Presidente da Fieb, Ricardo Alban é eleito para comandar a CNI
Tempo de leitura: < 1 minuto

O empresário baiano Ricardo Alban foi eleito o novo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (3), em Brasília, por unanimidade. O engenheiro mecânico e administrador sucederá a Robson Braga em mandato de 4 anos. A posse está prevista para 31 de outubro.

Para Ricardo Alban, sua eleição representa a união de todas as federações das indústrias do país em torno de um projeto de revitalização do setor, aproveitando este momento único da conjuntura nacional e global.

– Nossa missão é representar e defender os interesses de todos os industriais brasileiros, do pequeno ao grande, do Norte ao Sul, da agroindústria à ciber indústria. Minha experiência em gestão e no apoio à inovação e energias limpas será a base para o nosso trabalho à frente da CNI”, destacou Alban.

VICE-PRESIDENTES

Além de Alban, foram eleitos os vice-presidentes executivos: Josué Gomes da Silva, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP); Ricardo Cavalcante, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC); Jamal Bittar, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA); Antonio Carlos Silva, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (FIEAM); e Gilberto Petry, presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS).

Confiança do setor produtivo registra alta em outubro na Bahia || Foto Miguel Ângelo/CNI
Tempo de leitura: < 1 minuto

O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), índice que avalia as expectativas do setor produtivo do estado, calculado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), marcou 45 pontos em outubro numa escala de -1.000 a 1.000 pontos.

O ICEB atingiu o segundo maior patamar do ano e exibiu o terceiro registro acima de zero em sequência. A confiança do empresariado local, observa a SEI, continuou na zona de Otimismo Moderado pela terceira vez seguida.

O resultado mais recente representou uma ampliação de 30 pontos quanto ao averiguado em setembro (15 pontos) – insuficiente, entretanto, para recompor o recuo observado anteriormente, de 63 pontos. Em relação ao registrado um ano antes (-105 pontos), a pontuação atual indicou um aumento de 150 pontos.

A expansão do nível de confiança de setembro a outubro não aconteceu de forma generalizada, visto que não foi realidade para uma das quatro atividades: a Agropecuária. No comparativo com o mesmo mês do ano antecedente, o aumento da confiança foi visto em todos os setores.

Do conjunto avaliado, os itens PIB nacionalinflação e juros apresentaram os indicadores de confiança em melhor situação no mês. Em contrapartida, as variáveis créditocâmbio e PIB estadual foram aquelas com as piores expectativas do empresariado baiano.

O boletim completo com as análises referentes ao mês de outubro pode ser acessado diretamente do site da SEI clicando aqui.
Indústria brasileira deverá ter alta acima de 5% || Foto Miguel Ângelo
Tempo de leitura: < 1 minuto

A economia brasileira deve registrar crescimento de 4,9% neste ano, em comparação com 2020. A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, é da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Em março, a CNI projetava uma expansão menor, de 3%. Segundo a confederação, essa revisão aconteceu porque os impactos da segunda onda da pandemia sobre a atividade produtiva foram menores do que o esperado. “O maior otimismo, compartilhado pelos empresários industriais, decorre da queda na atividade menor que a esperada em resposta às novas medidas de isolamento social”, diz a CNI no Informe Conjuntural do segundo trimestre de 2021.

A CNI acrescenta que além de as medidas de isolamentos sociais terem sido menos rigorosas que as adotadas em 2020, as empresas estavam “mais preparadas para atuar em um ambiente de restrições à aglomeração de pessoas”. Para o PIB industrial, a confederação projeta crescimento de 6,9%, neste ano. A projeção anterior era 4,3%.

Remédios
Tempo de leitura: 2 minutos

Medicamentos, biocombustíveis, cosméticos, tecidos, fibras de vidro. A biodiversidade aliada à tecnologia de ponta oferece possibilidades de produção sustentável. Essa é a promessa da bioeconomia, e o Brasil tem a vantagem de ter 20% da biodiversidade do planeta.

A Associação Brasileira de Bioinovação (ABBI) projetou o potencial de crescimento do setor de biotecnologia industrial – um dos segmentos da bioeconomia – para os próximos 20 anos. Segundo a entidade, o setor pode agregar aproximadamente US$ 53 bilhões anuais à economia brasileira, sendo US$ 20 bilhões em 120 plantas para produção de etanol de segunda geração e US$ 33 bilhões de bioprodutos derivados da celulose. Para isso, as empresas do setor precisariam investir aproximadamente US$ 132 bilhões anuais ao longo dos 20 anos.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), na União Europeia a bioeconomia movimenta 2,3 trilhões de euros, quase o Produto Interno Bruto (PIB) da França, a 7ª economia do mundo, e emprega 18 milhões de pessoas.

Para o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, a bioeconomia é uma importante alternativa para o desenvolvimento sustentável da Amazônia e para o cumprimento do compromisso brasileiro de redução de emissões de gases de efeito estufa, estabelecido no Acordo de Paris. “Isso porque a floresta em pé passa a gerar mais riquezas e, com isso, aumenta o seu valor frente às outras alternativas.”

Segundo a CNI, entre os setores da indústria brasileira que vão crescer com o fortalecimento dessa agenda está o de medicamentos, cuja relação com os ativos da natureza vem de longa data.

A CNI realiza no dia 26 deste mês o Fórum Bioeconomia e a Indústria Brasileira. Em estudo lançado em agosto, a confederação enumera os desafios para o país avançar nesse segmento: regulamentação, inovação e investimentos.

LEI DA BIODIVERSIDADE

Em vigor desde 2015, a Lei da Biodiversidade e, mais recentemente, a ratificação do Protocolo de Nagoia no Congresso Nacional formaram o arcabouço jurídico sobre o tema no país.

Mas para o protocolo ter validade, lembra a CNI, o governo federal ainda precisa depositar a Carta de Ratificação na Convenção da Diversidade Biológica (CDB), da Organização das Nações Unidas (ONU). Para ter direito a voto na próxima reunião da CDB, prevista para maio de 2021, em Kunming, na China, o Brasil precisa fazer o depósito até 90 dias antes do encontro.

Para a CNI, o avanço da bioeconomia depende também de aperfeiçoamentos no sistema de inovação do país. A entidade defende a liberação dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

Tempo de leitura: < 1 minuto

Robson Andrade foi reeleito presidente da CNI || Foto Pimenta/Arquivo

Reeleito por unanimidade, o empresário mineiro Robson Braga de Andrade, que atua no setor de produtos e serviços para os segmentos de energia, petróleo, gás, mineração, siderurgia, saneamento, telecomunicações e transportes, vai cumprir mais quatro anos na presidência da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A CNI reúne 27 federações de indústria de todo o país que implementam ações em vários setores econômicos e sociais.
Na terça-feira (8), houve, em Brasília, a votação do Conselho de Representantes da entidade, composto por delegados das federações das indústrias dos estados e do Distrito Federal, que elegeu também os integrantes da próxima administração da CNI para o período de 2018 a 2022. A posse ocorrerá em 31 de outubro.Leia Mais

Tempo de leitura: 3 minutos
Robson Andrade discursa observado por Ricardo Alban, à direita (Foto Pimenta).
Robson Andrade discursa observado por Ricardo Alban, à direita (Foto Pimenta).

O crescimento da economia em 1% no primeiro trimestre de 2017 sinaliza que o Brasil está “praticamente saindo de uma crise econômica muito forte”, na opinião do presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade. O país volta a crescer, observou o dirigente, “depois de três anos de profunda recessão”. Junto com o presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), Ricardo Alban, Robson inaugurou a Unidade Integrada na Rodovia Ilhéus-Itabuna, nesta manhã de sexta (2).

Andrade fez coro pela aprovação das reformas trabalhista e previdenciária. Para ele, o país está “criando ambiente muito mais favorável para o desenvolvimento e crescimento econômico. Citou, ainda, pautas como refinanciamento das dívidas tributárias de empresas e pessoas físicas como pontos deste novo momento positivo para o empresariado.

O presidente da CNI também fez questão de separar o joio do trigo no quesito ética. “Empresários se uniram aos políticos [para atos antiéticos], mas não representam a maioria dos empresários brasileiros”, observou, reforçando que estas práticas precisam ser revistas.

Robson também defendeu as investigações dos malfeitos que uniram empresários e políticos. No campo industrial, o nome mais forte envolvido com corrupção é o conglomerado dos Irmãos Batista, da JBS. Durante entrevista ao PIMENTA, Andrade evitou abordar o tema corrupção.

SEM SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE

O presidente da Fieb, Ricardo Alban, reforçou a necessidade de reformas. “Espero que as reformas não sofram solução de continuidade [por causa da crise política]”, disse.

Para ele, há consciência nacional da necessidade de agilizar as relações trabalhistas e fazer a reforma previdenciária. “Precisamos garantir desenvolvimento e crescimento econômico”. Alban concedeu entrevista exclusiva ao PIMENTA e aborda cenário econômico, crise política e investimento em educação e tecnologia.

HOMENAGENS

Unidade da Fieb funciona na Rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto Pimenta).
Unidade da Fieb funciona na Rodovia Ilhéus-Itabuna (Foto Pimenta).

A Unidade Integrada da Fieb, na Rodovia Ilhéus-Itabuna, teve homenagens ao presidente da CNI, que dá nome ao complexo que abriga estruturas do Senai, Sesi e Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A Escola do Senai receberá o nome de Osvaldo Moscozzo Barreto de Araújo, enquanto a Escola do Senai leva o nome de um dos principais escritores baianos, Adonias Filho. Familiares dos homenageados participaram da inauguração da Unidade da Fieb. O investimento na estrutura atinge R$ 19 milhões, segundo a Fieb.

ESTRADA DO CONHECIMENTO
O prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre Sousa, elogiou a postura da CNI e da Fieb, e sugeriu batizar a Rodovia Ilhéus-Itabuna como Estrada do Conhecimento. A proposta deverá ser apresentada, na Assembleia Legislativa, pela deputada Ângela Sousa, que participou da solenidade.

A rodovia que liga as duas maiores cidades sul-baianas, além da Unidade Integrada, conta com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnolocia (Ifba), a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e a Ceplac. Parte do campus itabunense da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) está sendo construída numa das margens da rodovia federal. Do Pimenta. Atualizado às 15h/03.06.

Tempo de leitura: < 1 minuto
Temer tem piora na avaliação pessoal e de governo.
Temer tem piora na avaliação pessoal e de governo (Reprodução SBT).

Encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a nova pesquisa Ibope revela crescimento de 9 pontos percentuais no universo de eleitores brasileiros que reprovam a gestão do peemedebista Michel Temer. A reprovação saltou de 46% (dezembro.16) para 55% (agora). Este percentual corresponde a quem considera o governo ruim ou péssimo.

Outros 10% consideram o governo ótimo ou bom, percentual abaixo do percentual de dezembro (13%). Os que consideram o governo regular caiu de 35% para 31% em março. 4% não souberam opinar.

79% NÃO CONFIAM EM TEMER

79% disseram não confiar no presidente Temer. Em dezembro, o percentual era 72%. Na outra ponta, apenas 17% confiam. A maior reprovação a Dilma Rousseff (PT) foi 70%.

Para 41% dos eleitores consultados, o Governo Temer é pior do que o de sua antecessora. A pesquisa foi feita de 16 a 19 de março. Ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais.

 

 

Tempo de leitura: 2 minutos
Cerca de 100 empresários participaram de encontro (Foto Antonio Cruz/Agência Brasil).
Cerca de 100 empresários participaram de encontro (Foto Antonio Cruz/Agência Brasil).

Após mais de duas horas de reunião com o presidente interino Michel Temer e com cerca de 100 empresários do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga de Andrade, disse hoje (8) que, para o governo melhorar a situação do déficit fiscal, serão necessárias “mudanças duras” tanto na Previdência Social quanto nas leis trabalhistas. Temer deixou o evento sem falar com a imprensa.

O presidente da CNI citou como exemplo a França, onde as leis trabalhistas estão sendo discutidas. “Vimos agora o governo francês, sem enviar ao Congresso Nacional, tomar decisões com relação às questões trabalhistas. No Brasil, temos 44 horas de trabalho semanal. As centrais sindicais tentam passar esse número para 40. A França, que tem 36, passou para a possibilidade de até 80 horas de trabalho semanal e até 12 horas diárias de trabalho (na verdade, são 60 horas semanais).”

E completou: “A razão disso é muito simples. A França perdeu a competitividade de sua indústria com relação aos demais países da Europa. Agora, está revertendo e revendo suas medidas, para criar competitividade. O mundo é assim e temos de estar aberto para fazer essas mudanças. Ficamos ansiosos para que essas mudanças sejam apresentadas no menor tempo possível”, argumentou o empresário.

Leia Mais

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do G1
O percentual de eleitores que considera o governo como “bom” ou “ótimo” caiu sete pontos percentuais em março deste ano na comparação com novembro do ano passado – passou de 43% de aprovação para 36% -, mostra pesquisa do Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria e divulgada nesta quinta-feira (27).
O levantamento atual foi realizado entre os dias 14 e 17 de março com 2.002 eleitores de 141 cidades brasileiras. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-00053-2014 (em ano eleitoral, todas as pesquisas devem ser registradas).

Tempo de leitura: < 1 minuto

Dilma atinge novos recordes de aprovação.
Dilma atinge novos recordes de aprovação.

A aprovação dos brasileiros ao Governo Dilma bateu novo recorde na pesquisa trimestral realizada pelo Ibope, sob encomenda da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Pelo levantamento, 63% dos brasileiros consultados avaliaram o governo como ótimo ou bom ante 62% nas pesquisas anteriores, realizadas em setembro e dezembro do ano passado. Para 29%, a gestão é regular e 7% a consideram ruim ou péssima.
Os resultados da pesquisa foram divulgados hoje e revelam, também, que a aprovação ao modo de governar e a confiança em Dilma registraram recordes. A CNI/Ibope apurou que 79% aprovam o governo e chega a 17% o universo dos que desaprovam. A confiança na presidente brasileira é de 75%. 22% dizem não confiar na petista.
A pesquisa CNI-Ibope foi feita entre os dias 8 e 11 de março, a partir de 2.002 entrevistas em 143 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o grau de confiança do estudo é de 95%.

Tempo de leitura: < 1 minuto

Do blog de Fernando Rodrigues
Pesquisa realizada pelo Ibope sob encomenda da CNI (Confederação Nacional da Indústria) nos dias 25 a 27 de setembro indica que Dilma Rousseff (PT) está com 50% contra 41% de todos os seus adversários somados. Se a eleição fosse hoje, a petista venceria no primeiro turno.
Para ganhar no primeiro turno é necessário ter, pelo menos, 50% mais 1 de todos os votos válidos (os dados apenas aos candidatos, descontados os brancos e os nulos).
A pesquisa Ibope dá 27% para José Serra (PSDB). A candidata Marina Silva (PV) aparece com 13%. Os outros candidatos nanicos somados têm 1%. Há também 4% de brancos e nulos e 4% de indecisos.
Essa pesquisa Ibope foi realizada ao longo de 3 dias (25, 26 e 27). Não pode ser comparada com a pesquisa Datafolha, realizada apenas no dia 27 e que deu Dilma com 46%, Serra com 28% e Marina com 14%.
Ainda assim, o levantamento do Ibope (com 3.010 entrevistas e margem de erro máxima de 2 pontos percentuais) é um indicador de que o desfecho da eleição continua pendendo mais para o lado de Dilma Rousseff.  Por esse levantamento, a chance de a petista ganhar no primeiro turno está dada como fora da margem de erro.