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Ricardo Ribeiro | ricardoribeiro@pimentanamuqueca.com.br

“Um homem no interior de São Paulo foi ao cartório com a intenção de batizar a filha recém-nascida com o nome de… Sim, senhores! Jabulani”.

Na Copa da África, a dona da festa não é a bola, mas sim a Jabulani, marca da redonda criada pela Adidas e que rola num gramado de controvérsias. Uns dizem ser leve demais, arisca, enganadora de goleiros, um capeta em forma de bola e por aí vai… Outros, naturalmente patrocinados pelo fabricante da Jabu, elogiam a “sorrateira”, dando a entender que tudo não passa de uma disputa comercial.

O fato é que, polêmica ou não, a Jabulani ganhou status de rainha da Copa. É ela que fica ali num pedestal até que os jogadores entram em campo e, num ritual quase sagrado, a recolhem para o jogo. A cada partida, a bola aparece em super closes, tomando a tela inteira da TV, de modo a não restar dúvida de que ela é a dona do espetáculo.

Via ontem um comentarista do Sportv preocupado com tamanho endeusamento, a ponto de recear que as crianças, em breve, não mais digam que vão jogar bola, mas sim que estão indo brincar com a Jabulani. O fenômeno é o mesmo que transforma palha de aço em Bombril e amido de milho em Maizena, mas com um poder de fogo muito maior, um verdadeiro bombardeio da mídia e todos os seus espantosos recursos.

No ESPN Brasil, a Jabulani virou uma comentarista irônica e tão serelepe quanto nos gramados, fazendo troça dos goleiros que ludibria com suas imprevisíveis mudanças de rota. Tornou-se personagem e, por muito pouco, não se transformou em nome de gente. Segundo informações, um homem no interior de São Paulo foi ao cartório com a intenção de batizar a filha recém-nascida com o nome de… Sim, senhores! Jabulani. Justificou-se perante o tabelião, explicando que a pimpolha era toda bonitinha e redondinha, de modo que lhe lembrava a bola da Copa.

O brioso serventuário, com muito mais juízo, negou o pedido e solicitou que o sujeito arranjasse outro nome para a filha. Um tanto indignado, o progenitor concordou com as diversas ponderações apresentadas pelo tabelião, mas no íntimo deve ter saído com o firme propósito de ao menos apelidar sua filha com o nome da “rainha sul-africana”. Sendo assim, a garotinha pode ter qualquer outro nome (por culpa desses cartórios que se metem na vida alheia), mas o pai a chamará sempre de Jabu…

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Afonso, o bruxo, posa ao lado do técnico Dunga

Quando ainda não era técnico da seleção, há cerca de quatro anos, Dunga, o capitão do tetra, passou pelo aeroporto de Ilhéus e – como dez entre dez celebridades que trafegam por ali – visitou a loja Costa do Cacau, do intrépido Afonso Zeni.

Místico, Afonso presenteou Dunga com o Amuleto da Prosperidade e… pimba! Uma semana depois o gaúcho zangado era chamado pela CBF para comandar a mais poderosa seleção de futebol do planeta.

Afonso diz, sem falsa modéstia, que o amuleto foi decisivo para a ascensão de Dunga e também será para o êxito do Brasil na Copa. É só esperar com a mais confortante certeza, pois, como diz o bruxo da Costa do Cacau, “os astros não mentem”.

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Esta semana o UNIVERSO PARALELO usa como gancho a seleção brasileira de futebol para fazer provocações sobre patriotismo e patriotada – o tópico principal do que o colunista chama de MVD (Manuel das Virtudes do Dunguismo).

Ousarme Citoaian relembra Nelson Rodrigues, criador de personagens como Palhares (o canalha nosso de cada dia), o Sobrenatural de Almeida (que já se insinuou no primeiro jogo do Brasil) e a Grã-fina das narinas de cadáver – típica torcedora bissexta, que anda por aí vestida de verde e amarelo, a perguntar quem é a bola.

E para os eternos fãs da Bossa-Nova, um vídeo raro de “Garota de Ipanema”, com João Gilberto, quem diria, expelindo bom humor por todos os poros, tendo Tom Jobim ao piano.

Para chegar ao mais recente UNIVERSO PARALELO, chute aqui.

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Daniel Thame

Depois de uma convocação contestada, de rixas inúteis de seu treinador com a imprensa, das dúvidas sobre as condições físicas de seu principal astro e até de inacreditáveis treinos secretos nas frias noites sul-africanas, a Seleção Brasileira finalmente faz sua estreia na Copa, diante da igualmente misteriosa Coreia do Norte, time de quinta categoria no mundo do futebol.

Seleção Brasileira em campo é aquela coisa de parar o país, de fazer bater forte o coração do mais indiferente dos torcedores. Poucas vezes o brasileiro se une tanto em torno de um símbolo como numa Copa do Mundo.

E a Seleção Brasileira, maior vencedora da história das Copas, com cinco títulos, é o símbolo de um país vencedor, que dribla todas as dificuldades e toca a vida pra frente.

Daí que, ao contrário do que imagina o técnico Dunga, bem ou mal convocada, bem ou mal escalada, essa é a seleção pela qual milhões de brasileiros irão torcer na Copa do Mundo. E com a qual vão sonhar com o hexacampeonato, marca impressionante para um torneio disputado a cada quatro anos e que está em sua 19ª edição.

É a Seleção de uma superdefesa, da classe de Kaká (se estiver bem fisicamente), dos lampejos de Robinho e do faro de gol de Luís Fabiano.

Não é, evidentemente, a Seleção Brasileira ideal, onde haveria espaço para Ganso, Neymar, Ronaldinho Gaúcho e Hernanes, mas é o que teremos para tentar superar Alemanha, Itália, Espanha e Argentina, que dividem com o Brasil as honras de favoritas.

É a Seleção de uma superdefesa, da classe de Kaká (se estiver bem fisicamente), dos lampejos de Robinho e do faro de gol de Luís Fabiano. E de um monte de brucutus espanando o meio de campo.

Nada melhor do que uma Coréia do Sul logo na estréia, para sapecar uma goleada, pegar confiança e embalar. Adversário mais a caráter não poderia haver para começar bem o Mundial e fazer prevalecer a tradição e a camisa amarela.

No mais, faço minhas as palavras (sérias) do humorista Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta: “Dunga é um anão problemático, complexado e inseguro”. E eternamente de mal com o mundo.

Mas, apesar dele, vamos ao Hexa!

Daniel Thame é jornalista, blogueiro e autor de Vassoura.

www.danielthame.blogspot.com

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A segunda-feira teve jogos de doer. Primeiro, Holanda 2×0 Dinamarca, seguido de Japão 1x 0 Camarões e Itália 1×1 Paraguai. Agora é a vez do Brasil estrear na Copa do Mundo 2010.

Às 15h30min desta terça, a seleção canarinho enfrentará a Coreia do Norte. Não espere grande jogo. O time asiático é o último do ranking da Fifa dentre os 32 que participam da copa. É hoje, Dunga!

Antes de Brasil e Coreia do Norte, teremos, às 8h30min, Nova Zelândia x Eslováquia e Costa do Marfim x Portugal às 11 horas. O ‘jogo das onze’ promete um espetáculo acima da média desta copa, a dos frangos.

Atualizado em 15.06, às 6h59min.

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O jogo entre Santa Cruz e Fluminense, ontem em Recife (PE), foi realizado dentro da normalidade e o empate foi o resultado justo pelo que aconteceu na partida. Porém um fato triste foi registrado ainda à noite quando uma van, que transportava torcedores do Touro do Sertão, acabou sendo assaltada e dois torcedores foram baleados.

De acordo com informações passadas pela imprensa pernambucana, o grupo de 13 torcedores estava deixando Recife, quando foram assaltados. O assalto aconteceu na BR-101, no bairro Curado, na saída da capital pernambucana e os suspeitos levaram pertences dos torcedores deixando Diego Matos Pires e Ramon Miranda Teixeira baleados na perna e no ombro.

Os feridos foram levados para o Hospital João Murilo, em Vitória de Santo Antão, Zona da Mata Sul do Estado, e depois transferidos para o Hospital Otávio de Freitas, no Sancho, Zona Oeste do Recife. Leia mais no Acorda Cidade

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O dinamarquês Simon Poulsen abriu o placar do jogo entre Holanda e Dinamarca, pelo Grupo E da Copa do Mundo. De cabeça, Poulsen atacou contra o próprio patrimônio e entrou para a história como o autor do primeiro gol contra no torneio da África do Sul. Isto, aos 40 segundos do segundo tempo.

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Até agora não saberíamos responder se a Alemanha realmente jogou muito bem contra a Austrália ou se, na verdade, ficamos impressionados com algo que se aproxime do que chamamos de futebol porque recebemos doses de quase mediocridade nas demais partidas iniciais desta Copa.

Certo é que o time de Klose e do negro e brasileiro Cacau (e aí, Hitler?) mandou bem. O jogo encheu os olhos dos amantes do bom futebol.

Nada de lances magistrais, mas de um coletivo que faz muita diferença nestes dias de “futebol japonês” em que os times possuem táticas e estilos de jogo parecidos.

Poderemos dizer, pelo menos, que os alemães foram eficientes. Como já dito aqui no Pimenta, registramos uma tarde de chocolate com “Cacau” brasileiro: Alemanha 4×0 Austrália.

A Alemanha, tida e havida como uma das favoritas, só fez confirmar a sua condição neste domingo. E olhe que no jovem selecionado alemão faltou Ballack.

Aos adversários, resta se apegar a um pequeno detalhe já dito bem aí acima: o time é, por essência, jovem. Mas não esqueçamos de Klose, 11 gols em Copas.

Outro dado que assusta neste jogo de hoje é que a Alemanha apresentou 91,1% de acertos nos passes. Média alta, eficiência.

Aproveitando a deixa, nobre leitor, na sua opinião, quem leva a Copa?

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Até que enfim, o primeiro grande espetáculo na Copa da África. A seleção alemã vai dando um baile na Austrália, que perde de 4 x 0. O quarto gol foi marcado pelo jogador Cacau, brasileiro nascido em Santo André-SP e naturalizado alemão.

Cacau entrou no segundo tempo, substituindo Klose, e fez o gol no primeiro lance em que tocou na bola.

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Ricardo Ribeiro |  blog@politicaetc.com.br

A ala futriquenta e fuxiqueira da imprensa tem uma pauta fixa na cobertura da Copa. Fica de olho nos treinos da Seleção Brasileira, à espreita, ligada no menor sinal de mal-entendido, que é imediatamente noticiado como desentendimento grave, crise, mal-estar…

Ora, paciência! Quanta babaquice… Parece que a imprensa espera ver 23 marmanjos num idílio eterno, sorrindo o tempo inteiro e trocando tapinhas carinhosos. Uma pegada mais dura num coletivo, vixe!, é o fim do mundo. Se Kaká não aceita a mão solidária de Felipe Melo, é sinal de que a seleção está desunida, um “mau sinal”.

Ontem, após a cutucada de Daniel Alves em Júlio Batista, as imagens mostraram o primeiro se explicando logo em seguida sobre o lance, uma espécie de desculpa. Júlio ouvia, sem nada dizer, nem gesticulava. Em outra imagem, já na saída, Daniel continua falando com o companheiro, talvez sobre o mesmo assunto, talvez não… Mas as Fifis se alvoroçam, divulgam que houve um bate-boca.

Segundo o Houaiss, bate-boca é, nas acepções mais comuns, ”discussão agressiva; troca de palavras ásperas; bate-barba; dize-tu-direi-eu; clamor de briga; vozerio de pessoas em altercação”. Quem observa as cenas sem as palpitações ansiosas da imprensa fofoqueira percebe que essa definição não se aplica ao que houve no treino.

Pode-se sugerir que os canarinhos passem a trocar rosas, margaridas e crisântemos durante os treinos, cumprimentem-se com beijinhos e caminhem, sempre que possível, de mãos dadas. Assim as Fifis certamente não dirão mais que há desentendimento entre os craques de Dunga. Vão dizer que são umas moçoilas, mas fazer o que…

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A Coreia do Sul estreou com vitória na Copa do Mundo ao bater a Grécia por 2×0. O primeiro gol foi marcado logo aos seis minutos de jogo. Lee Jung Soo recebeu passe açucarado e só teve o trabalho de desviar para deixar o dele. O segundo foi marcado por Park Ji-Sung, aos 7min da etapa final. Numa bela jogada, ele passou por dois adversários e tocou na saída de Tzarvas.

Os asiáticos são os primeiros a vencer nesta Copa. Foi o primeiro jogo do Grupo B da competição. Ontem, a África do Sul empatou em 1×1 com o México e as seleções do Uruguai e da França não saíram do 0x0.

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Seleção nigeriana já não seria mais um bicho-papão

Pela análise de grande parte dos especialistas em futebol, a Nigéria não é mais uma seleção que mete medo em ninguém. Existe até mesmo quem aposte que a equipe ficará em último lugar no Grupo B, que tem ainda Argentina, Grécia e Coréia do Sul.

Os nigerianos estreiam logo mais, às 11 horas, com uma parada teoricamente dura. Vão enfrentar o time do Sr. Armando Diego Maradona. O outro jogo do grupo, entre Grécia e Coréia do Sul, está começando neste momento (8h22min).

Às 15h30min, será disputada a primeira partida do grupo C, fechando a rodada deste sábado. Inglaterra e Estados Unidos se enfrentam na cidade de Rustenburg, num clima de apreensão, pois a rede terrorista Al-Qaeda ameaçou promover um ataque durante o jogo. A segurança está reforçadíssima.

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"Nossa Senhora da Vuvuzela, me livra dessa maldição…"

O técnico Carlos Alberto Parreira carrega uma triste sina, que já preocupa os sul-africanos. É o seguinte: até hoje, Parreira jamais venceu um jogo de Copa do Mundo comandando uma seleção que não a brasileira. Vislumbrou o tabu na iminência de ser quebrado hoje, na estreia da África do Sul contra o México.

Porém, para infelicidade do “professor”, o mexicano Rafa Márquez empatou a partida após o gol de Tshabalala. O confronto terminou em 1×1 e o brasileiro continua rezando para sair do jejum…

O pior é que os próximos adversários – Uruguai e França – não devem dar moleza aos anfitriões.

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Os donos da casa conseguiram fazer o primeiro gol da Copa do Mundo 2010. Aos 8 minutos do segundo tempo, Tshabalala recebeu passe pela esquerda e chutou cruzado para abrir o placar. No primeiro tempo, Vela, do México, fez um gol aos 37min, mas foi considerado irregular.

Às 12h55min – O time do técnico Parreira permitiu o empatE. Rafa Márquez marcou aos 35 min, decretando África do Sul 1×1 México.

Hoje ainda teremos mais um jogo. Às 15h30min, o Uruguai enfrentará a França.

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Divulgada a logomarca da Copa de 2014, a Copa em Terra Brasilis, não faltou quem a comparasse à imagem do espírita Chico Xavier psicografando. Estabeleceu-se a polêmica em redes sociais, sites esportivos e na mídia em geral. Por aqui, parece que futebol se joga com as mãos e não com os pés. Coisas da Fifa, diga-se. Acima, logo com cores diferenciadas para destacar a “lindeza” da coisa.