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As velas de ignição produzem a centelha que é responsável por causar as explosões junto à mistura ar/combustível dentro da câmara dos motores movidos a gasolina, etanol e diesel. E são essas explosões que impulsionam os pistões, e consequentemente geram a força motora.

Elas são facilitadoras da partida do veículo, ditam o “ritmo” da marcha lenta, além de reduzir o consumo de combustível e diminuir a emissão de gases nocivos ao meio ambiente.

A vela é composta por:

· Pino terminal;

· Isolador de cerâmica;

· Castelo metálico;

· Eletrodo central;

· Calafetagem;

· Ponta de eletrodo central e lateral.

Basicamente o eletrodo central, também conhecido comumente pelos mecânicos por carvão, é, tecnicamente, uma espécie de mostrador da vida útil das velas, que, em sua grande maioria, são do tipo convencionais e resistivas. Esse “indicador” vai se desgastando durante a sua “jornada de trabalho”. E a consequência desse desgaste será uma maior dificuldade na ignição, causa mau-funcionamento e aumento no consumo de combustível.

Para que não chegue a esse ponto, cada tipo de vela de ignição tem a quilometragem exata de troca. A maioria em torno dos 20 mil quilômetros.

Porém, é necessário saber que as velas podem apresentar defeitos. O mais comum é quando a cerâmica que funciona como isolador racha – por queda ou pancada – e ocasiona a chamada fuga de centelha. Mas, também, existem defeitos que são refletidos nas velas, mas não são elas as responsáveis. Como, por exemplo, no caso em que os cabos de ignição estejam ruins, pois eles acabam danificando a cerâmica. Por isso, perde-se o isolamento, tornando-se mais um causador da fuga de centelha.

Com a utilização crescente de GNV (Gás Natural Veicular), hoje a vida útil das velas e cabos diminui consideravelmente. Outro ponto muito importante é quando esse combustível está desregulado e causa “mistura pobre”. Essa situação também acaba sendo responsável por causar ranhuras na cerâmica das velas e, consequentemente, voltamos a falar sobre a tal fuga de centelha.

Ícaro Mota é consultor automotivo e diretor da I´CAR. A coluna é publicada às sextas-feiras.

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Nesta sexta-feira (29), a Petrobras anunciou aumento de 19% do preço do gás natural vendido às distribuidoras. A mudança entrará em vigor no domingo (1º), Dia Internacional do Trabalhador.

O derivado do petróleo é matéria-prima do gás natural veicular (GNV), do gás de cozinha encanado e é fonte de energia para diversos setores da indústria. Para o botijão, o valor de referência é o do gás liquefeito do petróleo (GLP).

No comunicado de hoje, a Petrobras informa que o preço final do produto ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da companhia, mas também pelas margens das distribuidoras (e, no caso do GNV, dos postos de revenda) e pelos tributos federais e estaduais. “Além disso, o processo de aprovação das tarifas é realizado pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas”, acrescenta.

De acordo com a Petrobras, o reajuste obedece planejamento que evita oscilações frequentes no preço do produto. “A atualização trimestral para o gás e anual para o transporte atenua volatilidades momentâneas e assegura previsibilidade e transparência”, diz a nota da empresa. O próximo reajuste será em julho deste ano.

Posto de GNV aumentará armazenamento para operar com 100% da capacidade
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A enchente ocorrida em Itabuna ainda afeta o fornecimento de gás natural veicular (GNV) no Posto Universal no Maria Matos (Rua de Palha), informa a empresa. A unidade está operando com 50% da capacidade devido ao defeito constatado neste final de semana em dois bicos da estação de abastecimento.

“Já autorizamos a compra [dos novos bicos]. Infelizmente, não tem à venda na Bahia e vem de outro estado. A previsão é para chegar em Salvador hoje ou na quarta-feira. Assim que chegar, o técnico virá fazer o reparo”, afirma José de Carvalho Peixoto ao PIMENTA.

O empresário diz que fez encomenda de mais bicos para as estações de abastecimento de GNV. “Mas não tinha em estoque. Vamos aguardar”, acrescentou.

CAPACIDADE MAIOR

Peixoto informa que o Posto Universal comprou mais cilindros para armazenamento de GNV. Com o aumento de armazenagem, o posto poderá operar as estação de GNV com 100% da capacidade. Hoje, quando liga os 6 bicos a pressão cai e não atende a demanda. “Estamos empenhado em resolver definitivamente o problema”, afirma o empresário, que pede desculpas pelos transtornos.

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Abastecimento de carros movidos a GNV é retomado em Itabuna

Peixoto: abastecimento normalizado

O abastecimento de veículos movidos a gás natural foi normalizado em Itabuna nesta quinta-feira (5), informou o diretor dos Postos Universal, José Carlos Peixoto. O fornecimento do gás natural veicular (GNV) havia sido suspenso no município devido a manutenção no equipamento compressor do posto, localizado em frente ao Parque de Exposições Antônio Setenta (Rodovia Ilhéus-Ibicaraí).

Segundo explicou o empresário José Carlos Peixoto, as peças do equipamento para abastecer os carros movidos a GNV são importadas, o que demanda maior tempo para a substituição, principalmente em tempo de pandemia da covid-19.

Após a chegada, os técnicos fizeram a substituição de peças e o atendimento foi retomado nesta quinta. A empresa se esforçou para que o serviço fosse normalizado antes do período previsto, amanhã (6), em atenção aos clientes.