Aparentemente, entrou água nos projetos governistas de anunciar neste final de semana o nome do – ou da – vice na chapa do petista Rui Costa. Nos bastidores, houve ranger de dentes por parte do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, apoiado pelo seu partido, o PDT.
Na avaliação pedetista, Jaques Wagner cedeu demais ao PP, esquecendo-se do aliado de primeira hora. Nos bastidores, houve até sinal de que Nilo poderia engrossar as fileiras da oposição. Por estes dias, convém não perguntar ao governador quem será o vice – ou, pelo menos, quando será anunciado…
Nove anos depois da morte do então prefeito de Jussari, Valdenor Cordeiro, ainda permanece a dúvida: homicídio ou morte natural? Atendendo a um pedido do Ministério Público Estadual (MP-BA), o juízo da 1ª Vara do Júri em Itabuna determinou a reconstituição do caso. Davi Pedreira, advogado da família de Valdenor, reúne depoimentos e aponta indícios de que a morte não teria sido natural.
“Quando foi encontrado o corpo da vítima, o imóvel estava bastante bagunçado, com muitas coisas quebradas e fora do lugar”, diz o advogado, acrescentando que uma empregada que trabalhava na casa da vítima encontrou seringa no forro do imóvel dois meses após o crime, o que reforçaria a tese de morte por envenenamento.
Todos os exames toxicológicos já realizados pela polícia técnica descartaram o envenenamento do prefeito, encontrado morto em sua própria residência um dia depois da posse. Davi lembra que a Valdenor, antes da posse, afirmou que estava recebendo ameaças.
Uma das chaves para esclarecer a morte de Valdenor é a testemunha Valdelice de Jesus Maciel. Ela depôs várias vezes à polícia, cita Davi, e reafirmava ter visto seis homens pulando o muro para entrar na casa da vítima. Todos eles foram reconhecidos e citados nominalmente.
Segundo Davi, um dos suspeitos citados pela empregada é o secretário de Administração de Jussari, José Guimarães. Outros dois são guardas municipais: Roni Monteiro e Raimundo de Souza do Carmo, conhecido como Bem-Te-Vi. Os demais citados foram Josivaldo de Almeida Cabral, Simão Cavalcante Lucas e Tamar Monteiro. Desde o início das investigações, apenas Josivaldo foi preso. Ele, segundo as investigações, dizia que havia matado o homem mais importante da cidade.
Durante as investigações foram encontradas grandes quantidades de veneno na residência e um copo que não estaria quebrado se não tivesse sido arremessado. O copo continha substância tóxica.
EXUMAÇÃO E EXAMES TOXICOLÓGICOS
Desde a morte, houve exumação do corpo em 2008 e foram feitos exames toxicológicos, pelo menos, duas vezes. Apesar disso, não foram encontrados indícios de substâncias venenosas, de acordo com os laudos. Também não houve constatação de fratura.

– Todos os trabalhadores contratados já receberam, menos os da saúde. Por que esta discriminação? – questiona Wilmaci. A cutucada é para o secretário da Fazenda, Marcos Cerqueira.
O número maior de vítimas está nos postos de saúde, segundo levantamento do Sindserv. Wilmaci também questiona, novamente, o contrato da prefeitura de Itabuna com a E&L. A empresa é acusada de prestar péssimo serviço na área de RH para o município:
– O inferno continua e os erros persistem. O sistema continua apresentando as mesmas falhas: descontos indevidos, resgate de empréstimos que já foram pagos… Tá mangueado – irrita-se a dirigente sindical.
Os números foram divulgados pelo coordenador do Detran em Itabuna, Gilson Nascimento. Atualmente, existem 68 mil veículos automotores registrados na cidade, mas a frota circulante chega a 120 mil unidades, considerados os carros e motos que afluem de localidades vizinhas.
Aqui, como alhures, a frota cresceu embalada pela elevação da renda da população. Em contrapartida, há mais de dez anos não se realiza nenhum investimento significativo para melhorar o trânsito. Resultado: lentidão, engarrafamentos e muitos transtornos para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.
Os números foram divulgados pelo coordenador do Detran na sessão especial que discutiu a mobilidade urbana em Itabuna. O debate foi provocado pelo vereador Aldenes Meira (PCdoB), a partir de uma solicitação de grupos de ciclistas. Houve participação dos secretários municipais de Desenvolvimento Urbano e de Transportes e Trânsito, além de representantes da subseção local da OAB e outras instituições.
Os secretários voltaram a apontar dificuldades herdadas como fator de limitação dos investimentos. Mas afirmaram que a partir deste ano as ações irão aparecer.
Que assim seja!

Já os candidatos convocados e os habilitados na primeira lista de espera de fevereiro devem consultar o resultado da homologação das matrículas no site da Uesc (http://www.uesc.br/processo_seletivo/sisu/).
Os nomes da primeira lista de espera que aparecem com solicitação de matrícula como deferida são aqueles que já estão com a vaga garantida. Neste caso, é importante o aluno observar qual o semestre de ingresso no curso. Sendo o primeiro, a frequência às aulas deve começar já na próxima segunda. Quanto aos alunos com ingresso no próximo semestre, as aulas começam em 1º de agosto, porém devem ficar de olho nos remanejamentos de semestre, publicados no site da universidade.

Anteontem, o governador Jaques Wagner havia pedido a prorrogação do estado de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na área de 47,3 mil hectares reivindicada pelos autodeclarados indígenas. A área foi definida de acordo com estudo da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Ontem, o deputado federal Geraldo Simões disse que o estudo contém “vícios”. O parlamentar defende a manutenção dos produtores na região, assim como a permanência das tropas do Exército. Geraldo é favorável aos pequenos produtores. Mais de 20 mil pessoas residem na área do conflito.
ÍNDIOS PRESSIONAM EM BRASÍLIA
Ontem, cerca de 40 índios do sul da Bahia foram à Brasília pressionar o governo para que agilize o processo de demarcação. Enquanto Geraldo defende dos produtores e assentados da região, outro petista, o deputado federal Valmir Assunção, defende a demarcação da área que abrange os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema, e daria apoio aos indígenas na capital federal.
Valmir é criticado pelos produtores e agricultores familiares, parte deles oriunda do movimento sem-terra, a exemplo de Juraci Santana, assassinado em 11 de fevereiro, no Assentamento Ipiranga, em Una. “Não entendemos a posição dúbia de Valmir, que surgiu no movimento sem-terra”, critica um produtor.
Photossíntese e Bahia Econômica
O Ibama finalmente deu sinal verde à construção do Porto Sul. Em parecer técnico concluído nesta semana, analistas do Ibama afirmam que todos os procedimentos legais necessários para o licenciamento prévio do porto Sul foram adotados adequadamente e que as discussões e contribuições necessárias para consolidar a validade da referida licença foram conduzidas com êxito.
Segundo o jornal Valor Econômico, a revalidação da licença prévia pelo Ibama depende da entrega de informações complementares pelo governo baiano, para ser formalizada pela diretoria do órgão ambiental. Na reportagem, o coordenador de Infraestrutura da Casa Civil do Estado, Eracy Lafuente, afirma que, nesta semana, encaminhará as respostas para o Ibama, com expectativa que o órgão revalide a licença nos próximos dias.
O parecer favorável destaca que empreendimento prevê a criação de unidade de conservação de proteção integral na área da Ponta da Tulha, e que a área de implantação inicialmente prevista para o porto, de 4.830 hectares, foi reduzida para 1.865 hectares.
Mas o parecer favorável não significa que a obra poderá começar imediatamente. Para isso, o governo baiano tem implementar 38 programas básicos ambientais (PBA) e só depois de analisar o cumprimento deles é que o Ibama decide se irá conceder ou não a licença de instalação da obra.
A expectativa do governo do estado é de que essa licença saia ainda neste ano, mas na melhor da hipóteses, os canteiros de obras devem sair do papel no ano que vem.
O ator Paulo Goulart morreu nesta quinta-feira, aos 81 anos. Ele lutava contra um câncer de mediastino, espaço entre os pulmões, e estava internado no Hospital São José, em São Paulo. Entre agosto e outubro de 2012, ele também ficou internado devido à doença.
Nascido em em 9 de janeiro de 1933, em Ribeirão Preto, o artista foi batizado com o nome Paulo Afonso Miessa e passou a usar o sobrenome Goulart sob influência de seu tio, o radialista Airton Goulart. Sua carreira de ator, em 1952. Nesses 62 anos, participou de dezenas de produções, entre elas “Plumas e paetês” (1980), “Roda de fogo” (1986), “O dono do mundo” (1991) e “Mulheres de Areia” (1993).
No cinema, seu trabalho também foi extenso, tendo destaque os filmes “Rio Zona Norte” (1957), “Gabriela, cravo e canela” (1983), “Para viver um grande amor” (1983) e os mais recentes “Chico Xavier” (2010), “Nosso Lar” (2010) e “O Tempo e o Vento” (2013).
Paulo Goulart deixa a esposa, Nicette Bruno, com quem se casou em 1954, gerando três filhos: Beth Goulart, Bárbara Bruno e Paulo Goulart Filho, todos atores.

As autoridades de saúde do estado mexicano Tamaulipas estão preocupados com a forma como jovens têm ingerido álcool sem que possam ser pegos no bafômetro. Para fugir da fiscalização, eles têm “bebido” por via anal ou vaginal.
“Não temos dados oficiais reportados, mas é uma certeza que essa prática [ingestão de bebida pelas vias anal e vaginal] vem acontecendo entre os jovens da região”, afirma Soraya Sánchez, chefe do departamento de dependentes da Secretaria de Saúde local.
Como era de se esperar, médicos consideram que a prática é de altíssimo risco. Os locais por onde a bebida são ingeridas proporcionam fácil absorção e, por isso, têm efeito similar ao da ingestão por via oral.
A prática, porém, pode levar a infecções nos locais por conta do álcool das bebidas. Com isso, infecções generalizadas não são raras nos adeptos destas práticas.
De acordo com as informações da imprensa local, os jovens utilizam objetos de higiene íntima feminina para ingerir a bebida por via anal ou vaginal.
Apimentada: Esta bem que lembra aquela “musiquinha” da década de 90 com um grupo baiano…
A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) deflagrou a Operação Guardiões nesta quinta (13) em pontos considerados estratégicos e onde há maior ocorrência de acidentes nas rodovias sul-baianas, a exemplo da BA-001 e trecho estadual da BR-415. O trabalho hoje se concentra no trecho ao sul de Ilhéus.
Para o trabalho, segundo o comando regional da PRE, serão utilizados radares móveis e bafômetros descartáveis. O objetivo é prevenir acidentes coibindo o excesso de velocidade e motorista e motociclistas embriagados. Serão fiscalizados, também, uso do cinto de segurança e de capacete, além da cadeirinha para bebês e crianças até oito anos de idade.
TRANSPORTE DE PASSAGEIROS
De acordo com o major Manoilzo, também será verificado o transporte irregular de passageiros (donos de vans reclamam desta fiscalização e acreditam que ela apenas privilegia empresas de ônibus que monopolizam as linhas no sul e extremo-sul do estado).
A operação utilizará efetivo do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) e efetivo dos postos fixos em Itabuna, Ilhéus, Una, Canavieiras, Itacaré, Uruçuca, Jequié, Porto-Seguro, Teixeira de Freitas e Itapetinga.
O ator ilheense Amaurih Oliveira é um dos indicados ao Prêmio Braskem de Teatro 2014. Ele concorre com mais três atores e um diretor, na categoria Revelação, pelo seu desempenho no musical Éramos Gays. O resultado será divulgado no dia 23 de abril, durante cerimônia na sala principal do Teatro Castro Alves, em Salvador.
Ao longo de 10 anos de carreira, o artista já trabalhou no teatro, cinema, publicidade e televisão. Criado no bairro do Malhado, filho de um mecânico e uma dona de casa, Amaurih Oliveira estreou na peça Amigas de breves e longas datas, do dramaturgo Gildon Oliveira. Durante mais de três anos, integrou o elenco do Teatro Popular de Ilhéus e da Cia. Boi da Cara Preta, participando dos infantis Ita – um tupinambá em busca do manto sagrado e Auto do Boi da Cara Preta, além do épico Vida de Galileu.
Em 2010, Amaurih foi aprovado no curso de Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA), no qual se graduou no início deste ano. Após mudar para a capital baiana, trabalhou com o Bando de Teatro Olodum, em Cabaré da Rrrrraça, e participou de montagens didáticas dirigidas por grandes nomes do teatro, como Hebe Alves, Meran Vargens e Elaine Cardim.
No cinema, o ilheense fez participações em A Última Estação e A Coleção Invisível. Na televisão, o jovem participou das minisséries da Rede Globo Como Aproveitar o Fim do Mundo, contracenando com Danton Mello e Alinne Moraes, e Amores Roubados, na qual sua cena quente com Patrícia Pillar foi bastante comentada na blogosfera. Confira principais trechos da entrevista concedida por Amaurih à jornalista Karoline Vital, especialmente para o Pimenta.
BLOG PIMENTA – Como a indicação ao Braskem te impactou?
AMAURIH OLIVEIRA – Fiquei muito feliz com a indicação, ela veio no momento certo. Não esqueçamos que este é o ano da justiça. Os impactos são positivos, começam a notar ainda mais o seu trabalho. Ser reconhecido pelo seu empenho é muito bom!
PIMENTA – Ao longo dos seus 10 anos de carreira, quais os maiores desafios ao viver da arte?
AMAURIH – Todos nós sabemos que não é nada fácil administrar os altos e baixos da profissão. O que a gente tem que ter é coragem para arriscar e, de alguma forma, descobrir o caminho mais leve, mais tranquilo.
A avaliação da arte é algo muito subjetivo. Às vezes, você se prepara bem para um teste, sabe que seu desempenho foi bom, mas o avaliador não simpatizou tanto com você
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PIMENTA – E o fator sorte existe para dar certo no meio artístico?
AMAURIH – Existe. A avaliação da arte é algo muito subjetivo. Às vezes, você se prepara bem para um teste, sabe que seu desempenho foi bom, mas o avaliador não simpatizou tanto com você.
PIMENTA – O que a mudança para Salvador acrescentou em sua vida?
AMAURIH – Minha vinda para Salvador me ajudou a enxergar a carreira de uma forma mais profissional, mais exigente. Não sou perfeccionista, mas a gente tem que saber o que quer. Os desafios são muitos e eles sempre existirão.
Desde criança, com sete, oito anos de idade, eu sabia que queria ser ator. Inventava brincadeiras fantásticas, ora imitava um cantor de axé, uma loucura gostosa.
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PIMENTA – A formação acadêmica foi decisiva para sua carreira?
AMAURIH – Não precisa fazer faculdade de Teatro para ser ator. Eu escolhi fazer por uma questão de vivência prática. A universidade nos dá um suporte de aprendizado legal. Desde criança, com sete, oito anos de idade, eu sabia que queria ser ator. Inventava brincadeiras fantásticas, ora imitava um cantor de axé, uma loucura gostosa. Aos 15 anos, estreei na minha primeira peça. A graduação foi importante para eu ter contato com os mestres da UFBA, o que é necessário a partir do momento que você está aberto ao aprendizado.
PIMENTA – Qual trabalho julga o mais importante na sua carreira?
AMAURIH – Nós aprendemos com todos os trabalhos que fazemos. O artista se constrói com muito suor, é difícil escolher um. Ter produzido com o Teatro Popular de Ilhéus, com o Bando de Teatro Olodum, ter vivido três anos de prática contínua na universidade e de sobra vivenciar gostosas participações na TV, fazem de mim um homem grato. Julgo todas as experiências importantes.
PIMENTA – Como encara a repercussão da cena tórrida que fez com Patrícia Pillar, na minissérie Amores Roubados?
AMAURIH – Foi incrível. O mais interessante é perceber que nós, atores negros, podemos ser vistos na TV fazendo não só empregados domésticos, escravos ou ladrões. Eu tive a oportunidade de reencontrar a Patrícia Pillar logo depois que a cena foi ao ar.
Foi uma cena muito difícil para nós dois. Mas, graças ao desempenho de toda equipe, modéstia à parte, ficou bem feita.
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PIMENTA – E como foi esse reencontro?
AMAURIH – Ela ficou empolgadíssima com a repercussão. Foi uma cena muito difícil para nós dois. Mas, graças ao desempenho de toda equipe, modéstia à parte, ficou bem feita.
PIMENTA – Depois de ingressar nesse novo universo, como é a relação com Ilhéus e suas origens?
AMAURIH – Costumo dizer que Salvador me dá régua e compasso. Ilhéus é o meu ninho, sempre vou querer o melhor para nossa cidade, para minha família, meus amigos queridos e os colegas do Teatro Popular de Ilhéus.
PIMENTA – Como a vivência no Teatro Popular de Ilhéus te influenciou?
AMAURIH – Esse grupo é massa! Guardo boas lembranças dos tempos do espetáculo “Vida de Galileu”, do “Auto do Boi da Cara Preta”… Nossa, vivi tanta coisa boa com eles! Parafraseando Márcio Meirelles, diretor do Bando de Teatro Olodum, o TPI é um grupo que se faz necessário e essencial. Eu não sei o que seria da nossa região e da minha história sem eles. Quem ainda não viu o trabalho do grupo, tem a obrigação de conhecer. O que estão fazendo lá na Tenda é incrível!
Precisamos que o poder público e toda a sociedade respeitem mais o trabalho dos nossos artistas e procurem investir com dignidade. Temos atores, cantores, bailarinos de qualidade.
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PIMENTA – O que falta em Ilhéus e na região para o fortalecimento das artes cênicas?
AMAURIH – Precisamos que o poder público e toda a sociedade respeitem mais o trabalho dos nossos artistas e procurem investir com dignidade. Temos atores, cantores, bailarinos de qualidade. Os profissionais querem muito produzir mas, de um modo geral, não se facilita nada. Não tem apoio, não tem investidores, é uma crise que vem desde antes da vassoura-de-bruxa. Espero que a mentalidade mude. Torço muito para que as coisas melhorem em nossa região.
O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) apresentou indicação de reforma urgente no Complexo Policial de Itabuna, que é a sede da 6ª Coordenadoria de Polícia do Interior (Corpin). Segundo o parlamentar, o imóvel que serve à unidade de segurança precisa de intervenções em sua estrutura física, o que inclui reparos nas instalações hidráulica e elétrica.
A situação do mobiliário do prédio também é condenada pelo deputado, que relaciona a falta de estrutura e de condições de trabalho para os policias aos problemas enfrentados por Itabuna na área da segurança pública. Castro destaca que a cidade ainda apresenta alto índice de homicídios e tem enfrentado o aumento dos casos de furtos e arrombamentos.
“Diante de situação tão lastimável e da necessidade de oferecer boas condições de trabalho aos policiais que atuam no Plantão Central e demais setores do Complexo Policial de Itabuna, é urgente a adoção de medidas para promover a reforma”, justifica o deputado em sua indicação.
Depois de cinco anos, o homem acusado de colocar 31 agulhas no corpo de uma criança, então com dois anos, vai a júri popular na quinta-feira (13).
O crime aconteceu em Ibotirama, na região oeste, e foi descoberto em 2009, quando ele fez um exame de raio-x por conta de dores misteriosas. Roberto Carlos Magalhães era padrasto do garoto e responde por tentativa de homicídio qualificado.
O menino de dois anos e oito meses foi socorrido para o Hospital de Barreiras. Depois, ele foi transferido pelo Hospital Ana Nery, em Salvador, onde os médicos retiraram 22 das 31 agulhas colocadas no corpo do menino. Duas estavam no coração e mais duas no pulmão.
Roberto Carlos Magalhães confessou o crime e disse que colocou as agulhas como parte de um ritual de magia negra para se vingar da mãe do garoto. Ele disse que teve a ajuda de duas mulheres – uma delas a suposta amante -, que foram liberadas pela Justiça por falta de provas. Informações G1.
A criatividade no design das primeiras páginas já rendeu prêmios internacionais ao jornal Correio da Bahia. Hoje, a publicação mandou uma daquelas páginas que explicam um pouco da crise do Esquadrão de Aço.
Na gestão do ex-deputado Marcelo Guimarães Filho, o MGF, o Bahia pagava viagens, hospedagens e “aquele abraço” a jornalistas e radialistas. Eis a obra de arte de hoje, uma fusão da palavra jabá (jabaculê) e Bahia. Sem abrir mão das cores do clube de maior torcida do estado.
Márcio Cordeiro Fahel tomou posse hoje (12) como chefe do Ministério Público Estadual (MP-BA) em cerimônia que lotou o auditório do órgão. O novo procurador-geral de Justiça da Bahia comandará MP-BA pelos próximos dois anos e substitui a Wellington César Lima e Silva.
Fahel disse que a atenção será dada para que o MP possa “contribuir, ainda mais, para a formação de uma sociedade mais equilibrada e, nos termos da Constituição Federal, livre justa e solidária”.
Formado em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), o procurador-geral de Justiça ingressou no MP em 1993 e passou por quatro comarcas, dentre elas a de sua cidade natal, Itabuna, até ser promovido para Salvador, em 2009. Em Itabuna, sua atuação foi fundamental para evitar, por exemplo, a privatização da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa).
O governador Jaques Wagner parabenizou o novo procurador-geral pela eleição interna, sendo o mais votado dentre os dez promotores públicos, até formar a lista tríplice e ser o escolhido para comandar o MP.
“A relação entre o Governo e o MP é sempre pautada na lei, na democracia e importante para a sociedade. Já conheço o novo procurador e seu trabalho aqui e acreditamos em sua capacidade para cumprir bem seu papel”, disse Wagner.








































