Cinquentenário debaixo dá água
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Imagens divulgadas em grupos de WhastsApp mostram parte da área central de Itabuna submersa na manhã deste domingo (26). Na Avenida Cinquentenário,  principal área do comércio regional, a água do Rio Cachoeira e as baronesas  (plantas aquáticas) invadiram centenas de estabelecimentos.  Neste momento, muitos comerciantes tentam salvar parte dos seus estoques.

Praça Adami neste domingo (26)

O Rio Cachoeira também transbordou em trechos das avenidas Mário Padre e Aziz Maron e inundou muitos imóveis.  Um dos vídeos, de pouco mais de três minutos, mostra trechos de outras áreas e praças como Otávio Mangabeira (Camacan), quase que completamente coberta. A ponte do Marabá  está coberta desde à noite de ontem. Parte da praça Olinto Loene e trecho da Rua Paulino Vieira também estão alagadas.

Imagens mostram caos no centro de Itabuna

Outros vídeos mostram a situação caótica nas avenidas Princesa Isabel, nos bairros Banco Raso e São Caetano, Avenida Manoel Chaves.  Vários trechos da pista entre os bairros Nova Itabuna e Nova Ferradas estão cobertas. Já faltam água potável e energia elétrica em muitos bairros de Itabuna, Veja alguns vídeos.

na região da Praça Olinto Leoni

Quem tiver barco, jetski, remos e botes pode ajudar no socorro às vítimas. Já são mais de 600 famílias desabrigadas ou desalojas em Itabuna.  Felizmente, não há notícias de mortes em decorrência das enchentes no município do sul da Bahia.

 

 

 

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A Câmara de Vereadores de Itabuna discute nesta quinta-feira (31), a partir das 14 horas, a situação da Avenida do Cinquentenário e outras áreas do Centro da cidade, que vêm sendo ocupadas irregularmente pelo comércio informal. A proposta de fazer esse debate foi do vereador Ruy Machado (PTB).

A audiência terá a participação de representantes de ambulantes, Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista (Sindicom) e Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (ACI). O secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo, José Humberto Martins, foi convidado para dar esclarecimentos sobre o que o governo pretende fazer para reordenar o comércio.

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A incrível façanha da Seleção de Futebol de Itabuna, que conquistou o hexacampeonato baiano entre 1957 e 1966, é contada no curta-metragem “Do goleiro ao ponta-esquerda”, de Leandro Guimarães, em exibição nesta terça-feira, a partir das 19 horas, no Cineclube Équio Reis (Casa dos Artistas de Ilhéus).

Também será apresentado na mesma sessão o filme “Do 50 ao Centenário”, um documentário sobre a evolução da principal avenida de Itabuna e sua importância econômica e social para a cidade. O curta foi produzido por Ana Luísa Coimbra, Leonardo Bião e Polliana Alves.

O cineclube destaca até fevereiro do ano que vem a produção audiovisual de acadêmicos da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Após os filmes, há sempre um debate sobre assunto relativo ao que foi exibido. Nesta terça, a discussão será acerca do tema “A importância do registro histórico regional”.

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Passeio submerso e água na altura das portas de carros e lojas (foto Fábio Roberto / Pimenta)

Ficou provado esta noite que a revitalização da Avenida do Cinquentenário, em Itabuna, tem mais deficiências do que o passeio frágil e cheio de “bacias”, as dificuldades para a locomoção de pedestres e a estética de gosto duvidoso…
Outro problema grave daquela via, que já se apresentava antes da reforma, mas parece ter se acentuado, é a incapacidade de suportar uma chuva forte por mais de 15 minutos. Esse foi o tempo suficiente para deixar a avenida com dois palmos de água, que empoçou em vários trechos do novo passeio e invadiu lojas.
As mudanças no sistema de drenagem chegaram a ser criticadas na época da obra, mas o governo – na pressa de entregar logo o serviço, ainda que malfeito – não deu ouvidos. Detalhe: a “revitalização” custou a bagatela de R$ 4,5 milhões…

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O Pimenta mostrou ontem (confira) a precoce deterioração da nova calçada da Avenida do Cinquentenário, parte de uma obra que custou R$ 4,5 milhões aos cofres públicos e foi inaugurada há menos de dois meses.
A nota apresentou registros fotográficos de trechos dos passeios onde as pedras estão se soltando, o que revela uma obra vergonhosamente mal-feita e um acinte contra a população.
Não sem motivo, a postagem causou forte reação de leitores, com a manifestação de revolta em diversos comentários enviados ao blog. E um leitor-colaborador nos encaminhou uma imagem, que mostra o que acontece quando cai água em algumas partes do novo passeio.
Como revela a foto abaixo, tirada em frente à loja Insinuante, a água fica acumulada em função das “bacias” que se formaram ao longo da calçada. A estupenda engenharia do governo Azevedo pensou em tudo: até de “piscina” dotou a avenida. 
Pense num serviçozinho ordinário…

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Imagens captadas pelo fotógrafo Jorge Bitencourt e publicadas originalmente no site O Trombone mostram o que este blog já denuncioiu por diversas vezes: a revitalização feita pela Prefeitura de Itabuna na Avenida do Cinquentenário é uma obra sem a menor qualidade e se constituiu em fragoroso exemplo de desperdício do dinheiro público.
Orçada em R$ 4,5 milhões, a obra nem de longe chega perto ao modelo que foi apresentado no ano passado pelo prefeito a empresários da cidade. A ideia “vendida” era a de transformar a Cinquentenário, a principal artéria comercial de Itabuna, em uma avenida bonita e moderna, com a padronização dos passeios, instalação de áreas de convivência e nova iluminação.
A iluminação melhorou, de fato, mas as novas luminárias foram instaladas em postes velhos, diferentemente da proposta inicial. Não combinou.
As “áreas de convivência” se limitam a bancos mal-posicionados ao longo da calçada, sem nenhuma preocupação urbanística.
E a pior parte são as pedras usadas na recomposição dos passeios: reprovada desde o início por comerciantes, transeuntes e até pela Caixa Econômica Federal, que financia parte da obra, a estrutura está se desmanchando e é sério o risco de que brevemente se torne necessária uma nova intervenção para rearrumar a avenida. Muito cedo para se acabar uma obra tão cara, inaugurada há menos de dois meses.
A CEF ainda fará nova avaliação, após o período eleitoral, para ver se libera sua parte no financiamento do projeto. Resta saber se a instituição vai pagar por aquilo.

O piso, que a Prefeitura diz ser "intertravado", está se "destravando" e o passeio afunda em diversos pontos (foto Jorge Bitencourt)
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É o comentário inevitável de muita gente que passa pela Avenida do Cinquentenário, em Itabuna. A obra de “revitlização” ali realizada demandou muitos recursos (orçamento de R$ 4,5 milhões), mas nem de longe o benefício justifica o custo.
O tal piso intertravado, por exemplo, está se “destravando” em alguns pontos. Além disso, foi mal-assentado e está irregular, o que dificulta a locomoção numa obra  em que o governo local declarou ter observado como critério a preocupação com a mobilidade.
Nesse quesito, vale ressaltar que algumas senhoras e senhoritas já “inauguraram” o fabuloso piso. Por inaugurar, entenda: as vítimas foram submetidas ao ridículo de despencar no chão, após perder o equilíbrio nos altos e baixos do passeio.
Outro fator de desagrado é estético. Como o dinheiro não deu para executar o projeto da maneira como ele foi concebido, a Prefeitura acabou instalando luminárias, realmente bonitas e moderníssimas, em postes feios e velhos, que não combinam com o novo equipamento. Está, com todo respeito, um “Frankstein”.

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Nova calçada não possuía rampa e gerou protesto de deficientes (Foto Jorge Bittencourt).

A prefeitura de Itabuna está refazendo parte do novo (e contestado!) piso da avenida do Cinquentenário. Somente depois de muitos protestos da Fundação dos Deficientes do Sul da Bahia (Fundesb) e da Associação Grapiúna dos Paraplégicos (AGP), o município atendeu aos apelos e teve de quebrar parte da calçada para torná-la acessível com a instalação de rampas.

Os deficientes reclamavam da falta de acessibilidade desde o início da obra, mas a prefeitura resistia e só agora decidiu ouvi-los. Isso, claro, depois de a Fundesb ter acionado o Ministério Público estadual. Antes, o município dizia que o projeto era moderno e contemplava deficientes físicos e visuais.

A outra reclamação é contra o piso tátil já colocado em 40% da avenida. Estaria mal-assentado, desalinhado e muito próximo das portas dos estabelecimentos comerciais, o que provocaria transtornos para pessoas cegas transitarem pela Cinquentenário.

A obra não é comandada pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Fernando Vita, que revelou ter sido contrário à forma como o projeto foi implementado e reprova a qualidade do material adquirido para o piso da avenida (confira aqui). Daí não ser novidade a obra ter sido refeita.

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Não apenas os engenheiros da Caixa Econômica Federal reprovam o tipo de piso comprado pela prefeitura para reforma da calçada da Avenida do Cinquentenário (relembre aqui). Numa conversa franca com o repórter Fábio Roberto, do Pimenta, o secretário de Desenvolvimento Urbano de Itabuna (Sedur), o engenheiro  Fernando Vita, disse que dificilmente a planta da obra será obedecida. E fez críticas ao piso que está sendo colocado na principal avenida do comércio local. “Um piso desse… Era melhor deixar o anterior”.

Como estava em viagem a Salvador, Vita prometeu que falaria mais sobre as suas discordâncias com relação à obra, na próxima semana, mas deixou claro o seu descontentamento com os caminhos adotados pela prefeitura.

A Sedur seria a responsável pela execução da obra na Cinquentenário, mas o prefeito Capitão Azevedo, diante das discordâncias de Vita, passou-a para o Planejamento, Pasta comandada pelo especialista em informática, Maurício Athayde.

A Caixa Econômica, no início de maio, havia reprovado o piso por ser inadequado para a obra, pois não possuía a durabilidade necessária e o tipo de “trava” para uma avenida com grande fluxo de consumidores. Foi apelidado de “piso sonrisal”.

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O advogado Andirlei Nascimento, presidente da subseção itabunense da OAB,está preocupado com as obras de revitalização da Avenida do Cinquentenário. Nesta manhã, em entrevista ao programa “Bom Dia Bahia” (Rádio Nacional de Itabuna), Nascimento declarou que o projeto não atentou para as limitações de mobilidade dos portadores de deficiência.

“Vamos sugerir adequações e, se não formos atendidos, o caminho será adotar as medidas judiciais cabíveis”, alertou o presidente da OAB.

É mais uma dor de cabeça para o Capitão…

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O prefeito Capitão Azevedo (DEM) ignorou avisos emitidos pelos engenheiros da Caixa Econômica Federal e tem, neste momento, uma reunião mais do que tensa no escritório de negócios da instituição financeira.

A Caixa afirmou que o piso adquirido para a nova calçada da avenida do Cinquentenário estava fora dos padrões e o município não receberia os R$ 1,52 milhão para a obra. Azevedo resolveu peitar a Caixa.

Neste momento, claro está que – pelas vias normais e respeitada a questão técnica – o dinheiro não sai.

Antes mesmo que a prefeitura iniciasse a colocação do piso, no mês passado, os técnicos do banco afirmaram que os ‘tijolinhos’ adquiridos pelo município eram inadequados para a avenida (relembre aqui).

Para pressionar o banco, o prefeito Capitão Azevedo ordenou aos operários que iniciassem a colocação do novo piso, há um mês. Nem esperou um laudo de avaliação do piso “sonrisal”. Quase 40% da avenida já está calçada com o piso reprovado pela instituição financeira.

A continuar do jeito que está, a prefeitura terá de buscar outra fonte para pagar o fornecedor. Segundo informações, a empresa estaria enfrentando dificuldades para suprir a demanda do município pelos “tijolinhos”.

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A prefeitura de Itabuna iniciou a reforma da calçada da avenida do Cinquentenário sem mesmo obter, por parte da Caixa Econômica Federal, a sinalização de que os R$ 1.152.000,00 serão liberados.

Oficialmente, a colocação de pisos ainda não começou. A nota oficial da Caixa deixa claro que o processo de liberação do recursos, de numero 310.948-09, ainda “está em análise na área de desenvolvimento urbano do banco”.

A página de contratos disponibilizada pela Caixa dá a obra como “NÃO INICIADA”. O valor total da reforma da calçada é de R$ 1,2 milhão, conforme a instituição. Nenhum centavo foi liberado para a obra, mas a colocação de piso já começou por conta e risco da prefeitura.

E sobre o piso, a Caixa é enfática: “Informa também que a análise deste projeto está sendo feita em conformidade com os padrões da CAIXA, que ao concluir, enviará o parecer diretamente à prefeitura de Itabuna”.

Como este blog revelou na semana passada, engenheiros do banco reprovaram, à primeira vista, o tipo de piso que a prefeitura comprou em Porto Seguro. Ele não teria a resistência necessária para avenida como a do Cinquentenário e não possui travas, que evitam que peças soltem.

A partir da constatação inicial de que o piso não era resistente e não seguem as exigências técnicas do banco, parte do material foi enviado para análises. A reprovação inicial foi da equipe de engenharia da Caixa.

Caixa informa que obra não foi iniciada (Reprodução).

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O Professor Pascoal, mestre-de-obras número um do governo Azevedo, coçou a cabeça, fez os cálculos e concluiu que será necessário assentar uns 250 metros quadrados de “rapadura” por dia para concluir os passeios da Avenida Cinquentenário dentro do prazo. Ou seja, 28 de julho, data do centenário de Itabuna.

Um comerciante de móveis daquela via observa os trabalhos diariamente e está cético. Acredita que talvez termine… Lá pelo Natal!

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Obra prossegue na Cinquentenário

Em mensagem enviada ao Pimenta, o empresário Fernando Florêncio levanta dúvida sobre o teste ao qual a Prefeitura de Itabuna diz ter submetido as pedras que vão compor os novos passeios da avenida do Cinquentenário.

A avaliação, feita na Uesc, teria aferido somente a resistência à pressão, mas o teste mais importante é o que mede a capacidade do piso de suportar a chamada abrasão. Em outras palavras, isso significa o atrito produzido pelo pisoteio no revestimento.

Observa o empresário, que atua no setor de pisos, que os dois únicos laboratórios habilitados a realizar o teste de abrasão situam-se em São Paulo. São eles o Laboratório Falcon Bauer e a Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica).

Florêncio afirma ainda que o material produzido à base de cimento tem baixa resistência à abrasão e, portanto, não é recomendado para a utilização em pisos.

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O encarregado das obras da Avenida do Cinquentenário, conhecido como Pascoal, é homem da mais absoluta confiança do prefeito de Itabuna. Atribui-se ao “tocador de obras” do governo uma série de confusões com comerciantes daquela via, já que a fineza não é um dos atributos da figura.

Nesta sexta-feira, Pascoal foi entrevistado pelo programa Alerta Total e deu um verdadeiro “show de erudição”. Fazendo a defesa das obras da principal avenida de Itabuna, ele afirmou que as “preda” usadas no calçamento são de qualidade e só “uns povo” sem o que fazer critica o serviço.

Enquanto falava, Pascoal segurava uma “preda” em cada mão.