Foto Marcello Casal Jr/ABr
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A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) divulgou alerta para golpes envolvendo o Programa Desenrola Brasil, que entrou em vigor no último dia 17, que tem como principal objetivo reintroduzir pessoas com restrição de crédito na economia, permitindo melhores condições de renegociação de dívidas bancárias.

Segundo a entidade, criminosos podem aproveitar o programa para aplicar golpes por meio de links falsos e da engenharia social, que usa técnicas para enganar o usuário para que ele forneça dados confidenciais, além de realizar transações financeiras para o golpista.

Nessa primeira fase do programa, as instituições financeiras limpam o nome das pessoas com débitos de até R$ 100. A dívida não é perdoada. Apenas o devedor deixa de ficar com o nome sujo e pode contrair novos empréstimos e fazer operações como fechar contratos de aluguel. Há ainda a possibilidade de renegociação de débitos com bancos por devedores com renda de até R$ 20 mil. O Desenrola só abrange dívidas contraídas até 31 de dezembro do ano passado.

“É muito importante que o cliente não clique em links recebidos por aplicativos de mensagens, de redes sociais e patrocinados em sites de busca. Faça você mesmo o contato com o seu banco. Fique atento para que não sejam aceitas propostas de envio de valores com a finalidade de garantir melhores condições de renegociação das dívidas. Reforçamos que somente é possível renegociar as dívidas nos canais oficiais dos bancos”, disse, em nota, Adriano Volpini, diretor do Comitê de Prevenção a Fraudes da Febraban.

A Febraban orienta que as pessoas interessadas em renegociar as dívidas dentro do Desenrola Brasil busquem informações apenas dentro dos canais oficiais dos bancos que aderiram ao programa, como nas agências, no internet banking ou em seus aplicativos bancários. Se for negociar no internet banking, a entidade orienta que, para o acesso, o próprio usuário digite o endereço da instituição financeira.

Se o cliente desconfiar de alguma proposta ou do valor, ele deve em contato com o banco nos seus canais oficiais. Além disso, somente após a formalização de um contrato de renegociação é que o usuário pode ter os valores debitados da conta, nas datas acordadas. Outro alerta é, em caso de boletos, checar na hora do pagamento se está sendo feito realmente para a instituição financeira com a qual o cliente tem a pendência.

A Febraban acrescenta que não envia comunicado para renegociar dívidas no Desenrola. Caso receba qualquer mensagem com o logotipo da entidade ou de bancos, o cliente deve descartá-la e entrar em contato com os canais oficiais da instituição financeira, como agência, internet banking e aplicativo bancário.

Canavieiras tem ganhadores na Mega-Sena|| Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil
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O prêmio principal da Mega-Sena acumulou mais uma vez. As dezenas sorteadas na noite desta quarta-feira (19), no Espaço de Loterias, em São Paulo, foram: 20, 27, 34, 44, 50 e 54. De acordo com a Caixa, 50 apostas acertaram cinco números e o prêmio para cada uma delas será de R$ 90.719,26.

Uma das apostas que acertaram cinco das seis dezenas sorteadas hoje foi feita em Salvador. Na quadra, houve 3.638 acertadores. Cada um receberá R$ 1.781,18. Entre os que receberão esse valor estão moradores de Dário Meira, Ibirataia, Ilhéus, Itabuna e Ubaitaba.

Como ninguém acertou as seis dezenas no concurso de hoje da Mega-Sena, no próximo sábado (22) serão sorteados R$ 50 milhões. O jogo simples, com a escolha de seis números, custa R$ 5,00. A aposta pode ser feita em qualquer lotérica do país.

Construtoras da Ferrovia Oeste-Leste contratam em três municípios do sul da Bahia || Foto Elói Corrêa/GovBA
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A quarta-feira (19) reserva mais de 203 vagas de emprego, estágio e Jovem Aprendiz nos municípios de Itabuna, Ilhéus, Aurelino Leal e Gongogi, na região sul, e Jequié, no sudoeste, com intermediação do SineBahia.

São 109 vagas em Itabuna, 16 em Itajuípe, 41 em Ilhéus, 24 em Aurelino Leal e 13 em Gongogi.

Um alerta: os interessados em vagas para os municípios de Gongogi e Aurelino Leal devem se cadastrar no SineBahia de Ipiaú. Quem busca vagas para Itajuípe deve se dirigir ao SineBahia de Itabuna. As vagas em Aurelino Leal, Gongogi e Itajuípe são para as obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol).

Os candidatos devem comparecer ao SineBahia munidos de carteiras de Identidade e de Trabalho, CPF e comprovantes de residência e de escolaridade, além de certificados de cursos de qualificação, caso possua. O atendimento nas unidades do serviço estadual de emprego em Ipiaú, Itabuna, Ilhéus e Jequié funciona até as 15h30min.

A unidade do SineBahia em Itabuna está situada no segundo piso do Shopping Jequitibá, na Beira-Rio. A de Ilhéus fica em frente à Praça Cairu, no Centro. Em Jequié, o atendimento é na Avenida Octávio Mangabeira, no Mandacaru. Para as vagas de Aurelino Leal e Gongogi. procure a unidade de Ipiaú, na Praça Ruy Barbosa, no Centro. Clique em Leia Mais e confira todas as vagas disponíveis.

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Diplomata marfinense conhece sistema produtivo da fábrica da BahiaCacau, em Ibicaraí || Foto Divulgação
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Embaixador da Costa do Marfim no Brasil, Diamoutene Alassane Zie visitou a agroindústria de chocolates finos da BahiaCacau, em Ibicaraí, no sul da Bahia, nesta segunda-feira (17). O diplomata busca a troca de experiências entre os países produtores de cacau e, ainda, conhecer o funcionamento da BahiaCacau, a primeira fábrica de chocolates finos da agricultura familiar do Brasil.

Maior produtor de cacau do mundo e com processo produtivo semelhante ao do Brasil, Costa do Marfim processo quase um terço da sua produção. “Apenas 30% do cacau é processado no país e por grandes moageiras, sendo o restante exportado sem nenhum valor agregado para países da União Europeia”, disse Diamoutene.

O embaixador se disse satisfeito com o modelo produtivo da BahiaCacau e chamou a atenção para a tecnologia instalada na agroindústria. “Fico satisfeito com o que vi aqui e considero importante a troca de experiências, principalmente no que diz respeito a tecnologia dos equipamentos produzidos no Brasil e utilizados na fábrica aqui de Ibicaraí”.

“A Bahia Cacau se fortalece com a presença do embaixador e isso demostra o reconhecimento e esforços dos últimos anos em alancar a agroindústria”, disse Osaná Crisóstomo, diretor-presidente da Coopfesba/BahiaCacau, que vê na visita oportunidade de negócios em cacau e chocolate. Osaná e políticos como os ex-prefeitos Geraldo Simões (Itabuna) e Lenildo Santana (Ibicaraí) acompanharam a visita de cortesia.

O Brasil é exemplo para o país da África Ocidental. Reconhecido como maior produtor de amêndoas do mundo, Costa do Marfim sofre forte pressão global por utilizar largamente mão de obra escrava e trabalho infantil em sua produção. Desde 2019, o país tem força-tarefa para combater estas práticas na lavoura cacaueira.

Cacauína, produto da marca Chocolate Coroa Azul || Foto AnaLee
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O Hotel Aldeia da Praia, em Ilhéus, será palco da 1ª Conferência do Mel de Cacau – Transformando Resíduo em Valor, no próximo sábado (22), das 9h30min às 15h30min. O evento terá mesas de discussão e exposição de produtos. A iniciativa é da CacauLabs, com apoio da Fundação Cargill.

A Conferência é voltada para pequenos agricultores interessados em expandir seu rol de produtos com a transformação do mel de cacau em derivados. A inscrição é gratuita e deve ser feita no site da CacauLabs (www.cacaulabs.com). As vagas são limitadas.

PARTICIPAÇÕES CONFIRMADAS

A mesa de discussão Mel de Cacau: qual o seu valor? A Pergunta de Milhões terá a colaboração dos produtores Paulo Torres e Osvaldo Brito, que administram as fazendas Novo Oriente e Taboquinhas, respectivamente.

Já o segundo debate, sobre tendências e inovações no beneficiamento do mel de cacau, contará com a presidente da Cooperativa de Serviços Sustentáveis da Bahia, Carine Assunção. A gestora vai apresentar detalhes da fabricação da Cerveja Cabruca, que incorpora o resíduo da secagem do cacau em sua receita.

Outra atração da Conferência será a mostra de materiais audiovisuais produzidos durante expedição da equipe da CacauLabs, em 2021.

Faixa 2 do Programa beneficia famílias com renda mensal de até R$ 20 mil || Foto Agência Brasil
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Instituições financeiras credenciadas pelo Banco Central a realizar operações de crédito começam a oferecer, nesta segunda-feira (17), a renegociação de dívidas para a Faixa 2 do Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes (Desenrola Brasil). Segundo o Ministério da Fazenda, cerca de 30 milhões de brasileiros podem se beneficiar nesta etapa.

A Faixa 2 do programa abrange a população com renda de dois salários mínimos – R$ 2.640 até R$ 20 mil por mês. As dívidas podem ser quitadas nos canais indicados pelos agentes financeiros e poderão ser parceladas, em, no mínimo, 12 prestações. Também é necessário ter sido incluído no cadastro de inadimplentes até 31 de dezembro de 2022.

Nesta fase do programa, também serão perdoadas dívidas bancárias de até R$ 100. Nesse caso, o nome da pessoa será retirado dos cadastros de devedores pelas instituições financeiras. Segundo o Ministério da Fazenda, com essa medida cerca de 1,5 milhão de pessoas deixarão de ter restrições e voltarão a poder ter acesso ao crédito.

FAIXA 1

A habilitação de agentes financeiros para a Faixa 1 do Desenrola Brasil também já está disponível. Nesse caso, os agentes financeiros terão de fazer a solicitação na plataforma do Fundo Garantidor de Operações (FGO) Desenrola Brasil e devem cumprir os critérios negociais e tecnológicos previstos no Manual de Procedimentos Operacionais do FGO Desenrola Brasil.

É necessário informar os registros ativos dos inadimplentes no perfil da Faixa 1, e fornecer dados como o número de contrato, a data da negativação e da inserção no cadastro de inadimplência, além dos três dígitos iniciais do número do CPF (Cadastro de Pessoas Físicas) do devedor.

As pessoas com dívidas até R$ 5 mil e que tenham renda de até dois salários mínimos, ou sejam inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), poderão participar do Desenrola Brasil na etapa que terá início em setembro. D’Agência Brasil.

Festival atrai milhares de pessoas ao Centro de Convenções em 4 dias de evento
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A 30ª edição do Chocolat Festival, em Ilhéus, deverá reunir 300 expositores de, pelo menos, 120 marcas brasileiras e internacionais, segundo a organização. O evento começa na próxima quinta-feira (20), no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, na Avenida Soares Lopes, Centro.

Os portões do Centro de Convenções serão abertos às 14h, mas a abertura oficial do Chocolat Festival ocorrerá às 19h, com a presença de autoridades e empresários ligados à cadeia produtiva do cacau e chocolate.

Após a abertura, haverá uma apresentação-show com o chef Ricardo Campos, prevista para as 19h30min, além de aula inaugural de uma cozinha para crianças com a Tia Pri.

PROGRAMAÇÃO

A programação de eventos traz, na sexta-feira (21), os chefs Dani Façanha, que vai compartilhar receitas à base de chocolate, Junior França, às 17h30min; Ricardo Campos, às 19h; e a argentina Mariana Corbetta, às 20h30min. No espaço destinado ao Kids Cooking, até o domingo (23), último dia do evento, e das 15h às 19h, haverá aula de hora em hora para a garotada.

O sábado (22) terá palestras, a partir das 14h30min, sobre produtos de origem e conquista de novos mercados, qualificação para exportação e cases de sucesso na produção de cacau e chocolate finos.

A programação científica do evento reserva um painel sobre demanda global por sustentabilidade e oportunidades para o cacau do Brasil, com Carina Pimenta, secretária nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, dentre outros, e moderação de Pedro Ronca, do CocaaAction Brasil. Para conferir a programação completa do evento, clique aqui.

OS FRUTOS DO FESTIVAL

Idealizar do Chocolat Festival, o Festival Internacional de Chocolate e Cacau, o publicitário e produtor Marco Lessa diz que as edições do evento, desde 2009, atraíram mais de 1 milhão de visitantes. No período, afirma, 80 mil certificações de participantes de oficinas e curtos técnicos e gastronômicos. Essa movimentação e programação científica contribuiu para a criação de cerca de 350 marcas no país.

Dentre as mais de 200 vagas, oportunidade para líder de brigada || Foto PMS Consult
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Com vagas para profissionais das áreas de logísticas, serviços, indústria e construção civil, as unidades do SineBahia nos municípios de Itabuna, Ilhéus e Jequié trazem mais de 210 oportunidades de emprego, estágio e Jovem Aprendiz nesta segunda-feira (17).

De acordo com o SineBahia, são 110 vagas em Itabuna, 56 em Jequié e outras 50 em Ilhéus. O atendimento nestas unidades vai até as 15h30min de hoje. O interessado deve levar carteiras de Identidade e de Trabalho, CPF e comprovantes de endereço e de escolaridade, além de cursos de qualificação, caso possua.

A unidade de Itabuna atende no Shopping Jequitibá, na Beira-Rio. O SineBahia em Ilhéus está situado na Rua Eustáquio Bastos, em frente à Praça Cairu, no Centro. A unidade de Jequié funciona na Avenida Octávio Mangabeira, no Mandacaru. Clique em Leia Mais e confira todas as vagas.

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Mega-Sena sorteia R$ 50 milhões na quarta-feira (19)
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Uma dezena separou um apostador do sul da Bahia do prêmio milionário da Mega-Sena, que na noite de sábado (15), no Espaço de Loterias Caixa, sorteou R$ 40 milhões no concurso 2.611.Feita numa lotérica de Firmino Alves, a aposta simples acertou cinco das seis dezenas. Os números sorteados ontem foram: 4, 12, 18, 21, 25 e 49.

Com acerto das cinco dezenas, o sortudo do município sul-baiano embolsará R$ 25.434,22. Outras 177 apostas espalhadas pelo país também acertaram a quina. Na Bahia, além de Firmino Alves, “bateram na trave” para o prêmio principal moradores de Feira de Santana, Juazeiro, Monte Santo, Salvador e Vitória da Conquista.

Na quadra, 9.213 apostadores serão contemplados com R$ 702,00 cada. Entre os que receberão esse valor estão moradores de Coaraci, Ibicaraí, Ibicuí, Ipiaú, Itabuna, Itacaré, Ubaitaba e Uruçuca. O próximo concurso, na quarta-feira (19), sorteará R$ 50 milhões. O jogo simples custa R$ 5 e pode ser feito em qualquer lotérica do país.

Voa Brasil deve começar em agosto com voo a R$ 200,00 || Foto PIMENTA/Arquivo-12.04.16
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Com passagem a R$ 200,00 por trecho, o ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, informou que o programa Voa Brasil poderá chegar a 1,5 milhão de bilhetes aéreos, por mês. O programa está previsto para começar em agosto, disse França, em aula magna do Instituto de Geografia, no campus Maracanã da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) nesta quinta-feira (13).

O Voa Brasil deve alcançar pessoas que não voaram nos últimos 12 meses. Cada trecho de passagem é fixado em R$ 200 e cada pessoa só poderá comprar quatro trechos. “Vamos iniciar com aposentados, pensionistas e, eventualmente, servidores públicos”, disse o ministro.

“O programa inicialmente tem capacidade de [atender] 1,5 milhão de passagens por mês. Mas vamos começar gradualmente. Esse programa não tem recursos públicos. Estamos usando apenas os assentos vazios das empresas”, explicou.

Segundo o ministro, as companhias Latam, Gol e Azul aderiram ao projeto. “É bem possível que tenhamos uma grande procura de passagens, o que vai permitir que os voos saiam lotados. Ao permitir que os voos saiam lotados, você tem condição de ter mais voos e aí você preenche com os aeroportos regionais”, afirmou França.

De acordo com o ministro, a intenção é vender esses bilhetes mais baratos fora da alta temporada, em dois períodos, de fevereiro a junho e de agosto a novembro, quando tradicionalmente ocorre uma ociosidade média de 21% nos voos domésticos.

Sebrae e Prefeitura apresentam ações da Semana de Inovação de Ilhéus || Divulgação
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O Sebrae e a Prefeitura de Ilhéus apresentaram as ações da Semana de Inovação 2023, que vai promover palestras, minicursos, oficinas e seminários sobre empreendedorismo, atividades com metaverso e oportunidades de investimentos no mercado digital, de 18 a 26 de agosto. Para o lançamento, as instituições organizaram atividades, nesta quinta-feira (13), no Teatro Municipal, com a presença do investidor Fernando Seabra, especialista em inovação.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Informática e Eletrônicos de Ilhéus e Itabuna (Sinec), Sílvio Comin, a Semana de Inovação será uma oportunidade de apresentar a dinâmica do segmento industrial ilheense, sobretudo no Polo de Informática. “Temos indústrias das mais diversas e mais relevantes do país, dentro da produção de computadores, servidores, urnas eletrônicas e projetos na área de telecomunicações”, exemplificou.

A Semana de Inovação será dividida em cinco arenas temáticas, voltadas para indústria, empreendedorismo (Cacau Valley IFestival 2023), turismo, políticas pública e potencial empreendedor. Interessados(as) já podem fazer a pré-inscrição no site do evento (www.semanadeinovacaoilheus.com.br).

EMPREGO HOJE - Unidade do SineBahia no município de Ilhéus atende no SAC (foto acima), na Rua Eustáquio Bastos, Centro || Imagem GMaps
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Mais de 260 vagas em áreas como indústria, transportes, serviços e vendas são ofertadas, nesta sexta-feira (14) pelo SineBahia nos municípios de Itabuna, Ilhéus, Jequié e Mucuri (confira todas as oportunidades ao final da matéria).

A maior oferta é na unidade de Itabuna, com 110 vagas, seguida pelos municípios de Jequié (55), Ilhéus (52) e Mucuri (52).  Os interessados devem procurar o SineBahia até as 15h30min, portando carteiras de Identidade e de Trabalho, CPF e comprovantes de residência e de escolaridade.

A unidade de Itabuna atende no Shopping Jequitibá, na Beira-Rio, e a de Ilhéus, na Rua Eustáquio Bastos, em frente à Praça Cairu, no Centro. Quem pretende buscar a unidade de Jequié deve se dirigir à Avenida Octávio Mangabeira, no Mandacaru. A de Mucuri fica no centro da cidade, no Ponto SAC. Clique em Leia Mais e confira todas as vagas.

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Na unidade de Itabuna há vaga para motorista de ônibus urbano || Foto UFPE
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Os municípios de Itabuna, Jequié e Porto Seguro trazem, nesta quinta-feira (13), um total de 181 vagas de emprego e de estágio e para Jovem Aprendiz, com intermediação do SineBahia. A relação completa de oportunidades pode ser conferida mais abaixo, no leia mais.

O maior número de vagas é ofertado pela unidade do SineBahia de Itabuna, com 108 oportunidades de emprego e de estágio. Jequié traz 62 e Porto Seguro, no extremo-sul baiano, anunciou 11.

Os interessados devem se dirigir ao serviço estadual até as 15h30min de hoje, com carteiras de Identidade e de Trabalho, CPF e comprovantes de residência e de escolaridade.

A unidade SineBahia em Porto Seguro funciona no Shopping Central Park, na região central da cidade. Em Itabuna, o atendimento é no segundo piso do Shopping Jequitibá, na Avenida Aziz Maron (Beira-Rio). Quem vai procurar a unidade de Jequié deve se dirigir à Avenida Octávio Mangabeira, no Mandacaru. Confira as vagas abaixo.

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São mais de 170 vagas de emprego nos três municípios hoje
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As unidades do SineBahia dos municípios de Camacan e Itabuna, ambas na região sul, e Jequié, no sudoeste, estão com total de 171 vagas de emprego e estágio abertas nesta quarta-feira (12). São vagas em várias áreas e para diversas profissões, dentre elas, supervisor de loja, social media e consultor.

Os interessados devem procurar o SineBahia nestes municípios até as 15h30min desta quarta, munidos de carteiras de Trabalho e de Identidade, CPF e comprovantes de residência e de escolaridade. Pode também apresentar certificados de cursos de qualificação, caso possua.

Do total de vagas, são 102 em Itabuna, 63 em Jequié e 6 em Camacan. Para conferir todas as vagas disponíveis, basta clicar em Leia Mais, abaixo.

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Foto Marcello Casal Jr/ABr
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A queda no índice oficial de inflação em junho, anunciada nesta terça-feira (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é vista como um elemento de pressão para o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) iniciar um ciclo de cortes da taxa básica de juros, a Selic, a partir de agosto, opinam economistas ouvidos pela Agência Brasil.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em -0,08% no mês passado. Foi o menor índice para um mês de junho desde 2017. Os grupos alimentação e bebidas e transportes foram os que mais ajudaram a puxar os preços para baixo no mês passado.

“A inflação está em uma trajetória decrescente desde fevereiro, e o acumulado em 12 meses está em 3,16%, bem no centro da meta de inflação. Como a taxa Selic é para se atingir esta meta, a cobrança pela redução deve ganhar força”, diz o professor Jorge Claudio Cavalcante, do Departamento de Análise Econômica da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).

O economista Fabio Bentes, da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), considera o resultado do IPCA uma “grata surpresa”. “Esperava até uma estabilidade, uma ligeira queda, e veio um recuo um pouco mais forte que o esperado”, avalia.

Para André Braz, do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), há três fatores principais que fazem pressão sobre a autoridade monetária. Um deles é o índice de difusão, que mede o percentual de produtos e serviços que registraram aumento de preços. Esse índice tem apresentado queda. “Em junho caiu para 50%. Esse número dois ou três meses atrás estava em torno de 60%, então, isso mostra que menos produtos e serviços subiram de preço, isso é um bom indicativo”, destaca.

Outro fator, segundo Braz, é o chamado núcleo da inflação. “O núcleo tem a tarefa de medir a verdadeira tendência da inflação e, apesar de estar muito distante da meta, está mostrando desacelerações, isso também antecipa que a inflação está realmente em um processo de redução”, analisa.

O economista destaca ainda o comportamento dos preços dos alimentos. “Isso é bom porque mostra que, onde a população mais carente sente mais a inflação, o IPCA também está perdendo fôlego. Esse processo de desinflação que começa nos alimentos favorece a condição da própria política monetária [controle dos juros]. Eu diria que a gente tem os elementos para um primeiro corte na taxa básica de juros na reunião [do Copom] de agosto”, aponta Braz.

O economista e professor do Ibmec Gilberto Braga acredita em um consenso por redução dos juros, mas aponta um sinal de alerta que pode diminuir o tamanho do corte.

“Houve um aumento no preço dos serviços, que é um setor extremamente relevante dentro da composição da inflação. É o único ponto negativo que se pode verificar nesse IPCA de junho. Isso afasta a possibilidade, no meu ver, de uma redução maior que 0,25 ponto percentual”, avalia.

BOLSO DO CONSUMIDOR

Apesar de o grupo alimentação e bebidas ter sido o de maior impacto no recuo dos preços em junho, o professor Jorge Claudio Cavalcante, da Uerj, explica que não necessariamente a população possa já ter sentido esse alívio no bolso. “Devemos esperar uma queda mais pronunciada até que as pessoas comecem a sentir um alívio”, prevê.

Destacando que o IPCA de junho apontou uma queda de 8,96% no preço do óleo de soja, o economista Ricardo Caldas, professor da Universidade de Brasília (UnB), aponta que o consumidor ganha poder de compra. “É uma queda bastante substancial e, certamente, vai refletir no poder de compra porque o consumidor que economiza com óleo de soja vai gastar esse dinheiro que sobra em outras coisas.”

“A percepção geral, quando você compara numa perspectiva de mais longo prazo, é de que os alimentos ainda estão caros, o que, de fato, se comprova porque eles foram os vilões da inflação desde a pandemia. Quem faz compra de maneira frequente percebe que alguns itens ficaram mais baratos. Mas aquelas pessoas que não vão com habitualidade aos mercados e que têm memória de preços ainda têm uma noção de que está tudo muito caro”, aponta Gilberto Braga.

COPOM

O professor Marco Antônio Rocha, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas), relativiza a pressão que a inflação negativa de junho pode fazer no Copom.

“A deflação está muito concentrada em itens do IPCA que respondem pouco à política monetária [taxa de juros]. Alimentos têm preço formado em mercado, e transportes são preços administrados, então, no fundo, a política monetária teve pouca relação com essa deflação”, avalia.

O Copom faz reuniões a cada 45 dias, em que decide a taxa básica de juros. Atualmente, a Selic está em 13,75%, sob a justificativa de que é preciso combater a inflação. Ao fim da reunião mais recente, 21 de junho, o Copom emitiu um comunicado para explicar a decisão: “O comitê avalia que a conjuntura demanda paciência e serenidade na condução da política monetária e relembra que os passos futuros da política monetária dependerão da evolução da dinâmica inflacionária, em especial dos componentes mais sensíveis à política monetária e à atividade econômica, das expectativas de inflação, em particular as de maior prazo, de suas projeções de inflação, do hiato do produto e do balanço de riscos”, ressalta a nota.

O juro alto é uma forma de controlar a inflação, pois desestimula o consumo e deixa o crédito mais caro. Porém, é mais recessivo, afetando o crescimento da economia e a geração de empregos. Por isso, governo, empresários e centrais sindicais têm pressionado pela queda da Selic.

A próxima reunião do Copom será nos dias 1º e 2 de agosto. Ricardo Caldas, da UnB, lembra que, além do cenário de deflação recente, uma mudança na formação do comitê aumenta a pressão pela queda da Selic. O Senado aprovou, no começo do mês, os nomes de dois novos diretores indicados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A diretoria agora já não é mais formada apenas por indicações do governo passado. Com isso, a tese da redução da taxa de juros também ganha força dentro do Banco Central”, explica.

O economista Fabio Bentes, da CNC, ressalta o país registra a a menor inflação acumulada em 12 meses, desde setembro de 2020, no auge da pandemia. “Portanto, isso abre espaço para alguma inflexão da política monetária do país”, diz. Para ele, o fato de os preços dos alimentos estarem com uma tendência de queda faz com que uma mudança de postura do Banco Central não se limite a apenas um corte na taxa Selic, mas sim várias reduções.

“[A tendência de queda no preço dos alimentos] é ótima porque tende a fazer com que a inflação ao longo deste ano continue a migrar para o centro da meta, isso deve fazer com que o BC comece a implementar uma sequência de corte nos juros. Claro que o BC não olha para inflação de junho, não olha mais para a inflação de 2023, olha para inflação de 2024. E a expectativa o IPCA de 2024 já está dentro do intervalo da meta de inflação”, ressalta.

A meta para a inflação deste ano é de 3,25%, com variação de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Já para 2024 e 2025, o alvo do governo é um IPCA em 3%, com o mesmo intervalo de variação.

PRÓXIMOS MESES

Apesar de enxergarem espaço para o Copom cortar a taxa de juros, os economistas não acreditam, necessariamente, que haja outros resultados abaixo de zero ao longo de 2023. “Não acho que devemos ver novas deflações, a título de exemplo, sem a redução do preço dos automóveis novos, o IPCA teria uma alta na faixa de 0,05%”, estima Cavalcante, da Uerj.

“O processo de desaceleração dos preços a gente já vê desde janeiro. Isso deve continuar nos próximos meses. Essa queda deve continuar não necessariamente gerando deflação, mas tudo indica que vamos ter um índice de preço em 2023 menor que o de 2022 [5,79%], e o mercado já está apostando para 2023 numa inflação abaixo, ou seja, dentro da meta”, explica Caldas, da UnB.

O economista André Braz, do Ibre/FGV, estima que a gasolina deve ficar mais cara em julho, por causa da volta de tributos federais. Mas sem efeitos tão negativos para a inflação geral.

“A gente está vendo uma descompressão da inflação mais generalizada, principalmente entre os alimentos. A alimentação mais barata beneficia as famílias, principalmente as mais pobres, que comprometem mais da renda para a compra de alimentos. Isso mostra que o processo inflacionário vai ser menos cruel com as famílias que têm menos de defesa”, diz.

Gilberto Braga, do Ibmec, ressalta que o comportamento de preços controlados, como plano de saúde e tarifas de transportes público, luz e água, ainda manterão um comportamento de continuidade na inflação. “A gente tem aniversários de vários contratos importantes, reajuste de tarifas de transporte público em algumas capitais, e, quando você olha a inflação em 12 meses, você puxa a memória para esse reajuste. Essa é uma das razões pelas quais você não derruba a inflação de maneira absurdamente abrupta de uma hora para outra”, explica.

O professor Marco Antônio Rocha, da Unicamp, também acredita que o IPCA vai terminar o ano dentro do teto da meta do BC. Mas ressalta que o Brasil está exposto também a riscos que não dependem da política monetária brasileira. “Pode haver outras pressões que vão surgindo pelo meio do caminho, por exemplo, as questões climáticas tornam muito incerta a situação do preço dos alimentos. Tem turbulências internacionais na zona de conflito na Ucrânia, que podem afetar o mercado internacional, e tem ainda todo o comportamento da economia norte-americana, que parece que está ganhando fôlego”, enumera.

O comportamento controlado do IPCA e um esperado corte na Selic são, de acordo com Fabio Bentes, da CNC, um propulsor para o crescimento da economia. “A gente não tem grandes pressões de preço no horizonte que permitam um excesso de cautela por parte da autoridade monetária. Devemos fechar o ano com uma taxa Selic em torno de 12%, que é muito alta ainda, mas a tendência é o início de um processo de flexibilização e, lá no final de 2024, quem sabe, uma Selic perto de 9%. Estaremos diante, possivelmente, de um novo ciclo de expansão econômica.”