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ze inacioFigura das mais conhecidas em Itabuna, o ex-árbitro de futebol José Inácio Damasceno morreu na madrugada deste sábado (19), no Hospital Calixto Midlej Filho. Zé Inácio se tratava de um câncer e vinha com a saúde bastante debilitada há algum tempo. O corpo está sendo velado na sede da União dos Servidores do Município de Itabuna (Usemi), da qual ele foi presidente, e o sepultamento está marcado para ocorrer as 16 horas, no Campo Santo.

Zé Inácio era também servidor do município e teve experiência como dirigente de futebol, quando presidiu o Grapiúna Atlético Clube. O time chegou a disputar o campeonato da primeira divisão na Bahia.

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O poeta e escritor grapiúna Ulisses Góes acaba de lançar virtualmente seu primeiro romance de ficção. O livro, intitulado “Efeito Cacaos” (foto), tem página no Facebook (clique aqui), onde todos podem ler a obra na íntegra, além de trocar ideias e opiniões com o autor.
“Efeito Cacaos” é um romance de ficção com uma linha de realismo fantástico. Primeiramente, por iniciativa do próprio autor, o livro foi lançado em ambiente virtual, tendo, além da página no Facebook, um blog na internet onde os leitores podem baixar uma versão em PDF.
Para quem curte bons livros, é uma ótima dica de leitura. Ulisses Góes atualmente está escrevendo uma saga chamada “As Crônicas de Nevareth”, uma história totalmente baseada no universo do jogo Cabal Online, hoje um dos mais populares no Brasil.

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Equipe que produz o documentário

A turma responsável pelo projeto “Memórias do Rio Cachoeira” conclui nesta segunda-feira, 29, a produção do vídeo-documentário que contará a história do rio que se identifica com a cultura grapiúna. Areeiros, lavadeiras, aguadeiros, pescadores, ambientalistas, sociólogos e historiadores estão entre os que foram escolhidos para falar sobre o Cachoeira.
O projeto, que tem o objetivo de contribuir com o registro e preservação da história da região, inclui também um CD com 12 poemas de autores itabunenses. Os poemas estão sendo musicados pela banda Manzuá.

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Lílian comemora vitória, observada por Tony (à esq.) e Andersoul (Foto Taline Gonçalves).

Expectativa, emoção, choro… de felicidade. E finalmente o público conheceu o vencedor do Troféu Talentos Regionais. Vencedor não, vencedora. Lílian Casas emocionou o público com uma interpretação sem retoques de Como nossos pais , eternizada na voz de Elis Regina, e arrebatou o troféu do concurso que reuniu 111 músicos grapiúnas. De quebra, levou o prêmio de R$ 2,5 mil.
A praça Octávio Mangabeira (Camacã) reuniu cerca de 1,5 mil pessoas. E não faltou torcida para todos os cinco finalistas. “Veja como minhas mãos estão tremendo”, mostrava o advogado Lucílio Bastos, logo após a apresentação da irmã. Era prenúncio de noite vitoriosa para a família.
O páreo era duro. Responsável pela sonorização da finalíssima do concurso, Missinho Mendes não deixava de opinar. “Não queria estar na pele de nenhum dos jurados. O nível é ótimo”, dizia ele com a experiência de quem nasceu numa família de músicos de boa linhagem. Organizador do troféu, o publicitário Rui Carvalho vibrava em aprovação ao comentário de Missinho.
As avaliações eram feitas sem que todos os candidatos tivessem ainda se apresentado. Quem subiu primeiro ao palco foi Andersoul. Empolgou o público com o seu estilo, um misto de Ed Mota e Tim Maia. Também era dono da torcida mais agitada. Vieram Lílian, Tony Carvalho, Amanda Chaves e Uiara Oliveira.

Fábio Souza, ex-Fama, e Kokó também agitaram o público (Foto Pimenta).

Após as apresentações dos finalistas, o público pôde curtir apresentações de Fábio Souza e Kokó, da banda Lordão, em duetos e, também, junto com os finalistas. Na plateia, sinal de aprovação à mistura. E os jurados somavam as suas notas para se chegar nomes vencedores da noite.
Em meio às apresentações, Raimundo Machado anunciava a gravação de CD, em janeiro, reunindo 24 canções entoadas pelos finalistas. O empresário e promotor ficou empolgado com a qualidade dos participantes e os resultados do festival. (Confira fotos da final e mais do troféu clicando no “leia mais”).
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A presidência da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) e a direção do Grapiúna Tênis Clube travam uma queda-de-braço. Os dirigentes do velho GTC cansado de guerra sustentam que a água que abastece a sede do clube, na avenida Juca Leão, é retirada de um poço artesiano.

A Emasa desconfia. E a desconfiança aumentou após testes de qualidade da água, quando se detectou a presença de cloro e flúor em níveis semelhantes aos da água fornecida pela empresa municipal.

A direção do Grapiúna bateu pé. Na quinta-feira da semana passada, a Emasa desistiu de questionar, e desligou o ramal que abastecia o clube. Mas a dúvida – por parte da direção da Emasa – continua. Se rolar uma ‘secura’, então…