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O Itabuna volta ao comando da liderança pelo Grupo 2, com 12 pontos, após vencer dentro de campo o Clássico do Cacau por 2 a 0. O placar foi um repeteco da primeira partida entre o Azulino e o Colo-Colo, no Campeonato Baiano da Segunda Divisão (relembre aqui).
Fora dos gramados, a diretoria do Tigre anunciou diante da derrota que vai representar junto à FBF (Federação Baiana de Futebol), tendo como prova fotos de camisas do Itabuna com patrocínio da Rádio Difusora Sul da Bahia, o que seria proibido pela Lei Pelé.
Confira mais no Plantão Itabuna.

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Juçara e Geraldo.
Juçara e Geraldo.

O jornalista e publicitário Barbosa Filho (Barbosinha), da Ação Propaganda, recorreu à Justiça para tentar receber dívida de R$ 230 mil da ex-candidata a prefeita de Itabuna Juçara Feitosa (PT).
No ano passado, Barbosinha alugou estúdio de sua emissora a cabo e contratou profissionais para a campanha de Juçara, que disputou a prefeitura de Itabuna pela segunda vez.
Barbosinha contou ao PIMENTA que acionou a ex-candidata e o esposo dela, o deputado federal Geraldo Simões. O publicitário recebeu cheques como garantia de pagamento das dívidas de campanha. Bateram fofo.
Ao recorrer à Justiça, duas surpresas. Numa, o juiz não aceitou que a ação corresse com as custas processuais sendo pagas ao final. “O pedido se justificava pelo valor da ação”, disse Barbosinha. Além da dívida acumulada, o publicitário terá de pagar as custas para dar sequência ao processo.
A outra surpresa foi quando da decisão judicial de penhora dos bens da ex-candidata. À ordem dada pelo juiz, a resposta da oficial: não havia bem algum a ser penhorado. Barbosinha comentou da dívida pela primeira vez ao tentar recebê-la do casal e não conseguir e não obter sucesso pela via judicial.

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A CRÔNICA LITERÁRIA ESTÁ (MUITO) VIVA

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br
1.JânioO jornal A Tarde, que abriga de Hélio Pólvora uma saborosa crônica todos os sábados (aos domingos, um artigo), revelou à distinta torcida baiana outro cronista de indiscutível qualidade, também aos sábados, que não perdoo, leio. Chama-se Jânio Ferreira Soares (foto) este artista da palavra, capaz de dar leveza e lirismo aos assuntos mais áridos. O gênero tipicamente brasileiro – que tem em Machado de Assis um mestre consumado – viveu dias gloriosos na segunda metade do século passado, com Fernando Sabino (1923-2004), Rubem Braga (1913-1990) e Paulo Mendes Campos (1922-1991), dentre outros. Em Hélio e Jânio a crônica literária se renova.

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Bom humor e longevidade
“Não sei até que ponto o bom humor das pessoas tem a ver com a sua longevidade, mas tenho pra mim que aqueles que não se levam muito a sério e conseguem rir de si mesmos têm mais chances de receber alguns anos de acréscimo, mesmo depois de esgotado o tempo regulamentar. Agora, aqueles que levam a vida como se ela fosse uma espécie de pós-graduação para algum NBA celestial e agem como se os problemas do mundo dependessem de suas performances de vendedores de Delta Larousse, aí já não sei. Se o juiz for dos meus, é cartão vermelho antes mesmo que a primeira frase de Paulo Coelho saia de suas bocas” (Jânio).
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3.HélioAmigos mudos, fiéis e silenciosos
“Livros esperavam, mudos, na escrivaninha de tampos de prata. Estavam sempre lá, sabiam que cedo ou tarde seriam tomados, abertos, lidos. Os amigos permanentes. Os amigos mudos e fiéis. Sobretudo, os amigos silenciosos. Sempre a mesma mensagem: não mudavam de ideias, com eles não havia jogo duplo. Uns traziam estampas. Outros, sem ilustrações, convocavam mais o imaginário. As palavras do texto formavam desenhos perfeitos na imaginação, a donzela aparecia em retrato luminoso, as descrições da natureza é que mudavam um pouco para receber bosques de cacaueiros, ingazeiras e jindibas” (Hélio, no traço de Ramon Muniz).
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AS LOURAS E A LEI DA OFERTA E PROCURA

“Os homens preferem as louras”, alardeava o filme de Howard Hawkins/1953, com as incendiárias Marilyn Monroe e Jane Russell. Dizem os estudiosos de temas difusos que se trata de fenômeno típico da economia, a lei da oferta e procura: como há poucas louras (cerca de 2% das mulheres do mundo), elas ficaram “valorizadas”. Se acham. E estão aí as morenas comprovando a tese: o número destas que se enlourecem é muito superior ao das louras que escurecem os cabelos (e aqui o maldoso leitor vai querer que eu explique como atestar a “autenticidade” de uma loura – mas eu me recuso, pois esta coluna é mais familiar do que pensão do interior). A julgar pela MPB, que reflete bem a nossa cultura, o brasileiro prefere as morenas.
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Fahel canta a morena do Rio Vermelho
5.Oswaldo FahelDe cara, lembro-me da morena boca de ouro (de Ary Barroso), da morena “desse amigo meu” me dando bola (Luiz Ayrão) e do apelo de Alceu Valença: “Morena tropicana eu quero teu sabor” (e quem não quer!). Paulinho da Viola fala de uma morena faceira (que) mexeu as cadeiras (e) “foi um desacato”, Tom Jobim diz que “a morena vai sambar, seu corpo todo balançar…”, o ilheense Oswaldo Fahel canta a morena bela do Rio vermelho, Caymmi fala de uma Rosa, morena, com andar de moça prosa, Ary encontrou a morena “mais frajola da Bahia” – e Jota Sandoval apela: “Ai, morena, deixa eu gostar de você!…” Falta Noel Rosa, mas, antes, abramos espaço para as louras, que elas merecem.
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Loura é perfume, sonho, poema e flor
Para Hervê Cordovil (cantado pelo inesquecível Dick Farney), uma loura não é pouca coisa: “frasco de perfume, aroma de flor, espuma fervilhante de champanhe, sonho e poema”. Braguinha, animando a festa: “Lourinha, lourinha/ dos olhos claros de cristal/ desta vez em vez da moreninha/ serás a rainha do meu carnaval”. Noel, grande morenófilo, fez Morena sereia (que se senta na areia e “deixa a praia cheia”) e pediu ao sol que não saísse, “pois as morenas vão logo embora”. Depois, comparou: “Esta morena/ cheia de beleza e graça/ é o símbolo da raça/ cor de leite com café./ E esta loura/ nunca foi nem é meu tipo/ perto dela eu me arrepio/ de tão fria que ela é”. Exagerou.

O CHAPÉU DE INFINITO NÚMERO DE PONTAS

7.Chapéu de três pontasÉ provável que a gentil leitora e o amável leitor já tenham cantado, por divertimento ou castigo, “O meu chapéu tem três pontas/ tem três pontas o meu chapéu/ se não tivesse três pontas/ não seria o meu chapéu…”, canção com que eu costumava “ameaçar” minhas filhas: ou se comportar direito ou cantar “o meu chapéu tem n pontas…” A musiquinha recomeça a cada fim da quadra: depois de 475 pontas, meu chapéu passa a 476 pontas e por aí vai, num conjunto infinito. O “castigo” funciona até o dia em que a criança descobre que nossa paciência vai se esgotar antes da dela – e então somos nós a lhe implorar que pare com essa tortura em tom maior. É o feitiço contra o feiticeiro.
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Música é mistério, magia inexplicável

Mas é possível que nem todos saibam que a detestável canção popular origina-se em “Carnaval de Veneza”, mui celebrada peça do genovês Niccolo Paganini (1782-1840). Carnevale di Venezia, Opus 10 (no original, em italiano) é amada principalmente pelos violinistas, que costumam tê-la em seus catálogos de apresentação. Até aí, nada de novo. Novidade para mim foi ver a vetusta Boston Pops Orquestra, com seus solistas a rigor, tendo à frente um dos maiores trompetistas do mundo, a executar, todos cheios de responsabilidade, “O meu chapéu tem três pontas”. Por essas e outras, vejo na música, eu que não sou músico, um quê de milagre, de mistério, de inexplicável magia…

(O.C.)

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O “Clássico do Cacau”, neste domingo (2), tem um adversário do peso: o jogo Brasil x Inglaterra. Itabuna e Colo-Colo se enfrentam às 15h, no Estádio Luiz Viana Filho, no returno da Segundona. O amistoso da seleção será às 16h.
O Azulino passa à liderança do Grupo 2 se vencer o Tigre Ilheense. Já o adversário, que tem um jogo a menos, precisa da vitória para ter chances de classificação. O Itabuna soma 9 pontos. O Colo-Colo tem 4 e é o vice-lanterna do G-2. O líder do grupo é o Flamengo de Guanambi, com 11.

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O Rubro-Negro baiano “cepou” o Vasco nesta noite de sábado (1º), no Manoel Barradas, e alcançou a liderança do Brasileirão 2013. Dinei foi o nome do jogo ao marcar os dois gols do Vitória. Se o São Paulo perder para o Atlético Mineiro neste domingo (2), o time baiano fecha a rodada na primeira colocação.
O Leão volta a jogar na próxima quarta, na Arena (Porto Alegre), às 21h, contra o Grêmio. O Vasco enfrentará o Atlético-MG, em Volta Redonda. Clique no play e confira os melhores momentos do jogo.

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O Diário Oficial da União publicou em edição extra a Medida Provisória 617 que zera as alíquotas do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) pagas por empresas de transporte coletivo urbano.
A medida já tinha sido confirmada pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, em mais uma das iniciativas do governo para combater a inflação e aliviar o bolso de quem precisa andar de transporte coletivo.
Em Itabuna, as empresas enviaram ao governo e ao Conselho de Transportes pedido de reajuste da tarifa. Elas pediram, em 2012, elevação da tarifa de R$ 2,20 para R$ 2,69. Com informações da Agência Brasil.

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Karoline VitalKaroline Vital | karolinevital@gmail.com

Penso que as ações diárias são mais eficazes, têm um poder de convencimento muito maior sobre os contrários, pois são provas concretas de que aquilo que é defendido com tanto fervor funciona na prática e harmonicamente com a sociedade como um todo.

Em tempos atuais, Bolinha e sua turma não se limitariam a um simples cartaz pregado na porta de seu clubinho com a frase “menina não entra”. Para reforçar sua aversão à companhia das garotas, provavelmente ele e seus coligados fariam placas e marchariam pelo bairro, com alguém berrando seus ideais a bordo de um trio elétrico.
E, para reforçar ainda mais sua filosofia de vida, o Clube do Bolinha realizaria essas caminhadas anualmente, procurando superar a adesão de simpatizantes das edições anteriores, conquistar apoio de alguma celebridade para legitimar a causa e um político para assegurar recursos a fim de deixar a manifestação ainda mais grandiosa e aproveitar o ensejo para uma autopromoção.
Hoje em dia é assim. Não basta participar de um clube, igreja, ou qualquer tipo de agremiação. Para mostrar a força de seu grupo social é preciso encher as ruas, fazer muito barulho, causar engarrafamentos, sujar as ruas com panfletos e demais materiais de divulgação e tentar arrumar uma “pontinha” do poder público para bancar a manifestação do pensamento de um grupo comum. E, é claro, sobrepujar aqueles que pensam diferente, demonstrando alto poder de mobilização, contabilizado nas matérias do dia seguinte divulgadas em meios de comunicação cuja parceria foi especialmente financiada ou coagida por algum peixe grande envolvido na organização do evento.
Honestamente, não acredito que marchas e paradas disso ou daquilo sirvam efetivamente para quebrar preconceitos, conscientizar e promover a cidadania da maneira que apresentam em seus discursos. Quem tem aversão ao grupo organizador da iniciativa dificilmente vai aderir ao movimento. Boa parte dos participantes não corporativos é neutra ao assunto, é do “tanto faz como tanto fez”. Se jogam na multidão para se incluir no fovoco e só. Nada além disso.
Acredito que ideias precisam ser defendidas diariamente e aqueles que têm preconceito contra algo ou alguém devem ser convencidos através de testemunhos positivos habituais daqueles que levantam alguma bandeira. Penso que ações agressivas como as marchas e as paradas são semelhantes ao caso da cidade que decidiu remover uma baleia morta encalhada na praia explodindo o imenso cadáver. Quem não conhece a história ou assistiu ao vídeo, imagina o que aconteceu. Um estrondo imenso seguido de uma chuva de pedaços da baleia sobre os que assistiam a ação. Ao invés de resolver o problema de uma maneira mais lenta e eficaz, retirando o bicho apodrecido por partes, optou-se por algo mais radical e grandioso, causando ainda mais dor de cabeça.
Seja na marcha para Jesus, pela paz, das vadias, contra a corrupção, da maconha ou na Parada Gay, duvido muito que a parcela de pessoas tocadas pela causa levantada seja maior que a fatia descontente com as ruas interditadas, o som alto e demais transtornos que afetam o cotidiano. Penso que as ações diárias são mais eficazes, têm um poder de convencimento muito maior sobre os contrários, pois são provas concretas de que aquilo que é defendido com tanto fervor funciona na prática e harmonicamente com a sociedade como um todo.
Karoline Vital é jornalista.

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O diretor do Derba, Saulo Pontes, teme que questões ambientais atrasem ainda mais o projeto de duplicação da Rodovia Ilhéus-Itabuna. Segundo ele, a obra só começa neste ano se a licença ambiental sair até agosto. E ainda há outro porém: caso a licitação não seja concluída até novembro, há ameaça de perda dos recursos do Blog Tempo Presente.

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Adriana foi assassinada por Adriano, que se matou em seguida (Reprodução Plantão Itabuna.com.br)
Adriana foi assassinada por Adriano, que se matou em seguida (Plantão Itabuna).

O crime passional ocorrido na manhã de hoje em Itabuna teria como motivação o show do cantor Pablo do Arrocha, realizado na quarta-feira, no Espora de Ouro.
Adriano José dos Santos invadiu uma clínica e centro de estudos psicanalíticos, na Travessa Manoel Fogueira, região central da cidade,  matou a mulher Adriana Souza Andrade a tiros e, logo após, atirou contra a própria cabeça.
De acordo com testemunhas ouvidas pelo Blog do Thame, Adriano teria ameaçado matar a mulher, com quem vivia uma crise no relacionamento,  caso ela fosse ao show de Pablo do Arrocha. Ainda assim, ela  foi ao show, sem que ele soubesse.
Ontem (30) o casal ainda chegou a participar de um churrasco, mas na manhã desta sexta-feira, assim que soube que a mulher esteve no show, Adriano foi à clinica armado, matou a mulher e cometeu suicídio.
Confira a matéria na íntegra no Blog do Thame.

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"Lendas da Lagoa Encantada" abre programação de junho do TPI (Foto Karoline Vital).
“Lendas da Lagoa Encantada” abre programação de junho do TPI (Foto Karoline Vital).

O musical infanto-juvenil Lendas da Lagoa Encantada, da Cia Boa da Cara Preta, abre neste sábado ( 1º) a programação de junho do Teatro Popular de Ilhéus (TPI). A apresentação começa às 19 horas, na Tenda do TPI, na Avenida Soares Lopes, próximo ao Centro de Convenções.
O musical é inspirado nas lendas da localidade situada ao norte de Ilhéus. A história se desenrola a partir da chegada do ‘Bicho Mondrongo”. A “ameaça” é detida pelos míticos Nego D´Água e Iara. É espetáculo para todas as idades. O ingresso custa R$ 10,00 (R$ 5,00 meia).

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Explosão matou motorista em Maiquinique (Foto Blog do Anderson).
Explosão matou motorista em Maiquinique (Foto Blog do Anderson).

Uma pessoa morreu e outra ficou gravemente ferida após a explosão de um caminhão carregado de fogos de artifício, na madrugada dessa sexta-feira (31), em Maiquinique.
Agnaldo Barbosa Santos, 52 anos, popularmente conhecido como “Rege dos Fogos”, chegou a ser levado para o Hospital Municipal de Maiquinique, mas não resistiu aos ferimentos.
O passageiro, Humberto Santos Barbosa, de 44 anos, foi encaminhado para o Hospital Geral de Vitória da Conquista. A ocorrência é investigada. Informações do Blog do Anderson.

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O PCdoB tinha nos planos obter – no voto, claro – as presidências dos conselhos municipais de Saúde (CMS) e de Transportes. O sonho de obter a presidência do CMS ainda continua de pé, mas o de Transportes…
O partido tentava emplacar um nome, mas acabou derrotado por uma chapa encabeçada pelos sindicalistas Jorge Teles (Sindserv) e Arlensen Nascimento, por 8 a 7, na quarta, 29.
Cururus pensavam em melar o pleito porque a chapa não saíra ao gosto do freguês. Desistiram pela presença de Teles na chapa. eAtualização às 23h55min.

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Patrícia é aluna da Fundação Marimbeta e sonha ser bailarina.
Patrícia é aluna da Marimbeta e sonha ser bailarina profissional (Foto Gabriel Oliveira)

Patrícia Silva dos Santos, 9 anos, da Fundação Marimbeta, é uma das representantes de Itabuna na 8ª edição do Festival Nacional de Dança (Ballance 2013), que vai até o próximo domingo (2), na Cidade do Saber, em Camaçari.
Patrícia e mais 21 alunas do Stúdio de Dança Natália Azevedo participam do festival na Região Metropolitana de Salvador. A aluna mora no Fonseca e tem no balé um de seus sonhos. “Vou ser uma grande profissional”, diz.
A professora Tatiana de Jesus Moraes afirma que Patrícia é um dos destaques durante as aulas. O Ballance tem como julgadores professores da franquia do Balé Bolshoi  em Joinvile (SC) e tem a finalidade de descobrir novos talentos.
Os selecionados nos concursos de dança durante o Ballance ganham bolsas de estudo na escola catarinense. As duas melhores bailarinas garantem vaga no Youth American Grand Prix Brasil (YAGP/Brasil) para participar de festival em Nova York  em 2014.