho, ali na rua Silveira Moura, no bairro da Conceição, ex-jogador do Botafogo de Rodrigo e exímio profissional, dentre outros que competiam para fabricar os melhores produtos.

E jogar de chuteiras era preciso uma adaptação, pois elas eram feitas de acordo com a posição em o futuro dono jogava: macia para atacantes e rígidas para zagueiros. Já as travas poderiam ser de sola grossa ou alumínio, a depender do tipo de jogo, mais alta ou mais baixam de acordo com o clima e a característica do jogador – ou de maldade, segundo os comentários da época.

Uma coisa era certa: todas as chuteiras eram pretas, algumas com uma ou duas listras brancas, porém jamais cor-de-rosa rosa choque, amarelo alaranjado, pois eram feitas para proteger o pé e aumentar a potência do chute, nunca para aparecer. O mesmo acontecia com o corte dos cabelos, em maioria o de “soldado americano” e, de quando em vez, um maracanã para o encanto das moçoilas casadoiras. Definitivamente, não era o tempo de Neymar!

Mas, trejeitos e modas à parte, o que valia era pisar no gramado e dar conta do recado. Jogador bom era o eficiente e produtivo. Não podia ser “manioso” ou “vedete”, para não cair em desgraça e ser olhado de soslaio pelos “cartolas”. Assim era no Flamengo de José Baliza, ou no Botafogo do bairro da Conceição de 1976, que mesclava atletas mais experientes como Neném, à garotada do tipo de Bilo e Paulo Roberto. No mesmo time jogavam Danielzão, Pelé Cotó, Romualdo Cunha e os garotos João Garrincha, Beguinho, Alterivo e Douglas.

Naquela época, o número de jogadores era tão abundante, que os “cartolas” ainda se “davam ao luxo” de formar uma seleção regional, tendo como base os jogadores do bairro da Conceição. Essa seleção excursionava pelas cidades vizinhas, acumulava vitórias e títulos, dada a altíssima qualidade dos jogadores como: (em pé, a partir da esquerda) Faruk, Vitor Baú, Sílvio Sepúlveda, Pedro Mangabeira, Lauzinho e Guaraí; agachados Lane, Pedrinha, Juca Alfaiate, Macaquinho e Diocleciano (foto acima).

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

Valderico aponta indícios de ilegalidades em contratos feitos pela gestão passada || Foto PMI
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O prefeito Valderico Junior (UB) decretou emergência administrativa no município de Ilhéus. Conforme o Decreto nº 329/2025, publicado nesta sexta-feira (31), a decisão levou em conta “o estado de abandono na área administrativa deixado pela gestão antecessora, em que diversos processos licitatórios não foram iniciados e ou concluídos”.

Segundo o gestor, o governo do ex-prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), firmou “contratos municipais com indícios de irregularidades, ilegalidades e atos que configuram ato de improbidade administrativa”.

O prazo da situação de emergência é de 90 dias, podendo ser prorrogado em caso de persistirem os motivos que deram causa ao Decreto. Nesse período, os órgãos municipais estão autorizados a promover contratações emergenciais necessárias à execução dos atos de gestão administrativa, bem como ao funcionamento dos serviços básicos de educação, transporte, infraestrutura, assistência social, dentre outros.

Medida semelhante já havia sido adotada na Secretaria Municipal de Saúde (relembre).