
Voluntários, entre dentistas cooperados, enfermeiros e estudantes, atenderam não apenas adultos, mas também as 80 crianças que compareceram ao local, que receberam uma atenção especial pra saúde da boca e se divertiram no parque montado.
Existem doenças silenciosas que podem se tornar muito graves se não forem detectadas no início. Durante o evento, a população da comunidade, marcada pela extrema carência de serviços públicos, recebeu, entre outros atendimentos, a aferição da pressão arterial, da glicose e do índice de massa corpórea, importantes para detectar diabetes e hipertensão.
“Dedicar um tempo da sua vida para apoiar o próximo é de extrema importância, pois me sinto feliz ao compartilhar um pouco do que eu sei com as pessoas que precisam’’, afirma o odontólogo Bolívar Landi, voluntário da Uniodonto no Dia de Cooperar em Ilhéus. Essa é a segunda vez que participa do evento, onde palestrou para as crianças sobre cuidados com a saúde bucal.Leia Mais

Na festa, de acordo com o município, a Bahiatursa atuou na contratação das bandas e a prefeitura cuidou da infraestrutura, que incluiu dois palcos, camarote oficial, portal de acesso e montou um pequeno arraial na quadra esportiva na avenida Mário Padre, que funcionou como uma atração à parte.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima já está na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. Ele chegou no início da madrugada de hoje (4). A prisão preventiva foi pedida pela PF e pelos integrantes da Força-Tarefa da Operação Greenfield, a partir de informações fornecidas em depoimentos do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada.
Em janeiro deste ano, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa do ex-ministro, alvo da Operação Cui Bono, que investiga o suposto esquema de corrupção na Caixa no período entre 2011 e 2013 – período em que Geddel ocupou a vice-presidência de Pessoa Jurídica da instituição.
Ao decretar a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal no Distrito Federal, autorizou a busca e apreensão de aparelhos celulares do investigado e a quebra do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos. O objetivo é buscar elementos para comprovar os contatos de Geddel com a esposa do doleiro Lúcio Funaro, preso na Operação Lava Jato.
Na decisão, o juiz diz que Geddel entrou em contato por diversas vezes com a esposa de Funaro para verificar a disposição do marido preso em firmar acordo de colaboração premiada, o que pode caracterizar um exercício de pressão sobre Funaro e sua família. Segundo o magistrado, não é a primeira vez que Geddel tenta persuadir pessoas ou pressioná-las, lembrando o episódio em que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero acusou Geddel de atuar para a liberação da construção de um imóvel em Salvador.Leia Mais

Segundo comunicado das companhias, que não revela o valor do negócio, o objetivo com a aquisição é fazer uma integração intermodal entre Passaredo e Itapemirim e melhorar o atendimento em mercados regionais de pequeno e médio portes, com ligações aos grandes centros.
“O grupo que objetiva crescer não só no transporte de passageiros mas também em cargas, deve incorporar mais 20 aeronaves à frota até o final de 2018, chegando assim a aproximadamente 80 destinos aéreos no interior do país.” Informações do Valor Econômico.


A Polícia Federal prendeu o ex-ministro Geddel Vieira Lima, preventivamente, nesta segunda-feira (3), informou, há pouco, o site da Folha de São Paulo. A prisão ocorreu na Bahia, de acordo com o jornal. O ex-ministro já era investigado na Operação Lava Jato.
Há duas semanas, Geddel chegou a oferecer o seu passaporte ao Supremo Tribunal Federal (STF) como medida para evitar a prisão. Ele é investigado por suspeita de operar esquema no governo federal.
Atualização – Há pouco, o Ministério Público Federal emitiu nota com informações relacionadas à prisão preventiva de Geddel. A prisão tem como fundamento elementos reunidos a partir de informações fornecidas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva – sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada. No pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo de Geddel seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF). Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo.
Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo. Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele em se tornar um colaborador do MPF.
Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso eles pediram a prisão “como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”.
DETIDOS
Com a prisão de Geddel, passam a ser cinco os presos preventivos no âmbito das investigações da Operação Sépsis Cui Bono. Já estão detidos os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o doleiro Lúcio Funaro e André Luiz de Souza, todos apontados como integrantes da organização criminosa que agiu dentro da Caixa Econômica Federal (CEF). No caso de Cunha, Alves e Funaro, já existe uma ação penal em andamento. Os três são réus no processo que apurou o pagamento de propina em decorrência da liberação de recursos do FI-FGTS para a construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Além deles, respondem à ação Alexandre Margoto e Fábio Cleto.
INVESTIGAÇÕES
Geddel Vieira Lima é um dos investigados na Operação Cui Bono. Deflagrada em 13 de janeiro, a frente investigativa tem o propósito de apurar irregularidades cometidas na Vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, durante o período em que foi comandada pelo político baiano. A investigação teve origem na análise de conversas registradas em um aparelho de telefone celular apreendido na casa do então deputado Eduardo Cunha.
O teor das mensagens indicam que Cunha e Geddel atuavam para garantir a liberação de recursos por vários setores da CEF a empresas, que, após o recebimento, pagavam vantagens indevidas aos dois e a outros integrantes do esquema, entre eles Fábio Cleto. Cleto, que ocupou por indicação de Eduardo Cunha a vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias, foi quem forneceu as primeiras informações aos investigadores. Em meados do ano passado, ele fechou acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR).
Em conversas datadas de 2012, por exemplo, os envolvidos revelam detalhes de como agiram para viabilizar a liberação de recursos para sete empresas e um partido político. Entre os beneficiados do esquema ilícito aparecem companhias controladas pela holding J&F, cujos acionistas firmaram recentemente acordo com o MPF. O aprofundamento dos indícios descobertos com a análise do conteúdo armazenado no aparelho telefônico apreendido permitiu aos investigadores constatarem intensa e efetiva participação de Geddel Vieira Lima no esquema criminoso. Além da prisão preventiva, a Justiça acatou os pedidos de quebra de sigilos fiscal, postal, bancário e telemático do ex-ministro.

Um pescador morreu, no início da tarde de hoje (3), quando o barco em que estava naufragou próximo ao Morro de Pernambuco, em Ilhéus. A vítima, de acordo com a Capitania dos Portos, já foi identificada como José Santos Conceição, de Itabuna.
Ele faleceu enquanto era levado para o Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus, informou o Ilhéus em Resumo. Três pessoas estavam na embarcação no momento do naufrágio, sendo resgatadas pelo Corpo de Bombeiros. José Santos não resistiu.
Os outros dois tripulantes, que são de Ilhéus, saíram ilesos do acidente. Os sobreviventes e o Corpo de Bombeiros acreditam que o mau tempo, principalmente os fortes ventos que sopram no litoral baiano hoje, foram as causas da tragédia.

A polícia civil pedirá, ainda nesta segunda (3), a transferências dos líderes de facções criminosas de Itabuna para presídios de segurança máxima, segundo anunciou, há pouco, o delegado regional André Aragão. O pedido será apresentado ao Ministério Público Estadual (MP-BA) e ao Judiciário depois dos ataques ocorridos no final de semana, segundo Aragão em entrevista concedida ao Balanço Geral, da TV Cabrália.
O município teve um dos finais de semana mais violentos dos últimos tempos. Uma criança foi morta a tiros durante ataque de criminosos (veja abaixo). De acordo com informações preliminares, o ataque seria resultado de disputas entre as facções criminosas Raio A e DMP.
O coordenador da Polícia Civil em Itabuna disse que o pedido já está formulado, mas existe um trâmite burocrático. O comando estadual da Polícia Civil é quem deve fazer a solicitação de transferência dos líderes de facções criminosas em Itabuna. Para a polícia, não restam dúvidas de que as ordens para ataques como ocorridos no Zizo, no Gogó da Ema e na Califórnia partiram do presídio.

Renan Melo Xavier | Poder360
Na publicidade, quando uma empresa passa por uma transformação de marca, diz-se que ela está em processo de “rebranding”. Esse movimento tem sido percebido também no universo político brasileiro. Em ano pré-eleições gerais de 2018, partidos de menor expressão apelam para uma mudança de suas marcas com o objetivo de atrair eleitores e afastar suas imagens de partidos tradicionais.
Em 2018, os eleitores vão se deparar com nomes como “Podemos”, “Avante” e “Livres”. No entanto, essas legendas com cara de “novo” já acumulam décadas de atividades.
Um dos partidos mais antigos do país, o PTN (Partido Trabalhista Nacional) foi autorizado em maio pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a mudar de nome. Oficialmente, chama-se Podemos.
Uma das ideias para a mudança do nome do PTN remonta ao slogan da campanha presidencial de Barack Obama nos Estados Unidos em 2008, o “yes, we can”. O partido, no entanto, tem se espelhado no desempenho do presidente eleito da França em 2017, Emmanuel Macron. Tanto é que os membros não querem que o Podemos seja chamado de partido e, sim, de “movimento”.
O antigo PTN já teve 1 presidente da República: Jânio Quadros, em 1960. A sigla, contudo, vinha escrevendo uma história tímida nos últimos anos. Em 2014, por exemplo, elegeu apenas 4 deputados federais. Meses depois, ficou com apenas 2.
Com a ideia de mudança de nome, outros deputados apoiaram a presidente do partido, a deputada Renata Abreu (SP), e passaram a compor a nova sigla. O Podemos foi lançado oficialmente neste sábado (1.jul.2017), contando com 14 deputados federais e 2 senadores.
O Podemos deve lançar candidatura à Presidência da República em 2018, com o nome do senador Álvaro Dias (PR). Ao longo dos 72 anos de história do PTN, o partido disputou apenas as eleições presidenciais de 1960 e 1998.
Outro caso é o do PT do B (Partido Trabalhista do Brasil). Ainda sem autorização do TSE, o partido quer se chamar Avante. E 1 dos motivos para a mudança é o “PT” que ele carrega atualmente no nome.
A legenda quer desassociar sua imagem ao Partido dos Trabalhadores –1 dos mais afetados com os escândalos de corrupção dos últimos anos.
Com 28 anos de atuação, o PT do B tem apenas 4 deputados federais. A sigla não tem pretensões de disputar o Planalto em 2018 como o Podemos, mas quer melhorar os números no Congresso Nacional.
Não são apenas os pequenos partidos que pensam em mudar de nome. Em novembro do ano passado, o presidente do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), o senador Romero Jucá (RR), apresentou uma proposta para o partido voltar a se chamar apenas MDB, como nos tempos de oposição à ditadura militar.
A ideia, contudo, não deve prosperar até as eleições de 2018.

Moradores do Gogó da Ema interditaram a Avenida Manoel Chaves (Kennedy) nesta manhã de segunda (3) para pedir justiça e apuração da morte de Keven Lúcio Araújo Braga, de 8 anos. A criança foi assassinada a tiros enquanto brincava, na noite de sábado (1º). A comunidade foi surpreendida pela invasão e ataque dos criminosos. Keven foi vítima de bala perdida.
Os moradores bloquearam as duas pistas da avenida que liga vários bairros da região à Avenida Princesa Isabel, no São Caetano, e à BR-101. Houve congestionamento no local. Uma barricada foi colocada no local e incendiada, para evitar o tráfego de veículos. O Corpo de Bombeiros foi acionado.
De acordo com relatos, grupo de bandidos chegou na comunidade atirando. Além da morte de Keven, o ataque deixou duas mulheres baleadas. Ambas foram levadas para o Hospital de Base de Itabuna. Uma das vítimas já foi liberada. A outra estava internada até o início desta manhã.

– É maior queixa da população, hoje – diz o secretário.
A vencedora da licitação foi a Ghia Engenharia, que operava o sistema de iluminação de Itabuna até o início deste ano. O secretário também enxerga mudanças positivas na área da saúde com a chegada de uma nova secretária. Elizângela de Oliveira, ressalta Alisson, tem experiência em saúde pública.

Começou hoje (3) o prazo para os microempreendedores individuais (MEIs) pedirem o parcelamento de dívidas com a Receita Federal. Os débitos apurados na forma do Sistema de Recolhimento em Valores Fixos Mensais dos Tributos abrangidos pelo Simples Nacional (Simei) até a competência do mês de maio de 2016 poderão ser pagos em até 120 prestações.
O pedido de parcelamento deverá ser apresentado a partir de hoje até 2 de outubro de 2017, das 8h às 20h, horário de Brasília, exclusivamente por meio do site da Receita Federal , do portal e-CAC ou do portal do Simples Nacional. Para o parcelamento, não é necessária apresentação de garantia. O valor mínimo das parcelas é R$ 50.
É a primeira vez, desde a criação do MEI, em 2009, que o governo abre um programa de parcelamento de débitos.
De acordo com a instrução normativa que disciplina o parcelamento, não podem ser parcelados débitos, como os inscritos em Dívida Ativa da União, os relativos aos Impostos sobre Operações ferentes à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação e sobre Serviços de Qualquer Natureza inscritos em dívida ativa dos estados ou municípios, além de multas por descumprimento de obrigação acessória e débitos relativos à contribuição previdenciária descontada de empregado.
No parcelamento será possível reduzir o valor da multa. Haverá redução de 40% se o requerimento for feito no prazo de 30 dias, contado da data em que foi notificado do lançamento ou de 20% se o pedido de parcelamento for feito no prazo de 30 dias, contado da data em que foi notificado da decisão administrativa de primeira instância. Informações da Agência Brasil.

O presidente da Associação dos Defensores Públicos da Bahia – Adep/BA, João Gavazza, corroborou com a opinião do momento vivido pela Instituição ser histórico para a população baiana. Ainda segundo Gavazza, o defensor público tem como missão fazer com que presos, mulheres e idosos em situação de violência, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, pessoas com deficiência, índios, LGBTS entre outros grupos possam ter voz na sociedade.
Ouvidora-geral da DPE/BA, Vilma Reis reafirmou o papel da Defensoria como órgão de defesa da população e lembrou o pioneirismo da Instituição ao reservar 30% de vagas para a população negra.

O secretário chegou à Lapinha por volta das 7h, para integrar o cortejo liderado pelo governador Rui Costa. Durante conversa com jornalistas, ele destacou o empenho do governo estadual para atrair novos voos e fortalecer a economia com a geração de empregos no mercado do turismo. “Com o objetivo de também atrair novas frequências regulares, o governo já reduziu a alíquota de ICMS para o querosene de aviação [QAV], numa política que produz bons resultados para o setor”, disse.
Os voos extras partem de Belo Horizonte, São Paulo, Campinas, Guarulhos, Goiânia e Brasília, entre outras cidades. A Gol informou que vai realizar 528 voos extras no período de férias, entre a primeira semana de julho e o dia 16 de agosto. A Azul oferecerá mais de 120 voos extras para a Bahia. Já a Avianca distribuiu os voos adicionais entre 30 de junho e 5 de agosto. Os voos foram aprovados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).




















