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O desempenho do Bahia diante do Corinthians, ontem à noite, reacendeu a esperança de que o time consiga se reajustar no Campeonato Brasileiro. O time bateu os corintianos, na Fonte Nova, por 1 a 0, na partida de volta pela Copa do Brasil. O gol foi contra, mas o Bahia jogou melhor que o adversário por quase toda a partida, embora tenha havido maior equilíbrio no segundo tempo. O Esquadrão de Aço atuou com time reserva, contando apenas com quatro titulares. Abaixo, confira melhores lances da partida em vídeo do Esporte na Rede, de Miguel Brusell.

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Ainda não foi desta vez que o Bahia fez as pazes com a vitória no Brasileirão 2014. Diante do Atlético Mineiro no estádio Independência, o Esquadrão saiu na frente com um gol de Titi, fez um bom primeiro tempo, mas não conseguiu segurar o Galo na noite deste sábado (19).
Os donos da casa empataram na etapa final com um gol de Luan e completaram o empate em 1 a 1, no duelo da 11ª rodada. O resultado não agrada nenhum dos lados e deixa o Bahia ainda sob a ameaça do Z-4.
Com a sequência sem vitórias ampliada, o Tricolor, agora com nove pontos e ainda na 16ª colocação, segue ameaçado pela zona do rebaixamento, podendo terminar a rodada no indesejado grupo. O Galo, que também queria subir na tabela, não saiu da 11ª posição, a mesma que começou a partida, com 15 pontos. Com informações do Correio.

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O Bahia perdeu por 2 a 0 para o São Paulo nesta quarta (16), na Fonte Nova, na retomada do Brasileirão de Futebol. Os gols foram marcados pelo goleiro Rogério Ceni e Alan Kardec.
Ceni abriu o placar em cobrança de falta cometida pelo zagueiro Titi. Kardec estreou no time paulista marcando. Os dois gols foram feitos no primeiro tempo. Enquanto o São Paulo colou no Cruzeiro, líder com 19 pontos, o Bahia continuou na 16ª colocação. Confira os gols do jogo.

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Berola deixa o Atlético-MG para jogar nos Emirados.
Berola deixa o Atlético-MG para jogar nos Emirados.

Do A Região Online
O ex-jogador do Itabuna Neto Berola foi apresentado como reforço do time Al Wasl, dos Emirados Árabes. Ele foi emprestado pelo Atlético Mineiro até 10 de junho de 2015.
A diretoria do time de Minas Gerais não revelou os valores da negociação. O salário do atacante Neto Berola também não foi divulgado. O jogador declarou que está muito feliz com a nova experiência.
Neto Berola iniciou a carreira profissional no Itabuna e logo depois foi negociado com o Vitória. Em 2010 foi vendido ao Atlético Mineiro, onde nunca se firmou como titular, mas sempre foi uma boa opção.

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Para Souto, CBF precisa mudar (Foto Valter Pontes).
Para Souto, CBF precisa mudar (Foto Valter Pontes).

O ex-governador Paulo Souto (DEM) concedeu entrevista hoje à Rádio 100, de Salvador, quando voltou a atacar de comentarista de futebol, como fazia nos tempos de Rádio Sociedade.
O candidato ao governo baiano preferiu falar de Seleção Brasileira. Para ele, Felipão não é um técnico moderno e “talvez seja a hora de um técnico estrangeiro na seleção”.
O democrata acredita que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) “tem que mudar bastante” e o “resultado ruim” da seleção na Copa do Mundo “impõe mudanças”.
Souto apontou defasagem do futebol brasileiro em relação, por exemplo, ao europeu. “Ficamos para trás na preparação física e no aspecto tático. Os dirigentes brasileiros precisam abrir os olhos”.

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Blatter: "9,25 porque não existe perfeição".
Blatter: “9,25 porque não existe perfeição”.

Da Agência Brasil
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, evitou comparações entre a Copa do Mundo do Brasil e edições anteriores do evento, mas afirmou que as próximas terão muita dificuldade para superar o Mundial de 2014, pela qualidade do futebol apresentado.
Questionado sobre a nota que daria à Copa no Brasil, depois de ter dado 9 à da África do Sul, Blatter brincou e atribuiu 9,25 ao evento, porque “não existe perfeição”. “Foi uma Copa muito especial, e o que fez esta Copa tão especial foi a qualidade do futebol e a intensidade dos jogos”, disse o presidente da Fifa.
Ele destacou o fato de ter havido poucas lesões de atletas e times jogando ofensivamente desde a primeira fase.  “Não se pode comparar esta Copa a qualquer outra. Cada uma tem a sua própria história, mas posso dizer que esta foi excepcional.”
Como grandes momentos do Mundial, Blatter apontou o jogo de abertura (Brasil e Croácia, no Itaquerão, em São Paulo), no qual disse “ter sentido que algo mudaria no país”, e a goleada da Holanda sobre a Espanha (na Arena Fonte Nova, em Salvador) na estreia das duas seleções. “Quando vi o jogo em que o campeão do mundo defendia o título contra a Holanda, eu sabia que algo muito especial estava acontecendo nesta Copa do Mundo”, afirmou o presidente, que agradeceu ao povo brasileiro pelo modo como acolheu o evento.
Blatter considerou normal o fato de ter sido vaiado quando sua imagem aparecia nos telões dos estádios e disse que também foi aplaudido: “Você tem que viver com isso”, disse ele.

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Jogo de forte marcação foi vencido pela Seleção de Uruçuca (Foto Divulgação).
Jogo de forte marcação foi vencido pela Seleção de Uruçuca (Foto Divulgação).

A Seleção de Uruçuca aplicou 4 a 2 no Vitória da Conquista, ontem (13), em mais um amistoso de preparação para o Campeonato Intermunicipal de Futebol 2014. A partida foi disputada no Estádio Municipal Ferreirão, em Uruçuca.
Os gols da seleção sul-baiana foram marcados por Romário (2), Elvis e Marconi, enquanto Felipe e Vander Capixaba descontaram para o “Bode” do Sudoeste, que se prepara para a disputa da Série D do Brasileiro de Futebol.
A seleção completou 15 jogos invicta em casa, segundo o treinador Moisés Alves, sendo 12 vitórias e três empates.
– Nosso time manteve o ritmo de marcação forte no meio durante todo o jogo, soubemos valorizar a posse de bola e sermos eficientes na conclusão – disse ele.
A seleção começou há 15 dias os treinamentos visando o Intermunicipal deste ano. “Os resultados começam a aparecer mesmo contra um adversário tão qualificado”, enfatizou o técnico. A prefeita Fernanda Silva garantiu à Liga Uruçuquense de Futebol o apoio à seleção na disputa do Intermunicipal.

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2404478_FULL-LNDVinte e quatro anos depois, Alemanha e Argentina voltam a fazer final de Copa do Mundo. Justamente no “País do Futebol”, o Brasil. O confronto será logo mais, às 16h, no Maracanã. Alemães chegam à final após impor um massacre aos donos da casa, na terça (8), quando bateram a Seleção Brasileira por 7 a 1. Os argentinos superaram a Holanda nos pênaltis, após 0 a 0. Quem será campeã?

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Fernando Schmidt, presidente do Bahia (Foto Evilásio Jr.)

Do Bahia Notícias
O presidente do Esporte Clube Bahia, Fernando Schmidt, eleito ao cargo após intervenção judicial, defendeu, em entrevista ao programa Acorda Pra Vida, da Rede Tudo FM 102,5, nesta sexta-feira (11), que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve passar por um processo de fiscalização e aumento de transparência após a derrota do time canarinho por 7 a 1 para a Alemanha. “Para mim, a gestão na CBF é uma caixa-preta”, criticou.
Ele defende que, assim como aconteceu com o tricolor, na campanha “Devolva meu Bahia”, a Seleção precisa voltar para as mãos da população. “A Seleção precisa ser devolvida para o povo brasileiro, porque é público e não privado”, justificou. O dirigente esportivo recorda que o Esquadrão de Aço sofreu duas grandes derrotas em campo, o que aflorou nos torcedores a vontade de mudança: “Houve apoio popular e as pessoas deixaram de ser vítimas. O que a população quer é que a Seleção volte a ser dela e a ser bem dirigida”.
O resultado da última terça-feira (8) no Mineirão, segundo Schmidt, não é culpa do técnico Luiz Felipe Scolari ou dos jogadores, mas sim da situação atual do futebol brasileiro. “Tem que ter instrumentos de controle para que o clube possa seguir suas funções”, explicou. Ele lembra que, há cerca de um ano, foi apresentada na Câmara Federal a Lei de Responsabilidade Fiscal do Esporte, que estabelece uma espécie redemocratização do futebol no país. “Não se podia mais tratar as entidades como capitanias hereditárias. O exemplo maior é o CBF”, acusou.
Questionado se contrataria Felipão ou o jogador Fred para o clube se tivesse condições financeiras, ele foi taxativo: “Não”. Schmidt apostou ainda que, na próxima partida do Brasil contra Holanda, no sábado (12), a Seleção não passará por um novo susto. “Algo me diz que não haverá nova goleada”, arriscou.
Segundo o dirigente, o afastamento do PT e PSB nas eleições estaduais, do qual é filiado, não afetou a gestão do Bahia, a cinco meses do fim do mandato de transição. “Não há racha. Procuramos separar futebol e política. Não estamos apoiando ninguém”, afirmou.

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Momentos após a derrota da Holanda para a Argentina na Copa 2014, um holandês fez graça diante das câmeras da Band em um link no Jornal da Band. Baixou as calças e posicionou-se de forma a não fugir das lentes em um restaurante no Rio de Janeiro. O apresentador Ricardo Boechat, conhecido pela elegância e suas tiradas, não deixou passar em branco:
– Perde pros argentinos e ainda fica se oferecendo em rede nacional. Laranja, segura a onda – disse, sorridente.

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Romero defendeu dois pênaltis e levou Argentina à final (Foto Getty Images-Fifa).
Romero defendeu dois pênaltis e levou Argentina à final (Foto Getty Images-Fifa).

Após a decepção brasileira no Mineirão ontem, havia quem torcesse por um Brasil x Argentina na disputa pelo terceiro lugar na Copa 2014. O duelo sul-americano ficará para depois. Os hermanos bateram os holandeses nos pênaltis (4 a 2), após empate em 0 a 0 no tempo normal e prorrogação. Sobressaiu-se a garra de Sergio Romero, autor de duas defesas e herói da classificação argentina no Itaquerão (SP). E assim eles encaram os alemães na finalíssima, no próximo domingo (13), no Maracanã, templo onde o Brasil não teve o privilégio de pisar nesta copa. Infelizmente.

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walmir rosárioWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

O esperado hexa chegou, mas de forma diferente, apenas na diferença dos seis gols no humilhante placar de sete a um. Um dia para se esquecer. Mas ainda nos resta a disputa do terceiro lugar. O céu não é mais o nosso limite.

Na década de 1980 os torcedores brasileiros gritavam a uma só voz: “Bota ponta, Telé; bota ponta, Telé!”. Este ano, deveríamos ter gritado, exigido: “Bota meio de campo, Felipão; escala o time certo, Felipão!”. E por isso deixamos de disputar o primeiro lugar na Copa do Mundo dentro na própria casa.
É triste, mas verdadeiro. Podem até dizer que passou a hora de buscar os culpados, da caça às bruxas! E não é isso que queremos, mas é nosso dever analisar os fatos e informar ou explicar para a grande torcida brasileira porque perdemos a Copa do Mundo de 2014.
Ainda nos resta a disputa do terceiro lugar, mas não nos satisfaz. Estrela maior tem o Neymar, que escapou do escabroso vexame do chamado Mineiraço, numa alusão à nossa derrota para o Uruguai no ano de 1950 no Maracanã, o “Maracanaço”. Não acredito que tenha sido maldição, mas incompetência.
Pra começo de conversa, o técnico escalou os jogadores errados para as posições equivocadas. Se determinado atleta joga bem pela direita, Felipão o escalou pela esquerda. Ou seja, em vez de inovar, tentou inventar. E o resultado não poderia ser outro: uma humilhante goleada por sete a um.
Não poderemos tirar o brilho da vitória alemã, seleção aplicada. Vimos, para nossa tristeza, nosso desalento, erros individuais inconsequentes, por jogarem nas posições erradas. A culpa é exclusiva do comandante Felipão.
O técnico brasileiro, desde antes do jogo, pensou que poderia blefar com os alemães, a imprensa, os torcedores, mas enganou ele mesmo. A sua soberba e seu sentimento egoísta não deixaram que ele reconhecesse o erro e mudasse o estilo de jogo. Pura teimosia.
Felipão menosprezou o meio de campo, a “alma” de qualquer equipe, e a característica de jogar da seleção alemã. Em declarações dadas às redes de rádios e TV, deixou transparecer que essa partida representaria a “sua forra” contra os alemães, colocando na sua conta os resultados negativos, inclusive quando treinava a seleção portuguesa. É muita empáfia.
Quedou-se silente a Seleção Brasileira frente ao poderio futebolístico alemão. Ao contrário do estilo de treinamento dos brasileiros, os alemães fizeram o seu retiro de concentração em Santo André, um povoado do Sul da Bahia, aberto à população nativa, participando da vida social.
Os brasileiros preferiram o estilo da exclusão, do posicionamento intramuros. Esquecemos o futebol alegre, característica tradicional dos nossos atletas. Demos, de graça, essa qualidade que sempre nos distinguiu aos alemães. Tomara que isso não prejudique essa brilhante geração de jogadores.
O esperado hexa chegou, mas de forma diferente, apenas na diferença dos seis gols no humilhante placar de sete a um. Um dia para se esquecer. Mas ainda nos resta a disputa do terceiro lugar. O céu não é mais o nosso limite.
Walmir Rosário é editor do Cia da Notíciawww.ciadanoticia.com.br

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Felipão diz ser o responsável pelo vexame (Fotomontagem Brasil 247).
Felipão diz ser o responsável pelo vexame (Fotomontagem Brasil 247).

O técnico Luiz Felipe Scolari disse em entrevista coletiva que o Brasil sofreu “um apagão, branco total” nesta terça (8), para resumir: “Foi o pior jogo da minha vida”. A Alemanha sapecou 7 a 1 no selecionado brasileiro em pleno Mineirão.
“Acho que demos o nosso melhor, mas perdemos para uma grande equipe que teve a qualidade de, em seis ou sete minutos, definir o jogo, com três ou quatro gols, de forma fantástica”, disse Felipão. “Quem é o responsável pelas escolhas? Eu. O resultado catastrófico pode ser dividido por toda o grupo. Mas a responsabilidade, a escolha da parte tática e da forma de jogar, fui eu. O responsável fui eu”, admitiu o técnico.
Para Felipão, houve um descontrole dos jogadores após o primeiro gol alemão. “Isso não é normal, mas acontece. Perdemos um jogo, mas para uma grande seleção. Nem eles [alemães] sabem o que aconteceu. Foram cinco bolas e cinco gols”, disse. “Ficamos em pânico e as coisas foram acontecendo”, acrescentou.
De acordo com o técnico, o resultado não seria diferente se Neymar tivesse jogado hoje. O atacante ficou de fora do Mundial após sofrer uma fratura na terceira vértebra lombar, na partida de sexta-feira (4) contra a Colômbia. “Tudo o que a Alemanha fazia hoje dava certo”, ressaltou Felipão, destacando que a “Alemanha fez sua melhor partida no Mundial, enquanto o Brasil fez a sua pior”.
Segundo o técnico, o Brasil agora terá que aprender com os erros cometidos na partida. “Se foi uma derrota catastrófica, a pior derrota do mundo da seleção brasileira, temos que aprender com isso”, acrescentou, ressaltando que pelo menos 14 jogadores desse grupo poderão estar na próxima Copa. Felipão disse que, agora, o foco será o jogo de sábado, quando o Brasil disputa o terceiro lugar contra o perdedor do jogo de amanhã (8) entre Argentina e Holanda. Agência Brasil.

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BRASIL 1 X 7 ALEMANHA

Alemães comemoram chocolate impiedoso aplicando no Brasil (Foto Getty Images/Fifa).
Alemães comemoram chocolate impiedoso aplicando no Brasil (Foto Getty Images/Fifa).

Desta vez, não houve Maracanazzo. Infelizmente. Foi um dia para esquecer. Em pleno Mineirão, o Brasil sofreu a sua mais impiedosa derrota em copas do mundo. Os alemães jogaram como se estivessem em um treino e, brincando, aplicaram 7 a 1 nos brasileiros naquela que tem sido, até aqui, a “Copa das Copas”. A seleção canarinho, restará a disputa pelo honroso terceiro lugar, no sábado, diante de Argentina ou Holanda.

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Neymar, artilheiro do Brasil, deixou selecionado após sofrer séria contusão (Foto Getty Images/Fifa).
Neymar é a ausência mais sentida em jogo decisivo (Foto Getty Images/Fifa).

A seleção brasileira busca hoje (8), em jogo contra a Alemanha, às 17h (horário de Brasília), no Estádio Mineirão, em Belo Horizonte, voltar a uma final de Copa, o que não ocorre desde 2002. Nesse ano, o Brasil foi campeão em cima da Alemanha.
O time brasileiro terá que superar a ausência de Neymar, que sofreu uma lesão nas costas no último jogo e está fora da Copa. Também terá que superar o desfalque do capitão Thiago Silva, que recebeu o segundo cartão amarelo no torneio e cumpre suspensão.
Superar a ausência do astro do time pode ser o grande desafio do técnico Felipão na preparação para o jogo. Ele faz mistério sobre o substituto de Neymar. Uma opção é a volta de Luiz Gustavo. O volante voltaria após cumprir suspensão contra a Colômbia, e Paulinho, seu substituto no jogo, continuaria entre os titulares para deixar o meio-campo brasileiro mais combativo.
A outra possibilidade é a entrada de William no lugar de Neymar, mantendo as características atuais do time. O técnico precisa optar entre reforçar o meio-campo para medir forças com os alemães, fortes nesse setor, ou manter o time veloz no ataque contra a lenta defesa adversária.
Na defesa, as dúvidas são menores. O zagueiro Dante é nome praticamente certo para substituir Thiago Silva. Dante é jogador do principal time da Alemanha, o Bayern de Munique, e tem como companheiros de clube nada menos do que sete jogadores da seleção alemã.
A Alemanha vem de uma vitória simples contra a França. O jogo não foi bonito, mas a vaga veio de forma incontestável. O técnico Joachim Löw tem à disposição seus principais jogadores. Os meias Schweinsteiger, Özil e Kroos são os principais articuladores no meio-campo e costumam dominar esse setor nas partidas. No ataque, Thomas Müller e André Schürrle podem ser titulares e dar muito trabalho à defesa brasileira.
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