A Procuradoria Regional Eleitoral entrará na justiça com pedido de cassação do mandato do vereador Emetério de Palma Ferreira, do PCdoB de Gandu, no baixo-sul da Bahia. O motivo são documentos que comprovariam a filiação partidária do comunista por um prazo que não lhe daria direito de disputar as últimas eleições.
Emetério teria solicitado sua filiação no dia 7 de outubro de 2011 e disputado as eleições para a Câmara de Vereadores de Gandu no dia 6 de outubro de 2012, antes portanto de completar um ano na legenda.
De acordo com a Lei 9.504/95, que disciplina o processo eleitoral, o candidato precisa estar filiado pelo menos um ano antes da data fixada para o pleito.
Tempo de leitura: < 1minutoColeta de lixo será feita pela Bio Sanear (foto Pedro Augusto/Ascom)
A Bio Sanear acabou confirmada como a vencedora do pregão para escolha da empresa que será responsável pela coleta de lixo e resíduos sólidos em Itabuna. A coleta custará R$ 614 mil mensais.
O nome da empresa foi confirmado após intensa disputa judicial. Uma das concorrentes, a Solar Ambiental, de Ilhéus, entrou com duas ações contra a Bio Sanear, do Grupo Chaves. Conforme apurou o PIMENTA, a Solar tinha a simpatia de grupos ligados à deputada Ângela Sousa (PSD). Já a Bio Sanear, dona da melhor proposta, era a preferida de prefeito e do vice, Claudevane Leite e Wenceslau Júnior.
BIO SANEAR FATURA COM LOCAÇÃO
O valor inclui, também, a coleta de resíduos hospitalares, conforme contrato. Desde o início do ano e após rescisão contratual com a Marquise, o serviço vem sendo operado pelo município com a utilização de caminhões compactadores alugados em uma empresa em Goiás. Mas, desde maio, os veículos em operação, foram locados ao município pela Bio Sanear, pelo valor de R$ 395.880,00, mês.
Jaques Wagner convocou os líderes dos partidos políticos aliados para uma reunião amanhã à tarde. Pauta: avaliação do momento político e da situação financeira do Estado.
No bojo, a necessidade de cortar gastos demitindo ocupantes de cargos comissionados, a parte mais dolorosa do caso.
O jornalista Sandro Moreyra (1918-1987) tinha semelhanças com João Saldanha (1917-1990): eram, ambos, estrelas da crônica esportiva, amigos, às vezes colegas na mesma redação, mas, principalmente os identificava a posse de igual fervor pela fábula: Sandro “criou” muitas das “tiradas” de Garrincha (incluindo aquela em que, durante uma preleção com Feola explicando como chegar ao gol adversário, o jogador teria perguntado: “E o senhor já combinou isso com os russos?”); Saldanha tem entre suas verdades indiscutíveis ter marchado, em Pequim/1949, ao lado de Mao Tsé Tung. Sandro esqueceu-se de inventar um chinês apontando a dupla e perguntando: “Quem é aquele baixinho ao lado de João Saldanha?”.
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Num Ba-Vi, a reação de Mário Vianna
Uma das anedotas de Sandro Moreyra (no livro Histórias de futebol, Coleção “O Dia Livros”, já citado aqui): “Mário Vianna apitava nervosa decisão entre Vitória e Bahia e já no fim o goleiro do Vitória entra de pé na cara do adversário. Sem vacilar, Mário marca o pênalti e expulsa o agressor. Muita discussão, e no meio dela a voz possante do zagueiro Betão, do Bahia, gritando para os do Vitória: ´Não têm que reclamar. Este é o terceiro pênalti que vocês cometem e o primeiro que o careca aqui tem coragem de marcar´. Ferido na dignidade de seus dois enes, Mário Vianna rugiu: ´Ah é? Então não foi pênalti, quem está expulso é esse bobalhão aí, e é falta contra o Bahia”.
Vai longe o tempo em que prometi retomar o romance de capa e espada, após uma referência aos Dumas (Alexandre, pai e filho). O père é autor de Os três mosqueteiros (1844), que responde pelo gênero a que me atenho; o fils, que não lhe queria ficar devendo, respondeu, quatro anos depois, com A dama das camélias. Dois clássicos irremediáveis, na mesma família. O livro do velho Dumas deu régua e compasso à narrativa cheia de intrigas, duelos, guerra, suspense e reviravoltas romanescas conhecida como romance de capa e espada. No caso, o autor de O conde de Monte Cristo, outro clássico, conta as tramas que envolvem o cardeal Richelieu, o Rei Luís XIII e a misteriosa e inescrupulosa Milady.
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Os três mosqueteiros que eram quatro
Para escrever as aventuras de Athos, Porthos, Aramis e D’Artagnan, Dumas se valeu do historiador Auguste Maquet, de quem se informou do ambiente reinante na corte de Luís XIII, dois séculos antes da narrativa. Publicado como folhetim no jornal Le Siècle, o título escolhido pelo autor (Athos, Porthos e Aramis) foi alterado pelo editor para Os três mosqueteiros. Dumas père, que de bobo nada tinha, aceitou a sugestão, percebendo que, por ser absurda (já que os heróis eram quatro), contribuiria para o sucesso da obra. Touché!: o romance está entre os recordistas de longevidade, e inspirou muitos autores – entre eles Ponson du Terrail, Paul Féval ea lusaIsabel Ricardo (O último conjurado).
Perguntaram ao escritor Esdras do Nascimento (foto) se compensa escrever, por serem tão poucos os leitores. A resposta mal humorada: “Vivendo tão mal, sofrendo de verminose, tifo, males cardíacos, tuberculose, sendo roubado a toda hora pelos milionários e pelos políticos, recebendo uma miséria pelo seu trabalho, como é que se pode querer que o brasileiro leia mais? Cadê os hospitais? Cadê as escolas? Quando se pensa no que ganha um professor, por exemplo, na hipocrisia de falar em cultura, no lucro dos banqueiros e supermercados, nos desabamentos causados pela ganância e pela incompetência, é cretinice discutir o baixo índice de leitura no Brasil”.
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Essas mulheres maravilhosas e suas falas
Noutro momento, bem-humorado, Esdras (15 romances publicados, dentre eles A rainha do calçadão, opus 14, que acabo de ler) diz que as mulheres têm uma sintaxe própria, a ser devidamente decodificada. E mostra, para exemplificar, a diferença entre o linguajar da mulher e do diplomata: segundo o escritor, diplomata, quando diz “sim”, quer dizer “talvez”, quando diz “talvez” quer dizer “não”, e se disser “não”, é porque não é diplomata; a mulher emprega signos diferentes: quando diz “não”, quer dizer “talvez”, se disser “talvez”, quer dizer “sim”; e se ela disser “sim”… reduz-se o interesse, não vale mais a pena.
E meados dos anos 30, imperavam as big bands americanas (também chamadas por aqui de jazz bands), à frente gigantes como Glenn Miller, Benny Goodman, Tommy Dorsey e Harry James. É nesse clima que um conde alemão de quem me foge o nome resolveu criar algo parecido em João Pessoa/PB, nascendo a Jazz Tabajara, em 1934, mais tarde Orquestra Tabajara. Para o caso, interessa que Severino Araújo (1917-2012) assumiu a direção do grupo em 1938 (aos 21 anos) e fez da Tabajara uma marca nacional. Eclética, a “Orquestra Tabajara de Severino Araújo” tocou muita música americana, mas não se descuidou dos temas nacionais, indo do samba à lambada de Beto Barbosa, do frevo ao bolero.
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Improviso ousado para um grande tema
O maestro dirigiu a banda durante 79 anos, sendo, aos 90, substituído pelo irmão, Jayme. Nesse período, a Tabajara tocou com grandes cantores, entre eles Orlando Silva e Francisco Alves, além de animar muitos bailes aqui e no exterior. É quase impossível encontrar um brasileiro com mais de 60 anos (a geração que dançou de rosto colado) que não conheça a Tabajara. Com olho e ouvido “clínicos”, Araújo sempre soube escolher bons músicos. Por exemplo o saxofonista, arranjador e professor Dulcilando Pereira, apelidado Macaé (nascido no ano em que Araújo assumiu a orquestra, 1938). No vídeo, sob a batuta do maestro Severino, o ousado improviso de um tema, para mim, sagrado: Manhã de Carnaval.
Tempo de leitura: < 1minutoParede da sala onde ficava o cofre da lotérica foi destruída (foto Carlos Figueiredo / Itamaraju Notícias)
Ladrões invadiram uma casa lotérica em Itamaraju, extremo-sul da Bahia, na madrugada deste sábado, 17. Na ação, os bandidos quebraram a parede da sala onde ficava o cofre da agência e conseguiram levar R$ 30 mil. A polícia está à caça dos suspeitos e não descarta a participação de funcionários no crime.
Outras duas casas lotéricas foram assaltadas também neste sábado, nas cidades de Rio do Antônio e Paramirim, ambas no sudoeste da Bahia. Nos dois casos, os bandidos chegaram em motocicletas e fugiram com quantia não divulgada.
Em Paramirim, a polícia já tem a identificação dos criminosos e realiza buscas na região. Com informações do G1
Tempo de leitura: < 1minutoCarros destruídos no protesto de ontem na BR-101 em Buerarema (foto Gilvan Martins).
Tropas da Força Nacional de Segurança devem chegar a Buerarema, no Sul da Bahia, neste domingo (18), conforme assegurou o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça) em contato com o governador Jaques Wagner. O ministro também determinou o reforço do efeito da Polícia Federal na região do conflito entre agricultores e índios da etnia tupinambá, entre os municípios de Una, Ilhéus e Buerarema.
O pedido de envio da Força Nacional de Segurança já havia sido feito no mês passado, mas a urgência aumentou com o recrudescimento do conflito desde o final de semana passado, quando fazendas começaram a ser invadidas pelos tupinambás. Os índios são acusados de usar armas de grosso calibre e atear coquetel molotov contra uma propriedade, atingindo dois produtores rurais e um trabalhador, além de destruir uma mercearia (relembre aqui).
Ontem, a BR-101 ficou interditada por quase 12 horas pelos produtores rurais e populares da região de Buerarema. Cerca de seis mil pessoas participaram dos atos que resultaram em saque à agência da Cesta do Povo em Buerarema, além de quatro veículos dos governos Federal e Estadual incendiados. Wagner disse que o efetivo da Polícia Militar na região também será reforçado.
Médico, ex-prefeito de Santo Antônio de Jesus, depois deputado federal (e secretário da Saúde), Ursicino Queiroz foi a Nazaré visitar um compadre. Conversa amena, indagou:
– E cadê Toninho, meu afilhado? Fiz o parto daquele moleque, batizei e nunca mais o vi.
– Ah, Dr. Ursicino, já está um homem, mas não dá para nada, nada, nada. Já fiz de tudo. Botei para trabalhar na Oldesa (fábrica de azeite de dendê), não ficou, botei no hospital, não ficou, não quer nada.
– Não quer nada, como? Ele sabe ler e escrever?
– Sabe, mas trabalhar que é bom, nada.
– Isso não pode ficar assim. Então vamos candidatar ele a vereador. Eu apoio.
– Ah, bom… Pra isso ele leva jeito. Fala mais do que a nega do leite e mente que só ele.
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia (Sinjorba) e a Associação Bahiana de Imprensa (ABI) – Seccional Sul – repudiam qualquer tentativa de intimidação aos profissionais de Imprensa no exercício da sua profissão. Nesse sentido, protestamos contra o ocorrido nesta quinta-feira (16), durante manifestação de produtores rurais no município de Buerarema.
As entidades se solidarizam com os repórteres Roger Sarmento e Marcos Roberto, da TV Santa Cruz, impedidos de realizarem, com segurança, o trabalho de cobertura dos acontecimentos. A intimidação aos profissionais de imprensa em nada contribui para a solução dos conflitos de terra no sul da Bahia. No exercício da profissão, os repórteres são sempre orientados a ouvirem as partes envolvidas, sem curvar-se a interesses particulares.
Quaisquer tipos de agressões a jornalistas e radialistas, no exercício da profissão, sejam elas perpetradas pelo Estado ou por cidadãos comuns, constituem ofensa violenta à liberdade de expressão e o Estado democrático de Direito.
Bahia, 16 de Agosto de 2013.
Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Bahia (Sinjorba) Associação Bahiana de Imprensa – Seccional Sul
Em greve há quase um mês, os servidores municipais ilheenses fazem nova sinalização de que têm interesse em retomar as atividades.
Os sindicatos que representam as cinco categorias do funcionalismo já haviam dispensado o ganho real, limitando-se a exigir a recomposição dos salários diante das perdas acumuladas com a inflação. Nesta sexta-feira, 16, as entidades decidiram em assembleia que o governo não precisará pagar de imediato os valores da revisão retroativos à data-base dos servidores.
A proposta será feita ao governo nesta segunda-feira, 19, e caso haja acordo, a greve será encerrada. Os sindicatos dizem que continuam dispostos a fazer parte de uma comissão para analisar a gestão municipal e propor medidas para tirá-la da crise.
A mudança de opinião dos prefeitos também é muito relativa. Afinal, os ensinamentos bíblicos dão conta que nem sempre as obrigações são fielmente cumpridas como juradas. E a passagem da expulsão dos vendilhões do templo por Jesus Cristo serve de exemplo límpido e claro.
Enquanto a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna não consegue fazer milagre, o prefeito de Itabuna, Vane, que nem apóstolo ainda é, tenta realizar essa proeza. Mas, a exemplo do que nos ensina a Bíblia, não multiplicará pães e peixes, ou transformar água em vinho, e sim diminuir os já parcos recursos públicos do Município de Itabuna em ações temerárias.
Para conseguir esse fato, nem tão inédito, já deu ordens expressas à Procuradoria Jurídica do Município no sentido de que “busque formas” de pagar os mais de R$ 4 milhões numa ação ordinária de cobrança (nº0014890-03.2008.8.05.0113) que tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública de Itabuna. Através de acordo, é claro.
Proposta em 15 de setembro de 2008 pela Santa Casa de Misericórdia de Itabuna contra a Prefeitura, a ação sempre foi considerada temerária, por não possuir provas concretas da prestação dos serviços prestados. A ação tem como características singulares:
1 – não ter sido proposta para ser julgada pela Justiça, e sim através de acordo, não admitindo contestação ou qualquer verificação, seja a que título for, inclusive auditoria para verificar a origem do pretenso debito;
2 – é, inicialmente refutada pelos prefeitos, quando entram, embora eles mudem de ideia pouco tempo depois. Foi assim com o capitão Azevedo e agora com Vane do Renascer. E não explicam a origem da mudança e da pretensão de pagamento;
3 – na ação, a autora age como se tivesse a presunção de veracidade dos fatos alegados – fé pública – só por ser considerada “entidade filantrópica”.
Só que a ação foi contestada pela Procuradoria Jurídica, quando proposta, e os pseudodocumentos comprobatórios não resistem a uma simples análise, embora continuem os mesmo e as discussões sobre o acordo sejam feita fora do ambiente forense.
Conduta idêntica ocorre em relação ao aval do secretário Municipal da Saúde, que nem sempre concorda em apor seu “chamegão” no pretenso “cheque em branco”. Mudam-se os secretários, o problema persiste, aguardam-se novos argumentos dos procuradores-jurídicos de plantão do Município.
Mas como nem sempre o procurador é servidor concursado do município e sim nomeado pelo governo, as possibilidades de pareceres e entendimentos poderão ser os mais díspares possíveis. Até porque o entendimento do direito tem duas vias: a de quem pede e a de quem contesta, capazes de encher páginas e páginas de argumentos.
A mudança de opinião dos prefeitos também é muito relativa. Afinal, os ensinamentos bíblicos dão conta que nem sempre as obrigações são fielmente cumpridas como juradas. E a passagem da expulsão dos vendilhões do templo por Jesus Cristo serve de exemplo límpido e claro.
Tudo que é alegado nos autos tem de ser provado através dos mais diversos tipos de prova admitidos em direito. Não basta, apenas dizer que “assim se passou” e os documentos acostados não resistirem a uma simples verificação, ou como se diz no jargão forense, não subsiste a uma simples análise perfunctória (com redundância e tudo).
Ora, se nem aos sacerdotes (vide a Bíblia) a promessa assumida é uma garantia da conduta, na política, onde a arte de mentir é o que vale, seria diferente. Na política, o que voga é assumir o compromisso futuro de descumprir.
Nesse caso, restaria apenas ao Ministério Público reparar os desvios por acaso cometidos, agindo como Jesus Cristo ao expulsar os vendilhões do templo, ou, no caso, das instituições públicas.
Já dura seis horas a interdição da BR-101 em Buerarema e manifestantes acabam de tocar fogo em um Ford Fiesta do Governo do Estado. É o quarto veículo incendiado desde as 10 horas da manhã, quando produtores rurais e populares fecharam a BR-101. Por volta das 14h, um grupo ateou fogo numa picape Ford Ranger com marca do governo baiano.
Os manifestantes também fazem críticas ao governador Jaques Wagner e cobram do Estado solução para o conflito entre produtores rurais e índios da etnia tupinambá. Antes, dois veículos do Governo Federal, um deles cedido à Prefeitura de Pau Brasil, foram incendiados no protesto (confira mais abaixo).
A previsão agora é de que a pista seja liberada somente no final desta tarde. Um caminho alternativo para quem sai ou passa por Itabuna e deseja chegar a municípios como Camacan ou ao extremo-sul é a BA-001, via Ilhéus, seguindo até Santa Luzia.
Tempo de leitura: < 1minutoCaminhão flagrado desperdiçando água é clandestino, segundo Emasa.
A Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) emitiu nota para informar que é “clandestino” o caminhão-pipa denunciado nesta manhã de sexta (16) neste blog (reveja aqui).
Segundo a direção da Emasa, “o veículo em questão não pertence, nem presta serviço à empresa, nem seus condutores pertencem ao seu quadro de funcionários”.
A nota ainda informa a existência de “dois carros-pipas, nas ruas de Itabuna, comercializando água clandestina. Além desse comércio constituir crime previsto pelo Código Penal, também é uma ameaça à saúde de quem consome o líquido de origem desconhecida”.
Casos como este podem ser denunciados à própria Emasa ou à polícia.
Cerca de 5 mil pessoas fecharam a BR-101, há pouco, em protesto contra a barbárie promovida por supostos índios tupinambás em Buerarema, no sul da Bahia. Os manifestantes denunciam a brutalidade nas invasões a propriedades em Buerarema e Una.
O comércio de Buerarema também aderiu ao movimento desta manhã. O temor é de que os atos de violência e tortura praticados contra produtores rurais e funcionários se reproduzam nas áreas disputadas pelos tupinambás. Liderança do movimento ouvida pelo PIMENTA, diz que a promessa é só liberar o tráfego na rodovia por volta das 17h.
Na quarta (14), produtores foram atacados e perderam cerca de R$ 13 mil em mercadorias e dinheiro, levados por um bando que se identificava como tupinambá. As vítimas foram identificadas como Agnaldo Moreira, Meire Souza Nascimento e Domício Nascimento, de 86 anos. Eles foram atingidos por um coquetel molotov ateado pelo bando contra a mercearia da Fazenda Paraíso. Agnaldo e Meire são produtores e Domício é trabalhador rural.
Cinco propriedades foram invadidas no último final de semana. Os proprietários e trabalhadores foram expulsos sob a mira de armas de grosso calibre, segundo relatos das vítimas.
Pelo menos três irmãos de Rosivaldo Ferreira, o Babau, são acusados de liderarem os movimentos contra os fazendeiros. O cacique Babau está em manifestação nacional em Brasília (DF).
A companhia aérea Passaredo alterou seu itinerário no aeroporto de Valença, que foi reaberto para voos comerciais no dia 29 de junho. Desde então, opera com a linha Valença – Salvador, que saía aos sábados, às 16h40, da capital, retornando do Baixo-Sul no mesmo dia, às 17h40.
Com o novo itinerário, o voo semanal para Valença sai de Salvador às 16h43 de sábado e o retorno se dá no domingo, às 12h15.
O motorista de um caminhão-pipa abriu o reservatório do veículo na manhã desta sexta-feira, 16, e deixou grande quantidade de água escorrer para a rua, no Jardim Vitória, em Itabuna. A cena intrigou quem mora numa cidade onde o abastecimento ainda é problemático em muitos bairros. Sem falar que se vive um momento no qual o apelo ao consumo racional de água é mais forte do que nunca, dada a escassez do recurso.
Um leitor do PIMENTA, incomodado com o desperdício literalmente escancarado, registrou o fato.