Itabuna joga neste sábado pela Série D do Campeonato Brasileiro || Foto Divulgação
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Invicto na Série D do Campeonato Brasileiro, o Itabuna Esporte Clube defende, neste sábado (18), a liderança do Grupo A-6. O Dragão do Sul, que tem duas vitórias e um empate, enfrenta a Portuguesa, no Estádio Luso Brasileiro, no Rio de Janeiro. A partida está prevista para começar às 17h.

O Itabuna vem de vitória por 1 a 0 contra do Audax, outra equipe carioca. A Portuguesa também venceu o seu último jogo. Bateu o Novo Iguaçu por 1 a 0, e chegou a 3ª colocação, com 5 pontos. Além do Dragão do Sul, a equipe carioca está atrás do Democrata (MG), que tem 7 pontos.

O sábado será dia de jogos para outros dois times baianos na Série D do Campeonato Brasileiro. No Grupo A-4, no Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, o Juazeirense recebe o CSE (AL), às 16h. Minutos depois, às 17h, no Estádio Coaracy Fonseca, em Arapiraca, também em Alagoas, o Jacuipense enfrenta o Asa.

O Jacuipense está na 4ª colocação, com cinco pontos, dois a menos que o líder Itabaiana (SE), que no domingo (19) joga contra o Retrô (PE). O Juazeirense está numa situação mais delicada, na sexta colocação, com um ponto em três jogos. O time precisa de uma vitória para manter-se vivo na competição nacional.

Bahia tem melhor largada no Brasileirão em 38 anos || Foto Letícia Martins/EC Bahia
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Tricolor briga no topo da tabela após cinco rodadas na Série A

Gabriel Rodrigues | Correio24h

O Bahia largou com tudo no Campeonato Brasileiro. O triunfo por 2×1 sobre o Botafogo, no Engenhão, ampliou a invencibilidade tricolor na temporada, colocou o time na vice-liderança do torneio e fez o clube atingir o seu melhor início na Série A em 38 anos.

Desde 1986, o Esquadrão não apresentava um rendimento tão bom nos cinco primeiros jogos da principal competição do país. Naquele ano, a equipe venceu as sete partidas iniciais e liderou o seu grupo. O elenco – que contava com alguns atletas que conquistariam o título da primeira divisão em 1988 -, fez grande campanha e caiu nas quartas de final para o Guarani.

Na atual temporada, o Bahia ostenta 66% de aproveitamento. Depois de amargar derrota de virada para o Internacional na estreia do Brasileirão, o tricolor mudou a chave e pontuou em todos os outros quatro jogos: empatou o clássico com o Vitória e venceu os embates contra Fluminense, Grêmio e Botafogo.

Os dez pontos conquistados até aqui deixam o Esquadrão empatado com o líder Athletico-PR. Mas o clube baiano é superado no saldo de gols (quatro contra dois). Para efeito de comparação, sob o comando de Renato Paiva, no ano passado, o time fez apenas nove pontos nas 10 primeiras partidas da Série A.

Levando em consideração o Brasileirão por pontos corridos, o início também é o melhor do Bahia. A campanha atual supera a de 2017, quando a equipe fez nove pontos nos cinco primeiros confrontos (três vitórias e duas derrotas) e ocupou a 6ª colocação, com 60% de aproveitamento.

Apesar do Campeonato Brasileiro estar apenas no início, a boa fase dá margem para acreditar que o tricolor pode fazer uma campanha tranquila, apagando a imagem deixada na temporada passada, quando escapou do rebaixamento apenas na última rodada. Internamente, o clube sempre tratou a Série A como prioridade, por conta da possibilidade de classificação para competições internacionais.

“É muito importante, o City veio para o Bahia para buscar coisas grandes, e o Ceni sempre fala que a gente tem capacidade de brigar lá em cima. A qualidade do nosso time é muito importante, quem entra ali muda o jogo. É seguir trabalhando, com os pés no chão, que eu tenho certeza que vai ser um ano muito importante”, disse o atacante Rafael Ratão, autor do gol que deu a vitória sobre o Botafogo.

A missão do Bahia no restante da competição será manter o bom desempenho. Domingo, o tricolor recebe o Red Bull Bragantino, na Fonte Nova, às 18h30. Será mais um confronto direto na parte de cima da tabela, já que o clube paulista é o 5º colocado, com um ponto a mais do que Esquadrão.

A Fonte, aliás, é o grande trunfo azul, vermelho e branco até aqui. Dos 10 pontos que o Bahia conquistou na Série A, seis foram em compromissos como mandante. Levando em conta todas as competições, o grupo principal está invicto em casa. Foram 13 triunfos e um empate em 14 jogos.

A única derrota registrada pelo clube nos seus domínios foi na estreia no Campeonato Baiano, quando usou uma equipe formada por atletas da base. Ali, o time caiu por 1×0 para o Jequié.

Apesar do retrospecto, Ratão afirma que o elenco precisa manter o foco para seguir fazendo bons jogos e se manter entre os melhores do Brasileirão. “É fazer o que está dando certo, não se mexe no que está ganhando. A cada dia a gente está evoluindo mais no que o Ceni quer. É se manter em cima disso, entender o projeto do Bahia, que é importante. Mas acho que temos tudo para fazer uma boa temporada, vamos manter os pés no chão e seguir procurando os triunfos”, completou. Confira mais no Correio24h

Vitória abriu 2 de frente, mas permitiu o empate ao Bahia || Foto Victor Ferreira/ECV
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O Vitória caminhava para conquistar os primeiros três pontos no Brasileirão 2024, mas acabou cedendo o empate em apenas três minutos para o principal rival, o Bahia, e o quinto BA-VI do ano terminou 2 a 2, neste domingo (21), no Barradão, Salvador.

O placar foi aberto aos 19 minutos da etapa inicial em lance definido por Matheusinho, após receber cruzamento de Zeca. Aos 11 minutos da segunda etapa, o zagueiro artilheiro Wagner Leonardo deixou o dele, de cabeça. 2 a 0 para o Vitória.

A história do jogo começou a mudar 12 minutos depois, aos 23, quando Biel fez o primeiro do Bahia, aproveitando rebote de bola no travessão de Thaciano. Everaldo decretou o placar final aos 26 minutos da segunda etapa, com um belo chute da meia-lua, acertando o ângulo do gol adversário.

CLASSIFICAÇÃO

O Vitória, que folgou na rodada de meio de semana por ter o jogo contra o Cuiabá adiado, acabou somando o primeiro ponto após o retorno à Série A do Brasileirão. E marcando os dois primeiros gols. Com um jogo a menos, é o 17º colocado, abrindo a zona de rebaixamento. O Bahia, com 4 pontos em três jogos, é o nono.

A equipe rubro-negra volta a campo no domingo (28) contra o Cruzeiro, em Belo Horizonte, às 16h. O Bahia pega o Grêmio, no sábado (27), às 21h, na Arena Fonte Nova, em Salvador.

O craque Juca Alfaiate (no centro entre os agachados) fazia jus à fama conquistada em campo e com a tesoura na mão || Arquivo Walmir Rosário
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Juca era respeitado e admirado na sociedade, tanto assim que até o Exército brasileiro lhe fez uma deferência quando foi convocado para servir à Pátria, lutar contra os alemães na Itália, durante a segunda Guerra Mundial.

Walmir Rosário

Durante um jogo no Maracanã estreava na arquibancada do maior estádio do mundo um itabunense. Acostumado a assistir aos jogos no acanhado campo da Desportiva, a todo o ataque dos times cariocas, levantava, fazia muitos gestos, o que perturbava os torcedores localizados logo atrás. E eis que num determinado momento, ouve os torcedores gritando “Fica quieto, Juca Alfaiate”. Olha ele pra trás e pergunta: “Você também é de Itabuna?”, e o carioca responde: “Não sei onde é isso, mas é o nome que está estampado na sua bunda”.

Alfaiate de mão cheia, José Correia da Silva, ou melhor Juca, ainda é considerado o maior craque de Itabuna. E durante toda a minha vida nunca vi ou ouvi ninguém discordar, o que nos faz crer que seja verdade firmada. Magro, educado, bem falante em tom médio, foi quem vestiu os elegantes da cidade por muitos anos. E o seu marketing era estampado por uma fina etiqueta em todas calças, paletós e camisas por ele confeccionadas.

Mas nessa crônica não nos vale muito a refinada profissão de Juca Alfaiate, e sim o seu desempenho no futebol. Se na alfaiataria deixava os clientes elegantes, nas quatro linhas do campo da Desportiva ou estádios alheios, o elegante era ele. Nos anos 1940/50 era quem mandava nos jogos pelos clubes em que jogou, a exemplo do São José, São Cristóvão, Grêmio, Associação Atlhética e Flamengo, todos de Itabuna.

Em campo, frio e calculista, idealizava as jogadas com a mesma maestria em que cortava um terno de linho S-120. Recebia a bola, a matava no peito ou no pé, se desvencilhava do adversário com um jogo de corpo e partia para área em busca de mais um gol. Se a marcação era muito cerrada, distribuía a bola aos companheiros melhores colocados e se postava mais próximo da pequena área.

Baixo e magro, os adversários que ainda não o conheciam acreditavam que era mais um jogador irrelevante, escalado na falta do titular e que estaria ali apenas para fazer número. Ledo engano, assim que o viam dominar a bola passavam a respeitá-lo e somente com falta conseguiam pará-lo, isso quando ele não se antecipava às botinadas dos zagueiros, deixando-os ainda mais zangados e desmoralizados.

Uma falta nas proximidades da grande área era o terror dos goleiros adversários. Como não queria nada, se aproximava do local, pegava a bola com carinho e a colocava no lugar determinado pelo árbitro. Bastava olhar para a barreira formada à sua frente, recuava três ou quatro passos, e como não queria nada, avançava para a bola e dava um chute certeiro, bem colocado, como todos os craques devem proceder.

Não restava alternativa ao goleiro do que pegar a bola no fundo da rede, do lado distinto do qual havia caído. Sim, pois Juca Alfaiate era perfeccionista e ao bater faltas não abria mão do efeito aplicado com o lado do pé, com a finalidade da bola fazer uma curva e enganar o arqueiro. Era bola num canto e o goleiro no outro. E sua frieza deixava os goleiros possessos, pois batia com os dois pés, enganando a barreira e o goleiro.

Nasceu pra jogar bola, diziam torcedores do seu time e até os adversários. Sim, era um craque talhado, como as curvas dos paletós nos corpos dos clientes. Mas juntava sua habilidade natural com os treinamentos, especializando nos dribles desconcertantes, nos chutes com destino certeiro. Com o tempo se fez mestre em marcar gols espetaculares, como os de bicicletas, que faziam os torcedores da velha Desportiva vir abaixo com os aplausos. Mais bonitas do que as de Leônidas da Silva, diziam os mais exaltados.

Incentivado a se profissionalizar nos grandes times brasileiros, de Salvador, Rio de Janeiro ou São Paulo, Juca não se deixava influenciar pelos muitos conselhos a ele dados pelos especialistas do futebol. Queria jogar bola artística como sabia e não como os técnicos e seus ensinamentos queriam. E para referendar, até mesmo uma proposta mirabolante do Guarany, de Salvador, ele recusou de pronto. Pois o Guarany levou todo o time titular, até o seu reserva, que foi o artilheiro e campeão baiano, mas ele ficou.

Juca preferia dividir sua vida entre a família, a profissão de alfaiate de requinte e o futebol refinado. Por onde passou convivia com pessoas bem próximas dele, clientes, amigos bem chegados, craques que faziam vibrar os apaixonados torcedores. Se o futebol não lhe dava o dinheiro que precisava, a alfaiataria permitia que vivesse decentemente, dentro dos padrões da dignidade. Não tinha do que reclamar.

Juca era respeitado e admirado na sociedade, tanto assim que até o Exército brasileiro lhe fez uma deferência quando foi convocado para servir à Pátria, lutar contra os alemães na Itália, durante a segunda Guerra Mundial. Em Ilhéus, onde esperava a data para embarcar num navio para a Europa, os oficiais ficaram encantados com o seu futebol e postergaram a viagem. Ainda bem que Ilhéus conheceu, de perto, o futebol jogado por Juca Alfaiate.

Juca Alfaiate praticava o bom futebol, tratando a bola com respeito, driblando os adversários, não por pura vaidade, mas para chegar ao gol com mais facilidade, jogando a bola nos fundos da rede com plasticidade. Foi um craque temido e, ao mesmo tempo, querido pelos adversários. Parou quando deveria, não pela marcação dos zagueiros, mas por uma contusão. Infelizmente, o centroavante consagrado deixou as quatro linhas e calou as arquibancadas. Nunca mais os dribles e os gols espetaculares de Juca Alfaiate.

Walmir Rosário é radialista, jornalista, advogado e além de autor de livros como Os grandes craques que vi jogar: Nos estádios e campos de Itabuna e Canavieiras, disponível na Amazon.

Palestra com Zico será no dia 18 de abril, no Adonias Filho
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Dos maiores craques do futebol mundial de todos os tempos, Zico estará em Itabuna para falar do papel do líder, desafios e oportunidades. Será no dia 18 de abril, no Centro de Cultura Adonias Filho, em uma programação exclusiva para o universo corporativo. Maior craque da história do Flamengo, Arthur Antunes Coimbra, Zico, ministrará a palestra motivacional O Papel do Líder – Desafios e Oportunidades.

Segundo Igor Guanaes, da Chicago Produções, o evento buscará demonstrar a importância da disciplina para
se tornar um integrante importante e incentivar a determinação no ambiente profissional. “É exclusivamente para empresas, não tendo venda para pessoa física”, explica o promotor da palestra motivacional.

Para participação das empresas, o evento oferece pacotes que vão de 12 a 500 entradas. “Vamos oferecer uma excelente oportunidade para valorizar os colaboradores e parceiros proporcionando um momento de conhecimento, renovação e motivação”, reforça Igor Guanaes. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone ou WhatsApp (73) 99950-4469.

Na raça, Vitória tem virada histórica no Barradão, onde não perde desde junho de 2023 || Foto Victor Ferreira/ECV
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Vitória e Bahia fizeram, neste domingo (31), um dos mais emocionantes jogos de futebol deste ano no Brasil. As duas principais equipes do futebol baiano decidem o título do Estadual 2024 no próximo domingo (7), na Arena Fonte Nova.

Neste domingo, após placar adverso, o técnico Rubro-Negro, Léo Condé, mexeu na equipe e colocou em campo um endiabrado Matheus Gonçalves, que levou a equipe a uma vitória incontestável, principalmente pelo que jogou na etapa final.

O 3 a 2 no Barradão dá a vantagem de jogar pelo empate, no próximo domingo. Abaixo, registro dos melhores lances do BA-VI.

Panorâmica de Ilhéus com a Catedral de São Sebastião em destaque || Foto José Nazal
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Os clubes que brotaram, até agora, do território-marca de 1534 buscam nos seus nomes de batismo prestígios copiados extraterritorialmente, como Colo-colo, Flamengo, River, Vitória, e agora, um Barcelona menor

 

 

Sérgio Barbosa || serbarsil@gmail.com

A capitania dos Ilhéus foi reconhecida desde 1534 como promissor território capaz de gerar riquezas, uma vez povoado e explorado economicamente. Primeiramente com a cana de açúcar posteriormente com o cacau atravessou quatro séculos e ainda, hoje, agrega possibilidades com a indústria e os serviços da cultura e do turismo. O perfil de atividade econômica, daquele local, foi se ampliando na medida que o processo cultural da civilização foi compreendendo, em etapas ou eras, novas formas de ocupar e explorar o território nas suas potencialidades.

Sem dúvidas que foi a era da agri(cultura) cacaueira que, até agora, mais se expressou como perfil da cultura do território posto que se enraizou, também, na literatura e deu contornos saborosos ao locus com o imaginário da sensualidade e do amor de dois migrantes que se fundiram como uma explosão de sexo, pleno de liberdades e libertinagens num tempo de profunda rigidez social. Uma trama, do diabo que os deuses do cacau – theobroma – abençoaram.

O forjador dessa fundição, um grapiúna de raiz, deu sabores picantes ao território capaz de chamar a atenção do mundo por mais de século para essa terra de felicidade sem fim, cheia de histórias de amor, experiências, picardia e esperanças…

Jorge Amado, Gabriela e Nacib formaram um triângulo, longevo, rico de nuances que poderá impulsionar por mais outros séculos quem queira navegar nesta fórmula capaz de estimular curiosos amantes e consumidores a se interessar pela produção dessas terras de possibilidades, tal qual a cidade turística de Verona na Itália, que perdura no imaginário dos visitantes na sombra dos amantes Romeu e Julieta.

Assim percebeu, no seu tempo, um outro “imigrante suíço” – Hans Schaeppi – que, nos anos 1970/80, se consagrou ilheense, dentre outros feitos, ao batizar sua fábrica de chocolates com a marca raiz ILHEUS e “linkar” sua produção picante de marcas “Cacau do Nacib” e “Flor da Gabriela”.

Um marketing positivo para o território, invocando um registro de 1534 e abrindo vetores futuros de exploração de outras marcas como átomos dinâmicos de bom comércio e bons frutos. Hans Schaeppi estava bem posicionado no seu tempo e com ampla visão de um mentor de desenvolvimento para o território, mas parece não ter conquistado, ainda, bons seguidores no seu exemplo.

Assim dito, a cultura futebolística ilheense parecer ter inspiração inversa ao “suíço-Ilheense”, pois os clubes que brotaram, até agora, do território-marca de 1534 buscam nos seus nomes de batismo prestígios copiados extraterritorialmente como Colo-colo, Flamengo, River, Vitória, e agora, um Barcelona menor, cuja única identidade com a Catalunha, penso, é nenhuma e se apoia tão somente de momento do clube catalão ou talvez no desenho das bandeiras das cidades. E só.

Lastimável exemplo de demarketing territorial, e ausência de pertencimento, pois, uma vez crescendo o futebol desse clube, seus êxitos serão sempre remetidos a lembranças da cidade catalã que nem patrocina, sequer, nosso suor atrás da bola. Colherão, eles, os frutos sem plantá-los nem os regar.

Parece não ser razoável nem inteligente que a cultura das instituições ilheenses, de quatro centrão, se acomode com esses desperdícios de exposição que a mídia futebolística oferece, e, que o Itabuna, o Ceará, o Fortaleza e o Bahia desfrutam, muito bem, capitalizando suas marcas-territórios ao seu locus de berço.

Assim procedeu a indústria vinícola europeia, no século passado, a criar regras restritivas chamadas de “denominação de origem” vinculando as marcas dos seus “terroirs” com suas vinícolas. Cartão vermelho para qualquer um mortal que se atreva, doravante, a produzir um espumante de vinho com o rotulo de Champanhe exclusividade daquela região francesa que os deuses do comercio passaram a chancelar. É a mesma bebida que as corridas automobilísticas faz-nos beber como sinônimo de êxito e por elas pagar.

Oxalá os orixás nos ajudem a não permitir que os deuses do futebol não se motivem da mesma maneira das vinícolas e venham a exigir royalties pelo batismo-indevido ao nosso clube ilheense quando este se sagrar campeão.

Quem sabe se nossos orixás se unirem e lançarem fagulhas de criatividade e incendiarem, de espíritos “Schaeppianos” misturando à larva “Amadiana”, as novas lideranças dos traders Ilheensi de modo que doravante estejam vigilantes criando talvez um Ilheus-Theobroma F.C., uma SAF de uso múltiplo e arrendado a novos investidores na nossa Capitania. Uma ideia, bem-humorada, picante de desdobramentos e cheiro de século XXI.

Sérgio Barbosa é ilheense de coração nascido em Salvador.

Robinho começa a cumprir pena por estupro || Foto Divulgação/CBF
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O ex-jogador Robson de Souza, Robinho, passou a primeira noite na Penitenciária 2 Dr. José Augusto Salgado, na cidade de Tremembé, interior paulista, em uma cela especial. Deverá permanecer em isolamento por cerca de uma semana, onde ficará em observação. Até mesmo os banhos de sol serão realizados de forma separada dos demais detentos. Após o período de adaptação padrão deverá ficar numa cela comum.

Ele chegou ao complexo penitenciário de Tremembé por volta da 1h desta sexta-feira, onde cumprirá pena de nove anos em regime fechado por estupro coletivo na Itália. Robinho foi preso no início da noite de ontem no prédio de apartamentos onde mora no bairro de Aparecida, cidade de Santos, litoral de São Paulo.

Depois foi encaminhado para uma audiência de custódia e exames no Instituto Médico Legal antes de ser encaminhado para a penitenciária. A cadeia de Tremembé é conhecida como a “penitenciária dos famosos”. Entre os detentos do local está Alexandre Nardoni, Cristian Cravinhos, Gil Rugai, o ex-médico Roger Abdelmassih entre outros.

CASOS DE GRANDE REPERCUSSÃO 

A P2 abriga presos envolvidos em casos de grande comoção social. Tem capacidade para mais de 390 presos em regime semiaberto e fechado. As celas podem abrigar até oito presos. É integrante de um complexo penitenciário onde também está a prisão feminina, conhecida como P1, Santa Maria Eufrásia Pelletier. Nesse local estão presas como Suzane Richtofen, Elize Matsunaga e Ana Carolina Jatobá.

A prisão de Robinho ocorreu cerca de 24 horas depois de o Superior Tribunal de Justiça (STJ) validar a pena imposta ao ex-jogador pela justiça da Itália. Ele e outros cinco amigos participaram de estupro coletivo de uma mulher albanesa numa boate na cidade de Milão, em 2013. Ricardo Falco também foi condenado pela justiça italiana. Os outros quatro, apesar de terem sido denunciados pelo Ministério Público do país europeu, nem chegaram a ser julgados porque deixaram a Itália durante as investigações e não foram localizados pela justiça.

O advogado do ex-jogador, José Eduardo Alckmin, afirmou que recorrerá da decisão monocrático do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), dada no fim da tarde de ontem permitindo a prisão de Robinho. Ele quer que o pedido de habeas corpus seja julgado pelo plenário da suprema corte.

A Secretaria da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP) informa que “o custodiado cumprirá regime de observação de 10 dias em cela de 2mx4m, destinada para tal finalidade, com capacidade para duas pessoas. Atualmente, ele está sozinho na cela”.

A visitação de familiares, após o regulamentar credenciamento de Robinho no sistema prisional, será permitida somente com o total cumprimento do regime de observação.

“O custodiado está em processo de inclusão, no qual se atribui a ele o número de matrícula no sistema prisional e lhe é entregue o kit padrão (uniforme, materiais de limpeza e higiene pessoal, etc.). A alimentação fornecida ao preso segue o cardápio padrão da SAP, comum a todos os custodiados”, diz nota do governo paulista. Da Agência Brasil.

Itabuna (de uniforme branco) estreia na Série D contra o time do Espírito Santo
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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou a tabela do Campeonato Brasileiro da Série D, que terá a primeira rodada nos dias 28 e 29 de abril. No Grupo 6-A, o Itabuna Esporte Clube estreará na competição nacional, com mando de campo, contra o Real Noroeste Capixaba (ES). O Dragão do Sul mandará seus jogos em Salvador, após fechar uma parceria com o Vitória.

Além do Itabuna e Real Noroeste, no grupo 6-A estão Serra (ES), os mineiros Democrata e Ipatinga e cariocas Audax Rio, Portuguesa e Nova Iguaçu. Na segunda rodada, o Dragão do Sul enfrentará o Ipatinga fora de casa, no dia 4 ou 5 de maio, conforme tabela da CBF.

O Itabuna volta a jogar com o mando de campo na terceira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro, contra o Audax Rio, no dia 11 ou 12 de maio. A quarta rodada será nos dias 18 e 19. A primeira fase da Série D do Brasileiro termina nos dias 20 e 21 de julho. O Dragão do Sul disputará a Série D pela primeira vez em sua história.

A segunda fase da competição está prevista para o período de 27 de junho a 4 de agosto e as oitavas de final entre 10 e 18 de agosto. As partidas das quartas de final foram programadas para 24 de agosto a 1º de setembro. As semifinais entre 7 e 15 de setembro. Já as finais, estão previstas para 22 a 29 de setembro.

O Itabuna não será o único representante baiano no Campeonato Brasileiro da Série D. Jacuipense e Juazeirense vão disputar a competição no Grupo A-4, ao lado de ASA (AL), CSE (AL), Retrô (PE), Petrolina (PE), Itabaiana (SE) e Sergipe (SE).

Jogadores do sul da Bahia voltam à Seleção Brasileira
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A Seleção Brasileira, que jogará amistosos contra Inglaterra e Espanha, na Europa, terá dois jogadores do sul da Bahia. A equipe do técnico Dorival Júnior contará com o volante André, do Fluminense, nascido no distrito de Algodão, em Ibirataia; e o zagueiro Bremer, da Juventus (Itália), oriundo de Itapitanga. O zagueiro foi chamado para substituir Gabriel Magalhães, que se apresentou contundido.

Bremer desembarcou na terça-feira (19) na capital inglesa e foi poupado do treino no gramado do CT do Arsenal, mas trabalhou com o grupo hoje. O zagueiro é um dos destaques no futebol italiano e fez parte do grupo que disputou a Copa do Catar, em 2022. Já o volante André vem jogando em alto nível no Fluminense e tem sido convocado para as Eliminatórias da Copa do Mundo.

AMISTOSOS NA EUROPA

No próximo sábado (23), o Brasil enfrentará a Inglaterra, em Wembley. O segundo amistoso será contra a Espanha, na terça-feira (26), no Estádio Santiago Bernabéu, em Madri. Os dois amistosos serão os primeiros confrontos do Brasil contra adversários da Europa desde a Copa do Mundo de 2022.

O jogo contra a Inglaterra, no sábado (23), marcará a estreia de Dorival Júnior no comando da Seleção, após vários tropeços no ano passado, quando foi comandada interinamente pelo técnico Fernando Diniz. De seis jogos disputados, venceu dois, empate um e sofreu três derrotas.

O Brasil terminou 2023 em sexto lugar (sete pontos) das Eliminatórias Sul-Americanas, última posição classificatória para a Copa do Mundo de 2026. O próximo mundial de seleções de futebol será disputado em três países: Canadá, México e Estados Unidos.

Betinho levou Barcelona a competições nacionais
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O técnico Gilberto Nascimento, Betinho, de 67 anos, encerrou sua passagem pelo Barcelona de Ilhéus, após levar o time às semifinais do Campeonato Baiano de Futebol 2024 e assegurar a presença da Onça em competições nacionais no ano que vem. Apesar da boa campanha, ele não escondeu a frustração. “Estou chateado, queria mais”. Ainda assim, avalia que fez grande trabalho à frente da equipe.

“Me desafio, me cobro na busca por crescimento. Quando você entra em um campeonato, tem que buscar o que ele oferece de melhor. Essa é minha obstinação de trabalho. Me desafio o tempo todo e vejo que a maioria dos atletas, ainda hoje, não faz isso. São poucos e os poucos são os diferentes”, apontou.

Com o terceiro lugar na elite do futebol baiano, o Barcelona conquistou vaga na Série D do Campeonato Brasileiro 2025 e na Copa do Brasil 2025. Segundo Betinho, o resultado condiz com o esperado pela direção do time.  “Não vou dizer que, pela dificuldade do campeonato, saí da zona de conforto, porque nunca fico nela. Mas vivi situações que em nenhum outro momento da carreira eu tinha experimentado”, acrescentou.

Agora, o treinador mira novos ares.  “Já preciso de um próximo [trabalho]. Não sei até onde eu posso chegar, não sei onde está a limitação”, avisa.

Dirigentes do Vitória e do Itabuna durante a reunião desta sexta (15)
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O Itabuna Esporte Clube vai mandar seus jogos na Série D do Campeonato Brasileiro 2024 no Estádio Governador Roberto Santos (Pituaçu), em Salvador. O anuncio foi feito pela direção do clube, nesta sexta-feira (15), após reunião da sua diretoria com o secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Davidson Magalhães.

“Nós fomos muito bem recebidos pelo secretário Davidson Magalhães, que viabilizou o nosso mando de campo no estádio de Pituaçu”, disse o diretor de Futebol do Dragão do Sul, Ricardo Xavier.

O clube também anunciou acordo com o Vitória, que vai emprestar jogadores do Sub-20 e do Sub-23, além de integrantes da comissão técnica, para reforçar o Itabuna na Série D. O pacto foi firmado ontem (15), em Salvador, durante reunião da diretoria do Itabuna com o presidente do Vitória, Fábio Mota, e o diretor de Base do rubro-negro, Tiago Noronha.

SALVAR A TEMPORADA

Após o rebaixamento para a Série B do Campeonato Baiano, o Itabuna conta com o apoio do Vitória para salvar a temporada 2024 na Série D do Brasileirão, que será disputado por 64 equipes. De saída, cada clube receberá R$ 400 mil por participar da competição.

Quem avançar à segunda fase fatura mais R$ 150 mil, mesmo valor assegurado nas oitavas, quartas e semifinais. Campeão e vice terão prêmio extra de R$ 200 mil para cada. Ao final do Campeonato, os finalistas terão embolsado R$ 1,2 milhão. A Série D começa no próximo mês.

Itabuna
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O Itabuna encerrou participação no Campeonato Baiano de 2024 na lanterna. Recebeu o Vitória no Estádio Mário Pessoa. Para não fugir à regra no Estadual, perdeu por 2 a 0 de uma das melhores equipes do Nordeste. Saiu barato, após, na quarta-feira (28), ter levado sapecada de 8 a 0 do Nova Iguaçu-RJ pela Copa do Brasil.

O Dragão do Sul negou fogo no Baianão após ter sido a sensação do campeonato no ano passado.

A equipe itabunense venceu apenas uma partida. De 9 jogos, perdeu 5. E empatou 3.

Chegou ao final com aproveitamento de apenas 22,22% em nove rodadas.

Foi a segunda equipe mais vazada na competição. Fez 8 gols, mas levou 16, superado apenas pelo Atlético de Alagoinhas, vazado 17 vezes no Baianão. O Atlético, porém conseguiu se manter. Terminou a competição em 7º lugar. Já o Itabuna, ficou em 10º, com apenas 6 pontos conquistados em 27 possíveis, caindo para a Série B, junto com o Bahia de Feira.

Juca Alfaiate, sentado: craque da bola em epopeia com final feliz
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Juca Alfaiate se considera um homem de sorte por chegar em Itabuna vivo e não perder seu compromisso, o jogo de logo mais, embora estivesse bastante cansado.

 

Walmir Rosário

O garoto José Correia da Silva, ou simplesmente Juca, como chamado, era um apaixonado por futebol. Mas também pudera, sabia tudo de bola e desde pequeno fazia gato e sapato dos colegas nos babas em que jogava. “Nasceu para jogar bola”, comentavam. Seus pais eram quem não gostavam nada disso, pois preferiam ver seu filho estudado, formado e estabelecido numa boa profissão.

Assim que parou os estudos, sua mãe, uma exímia costureira, combinou com ele que poderia continuar a jogar bola, mas tinha que dividir o horário com o aprendizado de uma profissão. E assim continuou sua vida dividindo seu tempo entre a alfaiataria em que aprendia a profissão e os campos de futebol. A formação foi mais rápida do que esperava e já se notabilizava no meio de tesouras, linhas, agulhas e máquinas.

Como tinha uma namorada em Santa Rosa – hoje Pau Brasil –, foi tentar a vida por lá. Abriu uma alfaiataria e continuou sua vida na nova localidade, embora não perdesse o vínculo com Itabuna. Por aqui parara de jogar pelo São José e jogava esporadicamente pelo São Cristóvão, embora fosse seduzido pelo Grêmio, um time maior, o segundo mais conceituado de Itabuna.

Um certo dia, na virada da década de 1930/40, Juca, já tendo o Alfaiate incorporado ao seu nome, recebeu um recado da direção do São Cristóvão, que sua presença era imprescindível no próximo domingo. Não contou conversa e se arrumou para a viagem de mais de 20 léguas (medida nordestina), cerca de 120 quilômetros, viagem que seria feita em cinco dias num cavalo bom, igual ao que possuía.

Pois bem, na madrugada da terça-feira, debaixo de muita chuva, Juca Alfaiate sela o cavalo e toma a direção de Itabuna, num caminho bem escorregadio, perigoso, mesmo para um animal forte e conhecedor da estrada como o dele. No início da tarde parou para almoçar numa fazenda e começou a prosear com um trabalhador, que lhe ensinou um caminho mais curto, já que tinha compromisso no domingo.

Juca Alfaiate não conta conversa e segue pelo caminho indicado, que embora mais curto era mais íngreme e perigoso, principalmente com o toró de água que caía dia e noite. Em alguns trechos teve que descer do cavalo e puxá-lo pela rédea. Mais abaixo a situação ficou ainda pior, justamente na travessia de um rio cheio. Amarrou na sela o alforje em que carregava sua roupa, o uniforme do São Cristóvão, a comida que preparara e um revólver para se defender de qualquer malfeitor na estrada.

Travessia feita, parou para dormir no meio da mata e ao raiar do dia continuou seu caminho em busca de Itabuna, até chegar em uma fazenda, na qual parara para descansar, fazer uma boquinha com a comida que ainda restava e tomar novas informações. Continuou sua viagem por mais um dia e uma noite e já estava agoniado com possibilidade de não chegar a tempo para a partida no campo da Desportiva.

Na noite de sexta-feira pede rancho para pernoitar numa fazenda e é aconselhado, se quisesse chegar a tempo em Itabuna, a largar o cavalo e alugar uma canoa para descer rio abaixo. O rio era bastante estreito e sinuoso, embora fundo, com a vegetação alta e cheia de espinhos, da qual tinham – ele e o canoeiro – de se desviarem constantemente. Embora a viagem tenha adiantado estavam todos com ferimentos feitos pelos espinhos.

Pararam para dormir perto do rio Cachoeira, e no dia seguinte – o domingo do jogo – seguiriam para Itabuna. Só que Juca Alfaiate não contava com mais um percalço: logo depois que passaram da Burudanga a canoa vira e ele quase morre afogado com as câimbras. É salvo pelo canoeiro e finalmente chegam ao arruado da Mangabinha, hoje próspero bairro de Itabuna.

Juca Alfaiate se considera um homem de sorte por chegar em Itabuna vivo e não perder seu compromisso, o jogo de logo mais, embora estivesse bastante cansado. Mas nem se importava com isso, o que valeria era entrar em campo e ganhar o jogo. Na Mangabinha, parou na casa do técnico para avisar de sua chegada, e foi recebido com broncas pelo seu atraso, por, sequer, ter participado dos treinamentos.

Sem se preocupar com o cansaço, Juca Alfaiate entra em campo, dá um show de bola e marca os três gols da partida, vencida por 3X1. A diretoria e torcida em delírio, se juntam e fazem uma “vaquinha” para premiá-lo. Recebe uma grande quantia em dinheiro e repassa para os colegas Macaquinho e Lubião, e vai participar da festa até o dia amanhecer, quando descansa para retornar à Santa Rosa.

Pouco tempo depois, Juca Alfaiate retorna a Itabuna, desta vez para jogar no Grêmio, no qual ficou uma temporada até ser “vendido” para a Associação Athletica Itabunense (AAI), equipe em que foi pentacampeão em Itabuna. Centroavante titular, tinha como reservas os craques Clóvis Aquino e Elísio Peito de Pomba, que possuíam futebol para jogar em qualquer equipe da Bahia ou Rio de Janeiro.

Centroavante e goleador, era conhecido pelos belos gols que marcava. Altamente disciplinado, de estatura baixa e magro, era bastante arisco com a bola, driblava com perfeição, o que talvez tenha contribuído para parar de jogar, de tanto os zagueiros baterem em seus joelhos. Bom mesmo era apreciar seus treinamentos, quando amarrava um jereré (pequena rede de pesca circular) nas “gavetas” da trave para treinar os gols espetaculares que marcava.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado e autor d´Os grandes craques que vi jogar: Nos estádios e campos de Itabuna e Canavieiras, disponível na Amazon.

Itabuna é humilhado na Arena Fonte Nova || Imagem TVE-BA
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O Bahia não deu chance para o Itabuna, que se complicou de vez no Campeonato Baiano e corre o risco de entrar na zona de rebaixamento na próxima rodada da competição. O Dragão do Sul até tentou segurar o Tricolor de Aço, mas a técnica prevaleceu na Arena Fonte Nova, em Salvador, na noite desta quarta-feira (7). O Bahia humilhou o adversário por 5 a 0.

O Itabuna conseguiu segurar o Tricolor de Aço até os 26 minutos, quando Yago Felipe abriu o placar numa linda cobrança de falta. O primeiro tempo foi de domínio do Tricolor, que acertou uma bola no travessão e desperdiçou outras boas chances de gol. O Dragão do Sul não teve força ofensiva para ameaçar o adversário e o 1 a 0 saiu barato no primeiro tempo.

Na segunda etapa da partida, o Bahia voltou com tudo. Yago Felipe marcou novamente, aos 17 minutos. Atordoado, o Itabuna não demorou para levar o terceiro gol. Aos 18 minutos, depois de receber um belo lançamento de Caio Alexandre, o atacante Ademir ampliou.

Cauly e Gabriel Xavier marcaram os outros dois gols para o Bahia, que se isolou na liderança do Estadual, com 13 pontos. O time volta a campo no sábado (10), quando enfrenta o River, no Piauí, pela segunda rodada da Copa do Nordeste. A partida começa às 16h.

O Itabuna volta a campo no dia 14, no Clássico do Cacau, contra o Barcelona de Ilhéus, no Estádio Mário Pessoa, pela sétima rodada do Campeonato Baiano. O Barça soma 10 pontos e é o quarto colocado. A partida está prevista para começar às 19h15min. No mesmo dia, Bahia de Feira, que tem cinco pontos, recebe o Atlético, na Arena Cajueiro. O time de Alagoinhas tem 4 pontos. Veja como foi o baile de hoje do Bahia.