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Além de Solon Pinheiro (DEM), os vereadores Vane do Renascer (PRB) e Wenceslau Júnior (PCdoB) também tiveram recursos negados no Tribunal de Justiça da Bahia, não conseguindo suspender o bloqueio de bens determinado pelo juiz da 2ª Vara Crime de Itabuna, Antônio Carlos Rodrigues de Moraes. A informação é do blog Políticos do Sul da Bahia.

Os três vereadores, assim como os outros dez que integram a Câmara de Itabuna, são réus em processo movido pelo Ministério Público, por suposto envolvimento na chamada “farra das diárias”. Segundo o MP, os membros do legislativo municipal utilizavam as diárias em viagens de lazer. Na semana passada, Vane e Wenceslau, que são prefeito e vice eleitos de Itabuna, concederam entrevista coletiva, na qual refutaram as acusações e garantiram que as diárias solicitadas por eles foram usadas para compromissos oficiais e participação em cursos.

No Tribunal de Justiça, o desembargador Edmilson Jatahy Fonseca observou que o agravo de instrumento interposto pelos vereadores, a fim de promover o desbloqueio de seus bens, não tinha os documentos necessários à compreensão do litígio.  Outro recurso, no qual os integrantes da Câmara de Itabuna pedem sua recondução aos mandatos, deverá ser julgado esta semana. Todos os 13 vereadores foram afastados por 90 dias pela justiça local.

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Carlito, César, Júnior Brandão e a Soldada Valéria: nomes que são lembrados para presidir a Câmara de Itabuna

Seguem intensas as movimentações de vereadores eleitos em Itabuna, em torno da futura Mesa Diretora do legislativo municipal. Por enquanto, no centro da disputa, estão uma novata e três políticos que retornaram à casa após um período fora.

Surfando na onda da renovação, a campeã de votos nas eleições, Soldada (para não arrumar confusão com o Ousarme) Valéria (PSC), é um dos nomes cotados para presidir a Mesa, embora sua falta de experiência e conhecimento dos trâmites do legislativo comprometam o projeto.

No extremo oposto, aparece como possível candidato o vereador Carlito do Sarinha (PTN), que já exerceu quatro mandatos, ficou fora do legislativo nos últimos oito anos e agora retorna para tocar sua quinta legislatura (por onde ele passa, não deixa de repetir que “todo mundo tenta, mas só Carlito é penta”). Carlito tem quilometragem e isso tanto pode lhe ajudar, como também atrapalhar num momento de clamor por mudança.

Outro nome lembrado é o do vereador Júnior Brandão (PT), que já exerceu um mandato e também ficou um período fora do legislativo. Ética e equilíbrio são características que identificam bem o petista e o colocam em posição favorável, principalmente após um período de tantos escândalos na Câmara. Por outro lado, há quem diga que ele não tem o “jogo de cintura” necessário para as negociações que cercam a formação da Mesa.

Finalmente, entra no jogo César Brandão (PPS), igualmente reintegrado ao legislativo após um período “de molho”. Com a imagem vinculada a projetos sociais, César teve mandato elogiado e possui trânsito em todos os campos, da esquerda à direita. Pode perder em densidade política, mas jogo de cintura não lhe falta.

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Os estoques do Banco de Sangue da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna encontram-se em um nível considerado crítico e a instituição precisa urgentemente de doadores de sangue de qualquer tipo.

As pessoas que estejam em condições de doar devem se dirigir ao Banco de Sangue, que funciona em um anexo do Hospital Calixto Midlej Filho. O funcionamento é de segunda a sexta, das 7 às 17 horas, e aos sábados, das 8 às 16 horas.

O Banco de Sangue abastece, além dos hospitais da própria Santa Casa, o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães e unidades de menor porte na região.

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Osvaldo Bispo e Paulo Leonardo, quando eram entrevistados por Gilvan Lima, da Jornal

Após cerca de 30 anos na Rádio Difusora, os comunicadores Paulo Leonardo e Osvaldo Bispo, que apresentavam o programa “O Crime não compensa”, mudaram de casa. A estreia na Rádio Jornal acontece nesta segunda-feira, 22, quando a dupla passa a conduzir o programa “Ronda Policial”, das 16 às 18 horas.

Além do programa vespertino, Leonardo e Osvaldo Bispo participam como repórteres em outras atrações da Jornal. O primeiro com informes gerais das ruas e o segundo com notícias da área policial.

Tudo como dantes, só que em outra emissora.

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Antônio Carlos Moraes comenta processo eleitoral (A Região).

Candidatos que fizeram saques de altos valores às vésperas da eleição em municípios como Itabuna, Itapé e Jussari entraram na mira da Justiça. O juiz titular da 27ª Zona Eleitoral, Antônio Carlos Moraes, disse que foram constatados “saques elevadíssimos”. Os valores, conforme entrevista do magistrado ao jornal A Região, chegaram até R$ 1 milhão.

Antônio Carlos Moraes cita registro de casos em que candidatos foram pessoalmente a agências do Banco do Brasil e Caixa Econômica para realizá-los, a dois dias do pleito. O juiz também comenta na entrevista os abusos cometidos no período eleitoral em Itabuna e sugestões para reduzir a poluição sonora (veja aqui).

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O desembargador Edmilson Jatahy Fonseca rejeitou o agravo de instrumento interposto pelo vereador itabunense Solon Pinheiro (DEM), com o objetivo de cancelar a indisponibilidade parcial seus bens, que foi decretada pelo juiz da 2ª Vara Crime de Itabuna, Antônio Carlos Moraes.

A determinação de bloqueio dos bens atingiu todos os 13 vereadores da cidade, que também foram afastados de seus mandatos, sob suspeita de envolvimento em uma “farra das diárias”. A indisponibilidade está limitada ao valor que teria sido gasto em supostas viagens indevidas, custeadas pelo dinheiro público.

A decisão do desembargador sugere falha na fundamentação do agravo interposto por Solon Pinheiro. Segundo Fonseca, o não conhecimento do recurso levou em conta “a falta das peças indispensáveis à compreensão da controvérsia”.

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Em setembro, o governador Jaques Wagner disse em entrevista exclusiva ao PIMENTA que a base aliada elegeria 320 prefeitos na Bahia. Feitas as contas após o primeiro turno, foram contabilizadas 325 vitórias, podendo chegar a 327 com Vitória da Conquista e Salvador, locais onde a definição ficou para 28 de outubro.

Nos dois municípios, o partido de Wagner tem como candidatos Pelegrino (Salvador) e Guilherme Menezes (Conquista).

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Marco Wense

Vane do Renascer foi eleito prefeito de Itabuna devido a vários fatores. O principal deles, o imprescindível, o “condicio sine qua non”, foi o rompimento político com o deputado Geraldo Simões.

Discordo da opinião de que Claudevane Leite, o Vane do Renascer (PRB), ganharia a eleição se saísse candidato a prefeito pelo PT de Geraldo Simões com Juçara Feitosa na vice.

A intransigência petista, não abrindo mão de uma chapa puro sangue, com PT e PT, provocaria uma cisão, ainda maior, nas intituladas forças de oposição ao governo Azevedo (DEM).

PCdoB, PDT, PPS e o PV formariam uma nova coligação, com Davidson Magalhães (ou Luís Sena) encabeçando a majoritária. A pedetista Acácia Pinho seria a candidata a vice-prefeita.

Não sei se essa formação encarnaria o novo, a tão desejada “mudança”. Mas representaria um chega-pra-lá no governismo e, principalmente, no geraldismo.

Essa divisão oposicionista, com comunistas de um lado e petistas do outro, aí incluindo Vane do Renascer, beneficiaria o projeto de reeleição do capitão Azevedo.

A disputa entre a oposição 1 e a oposição 2 seria mais acirrada. Em decorrência desse equilíbrio, o voto útil, responsável pela vitória de Vane, ficaria inibido.

A certeza, de ambos os lados, de que o seu candidato estaria na frente, afastaria o eleitor do voto útil. O candidato do DEM seria reeleito com a mesma quantidade de votos que obteve nessa sucessão.

Concluindo, diria que Vane do Renascer foi eleito prefeito de Itabuna devido a vários fatores. O principal deles, o imprescindível, o “condicio sine qua non”, foi o rompimento político com o deputado Geraldo Simões.

AUGUSTO CASTRO

Quando o assunto é a sucessão municipal de Itabuna, com o viés direcionado para 2016, o deputado estadual e prefeiturável Augusto Castro (PSDB) é o grande perdedor.

A não-reeleição do capitão Azevedo colocou um monte de areia branca na pré-candidatura do tucano, que tinha o apoio do chefe do Executivo como favas contadas.

O insucesso da vereadora Rose Castro, que é irmã do parlamentar, não conseguindo o segundo mandato, é café pequeno diante da derrota do candidato do DEM.

E mais: o capitão Azevedo, se não for alcançado pela Lei da Ficha Limpa, mantendo seus direitos políticos, será candidato a deputado estadual.

VEREADORES IRRESPONSÁVEIS

Não votam as contas do Executivo, não fazem nada e nada acontece. Apostando na impunidade, debocham da justiça e desdenham a lei orgânica do município.

Conversei com o bom advogado Carlos Sodré sobre a falta de uma exemplar punição para a omissão dos vereadores diante da votação das contas do prefeito.

Ficamos de ter uma segunda conversa. Mas adiantei que defendo a dissolução da Câmara com os suplentes tomando posse.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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No palco do CCAF, Stella Miranda e Luiz Salém concorreram com final de Avenida Brasil.

Os atores Luiz Salém e Stella Miranda se apresentaram no Centro de Cultura Adonias Filho, em Itabuna, exatamente na hora em que ia ao ar o último capítulo de Avenida Brasil, na sexta à noite. E a dupla de Gozados não deixou de agradecer à plateia.

Apesar do frisson em torno da novela, o Centro de Cultura ficou cheio para assistir à comédia musical que estreou há dois meses e foi trazida ao município sul-baiano pela Adois Produções, de Célio e Daniel Gomes.

No palco, Salém e Stella brincaram com a situação: “Tenham certeza que vocês vão lucrar muito mais com a gente aqui”. E completaram aos risos: “até por que vocês vão poder ver a p…. da reprise amanhã [ontem]”.

Stella ainda brincou com os nomes de um dos personagens de Avenida… e da novela global que estreia nesta segunda. Disse que Jorginho (Cauã Reymond) ia ser sequestrado no capítulo final e resgatado somente amanhã, 22, em Salve Jorge – ou seria Salve Jorginho?

A dupla falou com o PIMENTA sobre como a final da novela mexeu com o público e até a agenda política da presidente Dilma Rousseff. Salém confessou: “se não tivesse [trabalhando], estava assistindo à novela”. A peça teve apresentação única em Itabuna. Hoje, Gozados encerrada a série de sessão dupla no Teatro Municipal de Ilhéus, às 20h30min.

Peça teve casa cheia mesmo com final de novela em mesmo horário (Fotos Pimenta).
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O jornalista e escritor Daniel Thame, autor de obra-tributo a Jorge Amado, participou neste sábado, 20, de uma mesa redonda sobre o escritor grapiúna na Feira Literária Internacional de Cachoeira (Flica). Mediado pelo ator Jackson Costa, o debate teve também a presença da escritora americana Mary Ann Mahony.

A discussão, que durou cerca de duas horas e atraiu grande público para o auditório da Ordem do Carmo, girou em torno do tema “Jorge Amado e os contextos de Terras do Sem Fim e Gabriela”. Segundo Thame, foi um “mergulho na saga do cacau e no mundo mágico de Jorge Amado, que tornou o Sul da Bahia mundialmente conhecido”.

A Flica, que termina neste domingo, 21, reúne escritores do Brasil, Estados Unidos, Espanha, Itália, Nigéria e Angola.

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Tribuna:

Responsável por autorizar a retirada de cinco crianças de um casal de lavradores da Bahia para serem adotadas por quatro casais de São Paulo “a título de guarda provisória”, o então juiz do município de Monte Santo (BA) Vitor Xavier Bizerra divulgou sua versão dos fatos, justificando a decisão e alegando que o fato foi “intencionalmente distorcido”.

Em nota, o juiz garante ter tomado a decisão com base nas informações fornecidas por vários órgãos. Segundo Bizerra, ao contrário do que vem sendo divulgado, os quatro processos de adoção não foram concluídos em tempo recorde. Ele indica que, desde março de 2011, o Conselho Tutelar e o Ministério Público Estadual apuravam se os cinco irmãos sofriam maus-tratos.

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Candidaturas alinhadas ao DEM e bem postas neste segundo turno temem que o ex-governador José Roberto Arruda se ache padre e dane a rezar toda a missa – o termo é dele –  do Mensalão no Distrito Federal, apelidado de “Mensalão do DEM” .

O carequinha com jeito de mordomo assustou coleguinhas do ex-partido com uma prosa ruim (para eles, óbvio) de que não apareceu nem metade da missa até agora.

Quem tem compromissos especiais no dia 28, reza para que tudo não passe de simples ameaça e o carequinha esteja – apenas e na verdade – mandando aquele recadinho no estilo “reguem a arruda”.

 

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O MATUTO E A “BONDADE” DOS CANDIDATOS

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Apurados os votos e sabidos os eleitos (com perdão do trocadilho pouco explícito), posso brincar com o sistema, sem que a Justiça Eleitoral me meta grades adentro. E aproveito o momento para repetir um excerto de Festa de inleição, do poeta paraibano Pompílio Diniz (eu, até este momento, o dava como pernambucano). É a história de um matuto que se aproveitou da “bondade” dos candidatos, “cumeu até se arripuná” nas festas da campanha e depois foi às urnas. Trata-se de bela caricatura do nosso eleitor típico (o texto completo está em Buerarema falando para o mundo, de Antônio Lopes).

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Carne de bode, sarapatel e chouriço

O meu cumpade Vicente,/ Nessa úrtima inleição,/ Cumeu, de ficá duente,/ Carne de bode, pirão,/ Sarapaté e chouriço/ E dispois, com sacrifiço/ Foi votá na opusição.
Mas quando chegô a hora/ Do meu cumpade votá/ O pobre quis ir “lá fora”/ Pro mode se aliviá,/ Mas o tá do presidente/ Começa a berrar “Vicente!”/ E manda logo ele entrá…/ E disse pra ele: “assine/ seu nome nesses papé,/ Dispois entre na gabine/ vote lá em quem quisé,/ Mas não demore lá dento/Pois os outo também quer…” O meu cumpade assinô/ O que tinha de assiná,/ E se troceno de dô,/ Sem poder mais nem falá,/

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O cumpade faz “oportuno” uso da cabine

Mostra o tito, se aprivine,/ Fecha a porta da gabine,/ Começa logo a “votá”…/ Já fazia meia hora/ E o pessoá lá de fora/ Começaro a recramá:/ “Seu fiscá, ói a demora!”/ Outo diz “vamo simbora/ Que a urna é só de Vicente/ E o gota do presidente/Não bota o home pra fora!…”  Lá na mesa o presidente/Manda o povo se calá,/ Toca a esperar por Vicente,/ Toca Vicente a custar…/ E pra num havê revorta,/ Vai o tá do presidente/ Batê com força na porta/ Da gabine de Vicente…/ Depois dumas três batida/ Uma vóiz grossa, isprimida/ Responde de lá: “Tem geeeente!”

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SOLDADO É ELEITA VEREADORA EM ITABUNA

“O velho Ousarme perdeu o que lhe restava de bom senso e começou a escrever (mais) bobagens”, dirá o exigente leitor, com a anuência da gentil leitora. Calma pessoal! Apenas imaginei, com este título canhestro, despertar olhares para um tema que precisa ser discutido: a masculinização da mulher por meio da linguagem. “Soldado Valéria Morais foi eleita vereador em Itabuna pelo PSC”, anuncia um blog. Construção atabalhoada: primeiro, a mulher é tratada como soldado (palavra masculina, toda a turma da segunda série sabe); depois se lhe nega a condição de vereadora, chamando-a vereador. Então, nós temos soldado eleita e Valéria vereador. Talvez uma nova língua, mas não é a portuguesa, com certeza.

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“Soldada Valéria é eleita vereadora”

Os exemplos dessa violência, no caso da “soldada Valéria eleita vereadora”, são legião em todas os veículos: “A campeã das urnas foi a soldado Valéria Morais, com 2.054 votos”, trombeteia um jornal diário de Itabuna; “A soldado Valéria foi a mais votada”, assusta-se outro importante diário, “Soldado Valéria conseguiu os votos de 2.054 eleitores”, comenta um semanário itabunense – e por aí vai esse desvario gramatical. Mas, louve-se a diferença! “A vitória da soldada Valéria Morais despertou muitas consciências”, comenta-se num solitário espaço de jornal grapiúna, acrescentando-se, simpaticamente: “a soldada Valéria chega à Câmara com algum potencial de liderança”.

As mulheres deveriam reagir ao abuso

A boa norma diz que soldado é substantivo masculino, não comum de dois (o Michaelis até define soldado como “homem alistado ou inscrito nas fileiras…”),  sendo seu correspondente feminino soldada. Assemelha-se a delegada, deputada, vereadora, prefeita, reitora, doutora, generala, presidenta, promotora, coronela, marechala, confreira, paraninfa e outras. Assim, não se vê fundamento em chamar mulher de soldado, bacharel, general ou cônsul (consulesa é a escolha), pois tais termos são masculinos. É o velho preconceito (abrigado também pela Polícia Militar e o Tribunal Regional Eleitoral), repetido por uma mídia que se recusa a pensar, e aceito por mulheres que deveriam reagir a esse abuso.

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UMA CANÇÃO DE AMOR QUE GANHOU O MUNDO

Les feuilles mortes – que inaugurou esta coluna, em dezembro/2009 – é uma canção francesa de 1945 (letra de Jacques Prévert, melodia de Joseph Kosma), que Yves Montand lançou no filme As portas da noite, em 1946 (na foto, em cena com Nathalie Nattier). Um ano depois, Johnny Mercer fez a versão americana (Autumn leaves) e a música ganhou status de clássico do jazz. O tema foi gravado, além de Yves Montand, por Nat King Cole, Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Stanley Jordan (com duas guitarras!), Natalie Cole, Edith Piaff (em inglês!), Keith Jarret, Eric Clapton, Bill Evans, Juliette Greco, Stan Getz, Doris Day, Miles Davis, Chet Baker e Sarah Vaughan (com Winton Marsalis).

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A letra que vale a pena é a francesa

Se a gentil leitora tiver vocação para a pesquisa, por certo aumentará consideravelmente esta relação, pois o fascínio que Autumn leaves/Les feuilles mortes exerce sobre cantores e instrumentistas de jazz parece não ter fim. Curiosamente, vejo agora que não incluí na lista acima Laura Fygi, uma alemã branca cantora de jazz que ainda pretendo mostrar aqui. A meu juízo, a letra que vale a pena é a francesa – a americana segue o padrão nacional daquela terra de maus letristas. Realizamos o delírio de botar Nat King Cole e Natalie (pai e filha) cantando juntos. A voz dele vem do filme Autumn leaves, de 1956 – quando ela conhecia, no máximo, alguma cantiga de roda. Tinha seis anos.

(O.C.)

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Guarnição do Corpo de Bombeiros controla incêndio (Foto Leandro Barreto/Pimenta).

Um homem tocou fogo na própria casa após brigar com a esposa que insistia em assistir à reprise do capítulo final da novela Avenida Brasil (Rede Globo). O crime ocorreu por volta das 21h40min deste sábado (20), na Rua H, 51, Bairro Novo São Caetano, em Itabuna. O homem ainda não foi identificado pelo Corpo de Bombeiros, que interditou a casa até a chegada da Polícia Técnica.

Bombeiros debelam fogo. Casa ficou destruída (Foto Leandro Barreto/Pimenta).

Vizinhos do casal afirmam que o homem estava ouvindo música e se irritou quando a esposa baixou o volume do som para poder assistir à novela. Depois de discutir, Edlane Santos deixou a residência afirmando que iria ver a reprise na casa de uma irmã. O marido não gostou, correu atrás dela, mas não a alcançou. Ao retornar, ateou fogo na residência.

Diante do Sargento Josuel, do Corpo de Bombeiros, Edlane chegou a afirmar que o marido não havia provocado o incêndio. A vítima se negou a fornecer o nome do esposo à guarnição do Corpo de Bombeiros. Ela, no entanto, não soube dizer como o incêndio começou. Informou apenas que saiu e quando retornou “tava tudo pegando fogo”.

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O candidato a prefeito de Salvador pelo PT, Nelson Pelegrino, usou o programa eleitoral na televisão, há pouco, para questionar o resultado da última pesquisa Ibope/Rede Bahia.

O programa do candidato petista trouxe trecho de matéria do jornal A Tarde em que a diretora do Ibope, Marcia Cavallari, “assume erros” do instituto de pesquisa em capitais como Salvador, Curitiba e Manaus (veja aqui).

O locutor diz que a pesquisa Ibope de ontem foi contratada pela “TV Bahia de ACM Neto” e que o instituto “errou mais uma vez” em Salvador. Logo em seguida, é dito que o Babesp foi o único que acertou no primeiro turno e que, agora, dá empate técnico no segundo turno (41,2% para Neto e 40,4% para Pelegrino).

Pelegrino usa Babesp para contestar Ibope (Reprodução Pimenta).