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A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (1º), a segunda fase da Operação Cianose para tentar recuperar valores desviados na aquisição de respiradores, na pandemia da Covid-19, pelo Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste).

Policiais federais cumprem 34 mandados de busca e apreensão e medidas judiciais de sequestro de bens, expedidos pela Justiça Federal da Bahia, nos estados da Bahia, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo. Na Bahia, um dos mandados cumpridos foi na Cidade Nova, em Ilhéus.

Os delitos investigados incluem crimes licitatórios, desvio de recursos públicos, lavagem de capitais e organização criminosa, informa a PF.

Ariane ainda permanece desaparecida e polícia mantém prisão de ex-companheiro e suspeito
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A Polícia Civil da Bahia errou ao informar que o corpo encontrado esquartejado e em avançado estado de decomposição, no fim da tarde de sábado (27), é da professora da rede municipal de Camamu, Ariane Roma dos Santos, de 36 anos (reveja aqui). A informação foi corrigida pela Secretaria de Segurança Pública. O corpo é, na verdade, de Valdinéia dos Santos Oliveira, desaparecida desde 19 de julho.

A Polícia Civil (PC) da Bahia havia divulgado, na última terça (30), que o corpo da professora havia sido encontrado esquartejado na localidade de Jiribatuba, em Vera Cruz, na Região Metropolitana de Salvador.

Os familiares de Valdinéia reconheceram o corpo dela no IML de Santo Antônio de Jesus, no recôncavo, por causa de uma foto da tatuagem que ela possuía no braço. A identificação foi confirmada pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), que também negou que o cadáver em questão era de Ariane, como havia sido dito pela PC anteriormente.

“A 5ª Coorpin/Valença se solidariza com os familiares e amigos da professora Ariane Lima dos Santos, por acreditar, baseado em vários indícios, de que o corpo em questão poderia ser o da professora”.

Informou ainda que diligências continuam sendo realizadas com o objetivo de localizar Ariane, vista pela última vez em Camamu. Um homem está preso por suspeita de envolvimento com o sumiço dela. O ex-companheiro de Ariane permanecerá preso preventivamente por porte ilegal de arma e cárcere privado. Com informações do G1-BA.

Felipe Mendes da Silva e Eliando Silva Neves fugiram do presídio de Ilhéus || Imagem TV Santa Cruz
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Um homem acusado de fazer parte de uma facção criminosa com atuação no sul da Bahia foi preso nesta terça-feira (30). De acordo com a polícia, o detido exercia, no grupo, a “função de matador”, e fugiu do presídio Ariston Cardoso, em Ilhéus, em novembro de 2020. Ele escapou na companhia de um comparsa.

Na época, os foragidos foram identificados como Eliandro Silva Neves e Felipe Mendes da Silva, moradores dos bairros Nelson Costa e Alto do Coqueiro, respectivamente. Para escapar da prisão, a dupla quebrou a parede da cela, fez uma corda com lençóis para alcançar o telhado e pulou o muro.

Um deles foi detido nesta terça-feira, no bairro de Cajazeiras XI, em Salvador, durante uma ação que envolveu policiais da Rondesp Central e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Bahia e CPR Sul. A polícia informou que o acusado exibia armas nas redes sociais. Ele não teve o nome divulgado.

O detido hoje na capital possui mandado de prisão e é suspeito de participação em assassinatos no sul da Bahia. O acusado deve passar por audiência de custodia nesta quarta-feira (31), em Salvador.

Corpo de Ariane Ramos foi localizado em Vera Cruz || Reprodução
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A Polícia Civil da Bahia confirmou, nesta terça-feira (30), que um corpo encontrado esquartejado e em avançado estado de decomposição, no sábado (27), é da professora da rede municipal de Camamu, Ariane Roma dos Santos, de 36 anos.

Parte do corpo desmembrado de Ariane – tronco, cabeça e membros superiores – foi localizado já em adiantado estado de decomposição por um caçador, em uma cova rasa nas imediações do quilômetro 23 da BA-001, na localidade conhecida como Jiribatuba, no município de Vera Cruz.

Segundo a família, ela saiu de casa na na tarde do dia 25 de junho, para visitar uma costureira e não foi mais vista. O principal suspeito do desaparecimento é o ex-companheiro da professora, com quem ela tem uma filha de cinco anos.

Segundo a Polícia Civil, os investigadores tiveram acesso a imagens de câmeras de segurança e refizeram os passos da professora, que um dia após o desaparecimento ligou para um familiar relatando que estava sendo mantida em cárcere privado pelo suspeito, em um sítio da região.

Câmeras de segurança instaladas nas ruas de Camamu registraram imagens da mulher caminhando na região da Cidade Baixa e, depois disso, ela não foi mais vista. Devido ao sumiço da professora, familiares registraram queixa na delegacia local.

No dia 4 de julho, o pedido de prisão temporária foi feito pela polícia e concedido pela Justiça. No dia seguinte, a prisão foi convertida em preventiva.

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Homem é morto a tiros no sul da Bahia || Imagem Verdinho de Itabuna
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A Polícia Civil investiga o assassinato de Edvaldo Novaes Moreira, encontrado morto, com marcas de tiros, na madrugada desta terça-feira (30), na rotatória da Rodagem Itajuípe, na BR-101, próximo ao bairro Santo Antônio, em Itabuna.

O Departamento de Polícia Técnica de Itabuna foi acionado e recolheu o corpo para perícia. Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime.

Combustível é apreendido em Itabuna || Foto Polícia Militar da Bahia
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Uma operação da Polícia Militar nesta segunda-feira (29), em Itabuna, resultou na apreensão de quase 400 litros de combustível armazenados ilegalmente, em um galpão, no bairro Nova Itabuna. De acordo com a polícia, o produto é resultado de roubo. O dono do imóvel ainda não foi identificado.

Os policiais militares chegaram ao galpão depois de uma denúncia de que o local era utilizado para armazenamento e comércio ilegal de combustível. A apreensão ocorreu em mais uma etapa da Operação Garra de Arquimedes, do 15º Batalhão da Polícia Militar em Itabuna.

Os policiais informaram que três suspeitos do crime fugiram do local quando a viatura se aproximou. O combustível estava armazenado em 14 galões, dos quais 10 de 20 litros e outros 4 de 50 litros. Além do combustível, um veículo também foi apreendido.A polícia ainda tenta identificar os integrantes da quadrilha que roubava e revendia o combustível.

Veículo atropelou pessoas reunidas em ato político em Barra do Rocha || Foto Giro Ipiaú
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A convenção que oficializou a candidatura do prefeito de Barra do Rocha, José Luiz (PDT), ao segundo mandato quase terminou em tragédia. Apoiadores do político estavam reunidos na Rua Maria Oliveira Bittencourt, na noite deste domingo (28), quando um carro desceu uma ladeira e atropelou quatro pessoas, três mulheres e um homem.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192) socorreu as vítimas e as levou para o Hospital Geral de Ipiaú, a 20 quilômetros de Barra do Rocha, e ao Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, a 73 quilômetros do local do atropelamento. Uma quinta pessoa foi atingida pelo veículo, mas dispensou atendimento médico.

O motorista responsável pelo atropelamento abandonou o carro no local e fugiu. De acordo com a Polícia Civil, o homem já foi identificado e vai responder por lesão corporal culposa na direção de veículo automotor e por fugir do local do acidente.

O prefeito José Luiz manifestou solidariedade às vítimas do atropelamento. “Fico aliviado em saber que não houve perdas de vidas e espero que todos se recuperem o mais rápido possível. Estamos à disposição para oferecer todo o apoio necessário às vítimas e seus familiares neste momento difícil”, concluiu. Redação com Giro Ipiaú.

José da Paixão foi morto em Itabuna após discussão entre motorista e motociclista
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A Polícia Civil confirmou que saiu da arma do policial militar Antonio Araújo da Silva Filho o tiro que atingiu o carro onde estava o pedreiro José da Paixão Santos, de 40, anos, morto no dia 5 de maio, na Rua 4, no bairro Jardim Primavera, em Itabuna. De acordo com as investigações, foi o PM quem fez o disparo depois de cometer imprudência do trânsito.

A certeza da Polícia Civil quanto a autoria do crime aumentou com o resultado do laudo de microcomparação balística. Segundo a polícia, o exame confirma que o tiro que matou José da Paixão Santos saiu da arma do policial, que foi indiciado por homicídio qualificado por motivo fútil e sem chance de defesa da vítima. Antonio Araújo da Silva foi afastado das atividades e está detido. A Polícia Militar da Bahia também apura as acusações contra o suspeito.

Morador da Vila Juerana, em Ilhéus, José da Paixão estava visitando a namorada e, foi morto depois de um suposto desentendimento entre o acusado do assassinato e o motorista do veículo de transporte por aplicativo. O disparo contra os passageiros do carro foi flagrado por câmera de segurança. As imagens mostram também o atirador fazendo uma manobra perigosa, ao chegar no cruzamento, com a motocicleta. O suspeito estava acompanhado de uma mulher.

José da Paixão ocupava o banco do carona do carro de transporte por aplicativo. Além do pedreiro e do motorista, no veículo estavam namorada dele e duas crianças. Eles haviam solicitado uma corrida do Jaçanã para o Monte Libano, ambos os bairros em Itabuna. O PM deverá ser levado a júri popular em Itabuna e, expulso da Polícia Militar da Bahia, caso seja confirmado que praticou o crime.

Major Carlos Araújo recebe comando da 68ª CIPM
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Responsável pela segurança da região central de Ilhéus, a 68ª Companhia Independente de Polícia Militar tem novo comandante. A major Joilma Cordeiro, que exercia o cargo desde março de 2022, passou o comando para o também major Carlos Anderson Araújo de Jesus. O coronel José Andrade Souza Júnior, titular do Comando de Policiamento da Região Sul, presidiu a cerimônia de transmissão do posto.

Oficiais e praças da corporação prestigiaram a solenidade, que ocorreu na segunda (22), no auditório do CPRS, na zona norte de Ilhéus. Major Carlos Araújo assume a 68ª CIPM em meio à articulação de instituições da sociedade civil e de órgãos públicos, inclusive a PM, para aumentar a segurança no centro comercial e oferecer acolhimento a pessoas em situação de rua e usuários de drogas.

Os desafios foram tema de reunião, nesta semana, na sede da Associação Comercial de Ilhéus. Para o comandante da 68ª CIPM, é importante que os empresários registrem boletins de ocorrência dos casos de violação de patrimônio, como os arrombamentos, que tornaram-se comuns no Centro. O oficial enfatizou que o efetivo da Companhia está à disposição para garantir a segurança dos moradores e visitantes de Ilhéus, seguindo determinação do coronel Souza Júnior, do CPRS.

AÇÃO SOCIAL 

A primeira etapa da ação social será uma abordagem de acolhimento às pessoas em situação de vulnerabilidade, na próxima quarta-feira (31), no Centro, em um esforço articulado da Prefeitura de Ilhéus, de entidades de classe e da Polícia Militar.

Na avaliação do psicólogo Gustavo Pestana, da Secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza do município, o suporte a esses cidadãos deve buscar o bem-estar social, a segurança e a saúde pública.

Mãe das vítimas (à dir.) acompanha tentativa de resgate || Fotomontagem PIMENTA
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Equipe do 4º Batalhão de Bombeiros Militar dá continuidade, nesta manhã de sexta-feira (26), às investigações no local do incêndio que tirou a vida de duas crianças ontem (25), no bairro São Lourenço, nas proximidades da BR-101, em Itabuna. Benjamin Rodrigues dos Santos, de 3 anos, e Gabriel Cardoso Lima, 8, morreram carbonizados.

O PIMENTA apurou que a tragédia pode ser sido provocada pela combinação de um curto-circuito na rede elétrica da casa e um vazamento de gás de cozinha. Ao site, o Departamento de Comunicação do 4º BBM explicou que somente a perícia técnica poderá determinar a causa do incêndio.

As crianças estariam dormindo quando as chamas se alastraram pela casa. Os bombeiros chegaram rapidamente no local, mas só puderam controlar o fogo. Benjamin e Gabriel já estavam mortos.

Segundo informações, o pai das vítimas estava no imóvel no momento da tragédia e conseguiu se salvar. Procurada pelo site, a Polícia Civil informou, em nota, que apura o caso:

– A 1ª Delegacia Territorial (DT – Itabuna), investiga as circunstâncias do incêndio em uma residência localizada no bairro São Lourenço, em Itabuna, na região Sul da Bahia. Atingidas pelas chamas, as crianças Benjamin Cardoso Rodrigues Lima e Gabriel Cardoso Rodrigues Lima morreram no local. Foram expedidas guias para perícia e remoção dos corpos.

MP-BA deflagra a Operação Sordidae Manus || Foto MP-BA
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O Ministério Público da Bahia deflagrou, nesta quarta-feira (24), a Operação Sordidae Manus, que investiga um capitão da Polícia Militar e empresários. O oficial da PM e outra pessoa foram presos de forma preventiva. Eles teriam agido em conluio para atrapalhar operações policiais contra comerciantes de Porto Seguro e outras cidades do extremo-sul baiano, informa o MP-BA.

Os investigadores também cumpriram 12 mandados de busca e apreensão em Ilhéus, no sul do estado, Santa Cruz Cabrália, Eunápolis e Porto Seguro. As ordens partiram da Vara de Auditoria Militar de Salvador e da Vara Criminal de Santa Cruz Cabrália. Além do MP, a Operação mobilizou equipes da Secretaria da Segurança Pública da Bahia, da Corregedoria da PM e da Força Correcional Especial Integrada.

De acordo com o Ministério Público, o capitão da PM teria retardado ou deixado de praticar seu dever de policial, inclusive avisando a comerciantes sobre operações da Polícia Militar, para evitar abordagens, possíveis apreensões e flagrantes contra os suspeitos. Apontado como líder da organização criminosa, o policial teria recebido valores indevidos de empresários, comerciantes, pessoas com litígios de terra e políticos de Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro e outros municípios.

O capitão é investigado pelos crimes de prevaricação, associação criminosa, corrupção passiva, concussão (exigir vantagem indevida em razão da função pública), ameaças, receptação, extorsão, lavagem de dinheiro, peculato, dentre outros. Já os comerciantes vão responder por corrupção ativa.

Trabalhadores viviam em alojamento precário, segundo MPT || Foto MPT
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Força-tarefa resgatou 11 pessoas em uma fazenda na zona rural de Ituaçu, município do sudoeste da Bahia. De acordo com o Ministério Público do Trabalho (MPT), os trabalhadores atuavam na colheita de café da Fazenda Ouro Preto e estavam submetidos a regime de trabalho análogo à escravidão.

Além do MPT, a operação da última sexta (19) mobilizou auditores fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego e agentes da Polícia Federal. Os resgatados, assim como outros quatro trabalhadores que deixaram o local antes da chegada dos fiscais, receberam as verbas rescisórias e foram encaminhados de volta para suas casas, no município de Caetanos, também no sudoeste baiano.

O grupo trabalhava sem registro em carteira de trabalho e vivia em alojamento precário, exposto a riscos de acidente e de adoecimento por falta de equipamentos de proteção coletiva e individual. Além do dinheiro pago pelo dono da fazenda, os trabalhadores vão receber o seguro-desemprego especial para vítimas do trabalho escravo.

Após a fiscalização conjunta identificar as condições degradantes de alojamento, a ausência de equipamentos de proteção, como botas, luvas e até calçados, já que alguns trabalhavam de sandálias, o grupo foi retirado da fazenda e encaminhado de volta ao município de Caetanos. O empregador bancou os custos do transporte e da rescisão dos contratos de trabalho.

NEGOCIAÇÃO DE ACORDO

O Ministério Público do Trabalho ainda negocia com o proprietário da fazenda a assinatura de termo de ajuste de conduta. Caso seja concretizado, o acordo será a garantia de que o empregador não mais usará mão de obra análoga à de escravos, sob pena de pagamento de multas.

Também é discutido valor para que o fazendeiro indenize a sociedade pelos danos morais causados. As negociações vão prosseguir durante a semana. Caso não haja acordo, o MPT poderá mover ação civil pública na Justiça do Trabalho.

Mangabeira foi indiciado por importunação sexual
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A Polícia Civil informa que o médico Antônio Mangabeira, ex-candidato a prefeito de Itabuna, é alvo de 21 queixas registradas na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher. As denunciantes dizem ter sofrido abuso sexual durante consultas com o oncologista.

A denúncia da agente comunitária de saúde Romilda Moura contra o médico veio a público na terça-feira da semana passada. No mesmo dia, a empresária Carlessandra Pereira afirmou que o depoimento de Romilda a encorajou a falar publicamente de sua acusação contra Mangabeira, feita ao Ministério Público no ano passado. Depois delas, mais 19 mulheres procuraram a Polícia e denunciaram o profissional de saúde.

Filiado ao PL do ex-presidente Jair Bolsonaro e principal liderança do bolsonarismo em Itabuna e região, Antônio Mangabeira França quebrou o silêncio sobre as acusações nesta terça-feira (16). “Deus no controle de tudo, agradeço as inúmeras mensagens de apoio, a verdade prevalecerá”, escreveu o médico em uma rede social.

Também nesta terça (16), a Justiça negou pedido liminar dos advogados de Mangabeira, que moveram ação para retirar das redes sociais publicações da advogada Úrsula Catarine Matos (veja mais aqui).

Alvos são investigados por fraudes ao seguro DPVAT || Foto PF
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Nesta quarta-feira (17), a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços de Itabuna. As medidas fazem parte das investigações da Operação Lesão Fake, que apura fraude no recebimento de seguro DPVAT, o Seguro Obrigatório para Proteção de Vítimas de Acidentes de Trânsito.

De acordo com a Polícia Federal, a Caixa Econômica Federal suspeitou de crimes de apropriação indébita e ou estelionato em transações ligadas ao DPVAT e encaminhou as informações para a PF. A suspeita é de que os investigados tenham forjado lesões sofridas em acidentes automobilísticos para obter o seguro de forma indevida.

A PF informa, em nota, que as condutas delituosas abrangeram um grande número de pedidos de indenização por acidentes de trânsito. Para isso, os investigados usavam documentos falsos, acrescentou. Os suspeitos, ainda segundo a Polícia Federal, usaram a documentação falsa para endossar informações enviadas ao banco público por meio do aplicativo DPVAT Caixa. Os nomes dos alvos dos mandados de busca e apreensão não foram divulgados.

Antônio Mangabeira: "a verdade prevalecerá" || Foto Divulgação
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O médico e ex-candidato a prefeito de Itabuna Antônio Mangabeira (PL) se manifestou, pela primeira vez, sobre as denúncias de pacientes que afirmam ter sofrido abuso sexual durante consultas com ele, na clínica Oncosul. Os casos vieram à tona na terça-feira da semana passada (9).

“Deus no controle de tudo, agradeço as inúmeras mensagens de apoio, a verdade prevalecerá”, escreveu o médico, hoje (16), em uma rede social.

A mesma publicação parafraseia um provérbio bíblico. “Não acredite de imediato no que te falam, examine sempre os dois lados da moeda. Porque a primeira pessoa a falar a história dela vai parecer que tem razão, até que a segunda venha e se defenda, desmascarando a mentira”, diz o texto compartilhado pelo investigado.

De acordo com a 6ª Coordenadoria de Polícia Civil do Interior, com sede em Itabuna, no total, seis mulheres registraram queixa contra Mangabeira.

DERROTA JUDICIAL

O juiz André Britto, da 3ª Vara Cível de Itabuna, negou pedido de censura movido por Mangabeira na tentativa de retirar das redes sociais publicações da advogada Úrsula Catarine, que compartilhou informações sobre denúncias de assédio sexual feitas por várias mulheres contra o médico.

O PIMENTA teve acesso à decisão do magistrado, que foi publicada hoje (16) e negou liminar para a retirada das postagens.

“No presente caso, a parte autora alega que as postagens realizadas pela primeira demandada transmitem a mensagem de que o demandante já é culpado por crimes que ainda estão em fase de investigação policial, não havendo qualquer condenação penal contra ele. Analisando os documentos apresentados, verifica-se que não há prova inequívoca de que o conteúdo das postagens excede os limites da liberdade de expressão ao ponto de configurar abuso. As postagens referem-se a investigações e acusações, e o direito à crítica, especialmente em temas de interesse público, é parte integrante do debate democrático”, escreveu o juiz.