Secretários de administração e finanças tiveram uma conversa difícil com o prefeito Capitão Azevedo (DEM) nesta semana.
Eles informaram ao capitão que dificilmente o Bolsa de Renda Familiar Municipal sairá do papel. Pelo menos, neste ano.
A alegação é de que cumprir a promessa de maior peso eleitoral da sucessão no ano passado ‘estrangularia’ as finanças do município.
A promessa na eleição era de R$ 100,00 a cada uma das 20 mil famílias pobres de Itabuna, que seriam atendidas pelo programa de transferência de renda.
Ao tomar posse em janeiro, Azevedo voltou atrás e informou que somente atenderia 6 mil famílias. O orçamento enviado à Câmara, no entanto, só previa dinheiro suficiente para cerca de 1,2 mil famílias neste ano.
Como se percebe, agora, nem isso.
E que nem usem o argumento da crise econômica mundial. Ao ser lançada, especialistas já afirmavam que dificilmente a promessa se concretizaria. A prefeitura precisaria de um caixa de R$ 24 milhões, por ano, só para o projeto eleitoral de Azevedo.























