Primeira dose: Bahia tem mais de 3 milhões de vacinados contra a covid-19
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Nesta terça-feira (18) a Bahia ultrapassou a marca de 3 milhões de baianos vacinados com a primeira dose da vacina contra o coronavírus (Covid-19). O secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, destaca que a Bahia é o estado brasileiro com maior agilidade na aplicação da vacina. “Imunizamos 1 milhão de pessoas em 30 dias e poderíamos vacinar ainda mais se o Governo Federal enviasse doses em quantitativo suficiente para atender a demanda”, afirma.

O titular da pasta estadual da Saúde destaca ainda que “a partir de agora, cada baiano que somar-se a essa população já vacinada, estará reduzindo progressivamente e exponencialmente o risco da nossa população. É muito importante não esquecer de vacinar para a segunda dose, sendo 28 dias para a Coronavac e 12 semanas para a Astrazeneca/Oxford e Pfizer. Quero apelar aos municípios, aos prefeitos e secretários de saúde que reforcem as equipes de vacinação para que possamos continuar mantendo a Bahia como o estado que vacina mais rápido os seus habitantes”, afirma Vilas-Boas.

A Bahia é um dos estados do País com o maior número de imunizados, superando a marca de 20% da população vacinada com a primeira dose. A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) realiza o contato diário com as equipes de cada município a fim de aferir o quantitativo de doses aplicadas e disponibiliza as informações detalhadas no painel https://bi.saude.ba.gov.br/vacinacao/.

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Conselho Tutelar e Prefeitura de Itacaré estão promovendo campanha de orientação à comunidade para que denuncie abusos e exploração sexual de crianças e adolescentes. A campanha foi deflagrada nesta terça (18), Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. As denúncias podem ser feitas por meio do serviço Disque 100, que é gratuito e sigiloso.

A secretária municipal de Desenvolvimento Social, Juliana Novaes, explica que neste ano, por causa da pandemia do coronavírus, não será possível promover grandes eventos nem atos públicos de grandes proporções contra os abusos, mas a data será lembrada com palestras setorizadas nas comunidades, panfletagem e também nas redes sociais e veículos de comunicação para alertar sobre a importância e o papel de cada um na luta contra esses crimes. “A proposta desse dia é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes”, explicou Juliana Novaes.

CICLO DE PALESTRAS

Como parte das atividades de luta e conscientização, a Prefeitura de Itacaré estará realizando hoje (18) um ciclo de palestras com a comunidade da Camboinha. Na quarta-feira (19) será a vez da panfletagem no distrito de Taboquinhas, destacando a importância de denunciar os abusos. Já a quinta-feira (20) será a vez da atividade de conscientização em Itacaré, com uma panfletagem na praça do Fórum.

Juliana Novaes explica que a violência sexual contra meninos e meninas ocorre tanto por meio do abuso intrafamiliar ou interpessoal como na exploração sexual. Crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, por estarem vulneráveis, podem se tornar mercadorias e assim serem utilizadas nas diversas formas de exploração sexual como: tráfico, pornografia, prostituição e exploração sexual no turismo. Daí a importância de todos denunciarem para evitar que esses crimes aconteçam ou fiquem impunes.

HISTÓRIA

O dia 18 de maio foi escolhido porque nessa data, em 1973, na cidade de Vitória, no Espírito Santo, um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

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Uma ação conjunta das polícias Civil e Militar localizou, na noite desta segunda-feira (17), o líder de uma organização criminosa de Candeias, na Região Metropolitana de Salvador. O traficante e homicida participou de, pelo menos, 10 homicídios em 2021, alguns deles com decapitações de rivais.

Após ações de inteligência do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), com apoios do COPPM, Rondesps RMS e BTS, além da 10ªCIPM, o criminoso foi encontrado, na localidade de Barra do Gil, município de Vera Cruz.

As equipes chegaram até a Rua João das Botas e, na tentativa de capturar o traficante, houve confronto. O criminoso acabou ferido, foi socorrido para o Hospital Geral de Itaparica, mas não resistiu. Com ele foram apreendidos uma pistola calibre 9mm, carregador, munições, dois celulares, R$ 173 e uma porção de maconha.

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Um estudo da organização não governamental (ONG) Plan International mostrou que 95% de meninas e jovens mulheres tiveram suas vidas afetadas de forma negativa pela pandemia de covid-19. Para as jovens, a educação foi a área mais atingida. O acesso limitado à tecnologia, o apoio insuficiente de escolas e faculdades e o espaço físico para estudar foram as principais dificuldades enfrentadas na educação em casa.

A pesquisa Vidas Interrompidas 2: em suas próprias vozes – O impacto da covid-19 na vida de meninas e jovens mulheres ouviu, nos meses de junho e julho de 2020, 7 mil mulheres de 15 a 24 anos sobre temas como educação, saúde e bem-estar, percepções sobre a vacina e o futuro.

O Brasil está entre os países que participaram do estudo, que também incluiu meninas da Austrália, do Egito, Equador, da Espanha, dos Estados Unidos, da Etiópia, França, de Gana, da Índia, de Moçambique, da Nicarágua, do Vietnã e de Zâmbia.

A solidão e as responsabilidades domésticas também interferiram na capacidade das meninas de acompanhar o ensino a distância enquanto as escolas e faculdades foram fechadas.

“O futuro das meninas e jovens mulheres está ameaçado no Brasil e no mundo. A pandemia aprofundou as desigualdades sociais, que já eram muito marcantes, e está está fazendo com que a gente dê vários passos para trás em conquistas importantes de direitos fundamentais para a igualdade de gênero e de oportunidades”, afirma Cynthia Betti, diretora executiva da Plan International Brasil.

Nas entrevistas, as jovens relataram dificuldades de concentração e foco ao estudar em casa. Elas também citaram a falta de dinheiro para planos de dados, telefones celulares e outros custos relacionados ao aprendizado online, além do fato de não ter ninguém para ajudar a explicar lições ou conceitos, como barreiras frequentes para aprender durante a pandemia.

“Na escola temos uma abordagem mais prática. Nas aulas online temos pouca oportunidade de tirar dúvidas, e os professores só dão a aula e não esclarecem nossas dúvidas. Minha casa está muito cheia e barulhenta. Não estou conseguindo acompanhar as aulas”, disse Bárbara, de 16 anos.

VIDAS INTERROMPIDAS

A primeira etapa da pesquisa Vidas Interrompidas, divulgada no ano passado, revelou que 19% das meninas em todo o mundo acreditam que a covid-19 as forçará a suspender temporariamente os estudos, enquanto 7% temem ter que abandonar a escola. No auge da primeira onda da pandemia, 1,5 bilhão de estudantes foram afetados pelo fechamento de escolas, que ocorreu em 194 países em quase toda a Europa, África, América Latina e Ásia.

“A covid-19 mudou profundamente nossas vidas no último ano. Mas seu impacto não é o mesmo para todas as pessoas, e a pandemia colocou em foco as desigualdades pré-existentes, seja entre ricos e pobres, jovens e idosos, homens e mulheres”, afirma Jacqui Gallinetti, diretora de Monitoramento, Avaliação, Pesquisa e Aprendizagem da Plan International.

BARREIRAS FINANCEIRAS

Para reduzir os impactos do cenário revelado pela pesquisa, a organização defende que os governos reúnam esforços para lidar com as barreiras financeiras impostas às meninas. Entre as medidas propostas na pesquisa estão o pagamento de vale-alimentação, merenda escolar e transferência de renda para incentivar as meninas a voltarem à escola, aliviando a carga sobre a renda familiar.Leia Mais

Sérgio Velanes transmitirá cargo a Mauro Ribeiro no dia 14 de junho || Foto Divulgação
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Com 34 anos, o empresário Mauro Ribeiro acaba de se tornar o mais jovem presidente eleito da história da Associação Comercial de Itabuna (ACI) em pleito nesta segunda (17). A posse da nova diretoria está marcada para 14 de junho, às 19h, no espaço de eventos Terceira Via Hall, quando Sérgio Velanes, após dois mandatos, transmitirá o cargo ao novo presidente.

Sócio-diretor da rede de lojas Buriti, do segmento de materiais de construção e acabamento, Mauro Ribeiro tem a expectativa de “fortalecer cada vez mais a ACI”, por meio do diálogo com o empresariado e defender os direitos da classe. Terá, ainda, o desafio de tornar a ACI inovadora e e mais representativa, atraindo novos associados.

– A Associação estará de portas abertas para todos os empresários, seja ele micro, pequeno e grande empresário, porque a Associação Comercial precisa estar a serviço das empresas, dos empresários e da população de Itabuna, para que juntos possamos desenvolver ainda mais toda essa cadeia produtiva que tem na nossa cidade e gerar mais empregos e renda – disse Mauro.

DIRETORIA E CONSELHOS

Com a eleição, também ficaram definidos diretoria e conselhos da instituição. A Assembleia Geral é composta por Luiz Sérgio Neto Velanes (presidente), Ronaldo Abude (1º secretário), Luiz Ribeiro (2º secretário). Mauro Ribeiro preside o conselho diretor tendo como vice presidentes Silvio Roberto Oliveira, Franklin Bastos, Rafle Salume, Eduardo Carqueja Júnior e Rafael Monteiro.

Integram o Conselho do Comércio Franklin Bastos, Vera Guimarães, Valdino Cunha e José Orleans Mendonça. No Conselho da Indústria, Eduardo Carqueja Júnior, Rogério Sbardelotto, Paulo Ganem e Jorge Luiz Pires. No Conselho de Prestação de Serviços, estão Rafle Salume, Tarik Vervloet Fontes, Ludmila Vieira e Vitor Borboun.

O Conselho de Comunicação é integrado por Sílvio Roberto, Sebastião Nunes Sampaio Barros, Nelson Báfica e Carolina Fajardo. Rafael Monteiro, Janilton Mascarenhas, Newton Isozaki e Jonh Nascimento compõem o Conselho de Agricultura e Pecuária. Já a Comissão de Contas I tem Jorge Luiz Pires, Tarik Vervloet Fontes e Viviane Fernandes. A Comissão de Contas II traz Luiz Marcel Silva Ribeiro, Wellington Ferraz e José Adauto.

Aldo Rebouças, presidente da FICC, explica cadastramento || Foto Lucas Matos
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A Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) lançou, nesta segunda (17), uma plataforma para mapear artistas e profissionais do turismo que atuam no município sul-baiano, o CadCulti. O presidente da FICC, Aldo Rebouças, disse que o cadastro foi dividido em 10 categorias, dentre as quais Artes Cênicas – Dança, Circo e Teatro, Música, Artes Visuais, Humanidades, Audiovisual e Turismo.

O incentivo à classe artística dedicada ao turismo vai acontecer em três etapas, segundo o dirigente da FICC – cadastro, lançamento de edital e quantificação dos grupos. “Depois disso, será avaliado um auxílio financeiro, o fomento e a qualificação dessas categorias”, disse Aldo.

O presidente da FICC vê no CadCulti uma inovação. “É um projeto inovador na Bahia e uma marca do compromisso do prefeito Augusto Castro com a classe artística e os demais atores ligados ao turismo”, acrescenta Aldo. O cadastramento pode ser pelo site oficial do CadCulti, o cadculti.ficc.com.br ou pelo site da FICC (clique aqui).

O cadastramento também pode ser feito em dois pontos disponibilizados pela FICC, a Biblioteca Municipal Plínio de Almeida, no Espaço Cultural Josué Brandão, no bairro Conceição, de segunda a sexta, das 8h às 14h, e no estande da FICC montado no Shopping Jequitibá, de segunda a sexta, das 10h às 18h.

DÚVIDAS

A FICC também colocou à disposição das pessoas que devem se cadastrar no CadCult um telefone de contato para esclarecer dúvidas, o (73) 99862-1338, que também é whatsapp, com atendimento de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Técnicos apresentam projetos de saneamento ao prefeito Augusto Castro
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O prefeito Augusto Castro (PSD) visitou, nesta segunda (17), a sede da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa). A direção da empresa apresentou ao prefeito alguns projetos ligados à ampliação do sistema de abastecimento de água e de tratamento de esgoto.

Depois de ser recepcionado pelo presidente da empresa Raymundo Mendes Filhos e diretores, o prefeito conheceu os projetos de Ampliação do Sistema de Distribuição de Água, Diagnóstico do Sistema de Esgoto Sanitário e Captação e Tratamento de Esgoto em Tempo Seco. “Estava devendo essa visita à Emasa. O pessoal está muito bem instalado e há bons projetos na área de saneamento prontos para que a gente corra atrás dos recursos”, disse Augusto.

Ele conversou com dirigentes, técnicos e funcionários do escritório-sede. Depois, na sala do diretor de Planejamento, ouviu e avaliou os projetos. No Projeto de Ampliação do Sistema de Distribuição de Água, por exemplo, consta a construção de 7 Km de adutora ligando a Estação de Tratamento de Água (ETA), a dois reservatórios apoiados, sendo um no Bairro Jardim Cordier (Setor do Bairro São Caetano), com capacidade para armazenar cinco milhões de litros de água, e outro, no Bairro Novo Lomanto, para acumular três milhões de litros de água.

“Esses projeto irão beneficiar os moradores das zonas meio-oeste e sul da cidade contribuindo para o fim do sistema de manobras para essas duas regiões da cidade e ampliando a oferta de água para a população”, explicou o presidente Raymundo Mendes Filho.

Já o Projeto de Diagnóstico do Sistema de Esgoto Sanitário foi elaborado em 2010 e traça as diretrizes para a ampliação do sistema de esgotamento sanitário da cidade. Outro projeto, que chamou a atenção do prefeito Augusto Castro foi o de Captação em Tempo Seco, uma tecnologia de captação de dejetos que apresenta benefícios imediatos ao meio ambiente e à população.

Segundo o gerente de Planejamento e Expansão, Ângelo Lucena, o Projeto de Captação em Tempo Seco envolve a construção de três captações de esgoto à margem direita do Rio Cachoeira e outro no canal de macrodrenagem da Avenida Amélia Amado.

“A interceptação dos dejetos, presentes nas galerias de águas pluviais em tempos de estiagem, evita o lançamento do esgoto in natura no Rio Cachoeira, o que contribuirá para a redução dos efluentes através de águas pluviais”, afirmou Lucena.

Saiba como regularizar a situação de seu título
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Eleitores que estão com títulos cancelados ou suspensos devem regularizar a situação com o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA). O estado tem 1.637.999 títulos cancelados e 29.285 documentos suspensos. Por conta da pandemia, o serviço está funcionando exclusivamente de forma online.

Os títulos cancelados podem ser regularizados pelo Título Net. O eleitor deve gerar uma Guia de Recolhimento (GRU) no site do TRE-BA ou do TSE e pagar o valor devido no Banco do Brasil ou por meio do PagTesouro, pela internet, sem precisar ir ao banco.

A validação do pagamento da multa é feita de maneira automática pelo banco de dados do Eleitoral, porém apenas a quitação do débito não configura a regularização da situação. É preciso preencher os dados no Título Net e encaminhar a documentação exigida.

QUANDO O TÍTULO É CANCELADO

O título é cancelado quando o cidadão para quem o voto é obrigatório, com idade entre 18 e 70 anos, deixa de votar por três eleições consecutivas e não justifica as ausências. Cada turno de votação é considerado uma eleição.

A chefe da Seção de Regularização de Situação de Eleitor do TRE-BA (SERSE), Dumara Braga Carneiro, informa ainda que o título também é cancelado quando o eleitor não comparece à revisão do eleitorado, promovida pela Justiça Eleitoral, em seu município.

Outro aspecto destacado por Dumara Carneiro diz respeito aos cidadãos que não votaram e não justificaram a ausência nos dois turnos das Eleições 2020. A servidora lembra que, por conta do agravamento da pandemia, o TSE suspendeu o registro do débito para esses casos, mas isso não quer dizer que não será preciso quitá-los, em momento futuro.

Jhonatan Queirós lançou campanha de financiamento coletivo para custear estudos numa das universidades mais tradicionais da Europa
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Thiago Dias

Foi numa terça-feira de abril que Jhonatan recebeu a notícia de que passou na seleção do Mestrado em História da Universidade de Lisboa, em Portugal. Quando viu o resultado no e-mail, estava na empresa de telemarketing onde trabalha, em Itabuna. “Comecei a chorar como um bebê. A primeira coisa que fiz foi ligar para minha mãe, e choramos juntos ao telefone. É um sonho que compartilhamos”, relembra o estudante, que conversou com o PIMENTA nesta segunda-feira (17).

Nascido em Itabuna, o jovem de 26 anos cresceu no bairro Califórnia, onde vive com a mãe, Elenita da Silva, hoje separada do pai dele, José Queirós. O estudante conta que seus pais sempre lutaram para garantir o básico em casa e lhe deram todo o apoio ao longo da sua trajetória acadêmica, desde os primeiros anos de escola até a graduação em História pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), concluída no ano passado. “Tenho origem na classe trabalhadora, sou de família humilde, pai desempregado e mãe que trabalha em serviços gerais”, resumiu o historiador.

VENDA DE DOCINHOS

Durante a graduação, ele vendeu brigadeiro e doce de leite para levantar a grana das xérox do material de estudo e o transporte entre Itabuna e o Campus Soane Nazaré. Depois, as bolsas de um estágio administrativo e da iniciação científica se sucederam no custeio das despesas cotidianas. Com as economias, bancou um cursinho de inglês.

Jhonatan da Silva Queirós é gay e dedicou o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ao projeto Escola sem homofobia, com ênfase nas formas de organização social e política de defesa do direito à educação para a comunidade LGBT. Ele lembra que sofreu homofobia quando era criança, inclusive no ambiente escolar. “Assim, na escola eu não era assumido, mas as pessoas comentavam sobre meu jeito de andar, de falar e, até mesmo, de enfrentar meus colegas maiores e mais velhos. Era tipicamente tachado de viadinho, boiola e outras ofensas”. Apesar da hostilidade comum no ambiente muitas vezes cruel das escolas, no caso dele a violência verbal não descambou para a física.

Nesta segunda-feira (17), o mundo civilizado comemora os 31 anos do dia em que a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade – ou o homossexualismo, como os afetos entre pessoas do mesmo sexo eram tratados até então – da sua lista de enfermidades, a Classificação Internacional de Doenças (CID).

A decisão da OMS foi uma mudança de paradigma tardia para a Medicina, mas, segundo Jhonantan, deve ser celebrada como marco histórico. “[A comemoração da data] tem o intuito de conscientizar as pessoas dentro e fora dessa comunidade sobre a diversidade da sexualidade e do combate à discriminação contra a comunidade LGBT. Durante o período de vigência dessa interpretação preconceituosa, muita gente teve que esconder quem era, sob o risco de prisão, demissão do emprego, dentre outras coisas que nos impediam de ter acesso a coisas básicas”, explica.

De certa perspectiva, Jhonantan pode ser visto como um ator social do seu próprio campo de estudo. Por isso, enquanto se move, movimenta consigo as relações afetivas e políticas sobre as quais se debruça – a história que investiga também se passa num espelho.

O MESTRADO E A VAKINHA

Agora, ele quer aprofundar no mestrado a pesquisa iniciada sob a orientação da professora Graciela Rodrigues Gonçalves, do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas da Uesc. No entanto, a viagem, a estadia na Europa e as mensalidades da pós-graduação implicam em despesas em euros. Dessa vez, a conta não fecha com a venda de brigadeiro em real. Por isso, o estudante criou uma campanha, no site Vakinha, para o financiamento coletivo do sonho de estudar na primeira universidade portuguesa, cuja origem remete ao século 13.

Apesar de ser pública, a Universidade de Lisboa cobra mensalidades que, somadas, chegam a 1.200 euros por ano, algo em torno de R$ 7.660,00. Pelos cálculos do itabunense, com R$ 50.000,00, valor que pretende arrecadar, é possível se manter durante 12 meses na metrópole. Seu parâmetro é o salário mínimo português (740 euros). O estudante procurou o PIMENTA porque, segundo ele, a campanha perdeu o impulso do lançamento, feito no último dia 25, nas redes sociais. Até as 19h50min desta segunda-feira (17), 37 colaboradores doaram o total de R$ 3.024,00.

Para fazer doações, clique aqui.

Bahia recebe novo lote de vacinas nesta terça-feira
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Mais 297.300 mil doses de vacina contra o novo coronavírus chegam à Bahia nesta terça-feira (18). O voo comercial trazendo a nova remessa tem previsão de pouso no aeroporto internacional de Salvador à 0h45min. Do total de doses, 246.300 mil foram produzidas pela Fiocruz e 51.000 mil pelo Butantan. Os imunizantes serão destinados para a segunda aplicação, completando o esquema vacinal de quem já recebeu a primeira dose.

As vacinas serão enviadas para o interior da Bahia em aeronaves do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador (CMG), após a organização das doses feita pela equipe da coordenação de imunização do estado.

As vacinas serão encaminhadas para as centrais regionais no interior da Bahia e depois despachadas para os municípios. Com esta carga, a Bahia totalizará 5.980.740 doses de imunizantes recebidos, sendo 3.035.800 da Coronavac, 2.849.000 AstraZeneca/Oxford e 95.940 da Pfizer.

Atletas do sul da Bahia conquistam duas medalhas no mundial
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O Brasil fechou a sua participação na 1ª Etapa da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade em Szeged, na Hungria, com duas medalhas, uma prata e um bronze. No domingo (16) o bronze veio no C2 Masculino 1000 metros na dupla formada por Isaquias Queiroz, de Ubaitaba, com Jacky Godmann, de Itacaré.

No sábado (15) Isaquias já havia conquistado uma prata no C1 1000 metros. O C1 e o C2 1000 metros são provas que serão disputadas nos Jogos Olímpicos em Tóquio, previstos para o período de 23 de julho a 8 de agosto. O medalhista olímpico também foi na final do C1 500 metros, mas acabou desistindo da prova no meio do percurso.

“Eu parei porque estava muito cansado. Foi pouco tempo entre uma prova e outra. Daí, não deu. Tinha 33 minutos para me preparar, e ainda tinha o tempo para eu sair pegar o meu barco até a largada que saí correndo não deu, a prova foi muito apertada uma em cima da outra, mas o que vale foi o que fizemos aqui”, explica.

PRIMEIRA MEDALHA DE GODMANN

Isaquias avalia o resultado do Brasil e também a sua primeira disputa internacional ao lado do Jacky. Os canoístas já dividem a canoa dupla em provas nacionais pelo Clube Regatas do Flamengo. Essa é a primeira medalha de Jacky Godmann, de 22 anos, em Copas do Mundo. No evento ele também competiu a prova do C2 500 metros ao lado de Filipe Vieira, a dupla foi para a final e garantiram 4ª lugar.

Foi a terceira vez que Godmann disputou uma edição de Copas do Mundo, em 2016. O atleta de Itacaré esteve na 2ª Etapa realizada em Racice na República Tcheca onde competiu pelo C2 Masculino 1000 e 200 metros ao lado de Maico Ferreira dos Santos. Já 2018 participou na 2ª Etapa em Duisburg na Alemanha, na época disputou as provas do C1 Masculino nas distâncias de 5000, 500 e 200 metros.

Isaquias Queiroz também remou no C1 Masculino 500 metros. O canoísta teve menos de 30 minutos entre uma final e outra e acabou sentindo o cansaço e desgaste. O atleta, que é tricampeão mundial nessa categoria, acabou desistindo depois de ter remado mais de 50% do percurso.

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Cabe torcer para que os alertas aqui mostrados, não sejam agouros, mas advertências e colaborações na perspectiva do êxito que o passado avaliza a ambas as organizações.

 

Manoel Moacir Costa Macêdo
Manoel Malheiros Tourinho

As organizações são estruturas criadas para alcançarem objetivos específicos como partes de processos institucionais existentes no mundo contemporâneo. Elas estão presentes em qualquer sociedade e espécies de governança, sistemas, formas e regimes de governo: capitalista, socialista, monarquia, oligarquia, aristocracia, democracia, ditadura, parlamentarismo e presidencialismo. As nações têm fábricas, lojas, hospitais, quartéis, escolas, centros de pesquisa, entre outras organizações que fazem a vida existir. As organizações modernas se movem segundo os ambientes, recursos, estruturas, objetivos e processos de gestão. Não são apenas estruturas físicas, a exemplo de prédios e equipamentos, ao contrário, abrigam ativos relevantes: pessoas, visões, missões, tecnologias, história, além da integridade moral e ética.

Teorias acreditadas pela ciência permitem analisar as organizações complexas sob várias perspectivas. A mais completa procura entendê-las à luz da teoria de sistemas, compreender as organizações como um arranjo sóciotécnico: universidades e centros de pesquisa são parte dos sistemas sociotécnicos de ciência e educação, como a CEPLAC – Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira e a EMBRAPA – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Elas não operam em circuitos fechados e imunes às influências do ambiente externo. Ao contrário, estão abertas à capilaridade entre os de fora e os de dentro. Em alguns casos essa é a essência das estruturas, das tecnologias e dos seus papéis, a exemplo das organizações de saúde em tempo de pandemia. As organizações não operam no vácuo social, mas em condições de “conflitos” de variada natureza. O reducionismo das suas funções, é um artifício, tal qual o axioma da química, as “CNTP – Condições Normais de Temperatura e Pressão” e o “Ceteris paribus” da economia, onde “tudo mais permanece constante”, exceto as herméticas variáveis em análise. Ambos são recursos metodológicos, vez que no mundo real “tudo está em movimento e tudo interfere em tudo”.

Nessa perspectiva, por exemplo, um evento no setor agropecuário brasileiro, expressivo da economia nacional, mereceu atenção. Trata-se de analisar à luz de conjunturas passadas e presentes o que impulsiona o arranjo organizacional para recuperar a cacauicultura brasileira com a criação da Unidade Mista de Pesquisa e Inovação do Cacau, corruptela atualizada do “velho convênio técnico-científico” entre CEPLAC e EMBRAPA, organizações reconhecidas mundialmente devido a eficiência e sucesso no determinado lapso temporal. A CEPLAC foi modelo de uma ação integrada de pesquisa, ensino e extensão aplicada a um produto – o cacau. A CEPLAC, foi efetiva, eficiente e primorosa, em participar na ocupação da Amazônia no período do governo militar. O maior sucesso dessa missão está no fato do estado do Pará atualmente pontuar como o maior produtor de amêndoas de cacau nacional.

A EMBRAPA por sua vez, nasceu no pragmatismo da ditadura militar, como um modelo concentrado de pesquisa lastreado majoritariamente em centros de pesquisa por produtos, lógica avessa ao modelo difuso dos institutos de investigação; entretanto sem assumir os papéis derivados do ensino e extensão, ficando a sua “raiz pivotante” em produtos relevantes das cadeias agroindustriais e uns poucos nos biomas e na alimentação nacional.

A receita da Revolução Verde, orientou os propósitos da EMBRAPA no “aumento linear da produção e produtividade das lavouras e criações”, pela entrega de específicos “pacotes tecnológicos”, apartados das identidades históricas, sociais, econômicas e ambientais dos produtores rurais e seus modos de produzir e viver. A referência era a monta das inovações incorporadas em determinados produtos agropecuários na lógica reconstruída pela “inovação induzida” dos fatores de produção intensivos em capital, independentes de externalidades negativas.

O processo de colaboração entre as duas organizações estatais sob o véu do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA, qualificam a se “amigarem”, no qual a estatal EMBRAPA ajudará a outra, a CEPLAC a fazer com eficiência o dever de casa como fez outrora, trinta anos passados. Será possível, ou será o benedito? Os objetivos são ambiciosos e transbordam a realidade das organizações isoladas em seus próprios mandatos, que passam a contrair uma cegueira às ameaças do seu entorno, ontem favorável e aplaudindo, hoje judiando e crucificando. Contingências que permeiam a EMBRAPA e a CEPLAC, a primeira ainda respirando pela sua rica história, a segunda agoniando. A Unidade Mista de Pesquisa nasce numa atmosfera de carência de recursos, restrições à aquisição de equipamentos, suspensão de treinamentos no exterior, restrições às ações de apoio aos experimentos no campo e laboratórios e até de suprimento de mão de obra especializada em decorrência de aposentadorias, mortes e defecções voluntárias. A CEPLAC tem mais de um quarto de século que não repõe seus efetivos, em menor tempo, também na EMBRAPA.

Apesar da CEPLAC e EMBRAPA terem acumulado experiências exitosas no marco temporal definido, tempo que não volta jamais, a realidade não mantém a sua histórica relevância. Apresenta-se então a pergunta: tem a ideologia neoliberal, da economia de mercado, da proposta do Estado Mínimo interesse em mantê-las vivas e pujantes? Uma resposta clara, como simples exemplo a essa premissa: na Amazônia depois do cacau ter retornado às suas origens florestais pela CEPLAC nos anos setenta, quem comanda agora a economia cacaueira, inclusive na formação de novos talentos e operários para as lides da lavoura, senão o setor privado na via do SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e SENAR – Serviço Nacional de Aprendizagem, apostolados pelas Federações de Agricultura dos estados amazônicos produtores de cacau.

Os agentes públicos presentes na Unidade Mista de Pesquisa, apresentaram propósitos ambiciosos e desprovidos de referenciais pragmáticos à sua operabilidade sobre as pessoas, materiais, estratégias efetivas e recursos financeiros para prospectar os revelados propósitos. Para o MAPA, o objetivo é “fortalecer a cacauicultura brasileira. Incrementar a pesquisa e desenvolver novos clones, mais produtivos e resistentes às pragas. O início da retomada do Brasil como grande produtor mundial”. À EMBRAPA “identificar as principais lacunas e potenciais oportunidades para alavancar a cacauicultura nacional”. Para a CEPLAC “que o Brasil deixe de ser importador de cacau e amplie sua exportação de cacau fino, derivados e chocolate em prol da cadeia do cacau e da sociedade brasileira de forma geral”.

Nos anais da história brasileira, constam registros de organizações estatais extintas, com fartos exemplos no setor agropecuário, sem reações e contestações robustas da sociedade, até por que foram decisões legais oriundas do poder legislativo. O diagnóstico das crises, anomalias e morte das organizações, são indispensáveis para a sua sustentabilidade e governança, sobretudo as públicas. Um profundo estudo dos ciclos dos monocultivos e suas organizações fomentadoras (cacau, café, algodão e cana-de-açúcar) vindas da economia colonial, marcado pelos rastros dos baronatos, capitães, coronéis e donos da terra, do desmatamento do bioma da Mata Atlântica, ambiente inicial das ações da CEPLAC se faz necessário pensar uma nova história organizacional.

Qual o papel que ainda pode ser reservado ao Estado nessas contingências? O suposto, é de que nem mesmo a soma aritmética dos anos da CEPLAC + EMBRAPA = 112 anos serão capazes de alcançar os objetivos propostos nessa cooperação. O fundamental é compreender a real movimentação do agronegócio no país e no mundo, livres dos apanágios corporativos que terminam buscando soluções mágicas, retiradas das cartolas das grandes corporações estrangeiras, algumas mais poderosas que alguns países, na geração de emprego e renda, acumulação e modernização do mundo rural, entre outros.

As duas organizações estatais, estão em questionamentos sobre as suas inserções nas demandas do agronegócio brasileiro. A CEPLAC, no período pósConstituição Federal de 1988, mostrou os primeiros sinais de declínio, quando comparado com o seu virtuoso passado. Diríamos que está “estiolada” e “desidratada” apesar das fortes chuvas do Sul da Bahia e do Pará. Pesquisadores bem treinados, reclassificados funcionalmente como “fiscais agropecuários” podem ser vistos nas plataformas de embarque de cacau no porto de Ilhéus. A imobilidade intencional alcança trinta anos.

À EMBRAPA, os sinais de enfraquecimento não faltam e não são recentes. Nos últimos vinte anos, vem ocorrendo o contingenciamento dos seus dispêndios orçamentários e o deslocamento das demandas por resultados de pesquisa pela complexa produção agropecuária brasileira. Não é recente a desarticulação do seu programa de treinamento, a carência de aquisição de equipamentos estratégicos, os descuidos com os campos experimentais e os baixos indicadores da ciência, tecnologia e inovação, em publicações e patentes, particularmente, com as referências internacionais. “Por favor, Embrapa: acorde!”.

A sustentabilidade das organizações numa sociedade desigual estará comprometida quando algum desses fatores estiverem presentes na sua operacionalidade: gestão desconectada com a realidade, carência de cumprimento de metas robustas, baixa produtividade, afastamento progressivo da evolução do conhecimento, distanciamento das demandas locais, envelhecimento dos meios de trabalho e rendimentos incompatíveis com a unidade das “possibilidades versus as necessidades”.

Cabe torcer para que os alertas aqui mostrados, não sejam agouros, mas advertências e colaborações na perspectiva do êxito que o passado avaliza a ambas as organizações. Sem um efetivo diagnóstico organizacional para identificar as ameaças e falhas, a “boia salva-vidas” atirada ao mar para resgatar dois moribundos, não vai salvá-los. Um agonizando e o outro está deveras enfermo. Se a boia estiver furada, só resta o abraço dos afogados.

Manoel Moacir Costa Macêdo e Manoel Malheiros Tourinho são engenheiros agrônomos e, respectivamente, pesquisadores aposentados da Embrapa e da Ceplac.

Prefeito e vice-prefeito de Ilhéus formalizaram entrega na última sexta; máquinas vão beneficiar cerca de 1.300 famílias que se dedicam à agricultura na região
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O prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), o vice Bebeto Galvão (PSB) e o secretário de Agricultura da Bahia, Lucas Costa, entregaram, na última sexta-feira (14), dois tratores à Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema (Aspaiub) e à Força Rural. Juntas, as associações representam cerca de 1.300 famílias da região Sul da Bahia.

“Uma alegria muito grande realizar essa destinação. Estou muito feliz em estar podendo ajudar as nossas associações da agricultura familiar, melhorando a qualidade de vida do povo da zona rural. Agradeço ao secretário Lucas Costa”, disse Mário Alexandre.

De acordo com a Prefeitura de Ilhéus, emendas feitas por Bebeto ao orçamento da União, ainda no mandato de deputado federal (2015-2018), garantiram os recursos para a compra das máquinas. “A cidade, na sua extensão rural, tem pequenas propriedades rurais e a agricultura familiar tem sido a nossa marca para melhorar a produção, o transporte e a comercialização. Esse é o nosso compromisso. Os dois tratores melhorarão a produtividade das famílias”, destacou o vice-prefeito.

O ato de entrega contou com a presença dos presidentes da Aspaiub e da Força Rural, Abiel Silva e Alex Lima, respectivamente.

Prefeito emitiu moção de pesar por falecimento do médico do Hospital de Base, vítima de acidente em rodovia
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O prefeito Augusto Castro (PSD) emitiu moção de pesar pelo falecimento do médico Lauro de Melo Pita Filho, de 52 anos, que faleceu hoje (17) num acidente na BR-330, entre Jitaúna e Jequié (veja aqui). Anestesiologista, Lauro integrava a equipe médica do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, de Itabuna.

“Entre seus colegas, doutor Lauro deixa o profissionalismo no atendimento aos pacientes do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, e em outras unidades hospitalares. Entre os seus amigos, a imagem de um companheiro fraterno e bom. E, entre seus parentes, a felicidade de tê-lo como filho e amigo no seio familiar. Agora, ficará a certeza de que Deus confortará a todos que o amavam e o admiravam, sua lembrança e a saudade”, diz a mensagem divulgada pelo prefeito.

Acidente no sudoeste da Bahia mata médico do Hospital de Base|| Fotomontagem Giro Ipiaú
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Um médico do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, no sul da Bahia, morreu em um acidente de carro nesta segunda-feira (17), na BR-330, na altura da Fazenda Provisão, no trecho entre Jequié e Jitaúna, no sudoeste do estado. Lauro de Melo Pita Filho, de 53 anos, dirigia um Nissan Kickis.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Jequié, Lauro de Melo ficou preso às ferragens e morreu no local. O acidente envolveu o Nissan Kickis, onde o médico estava, um veículo do tipo caçamba. Os automóveis colidiram de frente e o carro de passeio ficou completamente destruído. O corpo de Lauro de Melo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica d(DPT) de Jequié.

Outra pessoa, que viajava na companhia de Lauro de Melo, ainda foi socorrida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, mas não resistiu aos ferimentos. A vítima ainda não foi identificada. Já o motorista da caçamba não teve ferimentos.