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Direto de um Twitter alheio:

“Exclusivo: reunião no Costa Azul define: Wagner é o culpado por ñ convocação de Ganso. Geddel disse q vai denunciar essa violência à Fifa.”

Essa é mais uma das beliscadas que rolam na internet. Neste caso específico, trata-se de twittada sacana do marqueteiro Giorlando Lima, dedicada ao deputado federal Geddel Vieira Lima, de quem se declara “amigo” virtual.

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Final do Baianão: deu Vitória.

Ricardo Luzbel, do Bahia Notícias, revela que está intensa a disputa das principais emissoras de televisão pelos direitos de transmissão do Campeonato Baiano 2011. Há três anos, a Rede Record/TV Itapoan transmite os jogos do Estadual.

O contrato encerrou no último domingo e a TV Bahia/Rede Globo entrou na parada, oferecendo R$ 15 milhões à Federação Baiana de Futebol (FBF), para transmitir a competição em 2011, além de adiantar R$ 1 milhão a Bahia e Vitória. A TV Itapoan informou que cobre o valor da rede dos Magalhães.

Campeonato Baiano era produto dispensado até 2006, quando a TV Educativa transmitia os principais jogos do Estadual. E os ilheenses puderam assistir à conquista do Colo Colo – campeão estadual daquele ano -, sem precisar ir a Salvador.

Em 2007, as transmissões já foram compradas – a preços irrisórios – pela TV Itapoan. Com a entrada de patrocinadores com a Petrobras, o interesse das tevês baianas cresceu. E muito! Para os itabunenses, resta a dor de ver toda essa valorização e ter de assistir ao time disputando a Segunda Divisão em 2011. Ai, como dói…

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Nem bem começou o segundo tempo da finalíssima do Baianão 2010 e o tricolor-de-aço empatou. O goleiro rubro-negro Viáfara deu rebote e Rodrigo Gral empurrou para o fundo da rede. Vitória 1×1 Bahia. O gol dos donos do Barradão foi marcado por Elkson. O Vitória ganhou o primeiro jogo por 0x1, e está na vantagem.

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Ontem, leitores se emocionaram com a postagem, aqui, de um dos capítulos do livro Meninos, eu vi, do jornalista, comentarista esportivo e apresentador Juca Kfouri. O escritor lembrava da sua estada em Ilhéus e de uma inesperada visita do time do Flu do Rio, na década de 50.

Primo de Kfouri e neto do médico Pacheco, o repórter fotográfico José Nazal Pacheco leu e logo acionou o telefone. Emocionado, lembrou do avô e da árvore genealógica da família. Nazal lembrou que Juca veio para cá se tratar, deixando a São Paulo de temperaturas mais amenas e arriscadas à saúde de quem contraíra tuberculose.

Depois, o fotógrafo nos presenteou com esta panorâmica da chácara do Tio Pacheco, o “hospital” onde o comentarista esportivo ficou logo bonzinho e, claro, onde recebeu o time do Fluminense e feras como Castilho e o mágico Telê Santana. A chácara, aliás, fica ali no Alto Boa Vista, mais conhecido como Morro do Pacheco, em Ilhéus.

O "hospital" onde Juca recebeu o Flu. Na pontinha, dá pra ver o mar de Ilhéus (Foto José Nazal).

Aqui, releia o texto.

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Juca Kfouri

Corria o ano de 1956, e, sem pieguice, eu não podia correr.

Uma tuberculose ganglionar quase tinha me matado, e eu andava fraco.

Já fora de perigo, me mandaram passar uns dias em Ilhéus, na Bahia, na casa de parentes.

Tio Pacheco era médico, dono do hospital da cidade, e um figuraço, casado com tia Esther, irmã de minha avó.

Estava lá eu em franca recuperação quando foi anunciada a presença do Fluminense em Itabuna, ali perto.

Foi então que tio Pacheco chegou em casa no fim de uma bela quinta-feira com dois ingressos na mão e prometeu que iríamos ao jogo.

Havia dias que eu não tinha febre, mas, sei lá se a excitação mexeu demais comigo, fato é que na sexta-feira amanheci febril.

Assim foi durante todo o dia, 38, 39 graus de febre, e, quando o tio Pacheco chegou e soube, nem pestanejou: sentou-se ao meu lado e disse que era melhor esquecer o jogo, mas que de todo modo me faria uma surpresa no domingo. Desnecessário contar o tamanho da frustração, e, na verdade, não havia surpresa possível que me interessasse ou consolasse.

Passei o sábado bem jururu e fui acordado no domingo com o anúncio de que tinha uma surpresa para mim na sala.

Lavei o rosto, escovei os dentes, fui para a sala e dei de cara com um bando de gente que eu não sabia bem quem era.

Era o time do Fluminense!

Tio Pacheco havia conseguido levar o time do Flu à casa dele, para visitar o sobrinho doente.

Ganhei autógrafos do Castilho, do Pinheiro, do Telê Santana, do Escurinho, uma beleza!

Muitos anos depois, às vésperas da Copa de 82, perguntei a Telê se ele se lembrava do episódio, e ele disse que sim, vagamente. E, sempre que de alguma maneira divergíamos, ele me ameaçava: “Vou espalhar para todo mundo que você já sentou no meu colo”.

Mas foi em 1984 que essa história teve seu fecho de ouro.

Num programa de tv, com Castilho, o maior goleiro da história do Flu, e Telê, perguntei a eles, piscando o olho para Telê, se guardavam alguma lembrança de visitas a crianças doentes em excursões do Flu.

E Castilho imediatamente se virou para Telê e disse: “Sim, é claro. Você se lembra, Telê, de um menino paulista que fomos visitar na Bahia, estava com uma doença grave, bem fraquinho, acho até que morreu?”

Antes que Telê falasse qualquer coisa, eu disse a Castilho que o garoto era eu.

O velho e sensível goleiro se emocionou às lágrimas.

Foi a última vez que o vi.

Três anos depois, deprimido, Castilho suicidou-se.

Deixou saudade.

Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri.

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O time júnior do Itabuna Esporte Clube está nas finais do Campeonato Baiano, podendo conquistar o título até se perder por um a zero na partida decisiva, sábado que vem. Competência exclusiva dos garotos e muita sorte da diretoria do clube, que – por incrível que pareça – não deu a devida importância à divisão de base.

Quem faz essa observação é o radialista Manoel Messias, uma águia na cobertura esportiva. “Até seis dias antes do início da competição, o Itabuna ainda não tinha sequer montado o time júnior e nós chamávamos atenção para isso constantemente”, lembra Messias.

A ironia é que os priorizados profissionais foram rebaixados e os menosprezados garotos estão salvando a cara do azulino de ficar totalmente vermelha de vergonha.

Coisas da vida…

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Os moradores da região de Vila das Dores, em Itabuna, iniciaram uma campanha para que o campinho de futebol seja preservado em meio aos sinais do progresso. No local em que a garotada (e os marmanjos) bate o baba e de onde saiu o time campeão do Interbairros 2009, planeja-se a construção de um condomínio residencial.

A área particular foi vendida ao Grupo Chaves por esses dias e a ‘boa nova’ de que ali serão construídas residências deixou os amantes da bola em polvorosa. Há em acredite que dá para manter o Campo dos Canecos, mesmo com a obra.

Diretor de esporte da associação de moradores, Domingos Roque está acionando os vizinhos de bairro para reforçar a campanha, participando de sessão na Câmara de Vereadores, na próxima quarta-feira, 5, às 16h30min. A sessão foi convocada pelo primeiro-secretário da Câmara, Roberto de Souza.

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O estádio Barradão é considerado um fantasma para o Vasco. Nesta quarta (28), o Vitória manteve a escrita e superou o time carioca por 2×0 na Copa do Brasil, gols de Renato (40min) e do bueraremense Neto Berola (39min do segundo tempo). O jogo de volta será na próxima quarta-feira, 5, no estádio São Januário, às 19h30min, no Rio de Janeiro.

O rubro-negro baiano pode até perder por 1×0 e estará classificado para a semifinal da CB. O time vascaíno somente avança à próxima fase se ganhar por 3×0. Caso o placar seja 2×0, a decisão será na disputa por penâltis. A Copa do Brasil assegura uma vaga na Libertadores 2011 ao campeão.

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Duelo de titãs: Ronaldo e Adriano reforçam Corinthians e Fla, respectivamente.

Pesquisa feita pelo Datafolha nos dias 15 e 16 de abril deste ano revela que o Flamengo possui a maior torcida do Brasil, mas tem, na cola, o Corinthians. No levantamento, em percentuais, o placar é 17% a 14%. A pesquisa está publicada na edição desta terça-feira do jornal Folha de São Paulo.

Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais, está configurado o empate técnico. Quando a pesquisa é observada por faixa etária, o Fla “descola” entre aqueles que têm entre 16 e 24 anos: 22% a 17%. Se os percentuais forem analisados regionalmente, o Corinthians tem vantagem no Sudeste (19% a 13%) e o Fla nas regiões Nordeste e Centro Oeste-Norte: 27% a 10% e 24% a 10%, respectivamente.

Os dois clubes protagonizam confronto de gigantes, amanhã, pela segunda fase da Taça Libertadores. Será a primeira partida desta nova fase. Detalhe: para avançar na competição, o Flamengo precisou de uma combinação de resultados que incluía a vitória do Timão na última rodada da fase classificatória. Como o Curíntia venceu, o Fla avançou.

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O Itabuna meteu 2×0 no Bahia, no estádio Luiz Viana Filho, na primeira das partidas finais do Baianinho de 2010. Os gols foram marcados no segundo tempo. Felipe Lima abriu o placar aos 26 minutos e Fabinho fechou aos 33.

A arbitragem deu uma “mãozona” ao Bahia ao esticar o segundo tempo do jogo em sete minutos (mesmo não havendo paralisações ou expulsões que justificassem a medida) e garfou o Itabuna, que teve um pênalti roubado quando a partida já estava 2×0.

A segunda partida das finais está programada para as 16h do próximo domingo, 2, no estádio Waldeck Ornelas, em Camaçari. Mesmo se perder por 1×0, o Itabuna será campeão do “Baianinho”.

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Por falar na final dos juniores, a notícia triste é que – apesar da excelente campanha e da possibilidade de levantar a taça – os meninos do Itabuna já estão excluídos do Baianão 2011. É que a participação da divisão de base é atrelada à do time principal.

Regra injusta.

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Já começou a final do Baianão de Juniores, no estádio Luiz Viana Filho, em Itabuna. O Azulino tenta levar o título da categoria. Enfrenta o poderoso Bahia. Por enquanto, o placar está zerado.

Os meninos do time júnior tentam salvar o ano do Itabuna Esporte Clube. A equipe profissional fez um péssimo campeonato e acabou rebaixada para a Segunda Divisão.