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Um clima de apreensão tomou conta de vários lojistas da Avenida da Cinquentenário, em Itabuna, na manhã desta quarta-feira, 7. Os responsáveis pela obra de “revitalização” daquela via – a principal de Itabuna – determinaram a paralisação dos serviços, já que em diversos pontos as pedras utilizadas para refazer os passeios estão se desmanchando. A principal suspeita é de que o problema tenha sido causado pelas chuvas que caíram ontem na cidade (e voltou a chover agora pela manhã).
O material usado na obra já foi condenado pela Caixa Econômica Federal, que se negou a financiá-lo. Hoje, a má-qualidade foi confirmada pelos próprios engenheiros da Prefeitura e, segundo informações, a ordem é rever os danos causados pela chuva, antes de retomar a execução.
A “revitalização” da Cinquentenário é apresentada pelo governo municipal como a principal obra dos 100 anos de Itabuna, que serão comemorados dentro de 21 dias. Pouca gente acredita que a inauguração ocorra até o dia do aniversário e menos gente ainda tem esperança de que a avenida fique melhor do que estava. São cerca de R$ 4,5 milhões investidos (segundo o governo), em uma obra que deverá ficar conhecida como o grande mico do centenário.

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Depois que caiu nos braços do ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato ao governo baiano, o ex-prefeito Fernando Gomes, de Itabuna, danou a fazer críticas ao ex-aliado Paulo Souto.
A última dele é que Souto foi malvado com Itabuna ao paralisar as obras do Centro de Convenções e do Teatro Municipal. Diz que o governo de Souto tinha R$ 85 milhões em caixa e dava para concluir a obra.
O fato teria afastado os dois, politicamente. Fernando ameaça retomar o terreno doado para as duas obras, pois, passados quatro anos, o CC e o teatro não foram concluídos.
É a política. E o “teatro” eleitoral.

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Há certa polêmica instalada em Ilhéus, que coloca Porto Sul e turismo em polos antagônicos, como se um não pudesse conviver com o outro. Por outro lado, comenta-se que diversos empresários estão somente aguardando sair o licenciamento ambiental do projeto para construir seus hotéis na região norte ilheense. Acreditam eles que, longe de prejudicar, o porto atrairá negócios, gente e dinheiro, beneficiando inclusive a hotelaria.
Nesse sentido, é emblemático o outdoor colocado esta semana em diversos pontos de Ilhéus. Com “assinatura” de dois dos principais hoteis da cidade – além de CDL, Maçonaria e Rotary -, a peça expõe em letras garrafais: “Queremos o Porto Sul. Precisamos de empregos!”.
A verdade é que as divergências em torno do Complexo Intermodal Porto Sul começam a mudar de foco. Em vez dos tradicionais “contra” e “a favor”, estão engrossando a voz os que apoiam o projeto, exigindo porém que os impactos ao meio ambiente sejam minimizados.

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O presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), desembargador Sinésio Cabral Filho, inaugura às 11 horas a sede da Justiça Eleitoral, na avenida Roberto Santos, no Malhado. O novo prédio conta com sala de treinamento e espaços para atendimento ao público e almoxarifado.
Segundo o TRE, possui instalações adequadas para cartório eleitoral e atenderá também os municípios de Canavieiras, Itacaré, Una e Uruçuca. Antes, a Justiça Eleitoral funcionava no Fórum Epaminondas Berbert, da Justiça Comum.

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O 'baixinho' Azevedo: homenagem em praça abandonada.

O prefeito Capitão Azevedo nem ligou para dar uma “arrumadinha” na praça Octávio Mangabeira (Camacan), onde foi erguido um monumento em homenagem aos maçons, no último sábado.
A praça está abandonada. A fonte luminosa não funciona faz um tempão e o piso em pedra portuguesa está solto, o que se torna uma ameaça a quem anda por ali.
Detalhe: durante a homenagem, sentiu-se um leve ar de desconforto do prefeito com a situação. Azevedo é um dos vários membros da gestão municipal que fazem parte da ordem maçônica no município.
Nem mesmo assim tratou de arrumar a casa.

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Começa em instantes, no Fórum Ruy Barbosa, o julgamento de Erick Rocha de Almeida, “Erick do Zizo”. Ele é acusado de tentar matar Paulo Autran Xavier a tiros. A tentativa de homicídio ocorreu no dia 13 de agosto de 2003, por volta das 23h30min, na rua Monte Alto.
A promotora Taísa Passos Polo atua na acusação. Erick tem o advogado Sânzio Peixoto na defesa. Quem preside o julgamento é a titular da Vara do Júri, a juíza Cláudia Panetta.

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Um projeto de lei em tramitação na Câmara de Vereadores de Salvador visa proibir o uso do telefone celular no interior das agências bancárias. A proposta é vista como um fator que poderá inibir um tipo de crime cada vez mais comum na capital baiana: a “saidinha bancária”.
Esse delito atinge pessoas que fazem saques em bancos e são assaltadas depois de sair com o dinheiro. Segundo a polícia, o “modus operandi” envolve um elemento que observa a operação do cliente na agência e informa, por celular, outros meliantes que aguardam para agir do lado de fora, normalmente de moto.
A polícia acredita que a limitação do uso do celular pode realmente dificultar a ação dos marginais.

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Entre os candidatos ao Governo da Bahia, o peemedebista Geddel Vieira Lima é o que gastará mais na campanha: R$ 30 milhões. É também o que ficou mais rico entre as eleições de 2006 e esta de 2010.
Segundo matéria do jornal A Tarde, o patrimônio declarado por Geddel há quatro anos foi de R$ 2,1 milhões. Pulou para R$ 3,7 milhões na última declaração apresentada ao TSE, o que significa um crescimento de 78%.
Fazendas no interior baiano, dois apartamentos, uma casa e uma areonave Piper Seneca, de R$ 210 mil, estão entre os itens que compõem o patrimônio de Geddel.
O governador Jaques Wagner (PT) também experimentou uma aceleração do crescimento patrimonial, porém um pouco mais modesta: 50,9%. Declarou R$ 690 mil em 2006 e R$ 1,04 milhão em 2010.

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Há um clima de conflito interno entre as candidaturas de dois petistas baianos à Câmara dos Deputados. E se trata de dois ex-secretários do governo Wagner: Walmir Assunção e Rui Costa.
Revela o site Política Livre um episódio envolvendo a demissão de Arlene Martins, secretária da Assistência Social do município de Amélia Rodrigues, situado a 70 quilômetros de Salvador. Ela teria sido exonerada por apoiar Assunção, já que o prefeito Antônio Paim, também do PT, está com Rui Costa.
Assunção partiu para o desabafo: “não quero acreditar que o prefeito exonere pessoas que não façam campanha para o Rui Costa, coagindo os que dizem que votam comigo”. Ele afirmou que, uma vez comprovado o fato, pedirá providências à direção do partido.

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O casal Colombiano e Catarina foram executados em Salvador.

Rodoviários e sindicalista baianos promovem manifestação pública, na próxima sexta-feira, 9, para cobrar agilidade na apuração do duplo homicídio que vitimou o sindicalista Paulo Colombiano e a sua esposa Catarina Galindo. O casal foi executado no último dia 29, em Salvador, a poucos metros do condomínio onde residia, em Brotas.

Os manifestantes vão pedir a punição dos mandantes e executores de Paulo e Catarina. Colombiano era tesoureiro do Sindicato dos Rodoviários de Salvador e suspeita-se que as mortes estariam relacionadas a disputas dentro da entidade. Paulo e Catarina foram assassinados a tiros de pistola por dois homens. A manifestação ocorrerá no Campo Grande, às 15h da próxima sexta.

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Era domingo à noite e Mimosa estava estressada. Brigara com o namorado, que lhe botara um belo par de chifres, e não suportava ficar em casa. Decidiu sair, espairecer. Para onde ir? “Só há um lugar bom em Itabuna, a essa hora”, pensou.

E foi para lá que rumou, pro shopping, pra ver gente, esfriar a cabeça. Quem sabe até comer um sanduíche – de frango – num lugar mágico chamado Mac. Só não queria hambúrgueres, pois não acreditava que a carne fosse de minhocas. Tinha certeza que era bovina, e não queria essa experiência canibalesca.

Pois é. Pela tranquilidade com que Mimosa passeava pela porta do shopping, na noite desse domingo, parecia até que já curara sua fossa. Só queria esfriar a cabeça cheia de chifres, e esfriou.

Teve a decência e o cuidado de usar a faixa de pedestre, até para evitar ser xingada pelos motoristas. Mesmo com os chifres, seria horrível para sua autoestima, hoje, ser chamada de “vaca”.

Quem é Mimosa? Saiba aqui.

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Joelson Dias, aplicou hoje (6) multa de R$ 5 mil contra o candidato José Serra (PSDB) pela realização de propaganda eleitoral antecipada.
Na decisão, Dias também pede aplicação de multa no valor de R$ 7.500 contra o PSDB da Bahia.
O julgamento tem como base um comercial que foi ao ar na TV no dia 19 de maio no estado baiano. Na ocasião, Serra aparece como locutor narrando o seguinte trecho:
“A Segurança, por exemplo, ruim. O governo federal tem de criar o Ministério da Segurança. Jogar pesado contra o crime, contra a drogas. Tem de melhorar o atendimento de saúde. Aqui na Bahia nenhum hospital. Falta Inteiro estado. E dá para Fazer. Com união , seriedade e trabalho, eu tenho certeza : o Brasil pode mais muito”.
Na avaliação de Joelson Dias, na fala de Serra há conotação de mensagem eleitoral, capaz de influir na opinião dos eleitores.
Do Blog do Noblat

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Um leitor cheio de “boas intenções” tem utilizado o nome do assessor de Comunicação da prefeitura de Itajuípe, Ivan Júnior, para fazer comentários no Pimenta. A atitude é condenável. Desde quando fomos avisados pelo assessor de que aquelas não eram opiniões suas e estavam usando o seu nome indevidamente, deixamos de publicar as “opiniões” do pseudo “Ivan Júnior”.
São comentários jocosos, denúncias sem provas e coisas do gênero, com o nítido objetivo de prejudicar a pessoa pública. Uma atitude que se assemelha a canalhice. Atitudes assim fazem com que adotemos ainda mais rigor na liberação de comentários. Infelizmente, nem todos sabem aproveitar a liberdade. Alguns fazem uso dela para cometer barbaridades, crimes. Talvez não saibam que são facilmente identificáveis.