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A Prefeitura de Itabuna gastou tubos de dinheiro na reurbanização da Avenida do Cinquentenário em 2010. A obra foi feita às pressas para ser inaugurada no centenário do município. Envergonhava técnicos como o ex-secretário Fernando Vita, devido à falta de qualidade.
Como se sabe, a Caixa Econômica não liberou mais de R$ 1,1 milhão do Governo Federal para a obra justamente pelas deficiências técnicas, que incluíam sistema de drenagem e piso de baixíssima qualidade.
Chuvas rápidas como a de ontem à tarde relevam o desperdício de dinheiro em Itabuna. A avenida ficou alagada – mesmo estando a menos de 300 metros do Rio Cachoeira, a estação de tratamento “natural” de esgoto. Nestas horas, seria interessante que os responsáveis por obras como esta pagassem pela correção dos problemas.
Confira em vídeo.

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Dois bandidos armados invadiram, ontem, a Brione, na Avenida J.S. Pinheiro, Bairro Lomanto, em Itabuna, e roubaram um Fiat Strada zero quilômetro. O assalto ocorreu por volta das 15h.
Além do veículo, os bandidos arrombaram o escritório da concessionária de veículos e levaram computadores. A polícia militar foi acionada logo em seguida.
Duas guarnições foram enviadas para o local. As equipes fizeram rondas nas áreas mais próximas à concessionária, mas não conseguiram prender a dupla de assaltantes nem recuperar o veículo.

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Bastou chover pouco mais de dez minutos para alagar e interditar ruas no Santo Antônio (Foto Yasmin Pereira/Pimenta).
Bastou chover dez minutos para rua ser interditada (Foto Yasmin Pereira/Pimenta).

Ruas e avenidas de Itabuna ficaram alagadas e em algumas localidades o trânsito ficou interditado, ontem, por causa da chuva de, aproximadamente, 10 minutos. No bairro Santo Antônio, um bueiro entupido provocou transtornos aos moradores das ruas Santa Rita e João Franco, levando ao fechamento das vias. A água invadiu algumas residências.
Funcionários da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa) detectaram que a rede de esgotamento é inadequada para atender a região, que acaba de receber um novo condomínio residencial. A falta de limpeza adequada dos bueiros soma-se a outro agravante: moradores descartam resíduos sem qualquer cerimônia nas ruas.
Homem desiste de tentar desentupir bueiro no Santo Antônio (Foto Yasmim Pereira/Pimenta).
Homem desiste de tentar desentupir bueiro no Santo Antônio (Foto Yasmim Pereira/Pimenta).

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Desde a manhã de ontem, enfrentamos instabilidade na atualização do site devido a problemas no servidor da LocaWeb onde o Pimenta está hospedado. As correções estão sendo feitas tanto pela Locaweb como pela equipe técnica do blog. Pedimos desculpas a leitores, colaboradores e anunciantes.

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Termina hoje (21), às 23h59, o prazo para inscrições no Programa Universidade para Todos (ProUni). As incrições são feitas exclusivamente pela internet. O ProUni concede bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação e sequenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. Neste primeiro semestre, estão sendo oferecidas 162.329 bolsas, sendo 108.686 integrais e 53.643 parciais (cobertura de 50% da mensalidade). Até a tarde de ontem (20), 795.466 estudantes tenham feito a inscrição.
A primeira divulgação dos resultados será no dia 24 deste mês e a segunda, no dia 8 de fevereiro. Quem não for pré-selecionado em nenhuma das etapas poderá entrar na lista de espera nos dias 24 e 25 de fevereiro.
Para concorrer à bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar por pessoa até um salário mínimo e meio (R$ 1.017,00). Para as bolsas parciais, a renda familiar deve ser até três salários mínimos (R$ 2.034,00) por pessoa. Cada estudante pode optar por até dois cursos. Informações da Agência Brasil.

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Um homem que se encontrava na janela de seu apartamento, em Eunápolis, extremo-sul da Bahia, morreu vítima de bala perdida. O crime aconteceu na noite de sexta-feira, 18, e no momento a vítima estava com o filho de um mês no colo. A criança nada sofreu.
Segundo informações do jornal A Tarde, Geovani dos Santos foi atingido no peito. Ele morava no Condomínio Parque da Renovação, construído pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”.
No momento em que a bala acertou Geovani, policiais militares trocavam tiros com criminosos. Ainda não se sabe se o projétil que matou o pai de família saiu de uma arma da polícia ou dos bandidos.

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Do leitor que assina como “Kiko 99” em comentário à nota “CONFUSÃO NO PP DE ITABUNA”:

Um candidato só é eleito se lotear previamente a administração com todo tipo de gente. É daí que nasce o fracasso.
Seria utopia pensar em alguém ser eleito e só nomear pessoas competentes e experimentadas para gerir cada setor da administração, tal como fazem as boas empresas?
Fracassaram Geraldo, Fernando e Azevedo, ao fazer da prefeitura um loteamento de incompetentes… Pelo que vejo, o novo prefeito segue no mesmo caminho…

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LUIZ GONZAGA FAZIA ACORDES, NÃO VERSOS

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br
1Asa BrancaFindo 2012, quando foi comemorado o centenário de Luiz Gonzaga, saltou-me aos olhos certo equívoco, perpetrado pela mídia. No afã de prestigiar o Rei, salientaram-lhe qualidades que ele nunca teve. Numa muito criativa matéria de tevê (creio que na Globo) esmiuçou-se a asa branca (uma espécie de pomba, em extinção) e que deu título à música famosa. Lá pras tantas, a repórter danou-se a louvar a “literatura” de Luiz Gonzaga, os “poderosos versos” sobre o sertão, o nordestino, o vaqueiro, a seca e por aí vai, esbanjando um desconhecimento que não se permite a nenhum profissional do gênero: para ser grande (e por ser grande), o Rei nunca se apropriou da qualidade de seus letristas. Ele não fazia “literatura”, fazia acordes.

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Os grandes letristas quase esquecidos

“Era excelente musicista”, atesta o respeitável especialista em Direito Municipal (e ex-roqueiro de igual respeito) Adylson Machado. As comemorações deixaram Humberto Teixeira em quase completo esquecimento, o que me pareceu grande injustiça com quem escreveu um monte de “clássicos” cantados pelo Rei. Cito de memória (além de Asa branca) várias outras, algumas delas obras-primas do gênero, no meu modesto entender: Juazeiro, Qui nem jiló, Estrada de Canindé, Paraíba, Assum preto, Respeita Januário, Mangaratiba, No meu pé de serra, Lorota boa… De Zé Dantas falei em outras colunas: Vozes da seca, A volta da asa branca, Letra i, Riacho do Navio, Cintura fina, Paulo Afonso. A ignorância vigente na mídia é de espantar.
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SEM MISÉRIA, NÃO HÁ JAZZ “DE VERDADE”

3Doris DayPromessa é dívida. Voltamos aos best-sellers do jazz, em que seus integrantes, tal qual os escritores, são acusados de vender muito e… ganhar dinheiro. As listas que todos conhecem são integradas por meia dúzia de grandes artistas negros, mas não incluem Nat King Cole, Frank Sinatra, Doris Day, Fred Astaire. Óbvio: além de serem quase todos brancos, esses venderam muito e, consequentemente, fizeram “concessões”, ficando marcados como “comerciais”.  O senso comum diz que lhes falta desgraça e miséria suficientes para sentir o blues na própria pele – sem o que não se canta o jazz autêntico. Quem é jazzman (ou jazzwoman) de verdade morre com o estômago pregado às costas, mas concessões ao mercado, jamais.

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“Num quarto sujo, cheio de percevejos”

Este raciocínio, segundo Ruy Castro (no livro Tempestade de ritmos), foi montado pelos franceses, lá pelos anos trinta/quarenta, e de forma eficiente, “porque até hoje há quem acredite nele”. A teoria tenta preservar o músico de jazz como o tipo “bom selvagem” de Rousseau: negro, pobre, injustiçado, escravo do jazz, do álcool e da heroína, mas firme e incorruptível. Diante das “concessões” que levam à boa vida, escolhe vegetar num quarto sujo, cheio de percevejos (vide os filmes ´Round midnight e Bird, já referidos nesta coluna). “Duke Ellington, a caminho do seu alfaiate, tremia de medo dessa teoria”, ironiza Ruy Castro. Confesso que esse tipo me fascina – creio que fui formado nessa escola romântica.
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5Cole EspanholNo fim, boleros derramados, em espanhol

Para ficar apenas num nome (que o espaço é tão pequeno para tanto amor), citemos o velho Nathaniel Adams Coles (1919-1965): pianista, tornou clássica a formação piano-guitarra-baixo, era cultuado pelo seu trio de jazz “autêntico”. Foi assim até resolver cantar canções “comerciais”, quando passou a ser execrado pela crítica. Esta jamais o perdoou por gravar e vender Mona Lisa, Unforgettable, Blue Gardenia e (aí nem eu aguentei!) uma enxurrada de boleros derramados, em espanhol. De ternos bem cortados, e dono de muitos dólares, Nat King Cole era discriminado no bairro rico onde residia. A gorda conta bancária não foi bastante para ofuscar o racismo, contra o qual ele era combatente.
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(ENTRE PARÊNTESES)

Quase destruída física e moralmente, Itabuna aguarda ansiosa as ações do seu novo Messias. Nunca se viu um prefeito com tantas sugestões de nomes. Seu sobrenome é Renascer, mas ele poderia, sem desdouro, chamar-se Reconstruir, Reformar, Refazer, Remontar, Recuperar, tais são as expectativas criadas. É aceitável também, Salvador da Pátria, Fada Madrinha, Salvação da Lavoura, Houdini, Magoo e, se queremos algo mais abrangente, Panaceia. Mas que não seja o Mágico de Oz, pois de impostores já andamos cheios. A frase batida (do filme O fabuloso destino de Amélie Poulain) cabe aqui: “São tempos difíceis para os sonhadores”.
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EU VOLTAREI TÃO LOGO A NOITE ACABE

“Meu amor, eu não esqueço,/ não se esqueça, por favor,/ que eu voltarei depressa,/ tão logo a noite acabe,/ tão logo esse tempo passe,/para beijar você” – são versos de Para um amor no Recife, de Paulinho da Viola. A música foi feita para Dedé (Maria José Aureliano), uma professora pernambucana que hospedou Paulinho no Recife em 1971, quando ele foi lá apresentar-se durante três dias e ficou (graças à acolhida calorosa) quase um mês. No fim, Dedé chamava o cantor de filho (para isso, pedira e obtivera “autorização” da verdadeira mãe dele, no Rio). Mas Para um amor…, um grito contra a ditadura militar, esconde outra história menos “família”, menos lírica, menos divulgada.
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Feridas abertas e sangue derramado

Em A vida quer é coragem (do jornalista Ricardo Amaral), biografia da presidenta Dilma, surge a uruguaia Maria Cristina no capítulo intitulado “Tão logo a noite acabe”. Amaral conta que Cristina ligou-se à guerrilha no Brasil, devido à paixão que tinha pelo militante Tarzan de Castro, do PCdoB, preso em 1969, e amigo do ex-marido de Dilma, Carlos Araújo. As duas dividiram a mesma cela, em São Paulo, por oito meses. Quando a uruguaia, levada para as sessões de tortura, retornava, Dilma tratava das dores e lhe chamava a atenção para a letra de Paulinho, como uma espécie de bálsamo, ao cantar “Fechar a ferida e estancar o sangue”. Sentiam-se menos sós e desamparadas: lá fora, uma voz lírica dizia que a iniquidade não era eterna.

(O.C.)

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O Trombone

A pastora Joelma Santana, candidata derrotada a vereadora em Itabuna pelo PP, escreveu ao blog para denunciar o que ela define como “roubo” dos cargos a que ela e seus colegas de legenda teriam direito na administração do prefeito Claudevane Leite, por meio da secretaria da Indústria, Comércio e Turismo.
Joelma Santana afirma que o presidente da legenda em Itabuna, Roberto Barbosa, “que não apoiou Vane em nenhum momento”, após a divisão das secretarias, “roubou os cargos que, por direito, seriam nossos, dos vereadores que lutaram por Vane com todas suas forças, se endividando, ficando nas mãos de credores e até passando necessidades como eu, que estou com uma divida de R$ 5.500,00, sendo cobrada”.
Segundo ela, Barbosa, em vez de contemplar os membros do partido, convidou amigos pessoais para os cargos. A pastora isenta Vane de culpa, já que “ele cumpriu com a palavra dele, nos deu a secretaria. Agora, nós queremos o que de fato nos pertence, os nossos trabalhos”.
Um pepino para o homem do aço.
Confira mais do Trombone
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O ator Walmor Chagas, 82, morto ontem em Guaratinguetá (SP), teve como um dos últimos trabalhos profissionais a interpretação do personagem Samir Luedy no filme A coleção invisível, de Bernard Attal. Parte do filme foi gravada em Itajuípe, no sul da Bahia.
Walmor intepretava o colecionador de gravuras e desenhos em filme que tem a participação do ator global Vladimir Brichta e revelou para as artes o talento do itajuipense Wesley Macêdo, de 14 anos. A história é baseada na obra homônima de Stefan Zweig .
Em um dos trechos, o personagem interpretado por Walmor diz : “eu pensava que estava morto para o mundo”.

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A decisão do prefeito Jabes Ribeiro de demitir mais de 70 funcionários concursados pegou mal. Alega-se vício no concurso realizado em 2011, estouro das despesas etc. Do outro lado da corda – a parte mais fraca, estão pessoas que mudaram de emprego para assumir cargo na prefeitura ou até mesmo que tinha no concurso a esperança de vida melhor.
A “faca amolada” deveria cortar, primeiro, na lista dos contratados para só depois – e se extremamente necessário – atingir concursados. Estes, reclamam com razão.

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Charge do site Humortadela

O jornal Folha de São Paulo destaca neste sábado, 19, a situação de municípios brasileiros que foram obrigados a cancelar ou adiar a folia momesca em virtude de problemas financeiros. Na lista, estão duas capitais: Florianópolis (SC), que tem um abacaxi de R$ 100 milhões para descascar e por isso desistiu de liberar R$ 3 milhões para a festa; e São Luís (MA), outro município que está com a corda no pescoço.
A publicação paulista também comenta a situação periclitante de Ilhéus, nestes termos:
Também não haverá Carnaval em Ilhéus (BA). Por lá, a solução que a prefeitura tenta é no mínimo curiosa: transferir a folia para o feriado da Páscoa, fazendo uma festa com “motivos de Semana Santa”.
Clique aqui e leia a matéria na íntegra.

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A Bahia registrou crescimento de 2,3% de suas exportações em 2012 na comparação com o ano anterior. De acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais (SEC), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Planejamento, o Estado já responde por 60% das vendas externas realizadas pelo Nordeste.
O valor das exportações baianas no ano passado chegou a US$ 11,27 bilhões, um recorde histórico de acordo com o governo. Os setores que tiveram os melhores desempenhos foram os de petróleo e derivados (crescimento de 9%), soja e derivados (11,6%), algodão (7,2%) e o de metais preciosos (4,3%).
A China é o país que mais importa produtos made in Bahia, respondendo por 13,6% das vendas realizadas pelo Estado. Em segundo lugar, vêm os Estados Unidos,com 12,3% do valor exportado, mesmo com queda de 5,1% na participação americana ante 2011.
Entre os estados brasileiros, a Bahia também melhorou sua posição. Ficou com 4,64% das exportações em 2012, enquanto no ano anterior havia ficado com 4,28%.

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Jabes Ribeiro recebe Vane e Wenceslau no Palácio Paranaguá (foto Alfredo Filho)
Jabes Ribeiro recebe Vane e Wenceslau no Palácio Paranaguá (foto Alfredo Filho)

Jabes Ribeiro (PP), prefeito de Ilhéus, e Vane do Renascer (PRB), de Itabuna, afinam o discurso em torno de uma agenda de interesse dos dois municípios.
Nesta sexta-feira, 18, o gestor itabunense, acompanhado pelo vice Wenceslau Júnior (PCdoB), foi recebido no Palácio Paranaguá, sede do governo ilheense. A pauta da conversa girou em torno da proposta de criação da região metropolitana, que reuniria Ilhéus, Itabuna e outros municípios sul-baianos.
A intenção é de que os representantes de Itabuna e Ilhéus atuem em conjunto, em busca de soluções para demandas comuns. No final do mês, a dupla de prefeitos fará tabelinha em Brasília, onde a presidenta Dilma Rousseff receberá os gestores municipais eleitos em outubro. Na capital, irão engrossar a defesa pela redistribuição dos royalties do petróleo.