Representantes de Sebrae e Prefeitura de Itabuna em assinatura de termo de adesão
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Itabuna foi a primeira cidade baiana a assinar o termo de parceria para o programa Cidade Empreendedora ciclo 2021. O prefeito Augusto Castro recebeu em seu gabinete o superintendente do Sebrae Bahia, Jorge Khoury, que participou do evento de forma remota, e, presencialmente, os representantes do Sebrae que atuam na região Sul, a gerente Claudiana Figueiredo e o gerente adjunto, Michel Lima, para assinatura do termo de adesão.

O ato de assinatura do convênio contou, ainda, com a participação da gestora estadual do programa Cidade Empreendedora, Cecília Miranda, através de vídeochamada, das secretárias municipais de Planejamento, Sônia Fontes e de Educação, Janaína Araújo, do coordenador geral de Comunicação, Afonso Dantas e do diretor de fomento à Indústria e Comércio, Othon Dantas.

Em sua fala, Khoury destacou a importância da atuação dos municípios para a economia do estado, além de reforçar o compromisso da entidade no apoio através das ações do programa. Na oportunidade, também foram apresentados os desafios do projeto para este ano, com base nos eixos temáticos de Educação Empreendedora, Desburocratização, Compras Públicas, Inovação e Sustentabilidade e Gestão Municipal.

Já o prefeito Augusto Castro afirmou que vai unir forças com o Sebrae para desenvolver o ambiente de negócios na cidade. “Foi promessa de campanha transformar Itabuna em um lugar para empreender, e vamos cumprir”, finalizou.

O PROGRAMA

O Cidade Empreendedora tem como objetivo engajar a gestão municipal e as lideranças locais na melhoria do ambiente de negócios, promovendo políticas públicas que beneficiem as pequenas empresas e contribuam para o desenvolvimento econômico local, com a intenção de tornar o município um melhor lugar para empreender.

O programa sugere alguns caminhos e propostas para que, juntos, Sebrae e municípios, possam transformar a Bahia em um lugar melhor para viver porque, quando temos um ambiente melhor para fazer negócios, temos mais geração de renda e oportunidades.

Desde o início do programa, em 2018, 149 cidades baianas já implementaram o programa e capacitou mais de três mil gestores públicos, com mais de seis mil horas de consultoria gratuita para os representantes das prefeituras participantes. Neste ano, 53 municípios foram selecionados para formalizar a parceria com o Sebrae Bahia no programa Cidade Empreendedora.

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Enquanto isso, em meio ao alto índice de infecções e óbitos, o ‘luto’ vai se tornando verbo, uma luta árdua vivida pela sociedade brasileira.

Lucas França || jornalistalucasfranca@gmail.com 

Um ano após o primeiro caso de Covid-19, o país registra mais de 268 mil mortos e vive o pior momento da pandemia. O sistema de saúde colapsando e na maioria das cidades brasileiras, governadores e prefeitos, com exceções, fazendo o que podem para conter a tragédia da impossibilidade de atendimentos nos casos de internação, agravamento e UTI.

Em todo o país, uma onda de revolta, protesto e insurreição. Empresários e manifestantes começam a se rebelar contra as medidas restritivas, e surgem convites para manifestações contra governadores e prefeitos e as medidas de toque recolher (lockdown) e demais restrições impostas.

Durante os protestos, se quer mencionam a pandemia, o colapso na saúde, os índices de contágio e mortes, e tampouco a falta de vacina para imunizar mais de 210 milhões de brasileiros. Empresários acusam governadores e prefeitos de falirem suas empresas, e de serem os responsáveis por demissões.

Cada categoria afirma que o seu setor não é responsável pelo crescimento do contágio. Fechar o comércio não é solução. Fechar bares, restaurantes, academias não é solução. A questão hoje no Brasil, no entanto, não é ouvir o que não é a solução, mas saber qual é a alternativa ao fechamento das coisas.

Em alguns estados, o número de mortes nos dois primeiros meses deste ano já supera o total de vidas perdidas no ano passado, então, qual é a medida mais eficaz para conter o vírus, as mortes e o colapso nas redes de saúde? A situação do Brasil é singular, no sentido de ser uma das piores possíveis.

Como não bastasse, até mesmo o financiamento de leitos Covid que o Governo Federal mantinha está sendo cortado drasticamente. Não há dinheiro para abrir centenas de leitos e mantê-los, e mesmo se houvesse, já há falta de profissionais de saúde disponíveis e habilitados para atuar com os infectados.

Já se ouve rumores que, se a média de agravamento dos casos se mantiver no patamar que temos visto de janeiro pra cá, a indústria farmacêutica brasileira pode não ser capaz de produzir medicamentos sedativos suficientes para os entubados nas Unidades de Terapia Intensiva.

Diante da perplexidade efusiva, qual é, quais são as medidas propostas por quem acusa governadores e prefeitos por medidas de restrição? O que deve ser feito? Esperar o vírus se alastrar? Ver o surgimento de variantes mais severas e mais letais? Pagar para ver crescer o número de óbitos?

A imprensa, por sua vez, também vive sob uma condição crucial. Não é pequena a quantidade de brasileiros que se queixam de jornais, telejornais, rádios, sites. E então? Vamos ignorar que somos o segundo país do mundo em mortes, além de todas as dificuldades que enfrentamos?

O que assistiremos nos próximos episódios dessa ficção serão as controvérsias que tomarão as ruas, radicalizando a polarização, a politização da pandemia, a demonização dos gestores face à condução da crise e o estímulo à violência entre grupos, que veem a gestão da Covid de modos distintos entre si.

Houve um tempo em que o mundo ficou horrorizado com os mortos no campo de extermínio Dachau, na Alemanha Nazista. Se compararmos os números oficiais do campo de extermínio por gás, com o campo de extermínio de Covid no Brasil, por aqui já morreram o equivalente a oito Dachaus em apenas 1 ano.

Enquanto isso, em meio ao alto índice de infecções e óbitos, o ‘luto’ vai se tornando verbo, uma luta árdua vivida pela sociedade brasileira.

Lucas França é jornalista, publicitário e estrategista de marcas.

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Da CNN Brasil

O órgão regulador de medicamentos da União Europeia recomendou nesta quinta-feira (11) a aprovação condicional da vacina de dose única contra Covid-19 da Johnson & Johnson.

O imunizante deve se tornar o quarto a ser aprovado para uso na UE depois das vacinas da Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxford e Moderna. Ele é recomendado para maiores de 18 anos, disse a Agência Europeia de Medicamentos (EMA).

Estados Unidos, Canadá e Bahrein também já aprovaram o uso do imunizante da J&J. A África do Sul realiza uma revisão rápida do medicamento.

“Com esta última opinião positiva, as autoridades em toda a União Europeia terão outra opção para combater a pandemia e proteger a vida e a saúde de seus cidadãos”, disse a diretora-executiva da EMA, Emer Cooke. “Esta é a primeira vacina que pode ser usada em dose única.”

A aprovação final pela Comissão Europeia é esperada em breve. A autorização condicional de comercialização na UE permite que um tratamento seja vendido por um ano sem que dados completos sobre sua eficácia e efeitos colaterais estejam disponíveis.

A região está com dificuldades em controlar um pico de casos causados por uma variante mais contagiosa do coronavírus, forçando países como Itália e França a impor novos bloqueios.

VIDAS E ECONOMIA

O diretor científico da J&J, Paul Stoffels, descreveu a recomendação da EMA como um “momento marcante” para a farmacêutica norte-americana e o mundo, enquanto os governos lutam para controlar a pandemia que esmagou economias e matou mais de 2,7 milhões de pessoas.

O imunizante, batizado de Vacina Covid Janssen, em homenagem à unidade da J&J que o desenvolveu, ajudará a aumentar o estoque da UE após uma implementação lenta devido a atrasos na entrega da Pfizer e da AstraZeneca.

A J&J concordou em entregar pelo menos 200 milhões de doses ao bloco europeu este ano, incluindo 55 milhões no segundo trimestre, com as primeiras remessas sendo esperadas no mês que vem.Leia Mais

Obras da nova feira serão retomadas com recursos próprios, segundo prefeito
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O prefeito Antônio de Anízio, Tonho de Anízio (PT), anunciou que a Prefeitura vai concluir, com recursos próprios, as obras da nova feira livre do município. Os serviços foram iniciados no ano passado, por meio de um convênio no valor de R$ 694.482,83, firmado com o Governo do Estado da Bahia, via Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e Companhia de Ações Regionais (CAR), mas as obras foram paralisadas.

A Prefeitura resolveu assumir os serviços para concluir as obras o mais rápido possível, segundo o prefeito, garantindo espaço mais digno para o comércio de frutas, verduras, carnes e outros alimentos. A obra prevê a conclusão dos boxes, cobertura, piso, canteiros, estacionamento e diversas outras melhorias que, de acordo com Tonho de Anízio, transformarão a feira numa referência regional.

Tonho de Anízio fez anúncio de retomada das obras durante sessão na Câmara

O prefeito explicou que a feira livre é um sonho dos moradores da cidade e a proposta é transformá-la em um espaço “mais bonito, moderno e muito mais agradável, funcionando todos os dias da semana e se transformando ainda num novo centro comercial e em uma área de lazer e entretenimento”. As obras também vão reforçar a comercialização dos produtos da agricultura familiar cultivados no município.

REURBANIZAÇÃO

Paralelamente às obras do novo centro comercial, a Prefeitura de Itacaré iniciou nesta semana a reurbanização de todo o entorno da Feira Livre, com a proposta de deixar o local muito mais bonito e com mais comodidade para os consumidores, moradores e turistas. As obras são executadas com recursos próprios e nesta etapa foi feito o nivelamento e o alargamento da rua e a colocação dos meios fios para iniciar o calçamento do entorno e das ruas transversais.

Policiais e membros do Gaecco cumprem mandados contra esquema no Detran baiano
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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MP-BA), em conjunto com a Polícia Civil, cumpriu quatro mandados de busca e apreensão de nova fase da Operação Cartel Forte. Os mandados foram cumpridos em Salvador na manhã desta quinta (11) e investiga, segundo o MP-BA, esquema criminoso montado na prestação de serviço de estampamento de placas veiculares no Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-Ba).

Os mandados foram cumpridos no Serviço de Atendimento ao Consumidor do Shopping Salvador (SAC-Shopping Salvador) e na sede do Detran, onde trabalham os novos investigados, e nas residências deles, em Praia de Armação e São Caetano.

Provas colhidas na fase anterior da operação revelaram a existência de um novo modo de atuação para favorecer as empresas estampadoras de placas. Consistia na prática rotineira do vistoriador, em troca de propina, “condenar” (termo usado para reprovar) as placas automotivas no momento das vistorias, de forma premeditada, para obrigar os condutores a adquirirem um novo par de placas.

A corrupção foi comprovada após a análise preliminar feita no aparelho celular de Catiucia de Souza Dias, denunciada no dia 25 de fevereiro, apreendido por ocasião da deflagração da primeira fase da operação. Os investigadores identificaram diversos diálogos no aplicativo WhatsApp, que descortinaram todo o trâmite de uma parceria criminosa também no segmento de vistoria veicular.

O Gaeco reforçou ainda que não terminou de analisar todo o material apreendido e segue empenhado para verificar a participação de outros envolvidos e novos indícios de crimes praticados dentro do Detran.

Juazeirense está classificado para próxima fase da Copa do Brasil
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A Juazeirense está classificada para a segunda fase da Copa do Brasil. Em duelo com duas viradas na noite desta quarta-feira (10), no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, a equipe baiana bateu o Sport por 3 a 2 e carimbou passaporte para a próxima fase da competição nacional.

Etapa inicial movimentada e com vira-vira em Juazeiro. A equipe da casa abriu o placar logo no primeiro lance do jogo: Clébson cobrou falta de longe, Luan Polli espalmou e deu rebote para Kesley, que não hesitou e mandou para o fundo das redes.

Mas a resposta do Leão não demorou. Aos nove minutos de jogo, Patric foi derrubado dentro da área. O árbitro assinalou pênalti para o time pernambucano. Ronaldo Henrique deslocou o goleiro Rodrigo Calaça, colocou a bola no cantinho e deixou tudo igual.

A virada rubro-negra veio aos 20 mintuso. Sander recuperou a bola na entrada da área, chutou e acertou a trave de Rodrigo Calaça. No rebote, Mikael só empurrou para o gol.

A VIRADA E CLASSIFICAÇÃO

Assim como no primeiro tempo, Juazeirense voltou com tudo no segundo. Outra vez, bem depressa, após cruzamento pela direita, Clébson foi lá no alto e acertou cabeceio com precisão para deixar tudo igual no Adauto Moraes.

O Leão perdeu uma chance incrível de fazer o terceiro aos 11 minutos: Ewerthon arrancou pela esquerda, saiu de frente com o goleiro, mas se atrapalhou e finalizou para fora.

E o gol faria falta. Isso porque, aos 21 minutos, Dedé apareceu na área, subiu no terceiro andar após cruzamento e mandou para o fundo das redes, virando o jogo para o time baiano.

Precisando fazer pelo menos um gol para não ser eliminado, o Sport esbarrou na grande atuação do goleiro Calaço, que defendeu chute forte de Sander, aos 35, e depois, aos 37, falta traiçoeira cobrada por Patric. No fim, a Juazeirense comemorou em casa a vaga na segunda fase da Copa do Brasil.

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Esperamos que o estado de direito seja o norteador do ordenamento jurídico e político e que a democracia siga o seu curso, superando a falta da noção tão necessária para que sejamos de fato uma nação.

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

O Brasil vive mais um momento efervescente não apenas pelas dificuldades impostas pela Covid-19, mas, também, pelas interferências provocadas pelo poder judiciário, que, aliás, passou a ser quem dita o ambiente desde a judicialização da política. O movimento foi iniciado em 2005, quando o presidente Lula buscava a sua reeleição.

A escalada do judiciário aconteceu sob um ambiente de letargia e, de certa forma, parceria do Congresso Nacional. Só que se agigantou e acabou criando um ambiente propício para chegar nos agentes políticos listados por setores do judiciário como adversários do sistema, à luz do combate à corrupção. O modus operandi culminou com a estruturação da Operação Lava Jato, comandada pelo ex-juiz Sérgio Moro, iniciada em 2014.

A estruturação da operação seguia uma pauta midiática: fases, performances, escutas ilegais, prisões e muito marketing, tudo em fina parceria com setores da grande mídia, além dos vazamentos seletivos anunciados sob grandes holofotes e plantões, retroalimentados em diversas emissoras. Uma massificação com um enredo hollywoodiano.

A operação parecia ser liderada por um herói, com prisões de figurões dos poderes político e econômico com claras participações em ilicitudes, e também de outros atores sem a necessária apresentação da materialidade do crime cometido. Entre idas, vindas, versões e notas de esclarecimento, aconteceu o fato de maior repercussão: a prisão do ex-presidente Lula.

O Brasil assistiu às oitivas em que o ex-presidente comparecia para ser interrogado pelo então juiz Moro e sempre se dizia inocente. A divisão do país só se acirrou e as urnas elevaram Bolsonaro ao posto de presidente. Já Moro, largou a magistratura para ser membro do novo governo como ministro da Justiça e Segurança Pública.

Mas surgiu algo inesperado: vazamentos de conversas privadas ocorridas entre Moro, integrantes da Lava Jato e membros do Ministério Público Federal foram divulgados pelo The Intercept Brasil. As conversas foram negadas pelos envolvidos e logo o ministro Moro ordenou a prisão dos responsáveis pelos vazamentos.

Foi montada a Operação Spoofing, que culminou com o encarceramento dos hackers responsáveis pela façanha. De lá para cá, muita coisa mudou e o ex-presidente Lula responde em liberdade, após cumprir pena de um ano e sete meses em regime fechado.

Diante dos fatos da Operação Spoofing, a defesa de Lula requereu ao Supremo Tribunal Federal acesso às mensagens e, após autorização, pediu a suspeição do ex-juiz Moro por parcialidade e motivação política. Com o avanço em favor do ex-presidente, o ministro do STF Edson Fachin adotou um remédio jurídico, fazendo valer a máxima popular “dá-se os anéis para não perder os dedos”.

Para livrar Moro e salvaguardar o que sobrou da operação Lava Jato, Fachin considerou a justiça de Curitiba incompetente para proceder o julgamento e, por consequência, devolveu os direitos políticos ao ex-presidente Lula. A ação de Fachin, embora pareça em favor de Lula, pode ter objetivado evitar a suspeição de Moro, provocando a anulação dos recursos da defesa do ex-presidente, na tentativa de forçar os seus arquivamentos por perda dos objetos.

A batalha jurídica e política parecem não ser encerradas de imediato, ao contrário, novos capítulos serão produzidos. Um deles foi iniciado nesta terça-feira (9) com a retomada do julgamento da suspeição do ex-juiz Moro, colocada em pauta pelo ministro do STF Gilmar Mendes. Aos brasileiros, restará ficar a postos, de olho no noticiário, principalmente porque o próximo ano é eleitoral e os desfechos dessas questões jurídicas influenciarão diretamente na composição das forças políticas que concorrerão no pleito. Esperamos que o estado de direito seja o norteador do ordenamento jurídico e político e que a democracia siga o seu curso, superando a falta da noção tão necessária para que sejamos de fato uma nação.

Rosivaldo Pinheiro é economista e especialista em Planejamento de Cidades (Uesc).

Augusto decreta estado de calamidade pública
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O prefeito de Itabuna,  Augusto Castro (PSD), decretou, nesta quarta-feira (10), estado de calamidade pública por causa da pandemia do novo coronavírus.  Com validade de 180 dias,  o Decreto 14.331 foi publicado na página 46 do Diário Oficial do Município.

Pela decisão do prefeito de Itabuna, os órgãos e entidades da administração pública municipal adotarão as medidas necessárias ao enfrentamento do estado de calamidade pública. A medida libera a administração municipal para contratar serviços e comprar produtos, sem a necessidade de licitação.

CASOS DE COVID-19

Itabuna contabiliza, desde o início da pandemia, 24.474 casos de novo coronavírus, sendo que 23.541 pessoas estão recuperadas. Há 489 casos ativos (pessoas doentes). São 444 óbitos causados pela Covid-19 .

O município tem ainda 25 pacientes em estado grave internados em leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), 34 estão em leitos clínicos (enfermaria), conforme dados divulgados hoje pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), no boletim epidemiológico. Atualizado às 7h23min.

IBGE abre novos processos seletivos
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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou, nesta quarta-feira (10), mais quatro editais para contratar temporariamente 6,5 mil pessoas para as pesquisas do Instituto. Há oportunidades em todos os estados do país e em mais de 500 municípios. Na Bahia, são 340 vagas.

A contratação será feita por meio de Processo Seletivo Simplificado (PSS) e consiste em uma prova objetiva de 60 questões de múltipla escolha envolvendo conhecimentos gerais e específicos. As inscrições começaram hoje nos sites do Cebraspe e do IBFC, bancas organizadoras pelos processos.

São oferecidas 5.623 vagas para Agente de Pesquisas e Mapeamento, 552 para Supervisor de Coleta e Qualidade, 300 para Agente de Pesquisas por Telefone e 25 para Supervisor de Pesquisas, sendo as duas últimas funções apenas para o município do Rio de Janeiro (RJ). Essas oportunidades são para trabalhar nas pesquisas que constam no calendário de divulgação mensal do IBGE.

REMUNERAÇÕES

Para concorrer à função de Supervisor de Pesquisas, com remuneração de R$ 5.100,00, o candidato deve ter ensino superior completo. Para as demais funções, é exigido o ensino médio completo e a remuneração varia de R$ 1.345,00 a R$ 3.100,00. Para Agente de Pesquisas por Telefone, além do nível médio, o candidato deve ter experiência comprovada de pelo menos um ano em teleatendimento/telemarketing.

As vagas são temporárias e os contratos terão duração de até um ano, podendo esse prazo ser prorrogado, desde que o prazo total não ultrapasse três anos, de acordo com as necessidades do IBGE e a disponibilidade orçamentária. O contratado será avaliado mensalmente nos primeiros três meses e nos últimos três meses de contrato. Veja em leia mais onde estão as demais vagas.

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Acusado de espancar ex-companheira é preso novamente
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Foi levado para o Presídio Regional Ariston Cardoso, em Ilhéus, um homem acusado de agressão contra ex-companheiras e ameaçar uma delas. Carlos Samuel Freitas Costa Filho foi preso, mais uma vez, na manhã desta quarta-feira (10), no Condomínio Morada do Porto, no Banco da Vitoria.

Carlos Samuel foi detido por policiais da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/ Ilhéus), após ameaçar de morte uma das ex-namoradas. Ele já respondia em liberdade a outros dois processos por outros crimes contra a mulher.

De acordo com o titular da 7ª Coorpin, delegado Evy Paternostro, o homem começou a ameaçar a nova vítima no mesmo dia em que saiu da prisão, após ser liberado para responder em liberdade. “Ele tentou reatar um antigo relacionamento e, com a recusa da mulher, começou a ameaçá-la”, detalhou o delegado.

CONDENAÇÕES

Evy Paternostro disse que o acusado já tem duas condenações, em 2015 e outra em 2020, por violência contra a mulher. Com essa última prisão, ele já tem 11 entradas pela polícia por diversos crimes, porém inquéritos anteriores não avançaram, após recusa das vítimas em denunciarem ou comparecerem à delegacia. O homem também já foi capturado em flagrante por agredir a própria mãe, mas acabou liberado para responder em liberdade, segundo a polícia.

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais em outubro de 2020, o homem aparece desferindo vários golpes contra o rosto e a cabeça da ex-companheira ao se recusar a aceitar o fim do relacionamento. Ele foi preso, mas acabou solto por determinação do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Ilhéus investigou o caso, solicitou a prisão, no entanto, tempos depois, ele foi liberado para aguardar recurso em liberdade.

Promovido pela Câmara de Vereadores, debate está marcado para a tarde da próxima quarta-feira (17)
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Na próxima quarta-feira (17), a Câmara de Vereadores de Ilhéus vai promover audiência pública, pela internet, para discutir os problemas do transporte coletivo no município. Marcado para as 16 horas, com transmissão ao vivo, o debate terá a participação de autoridades públicas e representantes da sociedade civil organizada.

Presidente da Comissão de Transportes da Câmara e idealizador da audiência, o vereador Augusto Cardoso, Augustão (PT), critica as concessionárias do serviço pela quantidade reduzida de ônibus em circulação.

Há seis meses, em setembro de 2020, o prefeito Mário Alexandre (PSD) determinou que toda a frota estivesse nas ruas. As empresas alegam dificuldades financeiras para cumprir a determinação por causa dos prejuízos acumulados ao longo da pandemia de Covid-19.

“As empresas não cumprem a determinação e estão negligentes ao não cumprirem o decreto que determina o retorno total do sistema”, afirma Augusto, assegurando que o resultado pode ser visto em ônibus circulando lotados, o que aumenta as oportunidades de disseminação do novo coronavírus.

Em entrevista, Nazal avalia a possibilidade da saída de Inema e Pimenteira dos limites territoriais de Ilhéus - ideia aventada pelo prefeito - como sinal de desprezo
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O ex-vice-prefeito José Nazal (Rede) avalia que o prefeito Mário Alexandre, Marão (PSD), trata Inema e Pimenteira como se esses distritos, situados longe da sede do município, fossem um estorvo para a administração de Ilhéus.

Emitiu a opinião ao comentar notícia, veiculada pelo Jornal do Radialista, de que o prefeito levantou a possibilidade de doar Inema e Pimenteira aos municípios de Coaraci e Itajuípe, respectivamente.

Nazal concedeu entrevista ao PIMENTA e fez uma retrospectiva do período à frente da extinta Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Sustentável (Seplandes), entre janeiro de 2017 e 30 abril de 2018, quando rompeu a aliança política com Mário Alexandre.

Numa manifestação rara feita à época, o Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do promotor de Justiça Paulo Eduardo Sampaio Figueiredo, afirmou que a saída do então vice-prefeito da secretaria provocou “grande sentimento de perda“. A nota pública da 11ª Promotoria de Justiça de Ilhéus reservou a mesma deferência ao ex-superintendente de Meio Ambiente, o jornalista Emílio Gusmão, que deixou o governo junto com Nazal.

Com 64 anos, Nazal é fotógrafo, memorialista e atua há quatro décadas na vida pública da terra que conhece como poucos. É dele o livro Minha Ilhéus, que percorre a memória da cidade com fotografias produzidas ao longo do século passado.

Questionado sobre os desafios de Ilhéus para melhorar a qualidade de vida da sua população, apontou as grandes tarefas que o município precisa executar na área de planejamento urbano, mas preferiu não estabelecer hierarquia entre elas.

No fim da entrevista, também avaliou o desempenho das três esferas de governo na gestão da pandemia de Covid-19. Leia.

BLOG PIMENTA – Como avalia o período à frente da Seplandes?

José Nazal Pacheco Soub – Nós conseguimos impor um ritmo satisfatório, respeitando as decisões do Conselho do Meio Ambiente. Não tentamos controlar o conselho. A gente fez a limpeza de totens pela Avenida e outdoors das ruas. Aplicamos critérios técnicos na análise dos projetos. Às vezes a pessoa dizia: “Você está atrapalhando”. Atrapalhando nada. O cara vem todo errado e quer que libere errado. Teve uma vez o caso de uma marmoraria. A pessoa reclamava que o projeto “tinha seis meses que não anda”. Fui pessoalmente ao setor. Já tinha três meses que a secretaria tinha mandado um e-mail à pessoa [responsável pela empresa] e não recebia resposta. Também fizemos trabalho de fiscalização intensa. Demos um curso de poda. A gente fez alguns TACs [Termos de Ajustamento de Conduta] e conseguiu equipar a secretaria. Deixamos um projeto, que foi depois feito com um convênio com a Universidade Federal do Sul da Bahia, para fazer o inventário arbóreo da cidade. Conseguimos fazer, com recurso de um TAC, um termo de referência para fazer o plano de manejo do Parque da Boa Esperança. Tentamos liberar o recurso da Valec para o parque e não conseguimos. Teve umas atrapalhações lá que impediram. Trabalhamos de forma tranquila, de frente. Teve a questão da usina [de asfalto do município], que foi uma polêmica danada e continua errada. Você exige licença dos outros e não cumpre, não faz sua parte?

Em janeiro de 2021, o Jornal do Radialista informou que o prefeito tem a intenção de convocar plebiscito para doar os territórios de Inema e Pimenteira. Isso avançou?

Não pode ser uma ação do prefeito. Essa questão de limites [territoriais entre municípios] é com a Assembleia [Legislativa do Estado], que tem regras para isso. Não é uma coisa simples como o prefeito quer. Ele, simplesmente, na minha opinião, está dizendo que Inema e Pimenteira são um estorvo para o município.

Ele manifestou mesmo essa intenção?

Ele disse numa entrevista em Itabuna, numa rádio em Itabuna.

Numa entrevista de 2017 para o Blog do Gusmão, o senhor disse que o acúmulo de pequenas coisas e pendências do cotidiano administrativo atrapalhavam a missão de lidar com os grandes desafios do município. Quais são os maiores desafios em Ilhéus?

É difícil elencar de forma hierarquizada, dizendo qual é o mais importante e urgente. Teria que fazer uma consulta pública ampla. A gente pode elencar sem hierarquizar. Por exemplo, a habitação. Agora que o governo tá fazendo. O governo não. A Bamin está fazendo agora um plano [municipal] de habitação para o município. Fizeram as audiências agora. Para mim, foram muito fracas. Não teve divulgação. Fizeram para cumprir tabela. Chamaram algumas pessoas, me chamaram, eu fui, mas deveria ter tido uma divulgação ampla, inclusive para o interior. Outro grande problema é que nós não temos plano municipal de saneamento básico. A gente não tem previsão, a gente não tem estudo, a gente não tem prognóstico da demanda por água que haverá daqui para frente, inclusive com esse boom de grandes empreendimentos da construção civil e empreendimentos como o Porto Sul. Outro problema: a gente tem diversos bairros do município sem regularização fundiária, uma parte do Pontal, Salobrinho, Vila Lídia, parte da Conquista e outros lugares da cidade e do campo. Também falta uma revisão dos núcleos das Secretarias de Educação, de Saúde e de Assistência Social no campo. Ilhéus não tem plano de mobilidade urbana…

Consegue dimensionar a responsabilidade de cada uma das três esferas de governo na gestão da pandemia?

Olha, esse governo federal é difícil de avaliar, porque pode parecer uma coisa passional por eu não ser simpático ao presidente, às suas decisões e aos seus atos. Pode parecer passional, mas a gente vê que quem mais falhou foi o governo federal. O governo estadual, o governador teve uma ação, eu acho que foi – não vou dizer que não tenha erro, com certeza teve alguns erros – mas houve preocupação, sobretudo com a vida. A gente sabe que todos os atos foram tomados pela decisão necessária de salvar vidas. Isso foi feito. Todas as decisões tomadas, no calor do problema, no dia a dia, não houve uma inércia no enfrentamento do problema. O governo do município também tomou atitudes. A gente estava vendo agora a liberação absoluta. Os três entes federativos não têm pernas e braços para dar conta da fiscalização para conter os excessos. Infelizmente, uma grande parte da população não tá levando a sério.

Continua na Rede e vai disputar as eleições de 2022?

O partido vai promover alguns eventos políticos para discutir. Nas eleições passadas [de 2018], o partido não conseguiu vencer a cláusula de barreira. Defendi alianças, mas fui voto vencido. Agora não vai ter [coligação partidária]. Eu estou na Rede, vou ficar na Rede, é o partido que me deu todo o apoio e me permitiu ser vice-prefeito. É um partido que não assusta você tomar uma bola nas costas, como acontece em outros partidos que, muitas vezes, nas vésperas de um pleito, você é obrigado a recuar ou mudar de bandeira. É um partido orgânico, pequeno, mas tem pessoas de opinião e responsabilidade. Atualizado às 19h29min.

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Quem, como Alencar Pereira da Silveira, nasce no dia consagrado a Iemanjá tem o corpo fechado e uma legião de amigos para clamar: Vida longa ao Caboclo Alencar!

 

Walmir Rosário

Se não puder ajudar, pelo menos não atrapalhe! Esse bordão é bastante antigo e não sai de moda, acredito eu que para passar um pito, chamar a atenção, dar um esfrega nas fuças do dito cujo que faz o que não deveria. Isso vale – e muito – para o sacripanta que uns dias atrás espalhou pelas redes sociais uma notícia falsa – ou fake news, como está na moda – dando conta que o Caboclo Alencar teria morrido.

Neste dia, logo cedo, enquanto esperava o café ser posto à mesa, me deparei com essa heresia no Facebook, no Instagram e no Whatsapp, de que o Caboclo teria partido para o outro mundo sem se despedir de ninguém. Com essa profusão de notícias ruins sobre os amigos que se vão, de início fiquei alarmado, mas fui me recuperando aos poucos todas as vezes que analisava uma premissa sobre sua morte.

Ora, sem mais delongas iniciei uma série de ligações para amigos comuns que trataram de desmentir a calúnia na mesma hora e prometeram tomar providências junto à polícia, à justiça e até ao papa, com a firme intenção de aplicar um castigo eficaz no mentiroso. Justamente quando o Caboclo Alencar acaba de comemorar seus 90 anos bem vividos um sujeito qualquer decreta a morte dessa autoridade, sem mais nem menos.

Mesmo neste terrível tempo em que a pandemia assola o mundo – incluído aí o Brasil e Itabuna – o Caboclo Alencar continua prestando relevantes serviços à sua clientela, servindo as deliciosas e quase sexagenárias batidas. Se bem que o Caboclo Alencar poderia se valer do alto dos seus 90 anos para resolver se aposentar do trabalho e passear com sua Neusa mundo afora. Mas não, continuou na labuta.

A única mudança que se permitiu foi mudar a linha de produção da indústria implantada no Beco do Fuxico, onde também funciona o internacionalmente famoso ABC da Noite, para a sua residência. É bom que se diga que também se permitiu a outra mudança: deixou de servir as batidas no varejo e agora somente trabalha em atacado, comercializando-as a partir de embalagens de litro.

Sujeito modesto esse Caboclo Alencar, que continua firme na lida para não deixar os alunos – repetentes ou não – do ABC da Noite a ver navios. Que ninguém repare não ser servido na forma tradicional, de pé no balcão e em pequenos copos de plásticos em dois tamanhos, pois não convém manter esse serviço em sua própria residência, cujos frequentadores são apenas os convidados.

Mesmo assim, na porta de entrada o Caboclo não se furta de entregar os maravilhosos litros de batida, quase sempre acompanhados de uma dose da bebida, para deleite do ilustre cliente. Nestas semanas em que prevalece o lockdown, nada melhor do que passar o fim de semana em casa e devidamente abastecido. Afinal, um boêmio distinto é conhecido pelos serviços que presta ao recepcionar seus convidados.

Mas voltando ao malfazejo que transmitiu essa heresia ao mundo por meio da internet, fico aqui imaginando o que o Caboclo Alencar teria feito de mal ao dito cujo, para premeditar tamanha vingança. Teria ele passado pelo Beco do Fuxico e dado de cara, por dias a fio, com o ABC da Noite fechado e se sentiu prejudicado no seu sagrado direito de beber uma das batidas, conforme mandava a tradição?

Não acredito na atitude mesquinha desse sujeito e rogo que a justiça venha a dar o tratamento merecido ao dito cujo, no tamanho que merece o tresloucado ato praticado. Se falhar a justiça dos homens que, pelo menos, atue a divina, e que ele seja, no mínimo, proibido de beber as tradicionais batidas do ABC da Noite por um longo período, na mesma proporção do estrago que causou aos amigos do Caboclo.

Para os que ainda não tomaram ciência do que representa o Caboclo Alencar, vai aqui uma simples amostra da importância desse homem para os frequentadores do ABC da Noite, tanto os diários como os esporádicos. De portas abertas desde 1962, o Caboclo coleciona uma carteira de amigos e clientes que ultrapassam limites, divisas e fronteiras, que sempre voltam para uma mais uma dose.

Itabunense nascido em Sorocaba (SP), Alencar Pereira da Silveira teve a ideia de transformar o açougue em que comercializava carne de porco em uma casa de batidas, cervejas e tira-gostos. De lá pra cá não fez outra coisa na vida que não fosse proporcionar a felicidades dos costumeiros clientes, transformando seu negócio numa verdadeira casa de amigos. E tantos amigos que crescem a cada dia.

E para tomar a saideira, de cara vou avisando ao dito cujo carcará sanguinolento que praga de urubu magro não pega em cavalo gordo. Quem, como Alencar Pereira da Silveira, nasce no dia consagrado a Iemanjá tem o corpo fechado e uma legião de amigos para clamar: Vida longa ao Caboclo Alencar!

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

Operação resultou em prisões e apreensão de drogas em Itabuna
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A Polícia Civil prendeu, nessa segunda-feira (8), quatro suspeitos de homicídio e ocultação de cadáver na zona rural de Ilhéus.

Segundo as investigações, que envolveram policiais civis de Ilhéus e de Itabuna, o quarteto matou Adrian Reis Sampaio com um golpe de facão e tocou fogo no corpo da vítima de 24 anos.

O motivo do crime teria sido o roubo de uma caixa de som. A mãe de Adrian registrou a ocorrência do desaparecimento do filho no último sábado (6).

De acordo com a polícia, que não divulgou os nomes dos suspeitos presos, os investigadores tentam localizar o quinto envolvido no assassinato.

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O American Park está montando sua estrutura em um terreno particular, na Avenida Princesa Isabel, no Banco Raso, ao lado da Prefeitura de Itabuna, mas será fechado e não abrirá ao público enquanto vigorar decreto de restrições para o controle do covid-19. A montagem da estrutura v

A direção do American Park ressalta que não há previsão de estreia do parque de diversões em Itabuna e está atenta ao quadro de pandemia no estado e, particularmente, em Itabuna. Passará a funcionar quando o município permitir, por meio de decreto, ressalta o empreendimento.

CUIDADOS

“Se cuide, mantenha o distanciamento, use máscaras, lave as mãos sempre, use álcool gel 70%. Todos contra o covid-19, vamos vencer essa guerra”, reforça o American Park em nota. A direção do parque reforça que a estrutura do parque será montada e fechada, atendendo às restrições para controle do Covid-19.