Tempo de leitura: < 1minutoSecretária de Educação confirma o cancelamento
Em primeira mão:
A Prefeitura de Ilhéus vai cancelar o concurso público para preenchimento de cerca de 500 vagas, que seria realizado neste domingo, 10. O cancelamento se deve à descoberta de uma fraude no processo seletivo, a partir da prisão de um funcionário da empresa S & R, responsável pela organização do certame.
O funcionário foi detido hoje pela Polícia Federal, após denúncia de que ele estaria vendendo as provas do concurso. O suspeito foi levado para a carceragem da PF, onde presta depoimento.
(Atualização às 23 horas – A prova objetiva do concurso agora acontecerá no dia 8 de maio, segundo nota oficial da Prefeitura de Ilhéus.)
De acordo com a secretária da Educação de Ilhéus, Lidney Campos, o concurso será anulado. A maioria das vagas abertas para este processo seletivo é exatamente para a área comandada por Lidney.
A Secretaria da Administração e o prefeito Newton Lima ainda não se pronunciaram sobre o caso. O concurso da Prefeitura de Ilhéus seria realizado no mês passado, mas foi adiado por decisão do governo. As vagas foram abertas por determinação do Ministério Público, que determinou a substitução de funcionários contratados por efetivos.
Várias escolas de Ilhéus ainda funcionam com grandes deficiências, devido à falta de professores. Esta falta seria suprida a partir da contratação de profissionais aprovados no concurso que acaba de ser cancelado.
Bandidos eram nomeados governadores de capitanias e a lei punia apenas os criminosos pobres.
O livro 1808, um excelente trabalho investigativo do jornalista Laurentino Gomes, ajudou-me a entender melhor o porquê de tantas autoridades brasileiras, ex-políticos e grandes empresários livrarem-se de condenações depois de flagrados em esquemas de corrupção.
E melhor: hoje, compreendo, de forma cristalina, como um ex-vaqueiro tornou-se milionário “trabalhando” como político; e um ex-presidiário é eleito e passa a vender-se como moralizador do bem público. O engraçado é que há quem compre.
A obra de Laurentino ajuda-nos a entender porque o pagamento de propina é encarado como normal por parte dos brasileiros e porque muitos servidores públicos (escrevi muitos, não todos) acham que não precisam cumprir bem a sua função.
É raro o funcionário público buscar oferecer um atendimento humanizado; aliás, muitos levam meses sem bater o ponto, viajam para fazer compras para seus comércios e acreditam cegamente que não estão cometendo nenhuma falta grave.
Quem fiscaliza isso? Ninguém. Eu mesmo, que sou um dos patrões e pago o salário através dos impostos, nunca me importei quando não fui diretamente afetado, tenho que confessar.
Mas, todos nós, somos vítimas desses maus hábitos que foram praticamente oficializados com o desembarque da Família Real portuguesa no Brasil, em 1808. Ou alguém acredita que muitas prefeituras pelo País a fora inventaram esse negócio de contratar centenas de funcionários que só aparecem na hora de sacar o salário, os conhecidos fantasmas? Nessa época, conta o jornalista Laurentino Gomes, muitos funcionários públicos nem conheciam sequer os locais em que estavam lotados.
Os protegidos políticos, aqueles que vivem carregando a bandeira do candidato no período da campanha, são beneficiados desde muito antes do povo sonhar com eleição direta para a escolha dos seus “representantes”.
O príncipe regente (isso mesmo, ele só foi coroado rei em 1818, após a morte da rainha Maria I) Dom João VI chegou ao Brasil trazendo entre 10 e 15 mil pessoas, que durante anos foram sustentadas pelo erário.
Ainda mais grave que isso foi o fato de muitos conselheiros do príncipe terem enriquecido cobrando propina dos grandes fazendeiros já estabelecidos na mais rica Colônia de Portugal. Até serviçais mais espertos se tornaram homens ricos.
A esculhambação não parava por aí. Bandidos eram nomeados governadores de capitanias e a lei punia apenas os criminosos pobres. O acesso à educação e ao sistema de saúde era para poucos. Há muita diferença do que ocorre hoje no Brasil “democrático”?
É verdade que o País evoluiu em muitos aspectos com a fuga da Família Real para cá. Ma o pagamento de propina, o esquema para desviar dinheiro e a premiação para o servidor ineficiente fazem parte de um conjunto de maus hábitos do passado, que não conseguimos nos livrar. Será que vamos conseguir um dia?
Ah, a família Real saiu de Portugal para escapar de um ataque do imperador francês Napoleão Bonaparte. O livro 1808 traz toda a história dessa fuga desesperada da família de Dom João VI e a relação promíscua estabelecida na época. Eu fiz uma viagem deliciosa, acho que você, leitor do Pimenta, também vai amar o livro. Agora, estou partindo para 1822, outra obra do jornalista Laurentino Gomes.
Ailton Silva é repórter d´A Região, editor do Jornal das Sete, da Morena FM, e assessor de imprensa.
Bandidos eram nomeados governadores de capitanias e a lei punia apenas os criminosos pobres.
O livro 1808, um excelente trabalho investigativo do jornalista Laurentino Gomes, ajudou-me a entender melhor o porquê de tantas autoridades brasileiras, ex-políticos e grandes empresários livrarem-se de condenações depois de flagrados em esquemas de corrupção.
E melhor: hoje, compreendo, de forma cristalina, como um ex-vaqueiro tornou-se milionário “trabalhando” como político; e um ex-presidiário é eleito e passa a vender-se como moralizador do bem público. O engraçado é que há quem compre.
A obra de Laurentino ajuda-nos a entender porque o pagamento de propina é encarado como normal por parte dos brasileiros e porque muitos servidores públicos (escrevi muitos, não todos) acham que não precisam cumprir bem a sua função.
É raro o funcionário público buscar oferecer um atendimento humanizado; aliás, muitos levam meses sem bater o ponto, viajam para fazer compras para seus comércios e acreditam cegamente que não estão cometendo nenhuma falta grave.
Quem fiscaliza isso? Ninguém. Eu mesmo, que sou um dos patrões e pago o salário através dos impostos, nunca me importei quando não fui diretamente afetado, tenho que confessar.
Mas, todos nós, somos vítimas desses maus hábitos que foram praticamente oficializados com o desembarque da Família Real portuguesa no Brasil, em 1808. Ou alguém acredita que muitas prefeituras pelo País a fora inventaram esse negócio de contratar centenas de funcionários que só aparecem na hora de sacar o salário, os conhecidos fantasmas? Nessa época, conta o jornalista Laurentino Gomes, muitos funcionários públicos nem conheciam sequer os locais em que estavam lotados.
Os protegidos políticos, aqueles que vivem carregando a bandeira do candidato no período da campanha, são beneficiados desde muito antes do povo sonhar com eleição direta para a escolha dos seus “representantes”.
O príncipe regente (isso mesmo, ele só foi coroado rei em 1818, após a morte da rainha Maria I) Dom João VI chegou ao Brasil trazendo entre 10 e 15 mil pessoas, que durante anos foram sustentadas pelo erário.
Ainda mais grave que isso foi o fato de muitos conselheiros do príncipe terem enriquecido cobrando propina dos grandes fazendeiros já estabelecidos na mais rica Colônia de Portugal. Até serviçais mais espertos se tornaram homens ricos.
A esculhambação não parava por aí. Bandidos eram nomeados governadores de capitanias e a lei punia apenas os criminosos pobres. O acesso à educação e ao sistema de saúde era para poucos. Há muita diferença do que ocorre hoje no Brasil “democrático”?
É verdade que o País evoluiu em muitos aspectos com a fuga da Família Real para cá. Ma o pagamento de propina, o esquema para desviar dinheiro e a premiação para o servidor ineficiente fazem parte de um conjunto de maus hábitos do passado, que não conseguimos nos livrar. Será que vamos conseguir um dia?
Ah, a família Real saiu de Portugal para escapar de um ataque do imperador francês Napoleão Bonaparte. O livro 1808 traz toda a história dessa fuga desesperada da família de Dom João VI e a relação promíscua estabelecida na época. Eu fiz uma viagem deliciosa, acho que você, leitor do Pimenta, também vai amar o livro. Agora, estou partindo para 1822, outra obra do jornalista Laurentino Gomes.
Ailton Silva é repórter d´A Região, editor do Jornal das Sete, da Morena FM, e assessor de imprensa.
Essa é para quem ainda pensa que a construção de um porto é incompatível com a indústria do turismo: em Mangaratiba, litoral do Rio de Janeiro, o grupo asiático Aman anunciou o início da construção de um resort de alto luxo, o primeiro deles na América do Sul.
O grupo Aman possui hotéis na Ásia, África, Estados Unidos e Caribe. E Mangaratiba tem três portos dedicados à exportação de minério de ferro, onde são embarcadas quase 50 milhões de toneladas por ano.
O porto que será construído na zona norte de Ilhéus embarcará 19,5 milhões de toneladas/ano.
Um dos bairros mais populosos e também mais pobres de Ilhéus, o Teotônio Vilela será alvo de um projeto de capacitação profissional oferecido gratuitamente por uma instituição de ensino superior privada. Alunos de Administração da Faculdade Madre Thaís estão à frente da iniciativa e a seleção dos participantes será feita pela associação de moradores.
Os cursos vão acontecer de 30 de abril a 28 de maio, na sede da Madre Thaís (Avenida Itabuna). Serão treinados trabalhadores para as áreas de Manutenção de Microcomputadores, Informática Básica, Técnica de Vendas, Qualificação e Técnica de Comportamento Profissional. Outros cursos previstos são os de Grafite, Dança, Desenvolvimento Ambiental com Sustentabilidade, Finanças Domésticas e Reaproveitamento Alimentar.
As aulas serão ministradas por 22 alunos da faculdade, que se inscreveram como monitores. Segundo os coordenadores da ação, esta iniciativa surgiu após a inserção da Madre Thaís no Projeto Rondon.
A frente parlamentar criada nesta quarta-feira, 06, na Câmara dos Deputados , para acompanhar o projeto do Complexo Intermodal Porto Sul, decidiu que irá convidar o presidente da Valec, José Francisco das Neves, para uma audiência com o objetivo de fornecer informações sobre a construção da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). A data ainda não foi divulgada.
A ferrovia é parte integrante do Complexo Intermodal, que terá a Bahia Mineração (Bamin) como empresa-âncora. Ela utilizará a Fiol para transportar sua produção de minério de Caetité até Ilhéus, onde pretende construir um terminal marítimo.
Os propositores da frente parlamentar são os deputados Luiz Argôlo (PP/BA) e Arthur Maia (PMDB/BA). Caberá também aos dois conduzir os trabalhos do grupo.
A Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás) publicou, em dois jornais itabunenses, três páginas e meia – coloridas até – do seu balanço de 2010, prática que foge aos costumes de anos anteriores.
Nos bastidores políticos, o comentário é que o presidente Davidson Magalhães (PCdoB) está com todo o gás… para a disputa (itabunense) de 2012.
Situado a 80 quilômetros do centro de Ilhéus, o distrito de Inema se encontra completamente esquecido, abandonado e entregue à ação de um traficante de drogas, que faz o seu comércio ilegal à luz do dia e sem ter a menor preocupação. Segundo informações de moradores, o policiamento que havia na localidade foi retirado há algum tempo.
A falta de segurança tem propiciado situações que um lugar pequeno e tranquilo (pelo menos era) como Inema jamais imaginou vivenciar. Há cerca de 15 dias, por exemplo, houve troca de tiros entre frequentadores de um bar explorado pelo mesmo traficante que atua no distrito. Os feridos receberam atendimento no Hospital de Base de Itabuna.
O vendedor de drogas é conhecido como Robson e já esteve preso em Coaraci e Itabuna.
Tempo de leitura: < 1minutoChega a hora da divisão do bolo
Uma reunião encerrada há poucos instantes no hotel Sol Bahia, em Salvador, definiu a partilha de cargos em órgãos estaduais entre partidos da base de apoio ao governo Wagner. No que interessa a Ilhéus, sabe-se que foi batido o martelo para que o PP assuma o comando dos escritórios locais da Sudic, Bahia Pesca e Detran.
Uma fonte do Partido Progressista nega disputa pelos cargos com o PT. “Eles simplesmente não pediram esses cargos”, desconversa. O Partido dos Trabalhadores ficará em Ilhéus com o comando de outros órgãos, como Dires e Direc.
O PIMENTA apurou que o PP ainda não decidiu quem sentará nas cadeiras, que serão desocupadas pelo Partido dos Trabalhadores, caso da Sudic e da Bahia Pesca, e pelo PSC (leia-se deputada Ângela Sousa), no caso do Detran.
O vencedor saiu satisfeito com a imagem de sua santa. Porém, descobriram que o burro havia sido treinado.
Li o livro do jornalista Mário Prata sobre a origem dos ditados populares e comentei com o escritor Antônio Lopes, que acrescentou algumas informações. Decidi compartilhar com os leitores do Pimenta:
Lavar a égua- Os escravos faziam o papel de garimpeiro. Pra ficar com “o que lhe era de direito” colocavam o ouro em pó nos cabelos. Os portugueses descobriram e mandaram raspar a cabeça. O transporte era feito em mulas, éguas. O ouro em pó só brilha no sol e os escravos passaram a colocá-lo nos animais para sair das minas beneficiados. Para pegar o produto lavavam o animal para que o ouro se desprendesse. Lavavam a égua.
Será o Benedito? – Não se refere ao santo nem ao polêmico jornalista Ederivaldo Benedito. Era Benedito Valadares, político ladino. Em 1933 diante da hesitação do governo em nomear o interventor de Minas Gerais, o povo temendo que optasse por ele, o pior de todos, perguntava-se: “Será o Benedito?”. E foi.
Pra inglês ver – Surgiu quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, eram criadas apenas “pra inglês ver.” se refere à
Ok – Significa tudo bem e teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Quando os soldados voltavam para as bases sem baixa na tropa, escreviam satisfeitos numa placa “0 Killed” (nenhum morto).
Casa da Mãe Joana – É isto mesmo que você está pensando. Joana, rainha de Nápoles e condessa de Provença (1326-1382), liberou os bordéis em Avignon, onde estava refugiada, e mandou escrever nos estatutos: “que tenha uma porta por onde todos entrarão”.
Conto do vigário – Duas igrejas em Ouro Preto foram presenteadas com uma imagem de santa. Para verificar qual das paróquias ficaria, os vigários resolveram deixar por conta da mão divina, ou melhor, das patas de um burro. Exatamente no meio do caminho entre as duas igrejas, soltaram o animal. Para onde ele se dirigisse, teríamos a igreja felizarda. O vencedor saiu satisfeito com a imagem de sua santa. Porém, descobriram que o burro havia sido treinado para seguir o caminho da igreja vencedora. Assim, conto do vigário passou à linguagem popular como golpe, falcatrua.
Cuspido e escarrado – De extremo mau-gosto, que popularmente significa uma pessoa parecida com outra, na verdade se originou de uma bela frase “esculpido em carrara”, já que o mármore italiano era usado por artistas que faziam esculturas idênticas aos seus modelos.
O pior cego é aquele que não quer ver – Em 1647, na França, o médico Vicent de Paul D’Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão chamado Angel. Foi um sucesso, mas o paciente assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que imaginava era muito melhor e pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi ao tribunal de Paris e Vaticano. Angel ganhou a causa e ficou conhecido como o cego que não quis ver.
O ex-vereador Paulo Luna (PV) parece ter se inspirado em pilotos de Fórmula 1 nos momentos em que dirige nas ruas de Itabuna. Há pouco, ele fazia uma conversão da avenida Amélia Amado para a Rua São Vicente de Paulo, no centro, e por pouco não atropelou um homem ao ignorar o sinal vermelho – e em alta velocidade. A quase vítima teve que dar um pulo para trás para evitar o pior. Luna estava num Gol vermelho, nova geração.
Tempo de leitura: < 1minutoSoldado Barbosa foi executado pelos bandidos (Foto Maelson Gomes/Radar64).
O soldado Barbosa, da Polícia Militar, acabou morto por bandidos que tentaram assaltar a loja da Cesta do Povo no distrito de Barrolândia, em Belmonte, no extremo-sul da Bahia.
Os bandidos chegaram à loja da Cesta do Povo por volta das 13h, numa moto Honda/Titan 125, cor azul. Um dos bandidos entrou e rendeu o funcionário Wagner Soares, 23, que, com uma arma apontada para a cabeça, foi obrigado a abrir o cofre da loja. O outro bandido ficou do lado de fora.
O policial estava em uma padaria e viu a movimentação na loja. Barbosa tentou se aproximar para negociar com os bandidos, mas um dos bandidos atirou duas vezes no peito do soldado.
Os bandidos ainda liberaram o funcionário da Cesta do Povo, mas atiraram no abdome de Wagner, transferido em estado grave para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, também no extremo-sul.
Policiais militares e civis, com apoio da Cipe-Mata Atlântica (antiga Caema)e da Polícia Rodoviária Federal, realizam buscas na região da Embaúba e do Projeto Maravilha, em Eunápolis. Há informação que eles fugiram pela BA-275, conhecida como Estrada da Veracel. O policial era casado e deixa três filhos. Com informações do Radar64.
Tempo de leitura: < 1minutoMaria das Graças: reeleita.
A presidenta do Conselho Municipal de Saúde de Itabuna, Maria das Graças Souza, nem precisou ir para o bate-chapa na sua tentativa de reeleição. A profissional em saúde acabou reeleita por aclamação durante votação ocorrida no centro de saúde José Maria de Magalhães Neto (antigo Sesp).
Antes da reeleição por aclamação, o governo ainda tentava melar o pleito. Acabou desistindo da ação ao perceber que Graça teria, pelo menos, 20 dos 24 votos do conselho para escolha da nova Mesa Diretora. A profissional estará à frente da instância de fiscalização da Saúde em Itabuna até 2013.
Tempo de leitura: < 1minutoFirmino Alves foi o principal agente do processo de emancipação que transformou Tabocas em Itabuna
Os ânimos estavam acirrados na solenidade realizada ontem à noite na Associação Comercial de Ilhéus, onde foi criada uma frente em defesa dos interesses do município. Movimento este cuja principal finalidade é combater a tentativa de extirpar do território ilheense a área onde estão os supermercados Makro e Atacadão.
No meio do evento, toma a palavra a presidente da ONG Ação Ilhéus, Maria do Socorro Mendonça, que colocou pimenta no debate e levantou uma tese que, sem qualquer pretensão de ser levada a sério, teve mais a intenção de provocar os itabunenses.
De acordo com Socorro, caso o governo de Itabuna insista com a história de levar um taquinho da área de Ilhéus, este município, do qual o outro se emancipou há mais de 100 anos, entrará em uma campanha pela “desemancipação” do vizinho. Assim, Itabuna voltaria a ser a vila de Tabocas e seria novamente incorporada ao território ilheense. E fim de papo!
A curiosa ideia fez o velho Firmino Alves revirar-se no túmulo…
O delegado Humberto Mattos sofreu uma tentativa de assalto por volta das 22 horas, quando chegava em sua casa no bairro S. Judas, em Itabuna. O policial teve o carro alvejado por pelo menos 4 tiros ao reagir ao assalto. Mattos disse que reagiu aos disparos efetuados pelo bandido.
Neste momento, policiais tentam localizar o assaltante, que se escondeu no matagal. Mattos é titular da delegacia em Uruçuca, a 40 quilômetros de Itabuna.