
O início: “Cresci rabiscando as paredes das casas que morava e logo meus irmãos perceberam que estava nascendo mais um desenhista na família. Quando digo mais um é porque na última contagem encontramos 14. Hoje, com certeza, o número aumentou. Tenho dois filhos que adoram desenhar. De tanto rabiscar as paredes e desenhar para os amigos, ganhei a primeira oportunidade em 1984 para trabalhar em um escritório de arquitetura do meu tio Alfredo Coelho”.
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