Do G1:
A Polícia Federal informou, às 17h22 desta quarta-feira (17), que 23 pessoas foram presas na Operação Alquimia. A megaoperação que envolve, além da polícia, a Receita Federal e o Ministério Público Federal, cumpriu todos os 129 mandados de busca e apreensão. Dezessete estados e o Distrito Federal são alvos da ação para desmontar uma suposta organização criminosa que comandava esquema bilionário de fraudes ao Fisco e desvio de tributos.
Dos 63 mandados de condução coercitiva (quando a pessoa é levada para prestar esclarecimentos na delegacia), 45 foram cumpridos. Ao todo, são 31 mandados de prisão.
Segundo a Polícia Federal, foram apreendidos 2,5 quilos de ouro em barra, R$ 40 mil em espécie em apenas um dos locais vistoriados pelos agentes, oito jet skis e uma lancha em uma ilha na Bahia, três armas de fogo, quase uma centena de veículos e esquipamentos industriais de empresas investigadas, além de documentação contábil, hardwares (HD) e mídias de computador, entre outros.
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Proprietários de veículos movidos a gás natural em Itabuna estão há dois dias sem poder reabastecê-los. Apenas um posto de combustível fornece gás natural veicular (GNV) no município, o Universal (em frente ao parque de exposições Antônio Setenta). A gerência do estabelecimento diz que o problema se deu num dos equipamentos de compressão da Bahiagás.
De acordo com o gerente do posto Universal, Gilvan Dias, a Bahiagás informou que uma peça teria de ser substituída, mas ela é importada da Argentina. “Eles não deram previsão de quando o abastencimento será normalizado”. Os postos mais próximos que fornecem GNV estão em Eunápolis e Valença. O prejuízo tem sido grande para taxistas e donos de veículos que operam no transporte escolar.

Desde o dia 1º de janeiro até ontem, Itabuna registrou mais de 70 homicídios e viu crescer em mais de 33% o número de roubo de carro, por exemplo.
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Passada a comemoração de cada município baiano contemplado com o projeto de expansão universitária do governo federal, o desafio dos prefeitos agora é cumprir com as suas obrigações e indicar ao Ministério da Educação (MEC) os terrenos para construção dos campi.
Itabuna assinou ontem o termo para cessão de terreno, mas ainda definiu qual será a área de instalação do campus local. Entre as áreas possíveis, está um terreno de mais de 50 mil metros quadrados próximo aeroporto Tertuliano Guedes de Pinho, onde antes seria construído o campus da FTC/Itabuna. A instituição negociou com a gestão local e acabou ficando com a velha prefeitura (praça José Bastos).
Muitos defendem que o campus da Ufesba em Itabuna seja em Ferradas.
A coordenação estadual do Movimento de Luta pela Terra (MLT) emitiu nota de pesar pelo falecimento do diretor do Hospital Geral Luiz Viana Filho, Gustavo César Silveira. Gustavão, como era conhecido, morreu na manhã desta quarta-feira, 17, e será sepultado hoje à tarde, no cemitério da Vitória.
A nota, assinada por Aldenes Meira, coordenador do movimento na Bahia, diz que Gustavão foi “um membro combativo do PCdoB e que muito contribuiu na luta pela reforma agrária e pela valorização dos trabalhadores rurais e da agricultura familiar”.
O cerimonial do governador chegou a Itabuna três dias antes, trocamos ideias e gentilezas, só estragadas quando o Bispo Dom Ceslau foi barrado na UTI por um segurança “qualificado” do governo.
Alguns episódios recentes, e outros nem tanto, me inspiraram a escrever este artigo, que trata de um assunto de área onde atuo, no caso o cerimonial. Por definição e por tradição, cerimonial é um conjunto de normas de conduta e de comportamento em público ajustados por lei e algumas condições indispensáveis de etiqueta e de respeito às relações sociais, sejam no âmbito privado ou público.
Os últimos governos da Bahia, desde o longo domínio carlista (mais acentuado com Paulo Souto) aos dias hoje (quinto ano da gestão Wagner), têm dado demonstrações de uma truculência inimaginável quando se trata dessas relações. Nem ACM, reconhecidamente grosseiro em suas atitudes, tinha equipes do seu cerimonial ao nível do que já vimos e acompanhamos nos dois governos de Paulo Souto e no recente governo Wagner.
Como atuo na área, frequentemente sou contratado para realizar eventos que contam com a presença do governador. Aprendi, desde Souto, que é exigência na área governamental, usar o cerimonial do governo nas atividades em que o maior mandatário baiano esteja presente. Nada contra. Acho até um cuidado especial para que se preserve o governador e ele não sofra qualquer tipo de constrangimento. O que não é admissível é que o cerimonial do governo atropele as convenções sociais, a lei e as regras mais elementares de convivência, como nos exemplos a seguir.
O primeiro exemplo é positivo (para não dizerem que não falei de flores) e vem, imaginem, da cúpula carlista. Maio de 2000, inauguração do Jequitibá com as presenças do governador César Borges e do senador ACM. Uma semana antes o cerimonial do governo fez contato com o shopping pedindo o roteiro da solenidade. Como responsável pelo ato encaminhei o material para o governo, que o aprovou sem restrições apenas com uma exigência: que as demais autoridades e os anfitriões usassem traje esporte, já que o governador, o senador e sua comitiva, estariam assim trajados. O evento foi tranquilo.
Um segundo episódio foi no governo Paulo Souto. Inauguração da Fábrica Inaceres, em Uruçuca. Fui contratado para conduzir a cerimônia, mas adverti aos dirigentes da empresa que se o governador estivesse presente o cerimonial seria dele. Mas Paulo Souto não trouxe um mestre de cerimônia e sim um locutor de comícios, arrogante e mal educado, mal trajado e sem qualquer conhecimento de cerimonial. Por conta do seu despreparo deixou de chamar para o palanque o Embaixador do Equador, país sócio e investidor da Inaceres e, mais que isso, representante de um país estrangeiro. O avisei da gafe. “E agora o que é que eu faço” perguntou-me, não tão arrogante como na chegada. “Assuma a culpa, peça desculpas e chame o homem”, respondi-lhe.
As mais recentes são dedicadas ao cerimonial do governo Wagner. Em 2009 a Santa Casa inaugura a nova UTI com a presença de Jaques Wagner. O cerimonial do governador chegou a Itabuna três dias antes, trocamos ideias e gentilezas, só estragadas quando o Bispo Dom Ceslau foi barrado na UTI por um segurança “qualificado” do governo (segundo consta um tenente coronel da PM), que não identificou a autoridade religiosa nem pelo anel, o colarinho clerical, a cruz peitoral ou pela mitra (chapéu), que os bispos usam. Ignorância pura.
Para encerrar a série de truculências fui convidado para conduzir a cerimônia de inauguração do SEST/SENAT. Novamente adverti: “o cerimonial será do governo”. Por se tratar de cerimônia padrão em suas inaugurações o roteiro que foi para as mãos do mestre de cerimônia governamental seguia esse padrão. Mas ele atropelou tudo: não exibiu o vídeo sobre a unidade, não leu um texto sobre o SEST/SENAT, não pediu o Hino Nacional. E mais: se armou uma trama para o prefeito Azevedo não usar da palavra, felizmente abortada pela pronta intervenção dos dirigentes do SEST/SENAT, Carlos Knitel à frente.
E mais: Wagner Chieppe, da Viação Águia Branca, um dos principais responsáveis pela vinda da unidade para Itabuna, ficou esquecido, em pé, sem qualquer gentileza, nem citação dos oradores, não fossem os pronunciamentos do prefeito Capitão Azevedo e de Carlos Knitel, que fizeram justiça, numa tarde de tantos equívocos protocolares.
Ramiro Aquino é cerimonialista, membro do Comitê Nacional de Cerimonial e Protocolo, jornalista e radialista.
Os deputados federais Geraldo Simões e Josias Gomes manifestaram pesar pela morte do fisioterapeuta e diretor do Hospital Geral Luiz Viana Filho (HGLVF), Gustavo César, ocorrida nesta madrugada.
Josias ressaltou o compromisso de Gustavão com o desenvolvimento de Ilhéus. O parlamentar diz que a cidade “fica visivelmente desfalcada, mais pobre”. Para Geraldo Simões, “o sul da Bahia perde não apenas uma grande liderança, mas um ser humano exemplar, que fez de sua vida uma luta em defesa da justiça social e do bem-estar dos menos favorecidos”.

Os dados anteriores apontavam corte de 258 vagas no município sulbaiano em 2011. Hoje, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) coloca a cidade no azul no item geração de empregos com a abertura de 275 novas vagas.
As principais alterações ocorreram nos setores da construção civil (de 201 para 406 empregos) e serviços (corte de 163 vagas ante as 302 divulgadas ontem). O mesmo ocorreu em Ilhéus. A cidade saiu de saldo negativo (corte de 174 vagas) para positivo (116 novos empregos).
De acordo com técnicos do Caged em Brasília, a diferença ocorre porque muitas empresas enviam informação sobre contratações ou desligamentos fora do prazo. E olhe que os números do mês anterior são divulgados sempre 15 ou mais dias depois…
Morreu nas primeiras horas desta manhã de quarta-feira, 17, o diretor do Hospital Geral Luiz Viana Filho, de Ilhéus, Gustavo César, que era conhecido como Gustavão. Ele estava internado no HGLVF desde o dia 8, quando deu entrada com um quadro de infecção.
Na noite de ontem, familiares de Gustavão foram comunicados de que ele havia sofrido falência múltipla dos órgãos e o seu quadro era irreversível.
O corpo do diretor do Hospital Geral será velado na capela do Hospital Santa Isabel e o sepultamento irá ocorrer às 16 horas, no Cemitério da Vitória.

A operação foi deflagrada no último final de semana e os resultados tornados públicos nesta terça. Além de Itabuna, a operação do Ibametro ocorreu em postos de combustível de outras três cidades e, no geral, 10,9% das bombas fiscalizadas apresentaram irregularidades que significam uma “afanada” no bolso de quem abastece nestas bombas.
De acordo com o site Ibahia, 36 bombas foram consideradas irregulares em Salvador, 12 em Juazeiro e 9 em Vitória da Conquista. Foram verificados medidores, separador e eliminador de gases, violação de lacres e vazamento.
O ex-ministro da Integração Nacional e hoje vice-presidente Pessoa Jurídica da Caixa, Geddel Vieira Lima, comentava no Twitter sobre a morte de Norma, a personagem de Glória Pires em Insensato Coração, da Globo, e o desfecho das puladas de cerca de Eunice (Débora Evelyn).
– Eunice, minha filha, viu o que dá pular a cerca?
O PIMENTA resolveu provocar e quis saber quais seriam as Eunices do PMDB baiano, aquelas que trocaram o partido pelo PSD, de Otto Alencar. A resposta dá uma dimensão do tamanho da lista:
Em tempo: Eunice, a personagem de Débora Evelyn, mantinha uma relação extra-conjugal com um capanga e motoboy. Acabou desmascarada e.. presa. Já no lado do PMDB, as candidatas a Eunices são muitas, começando por praticamente todos os deputados estaduais que bateram asas para o PSD.
Foi durante entrevista a Paulo Lima, no programa Alô Cidade, da TVI, que o ex-prefeito Fernando Gomes confirmou o que todos já sabiam: ele está mesmo conversando, negociando com o ex-inimigo, o também ex-prefeito Geraldo Simões (PT).
Fernando disse ao jornalista, olhando para as lentes da verdade (e da desfaçatez) que um dos últimos papos com o agora amicíssimo Geraldo teve a ver com a conclusão do Teatro Municipal e Centro de Convenções.
Geraldo lhe perguntou se havia interesse por parte dele na conclusão da obra: – Disse que sim. Tenho um patrimônio [o terreno] meu lá.
Para quem duvida, é só recorrer à TVI.



























