O Pimenta havia sugerido aqui, logo nos primeiros dias da greve, que o prefeito Capitão Azevedo tinha uma boa ‘arma’ nas mãos para as empresas negociarem, em bons termos, o reajuste salarial dos rodoviários e acabar com a greve. Tava na cara, era simples. E a arma? Uma nova licitação do transporte coletivo.
As empresas afirmavam que não havia como conceder o reajuste pedido pelos grevistas e coisa e tal.
Na quinta, o discurso mudou rapidinho. O prefeito revelou que um dos fortes argumentos para a mudança de discurso das empresas de ônibus foi a ‘ameaça’ de realização de nova licitação para a concessão do transporte coletivo. Ou as empresas encontravam uma solução para por fim ao impasse ou poderiam perder um negócio mais do que rentável que é o sistema no município.






















