Tempo de leitura: < 1 minuto

Segundo o blog “O Tabuleiro”, a Prefeitura de Ilhéus continua submetendo servidores a dificuldades e constrangimentos devido à apropriação indébita de valores que deveriam ser utilizados para cobrir descontos de empréstimos consignados. Outro hábito recorrente da Secretaria de Finanças do governo seria ainda o de não repassar o dinheiro abatido pela utilização do cartão de compras “Vale Mais”.
Tanto no caso dos consignados quanto no do cartão de compras, a Prefeitura é acusada de reter ilegalmente valores que são descontados dos contracheques dos funcionários.
O secretário Jorge Bahia foi procurado pelo blog para explicar essa situação, mas a reportagem não o localizou.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Dois homens numa moto assassinaram o corretor Juliano Marques, por volta das 15h30min, em um posto de combustível na avenida Inácio Tosta Filho, centro de Itabuna. Pelo menos cinco tiros foram deflagrados contra a vítima, dois deles na cabeça.
Uma ambulância do Samu 192 chegou ao local, mas o corretor já estava morto. A polícia não descarta que a execução esteja ligada ao comércio de carros roubados e “pokemons”.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do G1:
Um índio da tribo pataxó foi assassinado na noite de domingo (28), em um bar próximo à aldeia Trevo, do Parque Nacional Monte Pascoal, em Itamaraju, sul da Bahia. De acordo com a polícia, Ubaldo Ferreira da Conceição, de 28 anos, foi degolado a golpes de facão quando estava com os amigos. A polícia investiga o motivo do crime e diz que o nome do suspeito deve ser divulgado na tarde desta segunda-feira (29). Durante a manhã, cerca de 100 índios se reuniram em frente à delegacia para cobrar justiça.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Um ônibus que realizava o transporte de eleitores foi apreendido neste domingo, 28, quando ocorreu a eleição do Conselho Tutelar de Itabuna. Segundo a polícia, o veículo estava a serviço da candidata Sandra Rejane, que concorria com o número 248. A ação policial foi requisitada pelas promotoras Renata Barros e Renata Caldas Lazarani.
Dentro do veículo foram encontrados santinhos com o nome e número da candidata. Passageiros foram ouvidos pela polícia e confirmaram que iriam votar em Sandra Rejane.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do Estadão
SÃO PAULO – Desde junho, os presos brasileiros têm direito a reduzir um dia da sua pena a cada três dias dedicados ao estudo. O objetivo é ajudar os detentos a conseguir emprego quando forem soltos e diminuir a reincidência, mas a medida corre risco de não sair do papel. Dos cerca de 500 mil presos no Brasil, apenas 8% estudam, segundo pesquisa inédita obtida pelo estadão.com.br. A demanda por ensino é muito maior – 64% dos presos não completaram o ensino fundamental – mas faltam recursos para levar as salas de aula para dentro dos presídios. Quem ganha com isso, segundo especialistas, é a escola do crime.
Leia mais

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do G1
Pouco mais de oito horas após o término da cirurgia emergencial pela qual foi submetido, o quadro de Ricardo Gomes permanece o mesmo. O estado do técnico do Vasco é grave, mas estável. Ele segue internado em coma induzido na UTI do Hospital Pasteur, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e respira com auxílio de aparelhos. Ricardo está sendo reavaliado pela equipe médica para que se tenha uma posição mais concreta e sejam definidos os próximos passos.

Tempo de leitura: 3 minutos

Câmara de Vereadores fraquinha essa de Itabuna. Aliás, é até desperdício de vocábulo dizer o que todo mundo já sabe, mas tomem isso por um desabafo que este blogueiro não conseguiu conter. Não comparem a um flato inadvertido, com o perdão dos mais sensíveis, mas é que uma coisa puxa a outra e os assuntos parecem ter a mesma natureza… Se é que vocês me entendem…
Vemos aqui desta tribuna um legislativo apagado, amorfo, insosso, mas não inodoro… Porque cheira mal! E o cloro do vereador Clovis Loiola não ajuda a tornar o ambiente mais asséptico, até porque ele já proclamou que na Câmara falta cloro.
Também faltam trabalho, sensatez, correção e aquele negócio chato, mas importante, chamado liturgia do cargo. Nas sessões, alguns se comportam como se estivesse em casa (da Mãe Joana), no boteco, na feira… Tudo menos em uma Câmara Municipal, onde se esbanja dinheiro do povo para manter uma estrutura de produção quase nula. Aliás, caso recebessem pela produtividade legislativa, os vereadores teriam que arranjar urgentemente outro meio de vida.
A produção pela qual a maioria dos “edis” se notabiliza está no campo do fisiologismo. Aquele tão abertamente assumido pelo vereador Raimundo Pólvora, ao admitir certa vez que teria sido colocado de castigo pelo prefeito, porque se comportara mal em uma votação, mas logo seria reabilitado e teria seus cargos de volta. Confissão gravada, caso alguém possa duvidar…
Na relação do toma lá, dá cá, o vereador Roberto de Souza teve recentemente o passe adquirido por uma FICC, e o tucano Solon Pinheiro também espera algum cabide para “ficar”… Falam até em uma expectativa que ojovem tem de emplacar sua consorte no cargo de procuradora do município, o que materializa o novo grande projeto da vereança itabunense: “Rec orra ao erário e faça a patroa feliz”.
Tudo em nome da harmonia no lar.
 
***
 
Como diria aquele colunista social, causou frisson a montagem em que aparecem Geraldo Simões e Fernando Cuma como noivos, além de Azevedo como padrinho ou papagaio de pirata. Não tanto pela insinuação do casamento eleitoral, de fato cogitado nos encontros das alcovas políticas…
O que causou burburinho mesmo, sobretudo nas hostes cumistas, foi a opção do autor da montagem de escolher seu líder como a feliz noiva, de véu e grinalda. Eles veem na aparente brincadeira uma insinuação de que o velho Cuma estaria rumando para uma parceria Itaparica, na qual ele levará… a pior.
Dizem que foi essa interpretação esdrúxula, anterior à montagem, que levou “a noiva” a dar um salto mortal e partir com uma voadora no peito aberto e descamisado do repórti que lhe perguntou sobre o tal casamento.
 
***
 
Lá das bandas de Trípoli, onde a mais antiga ditadura africana acaba de ser apeada do poder, um leitor do PIMENTA indica o paradeiro do secretário de Desenvolvimento Urbano de Ilhéus, Carlos Al-Freitas.
Confiram o relato sobre a participação do intrépido ilheense em mais um capítulo da “Primavera Árabe”:
Segundo alguns “brimos” lá dos desertos líbios, o Carlinhos foi visto desesperado, todo descabelado e sem cafie ou tharbuk, nas ruas de Trípoli próximas ao Palácio.
Pelo que se sabe, Carlinhos procurava Muhaammad Al-Gaddahfi, de quem é amigo chegado. Do ditador, ele esperava obter apoio irrestrito para permanecer à frente da Secretaria de Desenvolvimento Urbano de Ilhéus. Pediu também uma vacina polivalente que o imunize e proteja contra as investidas dos “colegas” secretários, do babalorixá Pai Cidão, dos servidores públicos, do Cafu, do pessoal da limpeza urbana, dos prestadores de serviços, dos terceirizados, dos comerciantes do centro e dos bairros, dos fornecedores, dos moradores dos bairros e dos vereadores…
A lista completa se encontra acessível na Biblioteca Pública, no Colégio General Osório (há risco de desabamento, por isso levem capacetes e luvas).
 
***
 
Está indócil o tal “caminhão de japonês” que transporta as pré-candidaturas não-jabistas ao Palácio Paranaguá. Em toda reunião, como a do PSB na última quinta-feira, a japonesada parte pra cima de Jabes Ribeiro com espírito de samurai, de modo que o cenário eleitoral em Ilhéus vai ficando mesmo com jeito de tatame de jiu-jítsu.
Por enquanto, Jabes Ribeiro tem margem confortável na preferência do eleitorado, mas não escolheu bem a indumentária para a luta com os japas. Afinal, saia justa e salto agulha de 12 centímetros não têm nada a ver com artes marciais… Nem eleitorais!
 
***
 
Tá servido de mais PIMENTA? Clique aqui.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Apesar do ambiente “superior”, eleição para reitoria de universidade também tem alguns ingredientes típicos dos sufrágios comuns, a exemplo de desvios, uso da máquina em favor ou desfavor de determinado candidato, denúncias e outros bafafás…
Na disputa pela reitoria da Uesc, os candidatos que combatem o status quo reclamam de que o atual reitor Joaquim Bastos tem dado uma mãozinha a sua candidata, a atual vice-reitora Adélia Pinheiro. Um dos instrumentos utilizados com esse objetivo seria o informativo interno da universidade.
Em sua página 8, a última edição do informativo aborda a eleição uesquiana, mas não cita os professores Mayana Brandão e Valter Silva, candidatos ao cargo de reitor. O único nome citado é o da professora Adélia, que teve direito até a uma pequena biografia publicada no jornalzinho.
Quem pode, pode…

Tempo de leitura: < 1 minuto

Torcedores do Flamengo buscavam uma razão para os desacertos rubro-negros em campo. Sem muito esforço, identificaram um tremendo pé-frio na arquibancada do Engenhão, ali, com uma latinha na mão, diretamente de Ilhéus, sul da Bahia. O Fla empatou em 0 a0 com o Vasco, teve jogador expulso ainda no primeiro tempo e passou sufoco.

De latinha na mão, Cacá Pé-Frio entre os torcedores do Flamengo.

Tempo de leitura: 5 minutos

“POETA” AGRIDE A LITERATURA NORDESTINA

Ousarme Citoaian
Várias mídias festejaram que um delegado de Brasília “lançou mão dos seus dotes poéticos cordelistas” (sic) para relatar o inquérito sobre a prisão do receptador de uma moto roubada. É lamentável que os veículos, por ignorância de quem os produz, deem abrigo a coisas desse tipo. O delegado, longe de poetar, agride a poesia: na sua versalhada (mais de 60 linhas) não há um só verso razoável. Piligra e Gustavo Felicíssimo, que cultivam o gênero, não encontrarão aqui nada que se salve. “Já era quase madrugada/Neste querido Riacho Fundo/Cidade muito amada/Que arranca elogios de todo mundo” – é a primeira quadra, anunciando o atentado à métrica. Deus, oh Deus, onde estás que não respondes? Sextilhas piores virão.

TERNO AÇOITE DE CORDAS LEVES E SONORAS

“Logo surge a viatura/Desce um policial fardado/Que sem nenhuma frescura/Traz preso um sujeito folgado”. Fiquemos por aqui, para não propagar artigo tão pífio, nem aumentar o calor da indignação. Sentenças e petições em versos não são novidade. Era 1955, em Campina Grande, quando o advogado Ronaldo Cunha Lima (foto) foi chamado a “soltar” um violão tomado de um grupo de boêmios. O “cliente” é “qualificado” em decassílabos: “Seu viver como o nosso é transitório,/mas seu destino, não, se perpetua./Ele nasceu para cantar na rua/e não pra ser arquivo de cartório”. Conclusão: “Mande soltá-lo pelo amor da noite/que se sente vazia em suas horas,/pra que volte a sentir o terno açoite/de suas cordas leves e sonoras”.

VERSEJANDO, CARLOS MARIGHELA TIROU DEZ

Se os 40 versos do futuro político Cunha Lima são bons, os 14 do juiz Arthur Moura, sobretudo os últimos, atingem a alma: “Recebo a petição escrita em verso/e, despachando-a sem autuação,/verbero o ato vil, rude e perverso,/que prende, no cartório, um violão./Emudecer a prima e o bordão,/nos confins de um arquivo em sombra imerso/é desumana e vil destruição/de tudo que há de belo no universo./Que seja solto, ainda que a desoras,/e volte à rua, em vida transviada,/num esbanjar de lágrimas sonoras./Se grato for, acaso ao que lhe fiz,/noite de lua, plena madrugada,/venha tocar à porta do Juiz”. Carlos Marighela (foto) tirou dez numa prova de Física, em versos(no Colégio da Bahia,1929). O delegado, a meu juízo, zero.

AS AGÊNCIAS DEVERIAM ASSINAR SUAS PEÇAS

Quem tiver a grandeza de perdoar à publicidade alguns excessos, como tirar o acento circunflexo de Banco Econômico (marca já extinta) e colocar acento agudo em pitu, da Aguardente Pitu, terá bons momentos a apreciar. Gosto tanto do tema que sugeri às agências divulgarem seus nomes nas peças que produzem. Seria, pareceu-me, boa forma de separar os bons dos medíocres. Ziraldo disse que divulgar uma obra de arte sem nome do autor (ele falava de música, mas eu incluo aí a propaganda) equivale a passar um cheque sem fundos. Minha ideia mereceu somente o desdém de um publicitário.

ANÚNCIO TRANSFORMADO EM OBRA DE ARTE

Entre clientes e publicitários há divergências. Os primeiros, por natural pragmatismo dos negócios, acham “bom” o anúncio que leva o cliente potencial ao ponto de venda – e, conforme diz o merceeiro da minha rua, “o resto é poesia”. As agências às vezes têm outra visão: ao invés de um simples anúncio para vender sabão, aspiram a obra de arte. É como bater pênalti: há quem dê uma cacetada entre o goleiro e um dos postes (o que é praticamente indefensável, devido à velocidade da bola); outros preferem um toque “artístico”, com risco de levar sua torcida a lagrimejar frustração e raiva.

DO SUTIÃ E DA BRASTEMP NINGUÉM ESQUECE

Grandes momentos da propaganda brasileira estão no imaginário de várias gerações:  Brastemp (“não é nenhuma brastemp, mas…”), Coca-Cola (“não é essa coca-cola toda”), Bayer (“se é Bayer, é bom”), Valisère ( ”o primeiro sutiã ninguém esquece”), A Tarde (“se deu n´A Tarde é verdade”) são clientes que ficaram famosos graças a suas contas publicitárias. Melhoral é um caso à parte: mesmo de baixa qualidade (“é melhor e não faz mal”) seu slogan pegou feito chiclete. Junto à lista um que vi há pouco na tevê, sobre um restaurante que trabalha com pescado: ”Dos mares, o melhor”. Perfeito.

COMENTE! » |

UMA CANÇÃO ME PERSEGUE HÁ MEIO SÉCULO

Defendo a tese de que nossa sensibilidade tem variações palpáveis, de acordo com o tempo e o espaço. E isto me parece tão óbvio, acaciano, primário e rasteiro que provavelmente alguém já defendeu tal ponto de vista. Estou querendo dizer que uma obra de arte (ou qualquer acontecimento) nos atinge de maneira diferente, a depender da circunstância em que com ela temos contato. Não somos máquinas. Pegamos um livro num dia e não lhe toleramos nem a leitura das primeiras frases; mais tarde, descobrimos que o mal não estava no livro, mas em nós. Não sei com que estado de espírito vi o filme O mágico de Oz para que a canção-título (Somewhere over the rainbow) jamais me saísse da memória.

NÃO HÁ LUGAR MELHOR DO QUE NOSSA CASA

O tempo passou, passou a grande atriz-cantora Judy Garland (1922-1969), chegamos à era da insensatez, quando a tela foi transformada em geradora de sangue e secreções sexuais. Mas a história da menina Dorothy e sua estranha trupe (o leão covarde, o espantalho e o homem de lata) permanece. Dorothy Gale (com seu cãozinho Totó) embarca num ciclone, viaja pela Estrada de Tijolos Amarelos, é assediada por bruxas más do Leste e do Oeste, chega à Cidade das Esmeraldas, entra em contato com o Mágico de Oz – e logo vai descobrir esta verdade universal que muitas vezes nos escapa: “Não existe lugar como a nossa casa”. De passagem: a terra de Oz tem menções literárias que remontam a 1910 (o filme é de 1939).

O FILME É ETERNO PORQUE FALA DE SONHO

Penso que O mágico de Oz é eterno porque fala de um dos mais universais dos nossos sentimentos – o sonho: “Em algum lugar além do arco-íris/os pássaros azuis voam/e os sonhos se tornam realidade”. A música ganhou registro de artistas do nível de Ray Charles, Ella Fitzgerald, Eric Clapton e Sarah Vaughan. Na excepcional trilha sonora de Uma babá perfeita (a que nos referimos recentemente) lá está Over the rainbow, cantada por uma visceral Jevetta Steele, em gravação especialmente para o filme. Há de se notar o sax tenor de Rickey Woodard (foto), com entradas precisas. Sabendo-se coadjuvante, Woodard se mantém nos limites. Mesmo quando tem preciosos 35 segundos para improvisar, evita que seu sax roube a cena.

(O.C.)

COMENTE! » |

Tempo de leitura: < 1 minuto

Nosso velho amigo Felipe de Paula, de lá das Alagoas, nos envia esta imagem, que o deixou bastante intrigado. Trata-se do registro da passagem das candidatas ao título de Miss Universo pelo Hospital São Luiz, em São Paulo. As beldades, dentro daquela agenda politicamente correta desses concursos, ajudam a divulgar a campanha sobre o tratamento do lábio leporino.
Mas o que chamou atenção do amigo foi a expressão de inefável contentamento do sujeito de jaleco e a posição em que suas mãos se encontram, num jeito de que estão ali para disfarçar uma abrupta e inesperada empolgação…
Coisas da vida, como diria o mestre Odilon Pinto.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Carlinhos Freitas já fazia falta em Newton Lima quando ambos jogavam no mesmo time de futebol

O prefeito de Ilhéus, Newton Lima (PSB), vive um dilema que lhe corrói: o que fazer com o ainda secretário de Desenvolvimento Urbano do Município, Carlos Freitas…
O secretário deixou o cargo, afirmando que saía apenas temporariamente, mas todo o governo diz que se trata de adeus e não até breve. Freitas, na linha do “vocês vão ter que me engolir”, disparou telefonemas para a imprensa, avisando que logo estará de volta. Quem também recebe longos, chorosos e demorados telefonemas do secretário é o prefeito Newton Lima, que chama Freitas de “Carlinhos” e lhe tem uma amizade que vem dos tempos em que ambos jogavam no mesmo time de futebol amador.
Aqui, um parêntese: o prefeito já disse a muita gente, até rindo da piração, que “Carlinhos”, mesmo quando jogavam na mesma equipe, aplicava entradas violentas no próprio companheiro. Como permanece do mesmo jeito no governo, fica patente uma inclinação do prefeito para o masoquismo.
Na semana passada, o vereador e ex-secretário de Governo Alcides Kruschewsky, do mesmo partido do prefeito, disse que Newton Lima terá que escolher entre as travas da chuteira de “Carlinhos” e o PSB. Tem gente apostando que, de um jeito ou de outro, o prefeito sairá dessa com a canela detonada.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Foi apresentada na noite desta sexta-feira, 26, em um coquetel no Palace Hall, a programação de leilões da Expofenita (Exposição Agropecuária e Feira de Negócios de Itabuna). O evento está agendado para o período de 25 de setembro a 2 de outubro, no Parque de Exposições Antônio Setenta.
O evento tem confirmados os leilões do Haras do Yoyô e convidados, Show de Leite do Sul da Bahia e Show de Corte do Sul da Bahia. Na noite de ontem, também foram apresentadas algumas novidades para a Expofenita 2011, como a modificação da estrutura da arena de rodeios.