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Jefferson dos Santos Santana;

Geuvânio Santos do Carmo;

Tereza Nogueira dos Santos;

Manoel Gomes Santiago Filho; e

Junior Santos.

Às vésperas de receber o presidente Lula, na próxima sexta-feira, 26, Itabuna assiste a um derramamento de sangue. No feriadão de São José, o município registrou cinco homicídios, registrados na sexta e sábado (dias 19 e 20).

Nunca antes na história de Itabuna se matou tanto e com tanta facilidade. É nesta cidade que o presidente pisará nesta semana. Vem inaugurar o Gasoduto de Integração Sudeste-Nordeste (Gasene), acompanhado do governador Jaques Wagner e da ministra Dilma Rousseff.

Sempre se é momento oportuno para se falar de segurança, ainda mais quando se assiste a uma matança como esta. O que nos dirão os mandatários baiano e nacional sobre o tema? Estarão aqui a comemorar apenas a inauguração do gasoduto?

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As contas foram feitas pelo repórter Oziel Aragão, do blog Xilindró Web: nestes primeiros 77 dias de 2010, Itabuna registrou media de um crime a cada dois dias. Foram 36 assassinatos neste ano. O último deles ocorreu nesta madrugada. Taylan Castro dos Santos, 18, foi morto com quatro tiros, na rua Paulo VI, bairro de Fátima.

A vítima estava envolvida com o crime e passou algum tempo no Centro do Acolhimento ao Menor (CAM), em Salvador. Em 2009, Itabuna foi apontada como a cidade campeã nacional em falta de perspectivas para jovens de 15 a 29 anos. Um dos quesitos que pesaram? O alto índice de homicídios contra jovens. Taylan é mais um a figurar nesta fria e tenebrosa estatística.

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As contas são do repórter policial Oziel Aragão, do Xilindro Web: Itabuna está há 168 horas sem registrar um homicídio sequer. A proeza é atribuída à forte repressão das políciais civil e militar ao tráfico de drogas no município e ao aumento do número de abordagens.

As duas polícias se juntaram para deflagrar a operação Independência em toda a região do 15º Batalhão da Polícia Militar. O delegado regional Moisés Damasceno espera que a Secretaria de Segurança Pública autorize a continuidade desta operação.

Por autorizar, subentende-se liberar dindin para combustível, por exemplo. A Operação Independência está acontecendo em todas as cidades com os maiores índices de violência da Bahia.