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Drogas, arma e munição apreendidas com o casal em Ilhéus.
A polícia militar prendeu um casal em Ilheus por tráfico de drogas e porte ilegal de armas. Evanda de Jesus Cardoso Santos, 36, e Ueliton Souza Soares, 21, foram presos em flagrante quando caminhavam pela Rua da Floresta, no Malhado.
Os policiais da 70ª Companhia Independente abordaram o casal e apreenderam uma bolsa com 27 papelotes de cocaína, milhares de saquinhos para embalar droga, tesoura, colher e um frasco de essência de cabacinha.
Os objetos e a droga estavam na bolsa de Evanda. De acordo com a polícia, Ueliton estava com um revólver calibre 38, com cinco cartuchos intactos e dois cartuchos de espingarda calibre 32. Ueliton e Evanda foram encaminhados para o Complexo Policial de Ilhéus.
Para quem tem dinheiro, abadás e uma relativa segurança, com a proteção dos cordeiros, muros de Berlim humanos a separar a elite dos sem fantasia.
Nem bem os últimos acordes dos trios elétricos haviam silenciado e já brotavam discussões sobre o Carnaval de Salvador, considerado por muitos a maior festa popular do planeta.
Há um consenso de que, apesar dos números grandiosos de público e de recursos movimentados, o carnaval da capital baiana não teve a devida exposição na mídia nacional, leia-se Rede Globo de Televisão, que é efetivamente o que interessa aos patrocinadores, que investem milhões de reais nos blocos e camarotes e não o fazem nem por caridade nem por espírito festeiro.
Não precisa ser sociólogo, turismólogo, futurólogo ou “axeólogo” (esses ´gênios´ da música), para perceber que o Carnaval de Salvador precisa encontrar um novo modelo, reciclar-se, dar uma repaginada.
O modelo atual, que já atravessa duas décadas, definitivamente cansou. É a repetição da repetição, da repetição, da repetição.
O que começou como lazer e entretenimento e depois virou negócio, inverteu-se a passou a priorizar o negócio, deixando o lazer e o entretenimento como subprodutos caros, pra quem pode pagar.
Esse talvez tenha sido o primeiro e maior equívoco.
A propalada maior festa popular do planeta aos poucos foi se transformando num evento onde a exclusão social salta aos olhos.
Os blocos, transformados em empresas altamente rentáveis, fizeram a seleção natural, não pela cor, mas pelo poder aquisitivo. Para quem tem dinheiro, abadás e uma relativa segurança, com a proteção dos cordeiros, muros de Berlim humanos a separar a elite dos sem fantasia.
Do lado de fora, espremidos num espaço exíguo, a patuleia denominada pipoca, sorvendo as sobras da festa, numa versão carnavalesca da Casa Grande e Senzala.
Como os blocos se tornaram um espaço de turistas e nativos dispostos a pagar caro pelos abadás, perdeu-se aquela espontaneidade típica do baiano. Produz-se um clima de alegria, mas é uma alegria artificial.
Blocos e trios se repetem na mesmice, com as coreografias idênticas e reverberando os sucessos instantâneos.
Tudo se resume a Ivete Sangalo, Chiclete com Banana, Cláudia Leitte e a banda e/ou o cantor do momento, cuja fama mal ultrapassa de um ano a outro, e uma mistura de dinossauros do axé com bandas que nunca passaram do patamar mediano. Uma coisa mecânica, sem contar que a qualidade das músicas é sofrível, mas isso é uma questão de gosto. E gosto não se discute.
O que tem que se discutir é a fórmula do Carnaval Baiano e encontrar alternativas para que ele volte a ser menos negócio e mais lazer e entretenimento.
O exemplo pode ser dado pelo Rio de Janeiro, que faz seu carnaval para turista ver (e pagar bem por isso) na Marquês de Sapucaí, mas nos últimos anos redescobriu os blocos que surgem espontaneamente em toda a cidade. Festa popular na acepção da palavra, reunindo milhões de pessoas, cada qual fantasiado à sua maneira.
Até mesmo Pernambuco, com seu frevo meio mecanizado, é um exemplo de que dá pra manter a festa como negócio, mas sem escancarar na exclusão social, como na Bahia.
É preciso voltar aos tempos em que atrás do trio elétrico só não ia que já havia morrido.
Hoje, ao menos nos grandes trios e atrás nos grandes artistas, só vai quem pode pagar.
Ou tem vocação para pipoca, segregado pela corda e pelo muro.
Ilheenses apontaram suas preferências com relação aos participantes de uma corrida programada para 2012. Consultados esta semana, 39,7% dos moradores da cidade dizem torcer para que o piloto de iniciais J.R., da equipe PP, cruze a linha de chegada em primeiro lugar.
A soma dos que dizem não torcer para ninguém e dos que não souberam responder corresponde ao percentual de 25%. O piloto patrocinado por uma loja de colchões vem atrás nas preferências, com 11,5%, rigorosamente empatado com Dr. Tucano, atualmente vice-campeão.
Entre os pilotos da equipe PT, a melhor posicionada representa o grupo das carmelitas descalças, com 4,2%. Outros dois membros desta equipe foram incluídos na consulta, mas a torcida por eles é pequena, na casa de 1%.
O participante da equipe PSB, que correu na etapa baiana em 2010, conta com 3,7% das preferências, enquanto o representante do comércio, ainda sem equipe definida, aparece com 2,5%.
O precário sistema de saúde de Itabuna é o tema de capa da revista Contudo deste final de semana. O secretário Geraldo Magela fala das dificuldades encontradas e sinaliza com um plano para o retorno da municipalização da saúde. Desde 2008, Itabuna perdeu a gestão plena devido a falta de pagamento e desvios de recursos da média e alta complexidade.
Um dos pontos polêmicos da entrevista é a resposta de Magela sobre a quais senhores serve (e ele responde: “Augusto Castro e Capitão Azevedo”).
A revista também traz informações sobre o inquérito da Operação Vassoura-de-Bruxa e as implicações políticas e judiciais para o ex-prefeito Fernando Gomes, indiciado pela Polícia Federal por seu envolvimento com o esquema de corrupção que desviou mais de R$ 50 milhões em prefeituras sul-baianas. Além de Fernando, também fora indiciados o ex-prefeito de Ilhéus, Valderico Reis, e o atual mandatário da Terra de Gabriela, Newton Lima.
As comemorações pelo dia de São José, santo padroeiro de Itabuna, começam às 5h deste sábado, com uma alvorada, seguida de três missas na Catedral de São José. Milhares de fiéis (e políticos) são esperados para a tradicional procissão, às 16h, que sairá da catedral e percorrerá as principais vias do centro.
O Banco do Brasil notificou nesta sexta (18) mutuários e avalistas de financiamento de recuperação da lavoura cacaueira. O banco dá prazo de 90 dias para que responsáveis por quase 700 operações de crédito agrícola renegociem débito. É isso ou inscrição na Dívida Ativa da União.
A CDL de Itabuna vai jogar pesado na campanha de vendas que envolverá três datas importantes do comércio: dias das Mães e dos Namorados e São João. Neste ano, a campanha vai sortear 50 vales-compras de 500 reais, quatro motos, dez televisores LCD e um carro zero quilômetro.
A ação promocional começa na primeira quinzena de abril e vai até o final de junho. A campanha distribuirá cinco milhões de cupons, segundo afirmou ao PIMENTA o presidente da entidade, Jorge Braga. Somente em premiação, a CDL e parceiros investirão algo em torno de R$ 90 mil para sacudir o comércio.
A Insinuante, uma das gigantes do varejo brasileiro, utiliza constantemente a calçada da praça Adami como depósito e dificulta o ir-e-vir de pedestres, desrespeitando o Código de Posturas do município. Quem transita frequentemente por ali critica a ocupação da calçada, também usada como depósito de detritos ao final de cada dia. O flagrante é do fotógrafo Pedro Augusto.
Calçada vira depósito para loja instalada na esquina da praça Adami com a Cinquentenário.
Disputa: Ângela (à esquerda) e Augusto, separados por Rosembeg Pinto e Ivana Bastos.
A disputa pelos holofotes da comissão especial do Complexo Porto Sul na Assembleia Legislativa tem gerado atrito entre os deputados sul-baianos Augusto Castro (PSDB) e Ângela Sousa (PSC).
Augusto propôs a criação da comissão e Ângela representa o bloco PTN-PSC. O deputado tem ocupado os ouvidos de demais colegas de comissão para pedir ajudinha, visando baixar a bola da veterana, que estaria mais buscando os holofotes do que contribuir com a discussão sobre o projeto bilionário.
Há quem veja a disputa entre os dois como também um reflexo do desejo de Augusto de controlar o PSDB de Ilhéus, que é comandado (ainda) pelo vice-prefeito Mário Alexandre.
Ederivaldo Benedito agora tá surfando nas ondas da internet. O jornalista e apresentador lançou nesta sexta-feira, 18, o Blog do Bené.
Na estreia, o site traz como destaques uma entrevista com o bispo da Diocese de Itabuna, Dom Ceslau Stanula, e as consequências do corte orçamentário federal de R$ 50 bilhões nas pequenas cidades baianas.
Irresponsabilidade e mau-exemplo: esse depósito de pneus, a céu aberto, um enorme foco de dengue, ficava em plena sede da coordenação de combate a endemias em Itabuna. Os pneus foram removidos esta semana, após denúncia do Pimenta
O índice de infestação por focos do mosquito Aedes aegypti em Itabuna é hoje quase 15 vezes superior ao que o Ministério da Saúde considera seguro. De acordo com os dados apurados no primeiro ciclo epidemiológico (meses de janeiro e fevereiro), 14,72% dos imóveis da cidade contêm criadouros do inseto que transmite a dengue.
Uma fonte da Vigilância Epidemiológica explica que somente por um motivo os itabunenses não enfrentam hoje uma epidemia nos mesmos moldes da que devastou a cidade em 2009: é que o vírus em circulação (tipo 2) é o mesmo daquele ano e grande parte da população está imune a ele.
Ou seja, só o acaso da sorte para salvar o itabunense porque a prevenção contra a dengue continua um fiasco.
As entrevistas realizadas pela empresa Compasso nesta quarta-feira, 16, e ontem (17) apontaram alto índice de rejeição ao governo Newton Lima. Para 82,3% das 602 pessoas entrevistadas, a administração é classificada como ruim ou péssima. O percentual de moradores que consideram a gestão regular é de 12,8%, ao passo que 4,3% a veem boa ou ótima. Diante da pergunta dos entrevistadores sobre a avaliação do governo, 0,7% das pessoas consultadas responderam que não saberiam opinar.
O mais curioso é que os chamados “pardais”, que estão gerando uma overdose de multas de trânsito na cidade, surpreendem com uma boa margem de aprovação na pesquisa. Nada menos que 72,8% dos entrevistados acham a fiscalização eletrônica do limite de velocidade “boa ou ótima”, não se importando com as críticas de que o sistema foi implantado sem estrita obediência às regras do Conselho Nacional de Trânsito e, por isso, está resultando em uma série de recursos contra as multas emitidas.
Levantamento realizado esta semana pela empresa Compasso Pesquisa indica que a grande maioria dos ilheenses apoia o Complexo Intermodal Porto Sul. Pelos números apurados, 83,1% dos moradores do município são a favor da execução do projeto, enquanto apenas 6,8% se manifestam contrários. Outros 8,8% responderam que “depende do impacto”.
Um dado interessante da pesquisa é que somente 1,3% dos ilheenses afirmam desconhecer o projeto. Pesquisa feita em 2010 indicava que apenas 20% da população tinha algum conhecimento sobre o complexo logístico que está para ser construído em Ilhéus. A maior percepção sobre o empreendimento, registrada nesse último levantamento, é vista como resultado das ações de comunicação desenvolvidas pelo Governo do Estado e a Bahia Mineração, empresa-âncora do projeto.
A pesquisa da Compasso foi realizada nos dias 16 e 17 de março e ouviu 602 pessoas em todo o município, inclusive na zona rural. A margem de erro é de 3%.
Tempo de leitura: 2minutosO secretário Leahy e Daniela Bernades, do Walmart, em conversa iniciada em 2009.
As negociações do Walmart para aquisição de uma grande área às margens da rodovia Ilhéus-Itabuna travaram. A multinacional planeja construir uma loja do Maxxi Atacado ao lado da churrascaria Los Pampas e do escritório regional da Coelba, mas o terreno escolhido apresentou uma inesperada supervalorização: a pedida inicial saltou de R$ 2,7 milhões para R$ 4 milhões, apurou o PIMENTA.
O dono do imóvel trouxe “fato novo” a explicar a diferença: disse que o terreno é disputado pelo G.Barbosa, que teria oferecido R$ 5 milhões. O mercado duvida do tamanho da oferta.
Meticuloso, o Walmart tá esperando para ver. Inicialmente, o Maxxi estava previsto para ser inaugurado entre dezembro do ano passado e início de 2011.
A multinacional do varejo estuda a construção da loja em Itabuna desde o início de 2009, recebeu as licenças do município para aqui se instalar e faltava fechar a aquisição do terreno. A área escolhida, e ainda em negociação, tem aproximadamente 15 mil metros quadrados. Se construída, a loja pode gerar 200 empregos.
Se as discussões atrasaram o investimento do Walmart em Itabuna, ao mesmo tempo servem para análise mais apurada sobre a capacidade do eixo Itabuna-Ilhéus comportar três grandes lojas que operem no sistema atacarejo (Atacadão, Makro e Maxxi).
O secretário de Indústria e Comércio de Itabuna, Carlos Leahy, afirma que tanto o Makro como o Atacadão obtiveram retornos mais que satisfatórios dos investimentos feitos às margens da rodovia Ilhéus-Itabuna, a dois quilômetros da área pretendida pelo Walmart, que por aqui mantém loja do Bompreço, no Jequitibá.