
A coisa está tão complicada, que ontem o prefeito interrompeu seu descanso dominical e convocou todo o secretariado para uma reunião extraordinária. Tema: redução geral nas despesas com horas extras, pagamento de adicional notuno, insalubridade, além do corte das chamadas FGs (Funções Gratificadas).
A reunião teve desdobramento nesta segunda-feira, 16, e havia secretário comentando entredentes que o prefeito ataca o problema pelo lado errado. Analisavam que a verdadeira deficiência está na gestão administrativo-financeira e na incapacidade do setor jurídico para evitar os sucessivos bloqueios nos repasses do FPM.
Como o prefeito não se dispõe a ir ao “xis da questão”, a corda tende a arrebentar mais uma vez do lado mais fraco. Resta saber se o sindicato dos servidores irá permitir a injustiça.


























